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	<title>Luciana da Cunha, Autor em</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Luciana da Cunha, Autor em</title>
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		<title>Um vento à porta, de Madeleine L’Engle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 May 2018 01:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[literatura fantástica]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/05/26/um-vento-a-porta-de-madeleine-lengle/">Um vento à porta, de Madeleine L’Engle</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Sagas infanto-juvenis não são novidade. A familiaridade com um estilo de trama e com os próprios personagens ajudam no sucesso de histórias como Harry Potter, As Crônicas de Nárnia, Desventuras em série e tantas outras. Não muito distante destes títulos está a série Uma Dobra no Tempo, da escritora norte-americana Madeleine L’Engle, que se mantém atual mesmo passados mais de 50 anos de seu lançamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="padding-left: 120px;">No segundo volume da série, Um vento à porta, o leitor tem a oportunidade de voltar a acompanhar as aventuras de Meg, Charles Wallace e Calvin um ano após os eventos de Uma dobra no tempo.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro foi lançado originalmente em 1973 e publicado recentemente no Brasil pela Harper Collins em uma edição bem fofinha, de capa dura e uma arte que tem tudo a ver com o clima de ficção-cientifica misturado com fantasia que a série propõe.</p>
<p>Na trama, Charles Wallace começou a frequentar a escola e passa a ter problemas com os coleguinhas por causa de sua inteligência acima do normal. Diferentemente de Meg, que já passava por uma situação parecida no primeiro livro mas mantinha-se discreta, Charles Wallace está constantemente envolvido em brigas. Apesar do bullying constante, o diretor da escola, Sr. Jenkins, pouco faz para solucionar a questão.</p>
<p>Paralelamente, seres fantásticos, como dragões, surgem no jardim da casa de Meg e Charles Wallace, contribuindo para aquele clima de magia do primeiro livro. Novamente, um ser de outro mundo surge para ensinar às crianças lições sobre o amadurecimento delas. Além de tudo isso, Charles Wallace corre algum risco relacionado ao adoecimento de suas mitocôndrias e cabe a Meg salvar seu irmão.</p>
<p>Assim como no primeiro livro, Um vento à porta tem uma leitura fluida e voltada ao público infanto-juvenil. Novamente a autora faz alguns jogos de palavras, porém, no segundo livro há muitos seres mágicos inventados por ela e fica um pouco difícil lembrar quem é quem na trama. Por ser uma história curta, o leitor não chega a se familiarizar por completo com estes novos seres, o que dificulta um pouco a compreensão da história e a percepção do senso de ameaça que paira sobre Charles Wallace.</p>
<p>Lendo a história como adulta, a gente entende que o livro novamente traz uma metáfora sobre amadurecimento e o enfrentamento de alguns problemas tão comuns em crianças e adolescentes em idade escolar. Neste caso estamos falando de bullying, de se adaptar a um meio que você não faz muita questão de fazer parte e, principalmente, de enfrentar o preconceito que muitos jovens têm com autoridades, no caso, o diretor Sr. Jenkins. Aposto que se uma criança ler o livro em diferentes momentos do seu amadurecimento ela poderá tirar uma nova mensagem em cada leitura.</p>
<p>Uma das vantagens de Um vento à porta é que, embora seja o segundo volume de uma saga, não é absolutamente necessário ter lido o primeiro livro para entender a história. Fora a contextualização dos personagens principais, os eventos de Uma dobra no tempo não servem de referência para a nova aventura. Se você não leu o primeiro, pode ler o segundo sem problema algum. As histórias possuem início, meio e fim.</p>
<p>Mesmo sem ter o mesmo brilho do primeiro livro, Um vento à porta é uma leitura leve e com mensagens atemporais. Com metáforas de fantasia e ficção-cientifica, a história pode ser uma forte aliada de crianças e pré-adolescentes que lidam com o constante desafio do amadurecimento.</p>
<p><em>* Exemplar enviado pela Harper Collins Brasil.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<img  title="" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28436" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/05/star3.png"  alt="star3 Um vento à porta, de Madeleine L’Engle"  width="75" height="22"></p>
<p><strong><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-28438 alignleft" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/05/51CtCmmOFRL-198x300.jpg"  alt="51CtCmmOFRL-198x300 Um vento à porta, de Madeleine L’Engle"  width="198" height="300" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/05/51CtCmmOFRL-198x300.jpg 198w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/05/51CtCmmOFRL.jpg 330w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" />Título</strong>: Um vento à porta<br />
<strong>Autora</strong>: Madeleine L&#8217; engle<br />
<strong>Tradução</strong>: Érico Assis<br />
<strong>Páginas</strong>: 224<br />
<strong>Editora</strong>: Harper Collins Brasil<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/livro/303128#_=_" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p>SINOPSE – Toda vez que uma estrela se apaga, mais um Echthros venceu uma batalha.&nbsp;Logo antes do irmão mais novo de Meg Murry, Charles Wallace, ficar perigosamente doente, ele vê dragões no jardim de casa. Meg descobre que os dragões na verdade são Proginoskes, um querubim que é todo asas, vento e chamas. Agora Proginoskes, Meg e seu amigo Calvin precisam salvar a vida de Charles Wallace. Para fazer isso, eles devem partir em uma viagem para dentro do corpo do menino e derrotar os Echthroi (aqueles que odeiam) para que possam restaurar a brilhante harmonia e alegria do ritmo da criação, a música do universo.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Um vento à porta, de Madeleine L’Engle" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/05/26/um-vento-a-porta-de-madeleine-lengle/">Um vento à porta, de Madeleine L’Engle</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 13:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[érico assis]]></category>
		<category><![CDATA[Hope Larson]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Madeleine L’Engle]]></category>
		<category><![CDATA[uma dobra no tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Cada pessoa tem aquele livro que marcou a infância e que deu aquele empurrãozinho para</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/05/07/uma-dobra-no-tempo-de-madeleine-lengle/">Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Cada pessoa tem aquele livro que marcou a infância e que deu aquele empurrãozinho para transformá-la em um verdadeiro leitor: aquele que sente a liberdade criativa em ler histórias sem imagens e é facilmente instigado a começar o próximo capítulo (e o próximo, e o próximo&#8230;). <a href="https://amzn.to/2LVcMgP" target="_blank" rel="noopener">Uma Dobra no Tempo</a> é um destes livros que, embora não tenha sido tão popular no Brasil, marcou gerações de leitores pelos Estados Unidos.</p>
<p>A obra de fantasia e ficção científica de Madeleine L’Engle foi adaptada em 2010 para graphic novel por Hope Larson e esta versão chegou recentemente às livrarias brasileiras pela DarkSide Books, em uma edição que enche os olhos até mesmo de quem nunca ouviu falar do livro. Capa dura (lógico), com uma arte meio cósmica, meio mística, com muito brilho e degradê azul/lilás na borda das páginas. Se este não é o livro mais bonito na minha estante, eu não sei qual é.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8595081751&amp;asins=8595081751&amp;linkId=5bafe85eb3027cffddb02b841169a8cd&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A história é focada em Meg, seu irmão Charles Wallace e Calvin, um amigo da escola. Meg é uma pré-adolescente filha de dois renomados cientistas, seu pai, inclusive, é um funcionário do governo que está desaparecido há anos. Apesar disso, Meg não é nem um pouco popular na escola, onde é encarada como “esquisitona”. Enquanto isso, o pequeno Charles Wallace parece ter algum dom especial que o faz adivinhar o que se passa na cabeça da mãe e da irmã.</p>
<p>Durante uma tempestade, surge uma estranha mulher conhecida por Sra. Quequeé, que será uma das chaves para a aventura dos três. Acompanhada das Sras. Quem e Qual, elas direcionam Meg, Charles Wallace e Calvin em uma aventura com direito a viagens no tempo e planetas extragalácticos para evitar que uma mancha escura tome conta da Terra. De quebra, Meg vê a possibilidade de encontrar seu pai.</p>
