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	Comentários sobre: RESENHA &#124; A Incendiária, clássico de Stephen King	</title>
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		Por: Alessandro Yuri Alegrette		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandro Yuri Alegrette]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 16:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, Ana Paula. Vejo sempre seus vídeos no youtube. Gosto muito dos seus comentários e observações. Mas, vou discordar um pouco sobre &quot;A incendiária&quot;. Não vejo divagações nos pensamentos de Andy e Rainbird. Penso que nesses  personagens, King quis delinear um perfil bastante psicológico, no qual o leitor pudesse entender as motivações de ambos. Achei que o autor conseguiu desenvolve-los muito bem, de modo que o leitor possa comparatilhar de perto a imensa carga de sofrimento de Andy, assim como seus terrores e traumas, destacando entre eles, a perda de sua esposa. 
Com relação a Rainbird percebi que por meio dele King faz um ferrenha crítica ao exército e governo Americano. De certa forma, Rainbird se torna um ser monstruoso porque é produto da guerra do Vietnã e para o governo é visto somente como máquina de matar. Tendo origem indígena, ele tem consciência que somente é capaz de viver como uma espécie de mercenário. 
Ainda sobre Rainbird podemos perceber que ele desenvolve uma obsessão por Charlie, uma espécie de amor distorcido e possessivo. Ele é um vilão psicótico do tipo que se ama odiar que se soma a uma galeria de outros personagens loucos criados pelo autor, a exemplo de Anne Wilkes, a fã número um de &quot;Louca Obsessão&quot;.
São as ações desmensuradas tanto de Andy e Rainbird - veja que o autor sempre explora muito o conceito da húbris presente nas tragédias gregas- que resultam em um final que assume dimensões dramáticas, de forte intensidade, digamos assim. King já havia feito isso em &quot;Carrie&quot; e também &quot;A Zona Morta&quot;  e repetiu o mesmo artifício em &quot;A incendíaria&quot;, que para mim não um de seus melhores livros, mas mesmo assim um  thriller eficiente - e não de terror como alguns afirmam, que é pontual em algumas cenas- com elementos de ficção científica. O livro prendeu minha atenção e sua leitura foi agradável - acredite: existem livros bem mais dífícies do autor de terminar. 
Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Ana Paula. Vejo sempre seus vídeos no youtube. Gosto muito dos seus comentários e observações. Mas, vou discordar um pouco sobre &#8220;A incendiária&#8221;. Não vejo divagações nos pensamentos de Andy e Rainbird. Penso que nesses  personagens, King quis delinear um perfil bastante psicológico, no qual o leitor pudesse entender as motivações de ambos. Achei que o autor conseguiu desenvolve-los muito bem, de modo que o leitor possa comparatilhar de perto a imensa carga de sofrimento de Andy, assim como seus terrores e traumas, destacando entre eles, a perda de sua esposa.<br />
Com relação a Rainbird percebi que por meio dele King faz um ferrenha crítica ao exército e governo Americano. De certa forma, Rainbird se torna um ser monstruoso porque é produto da guerra do Vietnã e para o governo é visto somente como máquina de matar. Tendo origem indígena, ele tem consciência que somente é capaz de viver como uma espécie de mercenário.<br />
Ainda sobre Rainbird podemos perceber que ele desenvolve uma obsessão por Charlie, uma espécie de amor distorcido e possessivo. Ele é um vilão psicótico do tipo que se ama odiar que se soma a uma galeria de outros personagens loucos criados pelo autor, a exemplo de Anne Wilkes, a fã número um de &#8220;Louca Obsessão&#8221;.<br />
São as ações desmensuradas tanto de Andy e Rainbird &#8211; veja que o autor sempre explora muito o conceito da húbris presente nas tragédias gregas- que resultam em um final que assume dimensões dramáticas, de forte intensidade, digamos assim. King já havia feito isso em &#8220;Carrie&#8221; e também &#8220;A Zona Morta&#8221;  e repetiu o mesmo artifício em &#8220;A incendíaria&#8221;, que para mim não um de seus melhores livros, mas mesmo assim um  thriller eficiente &#8211; e não de terror como alguns afirmam, que é pontual em algumas cenas- com elementos de ficção científica. O livro prendeu minha atenção e sua leitura foi agradável &#8211; acredite: existem livros bem mais dífícies do autor de terminar.<br />
Abraço.</p>
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