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Novo romance policial investiga as origens da maldade humana


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“Eu sempre pensei sobre o que faz algumas pessoas serem más. Será que nascemos assim ou vamos nos tornando pessoas ruins na medida que vemos tanta coisa errada no mundo?”. Esse é o tema do livro de estreia de Gustavo Ávila, que resolveu desenvolver uma história guardada e transformá-la em livro. Foram três anos dedicados à escrita.

O romance policial foge dos padrões das narrativas de crime, onde o personagem principal é o policial ou o assassino. A história aqui gira em torno de um personagem inserido entre as duas figuras, o psicólogo infantil William, um homem  que vê a própria vida ser transformada após aceitar uma proposta que julga ser um mal necessário.

“A maldade é o egoísmo puro. É achar que seus desejos são mais importantes, que seus pensamentos estão sempre corretos, que você sabe o que é melhor para os outros. Quando você pensa assim, acha que pode fazer qualquer coisa”, avalia Gustavo.

Em meio a inúmeras pesquisas científicas e debates filosóficos sobre a maldade humana, o autor desenvolve a trama sem providenciar todas as respostas sobre o tema, embora deixe claro sua opinião sobre o assunto. “Tanta gente mais gabaritada do que eu já dedicou anos de estudo sobre o tema. Seria arrogância chegar com uma resposta definitiva. Minha intenção é jogar o leitor na roda para que ele faça sua escolha.”

Leia a sinopse
Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitável psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém, a proposta feita pelo misterioso David coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é uma pessoa má por ter presenciado o brutal assassinato dos seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a dele, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma na vida delas. Até onde ele será capaz de ir? É possível justificar um ato de crueldade quando, por trás dele, existe a intenção de fazer o bem?

Onde comprar: osorrisodahiena.com.br
Disponível nas versões impressa e digital (Amazon e Kobo)

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