<p>A narrativa pincela teorias bem avançadas de física para explicar alguns acontecimentos na história, claro que de forma bem rasa, mas ajuda a reforçar o tom de ficção científica da trama. O lado fantasioso fica principalmente por conta das três senhoras, que muito se assemelham à ideia que temos de bruxas.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h5 style="padding-left: 120px;">Mesmo mergulhando fundo na ficção, há uma mensagem válida para o mundo real. A jornada pessoal pela qual passa cada personagem, principalmente Meg, é bem verossímil para pré-adolescentes que sintam que não se encaixam ou que ainda estejam tentando desvendar a sua identidade e o seu propósito. Aliás, o livro é ideal para o público infanto-juvenil, preferencialmente entre os 10 e 14 anos de idade.</h5>
<p><span style="color: #ffffff;">x</span><br />
O ritmo da história é bem fluido e é possível terminar a graphic novel em apenas um dia, mesmo com quase 400 páginas. No entanto, a agilidade na leitura dá um pouco a sensação de que algumas coisas foram apressadas e não ficaram muito bem amarradas. Eu senti falta, por exemplo, de valorizarem um pouco mais a existência das personagens das Sras. Quequeé, Quem e Qual. Queria saber mais sobre elas. Como não li o original, não sei se é uma falta da própria história ou se isso se perdeu na adaptação para quadrinhos.</p>
<p>Apesar de ser um livro de 1962, somente em 2018 ganhou uma adaptação para o cinema, com direção de Ava Duvernay e elenco de peso com Reese Witherspoon, Oprah Winfrey e Mindy Kaling. De alguma forma essa combinação não deu muito certo e o filme amarga algumas críticas bem negativas.</p>
<p>Para quem se interessar pela obra, há ainda outros quatro livros que compõem as aventuras de Meg e seus amigos. Mesmo com mais de 50 anos Uma dobra no tempo se mantém atual e tem tudo para continuar encantando gerações de novos leitores.</p>
<p><em>[Imagem: Luciana da Cunha]</em></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11188 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/parceria_dark1.jpg"  alt="parceria_dark1 Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle"  width="226" height="70" /></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png"  alt="star4 Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle"  width="98" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-26555 size-medium" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/05/umadobranotempo.jpg?w=208"  alt="umadobranotempo Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle"  width="208" height="300" />Título</strong>: Uma dobra no tempo<br />
<strong>Autora</strong>: Madeleine L’Engle<br />
<strong>Ilustração</strong>: Hope Larson<br />
<strong>Tradução</strong>: Érico Assis<br />
<strong>Páginas</strong>: 392<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/uma-dobra-no-tempo-12379ed752065.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p>SINOPSE – Em Uma Dobra no Tempo, o pai de Murry e Charles Wallace, um exímio físico, está desaparecido há dois anos. A aventura começa quando, em uma noite de tempestade, eles recebem a visita de uma senhora peculiar, a sra. Queque é, que foi tirada de sua rota pelo vento enquanto viajava pelo tempo e espaço utilizando o tesserato. Na companhia de mais duas criaturas sobrenaturais, a sra. Quem e a sra. Qual, e de um garoto chamado Calvin O’Keefe, eles partem pelo universo em busca de qualquer indício do paradeiro do dr. Murry. Mas o que eles descobrem vai muito além disso: todo o universo está sendo atacado pela Escuridão, uma força perigosa que traga a luz das estrelas e dos planetas, em uma luta contra o mal que parece nunca acabar.</p>
<p><a href="https://zinema.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28260" src="http://literatur3.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2018/05/Johnson-Publishing.png"  alt="Johnson-Publishing Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle"  width="1400" height="425" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/05/07/uma-dobra-no-tempo-de-madeleine-lengle/">Uma dobra no tempo, de Madeleine L’Engle</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>HEX, de Thomas Olde Heuvelt</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/04/26/hex-de-thomas-olde-heuvelt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 19:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Se você é do tipo que não acredita em bruxas, mas que elas existem, existem,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Se você é do tipo que não acredita em bruxas, mas que elas existem, existem, HEX, do escritor holandês Thomas Olde Heuvelt é o candidato ideal a sua próxima leitura. Em uma história contemporânea, ele nos apresenta à pequena cidade de Black Spring, nos Estados Unidos, onde poucos milhares de habitantes convivem com um segredo: o espírito de uma bruxa que vive entre eles.</p>
<p>Apesar da premissa, os primeiros capítulos de HEX estão mais para comédia do que para uma obra de terror. A existência de uma bruxa naquela cidade há tantos anos acabou fazendo parte da rotina das pessoas, que acabam não se perturbando muito com as aparições dela. É mais ou menos como se eles temessem a figura da bruxa Katherine Van Wyler, mas não necessariamente se apavorassem com isso.</p>
<p>É claro que para conviver em paz com Katherine e evitar que a maldição se espalhe existem não apenas algumas regras, mas toda uma estrutura para conviver em harmonia na pacata cidade. Há um conselho para lidar com essa, digamos, particularidade e até mesmo um aplicativo foi criado para monitorar as aparições da bruxa 24h por dia. Isso porque a existência de Katherine é um segredo restrito à cidade: nenhuma pessoa de fora pode saber dela sob risco de não poder deixar Black Spring (no livro Heuvelt explica por cima as coisas terríveis que acontecem com quem deixa a cidade).</p>
<p>Além de proteger o segredo, os habitantes também devem seguir algumas regras de boa convivência com Katherine, como a de nunca provocá-la e, sob hipótese alguma, abrir a boca e os olhos delas, que estão costurados.</p>
<p>A rotina da cidade e as diferentes opiniões dos habitantes sobre o tratamento dado à bruxa preenchem bem as primeiras páginas da história e, como já mencionei, chegam a divertir. Porém, a paz de Black Spring pode ser ameaçada quando um grupo de adolescentes começa a desrespeitar as regras do conselho. O que era uma história apenas curiosa e divertida começa a ganhar tons mais obscuros e o terror se instaura, ganhando força nas últimas 100 páginas.</p>
<p>A narrativa de Thomas Olde Heuvelt é bem dinâmica e envolvente. Embora o suspense seja crescente, é daqueles livros que te prendem desde as primeiras páginas e te dá vontade de ler mais pra saber o que vai acontecer. A escolha de ambientar a história em dias atuais deu super certo porque transporta o leitor ao centro da ação e faz com que ele se questione como seria viver em uma cidade assombrada pelo espírito de uma bruxa.</p>
<p>Se fosse para eu comparar com alguma outra obra de terror que eu já li, provavelmente citaria “A Coisa”, do Stephen King. Não é segredo pra ninguém que a obra de King é uma forte influência para Heuvelt e todos os elementos principais estão lá: a cidade pequena, um grande mal que paira sobre o local e o grupo de adolescentes que puxa o gatilho para que a ação aconteça. Porém, a objetividade de HEX deixa a leitura muito mais estimulante do que as quase mil páginas do clássico de King.</p>
<p>A edição brasileira do livro ficou com a DarkSide Books, que mais uma vez caprichou em um livro bonitão de capa dura, ilustrações fantasmagóricas e páginas com as bordas pretas. Eu dificilmente leio a parte de agradecimentos, mas a deste livro eu recomendo demais! O autor explica um pouco do seu processo pessoal para criar a lenda da bruxa e conta que, quando adaptou a obra para o inglês, boa parte da história foi modificada, passando para os Estados Unidos, dias atuais e até mesmo com um final diferente. Fica a curiosidade para ler o original holandês.</p>
<p>Para quem se interessou pelo segredo da Bruxa de Black Spring, uma boa notícia: HEX irá parar na TV! Atualmente a Warner Bros. está desenvolvendo uma série baseada no livro de Heuvelt. Parece que o segredo de Katherine deixará de ser limitado a Black Spring no final das contas.<br />
<em>[Imagem: Luciana da Cunha]</em></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11188 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/parceria_dark1.jpg"  alt="parceria_dark1 HEX, de Thomas Olde Heuvelt"  width="226" height="70"></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10249" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png"  alt="star5 HEX, de Thomas Olde Heuvelt"  width="106" height="22"></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-26268" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/04/61e9ytb7hfl.jpg?w=208"  alt="61e9ytb7hfl HEX, de Thomas Olde Heuvelt"  width="208" height="300">Título</strong>: Hex<br />
