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	Comentários sobre: Pátria armada: 50 mil enredos policiais	</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>
		Por: rodrigopadrini		</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-262</link>

		<dc:creator><![CDATA[rodrigopadrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 20:39:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-261&quot;&gt;Ivan G Maia&lt;/a&gt;.

Triste e cômico não é Ivan? Obrigado pela leitura! Abraços ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-261">Ivan G Maia</a>.</p>
<p>Triste e cômico não é Ivan? Obrigado pela leitura! Abraços </p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Ivan G Maia		</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-261</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ivan G Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 19:54:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-259&quot;&gt;rodrigopadrini&lt;/a&gt;.

Ao terminar de ler lembrei-me da história daquela velhinha piedosa. Estava ela a assistir uma conferência sobre mortalidade infantil na África. Bom orador, ao término o palestrante foi muito aplaudido. Aproveitando a dica ele engrenou ao microfone: vejam vocês como é terrível. Enquanto vocês aplaudiam pelo menos cinco crianças morreram! Levantou-se a velha: por favor, não batam palmas...
(Apenas uma brincadeira em cima de um bom post)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-259">rodrigopadrini</a>.</p>
<p>Ao terminar de ler lembrei-me da história daquela velhinha piedosa. Estava ela a assistir uma conferência sobre mortalidade infantil na África. Bom orador, ao término o palestrante foi muito aplaudido. Aproveitando a dica ele engrenou ao microfone: vejam vocês como é terrível. Enquanto vocês aplaudiam pelo menos cinco crianças morreram! Levantou-se a velha: por favor, não batam palmas&#8230;<br />
(Apenas uma brincadeira em cima de um bom post)</p>
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		<title>
		Por: rodrigopadrini		</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-260</link>

		<dc:creator><![CDATA[rodrigopadrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 18:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Republicou isso em &lt;a href=&quot;https://blogmaisumaopiniao.wordpress.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Mais uma Opinião&lt;/a&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Republicou isso em <a href="https://blogmaisumaopiniao.wordpress.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/" rel="nofollow">Mais uma Opinião</a>.</p>
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		<title>
		Por: rodrigopadrini		</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-259</link>

		<dc:creator><![CDATA[rodrigopadrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 18:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-258&quot;&gt;Marcelo Almeida do Nascimento&lt;/a&gt;.

Prezado Marcelo, sua leitura é excelente. A realidade é muito mais complexa do que a ficção e nosso poder sobre ela significativamente reduzido. Me interesso muito pela influência do contexto brasileiro sobre a criação de nossos autores, e tenho certeza que os próprios saberão melhor que eu quais as suas inspirações. Obrigado pela crítica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-258">Marcelo Almeida do Nascimento</a>.</p>
<p>Prezado Marcelo, sua leitura é excelente. A realidade é muito mais complexa do que a ficção e nosso poder sobre ela significativamente reduzido. Me interesso muito pela influência do contexto brasileiro sobre a criação de nossos autores, e tenho certeza que os próprios saberão melhor que eu quais as suas inspirações. Obrigado pela crítica.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Marcelo Almeida do Nascimento		</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/06/12/patria-armada-50-mil-enredos-policiais/#comment-258</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Almeida do Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 17:45:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Rodrigo, de fato a literatura policial e de suspense mexe com a imaginação do leitor. Mas, ao contrário do que você pontua, não penso que o interesse do leitor brasileiro por crimes e mistério venha exorcizar os nossos demônios, nos dar um alento, um estímulo a acreditar que a Justiça pode ser feita embora o que vejamos na nossa realidade diga o contrário. Para mim, o interesse do leitor pelos crimes perfeitos, pelos roteiros fechados, como você diz,  não implica em dizer que ele esteja interessado na vileza e crueza de nossa realidade diária de violência. Ao contrário, muito ao contrário. Isso demonstra que o cidadão leitor, o cidadão crítico, o cidadão pensante, dileto por querer entender a alma humana enquanto esta em um romance policial, na verdade, esta fugindo e não querendo entender a nossa própria realidade. O leitor de romance policial adora ser detetive nos livros porque o mundo da investigação está, parafraseando livremente Platão, no mundo das ideias. O leitor de romance policial jamais seria um detetive de fato e de direito. Somos milhões de leitores de mistério, mas os cinquenta mil mistérios policiais reais jamais serão investigados por essa horda de filhos de Artur Conan Doyle, Agatha Cristhie, Raymond Chandler, Patricia Highsmith entre tantos. Isto porque a realidade, por mais que consiga retratar a ficção, jamais pode ser totalmente ficcionada. Vemos casos bárbaros reais, dignos de uma mente doentia, cujos autores seriam facilmente descobertos pelos fascinantes conhecimentos e habilidades de um Hercule Poirot. Porém, não temos a capacidade mental, física -  e até diria eu moral -  para corrermos atrás das pistas, montar o quebra-cabeça e solucionar determinado caso. Somos leitores passíveis, que assistimos a violência das nossas ruas felizes em saber que somos capazes de resolver outros crimes e mistérios, desde que não sejam aqueles que acontecem do lado de cá dos livros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rodrigo, de fato a literatura policial e de suspense mexe com a imaginação do leitor. Mas, ao contrário do que você pontua, não penso que o interesse do leitor brasileiro por crimes e mistério venha exorcizar os nossos demônios, nos dar um alento, um estímulo a acreditar que a Justiça pode ser feita embora o que vejamos na nossa realidade diga o contrário. Para mim, o interesse do leitor pelos crimes perfeitos, pelos roteiros fechados, como você diz,  não implica em dizer que ele esteja interessado na vileza e crueza de nossa realidade diária de violência. Ao contrário, muito ao contrário. Isso demonstra que o cidadão leitor, o cidadão crítico, o cidadão pensante, dileto por querer entender a alma humana enquanto esta em um romance policial, na verdade, esta fugindo e não querendo entender a nossa própria realidade. O leitor de romance policial adora ser detetive nos livros porque o mundo da investigação está, parafraseando livremente Platão, no mundo das ideias. O leitor de romance policial jamais seria um detetive de fato e de direito. Somos milhões de leitores de mistério, mas os cinquenta mil mistérios policiais reais jamais serão investigados por essa horda de filhos de Artur Conan Doyle, Agatha Cristhie, Raymond Chandler, Patricia Highsmith entre tantos. Isto porque a realidade, por mais que consiga retratar a ficção, jamais pode ser totalmente ficcionada. Vemos casos bárbaros reais, dignos de uma mente doentia, cujos autores seriam facilmente descobertos pelos fascinantes conhecimentos e habilidades de um Hercule Poirot. Porém, não temos a capacidade mental, física &#8211;  e até diria eu moral &#8211;  para corrermos atrás das pistas, montar o quebra-cabeça e solucionar determinado caso. Somos leitores passíveis, que assistimos a violência das nossas ruas felizes em saber que somos capazes de resolver outros crimes e mistérios, desde que não sejam aqueles que acontecem do lado de cá dos livros.</p>
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