<strong>Autor</strong>: Thomas Olde Heuvelt<br />
<strong>Tradução</strong>: Fábio Fernandes<br />
<strong>Páginas</strong>: 368<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/hex-720864ed722716.html#" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p>SINOPSE – Toda cidade pequena tem segredos. Mas nenhuma delas é como Black Spring, o pacato vilarejo que esconde uma bruxa de verdade do resto do mundo. Os moradores sabem que não se deve mexer com ela. Assim como aconteceu com as bruxas de Salem, Katherine Van Wyler foi condenada à fogueira. Mas a feiticeira sobreviveu e continua rondando a cidade, mais de trezentos anos depois. Seus olhos e sua boca foram costurados, para impedir que ela lance maldições fatais.&nbsp;Os habitantes de Black Spring controlam seu passos através do HEXApp, um aplicativo de celular, 24 horas por dia. A vigilância constante aumenta o clima de paranoia na cidade, enquanto um grupo de adolescentes desafia as regras e resolve zoar a bruxa para ver se ela é tão perigosa quanto dizem&#8230;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g HEX, de Thomas Olde Heuvelt" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/04/26/hex-de-thomas-olde-heuvelt/">HEX, de Thomas Olde Heuvelt</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[filmes sobre crime]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[oscar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Filmes que envolvam temas como crimes, investigação policial e até mesmo alguma dose de terror</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/02/23/10-filmes-sobre-crimes-vencedores-do-oscar/">10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Filmes que envolvam temas como crimes, investigação policial e até mesmo alguma dose de terror de vez em quando aparecem em premiações como o Oscar. Ao longo de décadas, alguns dos maiores clássicos do subgênero foram premiados na categoria de Melhor Filme. Confira alguns deles:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>1. O Poderoso Chefão: Partes 1 (1973) e 2 (1975)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24643 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar1.jpg?w=639"  alt="oscar1 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="473" /></h5>
<p><em>[Img:  <a href="https://goo.gl/WkZac7" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 1972 Paramount Pictures</a>]</em><br />
As duas primeiras partes da saga da família Corleone e suas atividades criminosas não apenas levaram a principal estatueta do Oscar cada uma, mas vivem figurando nos primeiros lugares das listas de melhores filmes de todos os tempos. Juntos, os dois filmes levaram nove Oscars. Além de Melhor Filme, também levaram nas categorias: Parte 1 – Melhor Ator (Marlon Brando) e Melhor Roteiro Adaptado; Parte 2 – Melhor Ator Coadjuvante (Robert De Niro), Melhor Direção (Francis Ford Coppola), Melhor Direção de Arte, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>2. O Silêncio dos Inocentes (1992)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24645 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar2.jpg?w=639"  alt="oscar2 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="344" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/3A4Zn5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 1991 Twentieth Century Fox</a>]</em><br />
O psicopata Hannibal Lecter não impressiona apenas os fãs do gênero, ele fez com que suspense policial O Silêncio dos Inocentes fosse o terceiro filme na história a abocanhar as cinco principais categorias do Oscar, que são: Melhor Filme, Melhor Direção (Jonathan Demme), Melhor Ator (Anthony Hopkins), Melhor Atriz (Jodie Foster) e Melhor Roteiro Adaptado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>3. Os Infiltrados (2007)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24647 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar3.jpg?w=639"  alt="oscar3 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="427" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/EUJW7W" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Photo by &#8211; &#8211; © 2006 Warner Bros. Entertainment Inc.</a>]</em><br />
Demorou, mas o primeiro Oscar de Martin Scorsese chegou com o filme Os Infiltrados, sobre o trabalho de investigação policial na máfia irlandesa em Nova York. O filme também rendeu o prêmio de Melhor Direção para Scorsese, além de levar Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>4. Golpe de Mestre (1974)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24649 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar4.jpg?w=639"  alt="oscar4 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="423" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/RoVqxx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 1973 &#8211; Universal Pictures. All rights reserved</a>]</em><br />
A gente costuma lembrar da parceria dos atores Paul Newman e Robert Redford por Butch Cassidy, mas alguns anos depois eles se reuniram em Golpe de Mestre, em que seus personagens tentam aplicar um complexo golpe a um poderoso chefão da máfia. Além da categoria principal, o filme abocanhou os Oscars de Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>5. Rebecca: A mulher inesquecível (1941)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24650 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar5.jpg?w=639"  alt="oscar5 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="463" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/jB46zR" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 1940 &#8211; 20th Century Fox. All rights reserved</a>]</em><br />
Alfred Hitchcock nunca ganhou um Oscar de direção, mas pelo menos uma de suas obras já foi reconhecida na categoria de Melhor Filme. Na história, uma mulher é assombrada pela memória da falecida esposa de seu marido. O filme levou ainda o Oscar de Melhor Fotografia e foi indicado em outras nove categorias, incluindo a de direção para Hitchcock.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>6. O Franco-Atirador (1979)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24652 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar6.jpg?w=639"  alt="oscar6 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="359" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/fpGSq3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 1978 &#8211; Universal</a>]</em><br />
O impacto da Guerra do Vietnã na vida de pessoas em uma pequena cidade industrial dos Estados Unidos é o tema deste filme. O elenco conta com nomes como Robert De Niro e Meryl Streep e ganhou um total de cinco Oscars, incluindo Melhor Ator (Christopher Walken), Direção, Roteiro Adaptado e Edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>7. Onde os fracos não têm vez (2008)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24653 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar7.jpg?w=639"  alt="oscar7 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="392" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/MRziJX" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 2007 Paramount Vantage &#8211; Miramax</a>]</em><br />
O western dos irmãos Coen conta a história de um homem que encontra dois milhões de dólares que “sobraram” de uma negociação de traficantes que deu muito errado. Isso desencadeia uma perseguição de um serial killer e da investigação do xerife local para resolver o caso. O filme ganhou quatro Oscars, incluindo Direção, Melhor Ator Coadjuvante (Javier Bardem) e Roteiro Adaptado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>8. Spotlight: Segredos revelados (2016)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24654 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar8.jpg?w=639"  alt="oscar8 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="426" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/8gzugA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Photo by KERRY HAYES &#8211; © 2015 &#8211; Open Road Films</a>]</em><br />
A investigação de um jornal sobre casos de pedofilia acobertados pela igreja católica surpreendeu muita gente quando levou o Oscar de Melhor Filme em 2016. Além desta categoria, a produção foi premiada com a estatueta de Melhor Roteiro Original.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>9. Operação França (1972)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24655 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar9.jpg?w=639"  alt="oscar9 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="511" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/UmzkXE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Photo by Silver Screen Collection/Getty Images &#8211; © 2013 Getty Images</a>]</em><br />
O trabalho de dois policiais para combater o tráfico internacional de drogas é o tema deste filme, vencedor de cinco Oscars. O protagonista foi interpretado por Gene Hackman, que levou o prêmio de Melhor Ator pelo filme. Outras categorias que renderam premiações para o filme foram: Direção, Roteiro Adaptado e Edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>10. Chicago (2003)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24656 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/oscar10.jpg?w=639"  alt="oscar10 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar"  width="639" height="427" /></h5>
<p><em>[Img: <a href="https://goo.gl/UyCYUE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">© 2002 &#8211; Miramax</a>]</em><br />
Assassinato, drama de tribunal, sensacionalismo midiático e showbizz: tudo isso em um musical que foi indicado a 13 Oscars. Destes, o filme levou a categoria principal e outras seis estatuetas para Melhor Atriz Coadjuvante (Catherine Zeta-Jones), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Edição e Melhor Som.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g 10 Filmes sobre crime vencedores do Oscar" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
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		<item>
		<title>Breaking Bad: Livro oficial &#124; Tão essencial como a tabela periódica</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/12/12/breaking-bad-livro-oficial-tao-essencial-como-a-tabela-periodica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 10:54:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[breaking bad]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Como a história de um professor de química diagnosticado com câncer pode ter causado uma</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Como a história de um professor de química diagnosticado com câncer pode ter causado uma comoção mundial? Se você assistiu a série Breaking Bad, transmitida entre os anos de 2008 e 2013 pode até ter uma ideia, mas talvez não tenha se atentado a todos os detalhes da resposta para esta pergunta.</p>
<p>Chegou ao Brasil o livro oficial da série, publicado pela Darkside Books em uma edição digna de coleção para fãs da série ou de televisão em geral. Mais do que um apanhado de curiosidades, o livro escrito e organizado pelo crítico de cinema David Thomson é uma dissecação de diversos aspectos técnicos que fizeram com que a série de Vince Gilligan revolucionasse a forma de se fazer TV.</p>
<p>Pra quem não conhece a série, ela se trata da história de Walter White (Bryan Cranston), um professor de química de meia idade que descobre que tem um câncer e pouco tempo de vida. Com uma esposa e dois filhos em casa (um adolescente com problemas de locomoção e uma menina que está para nascer), ele resolve juntar dinheiro para a sua família de uma forma bem inusitada: cozinhando metanfetamina com seu ex-aluno problemático Jesse Pinkman (Aaron Paul).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="padding-left: 90px;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-23372" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/aspasverdes.png"  alt="aspasverdes Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="50" height="39">&nbsp;<span style="color: #333333;">Mas afinal, o que fazia de Breaking Bad uma série tão genial? Logo na introdução do livro o autor já dá diversas pistas, que vão desde o contexto histórico dos Estados Unidos quando a série foi lançada até a transição de gêneros narrativos que compõem a trama da série: faroeste, filmes de gângster e até comédia com humor mais sombrio, pra citar apenas os principais. </span></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como eu falei, esta é apenas a introdução do livro. O que as páginas seguintes trazem é uma análise bem detalhada, apoiada por entrevistas com o criador da série Vince Gilligan, de como cada elemento da produção contava uma história: desde a fotografia até a utilização de cores, caracterização de personagens, trilha sonora e até mesmo os enquadramentos criativos feitos a partir de objetos. Praticamente nenhum detalhe é deixado de lado aqui.</p>
<p>O legal de conhecer um pouco mais sobre os bastidores da série é ver como a história seguiu um curso que nem os próprios produtores e roteiristas imaginavam. Isso fica claro quando Gilligan comenta que Jesse provavelmente não passaria da primeira temporada e que as famosas cenas de destroços na piscina dos White eram aleatórias até eles surgirem com a ideia do acidente de avião absolutamente conectado às ações de Walter White.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23370 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/img_20171211_105524431-01.jpeg?w=639"  alt="img_20171211_105524431-01 Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="639" height="322"></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23371 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/img_20171211_105415518-01.jpeg?w=639"  alt="img_20171211_105415518-01 Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="639" height="794" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/12/img_20171211_105415518-01.jpeg 1544w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/12/img_20171211_105415518-01-241x300.jpeg 241w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/12/img_20171211_105415518-01-768x955.jpeg 768w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/12/img_20171211_105415518-01-824x1024.jpeg 824w" sizes="auto, (max-width: 639px) 100vw, 639px" /></p>
<p>A verdade é que Breaking Bad passou de uma aposta incerta para fenômeno mundial ao longo de cinco temporadas que retratam um ano na vida de Walter White. O que também contribui para a impecabilidade da série é saber a hora de parar: no auge da audiência e do prestígio da crítica a série chegou ao seu fim. Não deu tempo do roteiro azedar ou dos personagens se tornarem previsíveis, tudo aconteceu no tempo certo e da forma que deveria ser.</p>
<p>Para os fãs da série, o livro é mais do que obrigatório não apenas pelo seu conteúdo, mas pela forma caprichada com que foi editado: capa dura, muitas MUITAS fotos e uma diagramação que ajuda bastante a leitura (dá pra ler as mais de 200 páginas brincando). Até para quem não era muito fã, é grande o risco de você querer reassistir tudo e prestar atenção em cada detalhezinho citado no livro.</p>
<p><em>[Imagens: Luciana da Cunha]</em></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11188 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/parceria_dark1.jpg"  alt="parceria_dark1 Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="226" height="70"></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10249" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png"  alt="star5 Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="106" height="22"></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-23364 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/breaking.jpg"  alt="breaking Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="200" height="289">Título</strong>: Breaking Bad &#8211; O livro oficial<br />
<strong>Autor</strong>: David Thomson<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<strong>Páginas</strong>: 224<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/breaking-bad-714331ed715890.html#" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong>&nbsp;–<img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535906312"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535906312 Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica"  width="1" height="1" border="0"> Em Breaking Bad: O Livro Oficial, você vai conhecer os segredos de Walter White que nem mesmo o cunhado dele, o policial da Narcóticos Hank Schrader, foi capaz de descobrir. O livro vem com&nbsp;depoimentos do elenco e da equipe; segredos por trás das câmeras; sinopses dos 62 episódios; citações matadoras; perfis dos inesquecíveis personagens; plantas-baixas de cenários e locações; a coleção dos veículos usados em cena; reprodução de materiais promocionais e colecionáveis, além de mais de trezentas fotos oficiais, muitas delas inéditas. Com exceção da fórmula secreta dos cristais azuis de Heisenberg, não falta mesmo nada. E nem poderia ser diferente.&nbsp;O grande trunfo de Breaking Bad: O Livro Oficial é ter sido desenvolvido com a supervisão do próprio criador da série, o showrunner Vince Gilligan, que concedeu uma extensa e minuciosa entrevista ao autor do livro, David Thomson. Juntos, como White e Pinkman, eles analisaram todos os componentes que fizeram do programa um verdadeiro marco nesta nova Era de Ouro das séries de tv. A química entre Gilligan e Thomson rolou perfeitamente. E pode ter certeza: não foi do mal.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Breaking Bad: Livro oficial | Tão essencial como a tabela periódica" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
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		<title>Como “It: A Coisa” está conectado a outros livros de Stephen King (com spoilers)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2017 17:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[stephen king]]></category>
		<category><![CDATA[a dança da morte]]></category>
		<category><![CDATA[a torre negra]]></category>
		<category><![CDATA[a zona morta]]></category>
		<category><![CDATA[it a coisa]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[o iluminado]]></category>
		<category><![CDATA[Um sonho de liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Tradução e adaptação: Luciana da Cunha &#160; Apenas no fim de semana de estreia, It: A Coisa já se</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Tradução e adaptação: Luciana da Cunha</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apenas no fim de semana de estreia, It: A Coisa já se tornou a quinta maior bilheteria da história para um filme de terror. O filme é a adaptação da obra homônima de Stephen King, que já teve vários livros adaptados para as telonas.</p>
<p>Quem é fã do autor já percebeu que em suas obras ele deixa vários easter eggs conectando suas histórias. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://ew.com/books/stephen-king-it-connects-to-other-stories/it-all-connects" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A Entertainment Weekly listou</a></span> algumas destas referências. <strong>AVISO: texto com spoilers</strong>.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3dbgQ8F" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Encontre livros e e-books de Stephen King</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. O Iluminado</h3>
<p><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/3o7qDQwXlZtrF3hdx6" width="480" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Dick Hallorann, o cozinheiro do Hotel Overlook, aparece como um jovem soldado em um flashback de A Coisa, quando os moradores racistas de Derry queimam um clube frequentado por negros, que estava cheio de soldados, durante o período da Lei Seca. Hallorann salva a vida de um homem que se tornaria o pai de Mike Hanlon, uma das crianças principais do livro. Na ocasião, ninguém sabia como Hallorann sabia o caminho certo para escapar. É quase como se ele tivesse uma segunda visão em meio à fumaça e às chamas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. A dança da morte</h3>
<p><img  title=""  alt="The-Stand Como “It: A Coisa” está conectado a outros livros de Stephen King (com spoilers)" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://3.bp.blogspot.com/_0aGGYTJxkYs/TRwUxORPh9I/AAAAAAAAAj4/1vxgXpwYNwU/s1600/The-Stand.jpg" width="470" height="350" /></p>
<p>O personagem adulto de Ben Hanscon, outra das crianças que enfrenta Pennywise, vive em Hemingford Home, em Nebraska, o local onde Abigail de A Dança da Morte vive. A cidade é descrita no livro como logo após a “abandonada cidade de Gatlin”, que também foi cenário do conto de King As crianças do milharal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. A Zona Morta</h4>
<p><img  title=""  alt="dead-main Como “It: A Coisa” está conectado a outros livros de Stephen King (com spoilers)" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://www.denofgeek.com/wp-content/uploads/2012/12/dead-main.jpg?fit=640%2C380" width="640" height="380" /></p>
<p>Quando Beverly Marsh menciona um crime ocorrido há muito tempo “quando aquele policial louco matou todas aquelas mulheres em Castle Rock”, ela está se referindo ao assassino em série Frank Dodd, um antagonista do livro de King sobre Johnny Smith, um vidente atormentado emocionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Um sonho de liberdade</h3>
<p><img  title=""  alt="usoli Como “It: A Coisa” está conectado a outros livros de Stephen King (com spoilers)" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://i2.wp.com/virusdaarte.net/wp-content/uploads/2013/02/usoli.jpg" width="660" height="423" /></p>
<p>Existem inúmeras referências em A Coisa sobre pessoas serem enviadas ao presídio fictício de Shawshank, que fica no Maine. Neste mesmo presídio, Andy Dufrense conseguiu escapar de uma forma ousada e improvável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Christine</h3>
<p><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/5xtDarBUNFPbWe1esE0" width="480" height="193" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Quando o valentão assassino de A Coisa, Henry Bowers, escapa de um manicômio, já na fase adulta, a antiga entidade maligna que dá vida à Coisa aparece para ele na forma de um carro Plymouth Fury vermelho bem conhecido dos fãs de King.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. A Torre Negra</h3>
<p><img  title=""  alt="dark-tower Como “It: A Coisa” está conectado a outros livros de Stephen King (com spoilers)" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://pmcvariety.files.wordpress.com/2017/07/dark-tower.jpg?w=681&amp;h=383&amp;crop=1" width="681" height="383" /></p>
<p>Nos livros, há uma participação da “Tartaruga” na batalha contra Pennywise. Em A Torre Negra, a Tartaruga é o mais importante dos Guardiões dos Feixes de Luz que conduzem à Torre Negra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bônus:</strong> Quem assistiu ao filme de A Torre Negra deve ter percebido que quando Jake está andando pela floresta ele se depara com um letreiro em ruínas, possivelmente de um parque ou circo, com o nome de Pennywise, o Palhaço Dançarino.</p>
<p><em>(Imagens: Divulgação Warner Bros Entertainment Inc., AdoroCinema)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Como “It: A Coisa” está conectado a outros livros de Stephen King (com spoilers)" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
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		<title>RESENHA &#124; O casal que mora ao lado, Shari Lapena</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/08/03/resenha-o-casal-que-mora-ao-lado-shari-lapena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 12:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[editora record]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[o casal que mora ao lado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Anne e Marco Conti são convidados para um jantar na casa dos vizinhos Cynthia e</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/08/03/resenha-o-casal-que-mora-ao-lado-shari-lapena/">RESENHA | O casal que mora ao lado, Shari Lapena</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Anne e Marco Conti são convidados para um jantar na casa dos vizinhos Cynthia e Graham, que está de aniversário. Atendendo ao pedido da vizinha, eles não levam sua filha Cora junto, já que Cynthia não suporta bebês. Mesmo com o cancelamento da babá em cima da hora, eles decidem deixar Cora em casa, já que eles estariam ali do lado, levariam a babá eletrônica e a cada meia hora um dos dois iria até o quarto da bebê ver se está tudo bem. Mas quando eles voltam para casa Cora não está no seu berço.</p>
<p>Esta é a premissa de O casal que mora ao lado, o thriller de estreia de Shari Lapena, publicado no Brasil pela editora Record. Como o sequestro da menina já ocorre no primeiro capítulo, o que se segue nas próximas páginas é a investigação do caso, revelações sobre o passado e o presente de Anne e Marco, segredos, mentiras, intrigas&#8230; enfim, tudo o que uma história de suspense tem direito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]A narrativa de Lapena é bem objetiva, sem descrições e contextualizações excessivas. O lado bom é que a história flui em um ritmo mais rápido que o normal. O lado ruim é que deixa o leitor muito distante de tudo o que está acontecendo.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é possível se identificar ou torcer pra qualquer um dos personagens. Mesmo com a sensação inicial de que qualquer um ali poderia ser culpado, o leitor não se preocupa, porque a impressão é de que ninguém ali presta mesmo.</p>
<p>Nas primeiras páginas eu me perguntei se a autora conseguiria segurar o mistério do responsável pelo rapto ao longo das quase 300 páginas do livro. Felizmente ali pela página 100 o leitor já tem esta confirmação e o mistério passa a ser outro. Foi nesse ponto que a história ficou mais interessante, a leitura fluiu com mais naturalidade e me interessei um pouco mais pelo desdobramento da trama.</p>
<p>Contudo, quando se aproximou da reta final, a autora caiu em alguns clichês desnecessários e voltei a torcer o nariz para a narrativa. Eu nem chegaria a dizer que o final é bom ou ruim, ele é desnecessário. Se o livro tivesse acabado um capítulo antes seria previsível, morno, mas ainda teria alguma dignidade. Deu pra perceber que a autora construiu uma narrativa paralela para levantar suspeitas sobre um dos personagens e, depois do mistério resolvido, precisou dar algum sentido aos fatos levantados. O leitor podia terminar o livro sem essa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B06ZY86CKW&amp;asins=B06ZY86CKW&amp;linkId=26dec1d56f3f264737e7c47fd711fb18&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Outra coisa que deixou a trama meio insípida foi a escolha de um narrador onipresente e onisciente. Se a história tivesse sido contada do ponto de vista do investigador Rasbach, por exemplo, poderia deixar o leitor mais instigado a desvendar os fatos junto do personagem. Sem contar que daria um pouco mais de utilidade à figura do investigador. Rasbach criou uma expectativa de que em algum momento ele teria uma grande sacada e mostraria que todas as suspeitas do leitor estavam erradas. Mas isso não acontece e a história fica sem surpresas.</p>
<p>A premissa de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2JQenp8">O casal que mora ao lado</a></span> é interessante, mas as escolhas da autora deixaram a trama simples e previsível. É um livro pra quem gosta de leituras rápidas e objetivas, mas não traz nada de extraordinário ao gênero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11309" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg"  alt="parceria_record RESENHA | O casal que mora ao lado, Shari Lapena"  width="226" height="70" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10104" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/09/star2.png"  alt="star2 RESENHA | O casal que mora ao lado, Shari Lapena"  width="49" height="22" /></p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-19335 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/shari.jpg"  alt="shari RESENHA | O casal que mora ao lado, Shari Lapena"  width="200" height="298" />Título</strong>: O casal que mora ao lado<br />
<strong>Autor</strong>: Shari Lapena<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<strong>Páginas</strong>: 294<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2JQenp8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro &#8211; e/book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa; afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora e da depressão pós-parto. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando. Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Tudo vai dar certo. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta; Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g RESENHA | O casal que mora ao lado, Shari Lapena" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/08/03/resenha-o-casal-que-mora-ao-lado-shari-lapena/">RESENHA | O casal que mora ao lado, Shari Lapena</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>RESENHA &#124; Abominação, de Gary Whitta</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/05/24/resenha-abominacao-de-gary-whitta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 12:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[abominação]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[gary whitta]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pouco se sabe sobre a era medieval na Inglaterra. O período que sucede toda a mitologia em torno do Rei</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/05/24/resenha-abominacao-de-gary-whitta/">RESENHA | Abominação, de Gary Whitta</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-18380 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/05/dscf00231.jpg"  alt="dscf00231 RESENHA | Abominação, de Gary Whitta"  width="639" height="436" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Pouco se sabe sobre a era medieval na Inglaterra. O período que sucede toda a mitologia em torno do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda e antecede a conquista da Grã-Bretanha pela Normandia é envolto em mistério. Um prato cheio para obras de ficção e fantasia “preencherem as lacunas”, como é o caso de <strong>Abominação</strong>, de Gary Whitta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A história é ambientada no período da invasão dos vikings, ali pelo século IX. Com o objetivo de proteger o seu reino contra os ataques dos nórdicos, o rei Alfredo autoriza Aetherled, arcebispo da Cantuária, a utilizar magia para fortalecer o seu exército. O que ele não sabia é que isso resultaria na criação de abominações que não poderiam ser treinadas ou controladas por ele. Por isso, o rei proíbe o arcebispo de criar novas criaturas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;"><span style="font-size:1.35em;"><strong><span style="color:#333333;">Inconformado com a interrupção do “projeto”, Aetherled foge e continua suas experiências para criar abominações cada vez mais fortes. Para barrar o arcebispo e suas criaturas, o rei Alfredo chama o ex-soldado e amigo pessoal Wulfric para liderar uma expedição de extermínio de abominações.</span></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Esta é a premissa da primeira parte do livro, que é dividido em duas etapas. O desfecho desta parte eu não vou contar porque, apesar de se passar na primeira metade da história, tem um dos spoilers mais importantes para o restante da trama e uma das cenas mais eletrizantes. Aliás, até aqui a leitura é super dinâmica e fluida. Dá muita vontade de saber o que vai acontecer a seguir.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A segunda parte se passa 15 anos depois, com foco em um Wulfric atormentado pelo desfecho da primeira parte (justamente esse que eu não posso contar) e em Indra, uma jovem guerreira determinada a caçar abominações pela Grã-Bretanha. A queda do ritmo é gritante aqui, com menos acontecimentos significantes e uma sequência de empecilhos que serve apenas para conduzir ao confronto final que, sem entregar spoilers, pareceu previsível e com uma resolução muito fácil para a complexidade que a situação exigia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18382 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/05/dscf0004.jpg"  alt="dscf0004 RESENHA | Abominação, de Gary Whitta"  width="639" height="426" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><em>Abominação</em> é o primeiro romance do aclamado roteirista Gary Whitta, que trabalhou como roteirista em <em>Rogue One, O Livro de Eli</em>, além de algumas séries de TV. Saber disso faz muito sentido para quem lê a obra, já que é muito fácil imaginá-la nas telonas. O dinamismo da história e a falta de respiros descritivos e de construção de personagens funcionaria muito bem em um longa-metragem. Como romance, parece que falta algo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A comparação aos livros do George R. R. Martin realmente não cabe, afinal, a gente sabe que <em>As crônicas de gelo e fogo</em> não são só dragões e zumbis do gelo. A trama e os personagens possuem muitas camadas, que o leitor tem o prazer de ir desvendando. Faltou um pouco disso em <em>Abominação</em>: personagens complexos, intenções misteriosas e reviravoltas realmente surpreendentes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Mas vamos fazer uma pausa pra falar da edição que a Darkside preparou? Como sempre, a editora caprichou na experiência do leitor, que já começa muito antes de a gente começar a ler. Encadernado em capa dura e com respingos de sangue na borda das páginas, o livro já dá ideia do que vem pela frente. A edição que recebemos ainda chegou dentro de uma lata maravilhosa, com direito a pôster e um escaravelho de brinquedo (que as minhas gatas não deixam em paz).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Resumindo, é uma história interessante que tinha potencial para ir além. Com uma narrativa bem construída renderia até uma série de pelo menos dois livros. Recomendo para os leitores que não têm muita paciência para ambientações e gostam das coisas mais direto ao ponto. Definitivamente é um bom entretenimento, só está muito longe de ser um novo clássico do gênero.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">(Imagens: Ricardo Kühl)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11188" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/parceria_dark1.jpg"  alt="parceria_dark1 RESENHA | Abominação, de Gary Whitta"  width="226" height="70" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 RESENHA | Abominação, de Gary Whitta"  width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17843 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/abominacao.jpg?w=245"  alt="abominacao RESENHA | Abominação, de Gary Whitta"  width="245" height="300" />Título</strong>: Abominação<br />
<strong>Autor</strong>: Gary Whitta<br />
<strong>Tradução</strong>: Petê Rissatti<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<strong>Páginas</strong>: 320<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/abominacao-537273ed546415.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE </strong>– <em>Abominação</em> reconta um dos capítulos mais sangrentos da história da Inglaterra: as invasões vikings do século IX. Apresentando personagens e batalhas reais, sua narrativa vai muito além do que poderíamos encontrar nos livros de história. Com influências de Lovecraft a Game of Thrones, vem sendo recebido mundo afora como um novo clássico para fãs do gênero. O reino de Wessex foi o único da Inglaterra que escapou dos invasores nórdicos. Seu rei, Alfredo, negocia um acordo com os bárbaros do Mar do Norte, mesmo sabendo que eles não são adeptos da paz. É preciso estar preparado, a guerra pode recomeçar a qualquer momento. O arcebispo da Cantuária oferece proteção ao reino, através de feitiços descobertos por ele em velhos pergaminhos. O rei só não poderia imaginar que a magia seria ainda mais perigosa que os próprios vikings.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5578" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/luciana2.png"  alt="luciana2 RESENHA | Abominação, de Gary Whitta"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g RESENHA | Abominação, de Gary Whitta" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/05/24/resenha-abominacao-de-gary-whitta/">RESENHA | Abominação, de Gary Whitta</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Top 5 &#124; Adaptações imperdíveis de Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2017 13:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[stephen king]]></category>
		<category><![CDATA[À espera de um milagre]]></category>
		<category><![CDATA[a estranha]]></category>
		<category><![CDATA[carrie]]></category>
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		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adaptar livros e contos de Stephen King para o cinema não é novidade para ninguém. Já são mais de 50</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/03/13/top-5-adaptacoes-imperdiveis-de-stephen-king/">Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Adaptar livros e contos de Stephen King para o cinema não é novidade para ninguém. Já são mais de 50 títulos adaptados para a telona, além daqueles que viraram séries. Atualmente, são pelo menos três produções que estão no forno: a badalada saga A Torre Negra, o clássico A Coisa e o angustiante Jogo Perigoso.</p>
<p>Lógico que nem sempre a transposição para a tela dá certo (nem pro King e nem pra ninguém), mas eu estou aqui pra falar daquelas que valem muito a pena assistir. Alguns filmes já são tão icônicos que algumas pessoas até se esquecem que saíram de uma obra do King. Mas a gente não! Corro o risco de deixar algum preferido de alguém de fora, afinal são muitos títulos, mas estes aqui são os que eu considero mais imperdíveis:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>5. Carrie, a estranha (1976)</h2>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17267 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/carrie.jpg"  alt="carrie Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King"  width="639" height="451"><br />
<em>(Foto: <a href="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BZmM3M2I1ZDItMzUwZS00MDBhLThjN2QtYjAwNGMwMGNmNzhjXkEyXkFqcGdeQXVyNTk5NzQ5Ng@@._V1_SY1000_CR0,0,785,1000_AL_.jpg" target="_blank" rel="noopener">United Artists</a>)</em></p>
<p>Não estamos falando apenas da primeira adaptação de um livro do Stephen King, e sim, do primeiro livro dele! Sim, desde o seu livro de estreia o autor já tem esta relação com o cinema. O filme foi dirigido por ninguém menos que Brian De Palma e rendeu duas indicações ao Oscar naquele ano, além de cenas que ficaram no imaginário de qualquer cinéfilo, como o da primeira menstruação de Carrie e do banho de sangue no baile de formatura. Ajudou a projetar atores como Sissy Spacek e John Travolta. Nada mal pra estreia do King, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 2.15em;">4. Louca obsessão (1990)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17268 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/misery.jpg"  alt="misery Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King"  width="639" height="427"></span></strong></span><br />
<em>(Foto: <a href="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BMjAxNDA4Mzg3OV5BMl5BanBnXkFtZTcwMjcyODI1NA@@._V1_.jpg" target="_blank" rel="noopener">Metro Goldwyn Mayer Studios Inc.</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em;">Se Carrie focava mais no sobrenatural e no terror, este aqui é um prato cheio pro suspense psicológico. A história é focada no autor Paul Sheldon (James Caan) que se vê “resgatado” pela sua fã Annie (Kathy Bates) quando sofre um acidente em uma nevasca. O cuidado que ele recebe acaba se tornando em pesadelo e a atuação de Kathy Bates é tão perturbadora que rendeu um Oscar para a atriz. Segundo King, a história é uma metáfora para a luta do autor contra o abuso de drogas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 2.15em;">3. À espera de um milagre (1999)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17269 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/milagre.jpg"  alt="milagre Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King"  width="639" height="359"></span></strong></span><br />
<em>(Foto: <a href="http://www.filmsinfilms.com/wp-content/uploads/2015/07/The-Green-Mile-5.jpg" target="_blank" rel="noopener">1999 &#8211; Warner Brothers</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em;">Este aqui é pra nos lembrar que a obra do King não se resume a terror e suspense. Este drama fantasioso se passa no corredor da morte sob os olhos do guarda Paul Edgecomb (Tom Hanks). Aqui o público é tocado pela sensibilidade do personagem John Coffey (Michael Clarke Duncan), falsamente condenado e com poderes sobrenaturais que ninguém consegue compreender direito. É daqueles filmes pra separar a caixinha de lenços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 2.15em;">2. O iluminado (1980)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17270 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/iluminado.jpg"  alt="iluminado Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King"  width="639" height="358"></span></strong></span><br />
<em>(Foto: <a href="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BMzk3ZGRjOWMtNDViNS00YzBlLTlhZGYtM2UwNDljZmQxZjEyL2ltYWdlL2ltYWdlXkEyXkFqcGdeQXVyNjQ2NDA2ODM@._V1_.jpg" target="_blank" rel="noopener">Warner Bros. Entertainment Inc.</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em;">Que se plante a treta! Este aqui é uma escolha controversa, já que o diretor Stanley Kubrick mudou bastante coisa na história e acabou ganhando a antipatia do próprio Stephen King. O motivo pra eu colocar este filme na lista é que O iluminado é um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, com ou sem a aprovação do King. Li o livro, vi o filme e gosto dos dois de formas distintas. Acho que o Kubrick conseguiu criar um clima tão perturbador quanto o original e a performance do Jack Nicholson no papel principal está entre as mais icônicas do cinema. Há até uma teoria da conspiração de que Kubrick usou o filme para deixar sinais de que ele dirigiu falsas imagens da chegada do homem à lua. Pra quem curte este tipo de questionamento, vale assistir O labirinto de Kubrick, de 2012.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: 2.15em;">1. Um sonho de liberdade (1994)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17271 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/mv5bmtkzmty0mje5mv5bml5banbnxkftztcwodmxndy3mw-_v1_sy1000_cr0015261000_al_.jpg"  alt="mv5bmtkzmty0mje5mv5bml5banbnxkftztcwodmxndy3mw-_v1_sy1000_cr0015261000_al_ Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King"  width="639" height="419"></span></strong></span><br />
<em>(Foto: <a href="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BMTkzMTY0MjE5MV5BMl5BanBnXkFtZTcwODMxNDY3Mw@@._V1_SY1000_CR0,0,1526,1000_AL_.jpg" target="_blank" rel="noopener">1994 Castle Rock Entertainment</a>)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em;">Lógico que o queridinho do IMDb não poderia ficar de fora! Desde que o site de dados de filmes foi lançado o filme está sempre entre os preferidos (enquanto eu escrevo este texto ele está em primeiro lugar, empatado com O poderoso chefão). A história de esperança e amizade dos detentos Andy Dufresne (Tim Robbins) e Red (Morgan Freeman) não chamou muita atenção nas bilheterias na época, mas conseguiu sete indicações ao Oscar e virou sucesso nas locadoras de vídeo (pros mais jovens, eram lugares mágicos onde a gente alugava fitas de filmes e devolvia rebobinadas pra não pagar multa). A história é baseada em um conto de KIing e ele próprio já afirmou ser a adaptação preferida de uma de suas obras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.25em;">Sentiu falta de algum? Deixa aí nos comentários a sua adaptação preferida de Stephen King.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/03/13/top-5-adaptacoes-imperdiveis-de-stephen-king/">Top 5 | Adaptações imperdíveis de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>5 livrarias encantadoras pelo mundo</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/01/18/5-livrarias-encantadoras-pelo-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 14:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[roteiros literários]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[el ateneo]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[livraria]]></category>
		<category><![CDATA[livraria cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; A gente sempre tem aquela livraria querida, pra onde a gente pode ir só pra</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; A gente sempre tem aquela livraria querida, pra onde a gente pode ir só pra matar um tempo e, se as finanças permitirem, sair com aquela pilha de leitura que sabe-se lá quando poderá ser cumprida. Toda livraria tem seu encanto, mas algumas delas marcam mesmo. O único problema é a geografia, já que algumas delas ficam a um ou alguns voos de distância.</p>
<p>Listo aqui as cinco mais legais que eu já tive a oportunidade de conhecer. Sei que existem muitas outras que valem muito a visita, mas como não tive a oportunidade de ir, por enquanto elas ficam de fora. Quem está programando viagem a algum destes destinos, tente incluir essas lindezas no roteiro.</p>
<h4>&nbsp;<br />
5. Livraria Cultura (São Paulo, Brasil)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16677 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/livraria-cultura.jpg"  alt="livraria-cultura 5 livrarias encantadoras pelo mundo"  width="639" height="479"></h4>
<p>Vamos começar por quem está mais perto. A Livraria Cultura já tem cerca de 70 anos e quase 20 lojas em diversos estados do Brasil, mas aqui estou me referindo à mãe de todas: a livraria do Conjunto Nacional, que fica ali na Paulista. São mais de 4 mil metros quadrados distribuídos em três pisos e um ambiente que prioriza a experiência de quem está lá. Há lugar para se jogar num pufe e ficar lendo como se não houvesse amanhã, deadline ou boletos. Com tanto espaço e tanta variedade no acervo fica fácil “perder” horas ali e nem se dar conta.&nbsp;<em>Uma curiosidade: antes de ser livraria, o prédio abrigava o Cine Astor, o que explica o chão inclinado.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. Thalia (Bonn, Alemanha)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16681 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/thalia.jpg"  alt="thalia 5 livrarias encantadoras pelo mundo"  width="639" height="722"></h4>
<p>Essa aqui você dificilmente terá visto em alguma lista de livrarias e eu encontrei muito por acaso mesmo (dei a sorte de morar ao lado dela por alguns meses). Pra quem não conhece, Bonn é uma cidade de pouco mais de 300 mil habitantes localizada no oeste da Alemanha, logo ao sul de Colônia, e que serviu de capital provisória do país entre 1949 e a reunificação em 1990. Mas voltando à livraria: a Thalia é uma rede, com diversas lojas espalhadas pela Alemanha, mas a filial em questão está localizada no coração de Bonn, a poucos metros da antiga prefeitura e da casa do Beethoven (o compositor, não o cachorro) e está situada no prédio onde funcionava o cinema Metropol. O prédio é do final da década de 1920 e construído em estilo Art Deco. O cinema mesmo fechou apenas em 2006 e, após muita pressão popular, o seu prédio obrigatoriamente deveria abrigar alguma atração cultural e que preservasse o máximo de características possíveis do prédio original. Por isso, quem entra hoje na Thalia ainda consegue ver os balcões privados e até mesmo projetores antigos. Uma verdadeira viagem no tempo em uma cidade carregada de história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. Shakespeare and Company (Paris, França)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16679 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/shakespeare.jpg"  alt="shakespeare 5 livrarias encantadoras pelo mundo"  width="639" height="515"></h4>
<p>Paris é a cidade mais visitada do mundo e atrações turísticas não faltam pra encher o itinerário de qualquer turista. Para os amantes de literatura, passar pela Shakespeare and Company é tão obrigatório quanto encarar as filas do Louvre. A livraria em si é pequena e amontoada, mas não menos encantadora. Ela preserva as características de quando foi aberta em 1951, com o objetivo de ser livraria, sebo e antiquário de obras em inglês. As prateleiras de livros se abrem e viram camas para escritores, artistas e intelectuais passarem noites hospedados na Shakespeare. Em troca, eles devem ler um livro por dia, ajudar na livraria e escrever uma autobiografia de uma página, que será reunida em uma coletânea com todas as outras. De 1951 pra cá mais de 30 mil pessoas já passaram pela experiência, incluindo atores como Ethan Hawke e Geoffrey Rush. Por falar em filmes, a livraria aparece em Antes do Pôr do sol, de Richard Linklater e Meia noite em Paris, de Woody Allen.</p>
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<h4>2. Lello &amp; Irmão (Porto, Portugal)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16680 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/lello.jpg"  alt="lello 5 livrarias encantadoras pelo mundo"  width="440" height="631"></h4>
<p>Considerada uma das livrarias mais belas do mundo, a Lello &amp; Irmão está sediada em um belo prédio com arquitetura neogótica. Se por fora a fachada já chama a atenção, por dentro a experiência é ainda mais mágica. A escadaria central é linda e alvo de disputa por turistas que tentam registrar a visita em fotografias. A Lello como é hoje já existe desde 1906 e serviu de inspiração para J.K. Rowling criar a Floreios e Borrões, livraria do mundo bruxo de Harry Potter. A fama acabou atraindo turistas de todo o mundo, o que acabou se tornando um problema para a Lello. Para controlar o acesso, é cobrada uma taxa de cerca de 5 Euros para poder entrar e respeitada a capacidade máxima de 80 pessoas por vez. Eu sei que a gente torce o nariz para cobrança de ingressos em lugares que normalmente não têm disso, mas para quem gosta de literatura, história, arte e arquitetura, vale a pena. Tanto que, mesmo em baixa temporada, ainda existem filas para adquirir o ticket. Por isso, compre on-line no site da livraria (<a href="http://www.livrarialello.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.livrarialello.pt/</a>) ou chegue bem cedo.</p>
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<h4>1. El Ateneo Grand Splendid (Buenos Aires, Argentina)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16675 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/el-ateneo.jpg"  alt="el-ateneo 5 livrarias encantadoras pelo mundo"  width="639" height="359"></h4>
<p>O mais legal desta aqui é que, além de ser considerada uma das livrarias mais lindas do mundo, ela não fica muito longe dos brasileiros. Localizada no Bairro Norte, pertinho da Recoleta e do Centro de Buenos Aires, está a filial da El Ateneo, montada no prédio do antigo teatro Grand Splendid. O interior do edifício é lindíssimo e realmente dá a ideia de estar em um antigo teatro. O prédio é de 1919 e foi palco de diversos tipos de apresentações artísticas, incluindo shows de tango do próprio Carlos Gardel. O prédio também já foi utilizado como estúdio de rádio, de gravação e, em 1929, virou um cinema. Além do ambiente belíssimo, são disponibilizados assentos para que as pessoas possam ler. Outra coisa legal é o café que fica aos fundos, onde antes ficava o palco do teatro.</p>
<p>Estas foram as cinco livrarias mais legais que eu visitei. E você? Conhece alguma livraria que te marcou? Deixe a recomendação nos comentários. Quem sabe daqui a pouco a gente consiga ampliar para um Top 10.</p>
<p><em>(Imagens: Luciana da Cunha, <a href="http://statics.livrariacultura.net.br/assets/images/image/027/-101151027.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livraria Cultura</a>)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g 5 livrarias encantadoras pelo mundo" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/18/5-livrarias-encantadoras-pelo-mundo/">5 livrarias encantadoras pelo mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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