COLUNAS EXCLUSIVAS

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Pai e filho King e uma premissa mal aproveitada

Algo que aprendi desde que adquiri o hábito da leitura, é que não precisamos amar todos os livros escritos por um determinado autor. Por mais que pronunciemos aos sete ventos ‘Eu amo o Simenon’ ou ‘Jo Nesbø é o maioral’, algumas histórias não correspondem às nossas expectativas. Estamos falando de um desses casos? Sim, estamos.

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Gênese é mais um trabalho primoroso de Karin Slaughter

A cada dia que eu leio um de seus livros eu me apaixono mais e mais por ela. Sim, tem que ter sangue frio para ler Karin Slaughter, pois suas histórias são pesadas e suas descrições, mais ainda. Mas se você gosta do gênero tanto quanto eu, irá adorar os detalhes. Não são aqueles detalhes chatos de ler, intermináveis. Ela só te conta o suficiente para deixar que a sua imaginação complete o resto.

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Coletânea Grandes Crimes decepciona leitor mais curioso

A ideia é muito boa: um livro reunindo crimes famosos, narrados por criminalistas de renome. Não é só uma grande sacada, mas quase leitura obrigatória para fãs de literatura policial, que podem encontrar ali as circunstâncias dos crimes, os bastidores da investigação, detalhes dos processos e os destinos dos personagens. Mas a realidade é dura e ela mostra que nem todo bom projeto resulta numa construção invejável. Sinto informar, mas é decepcionante o que o leitor vai encontrar em “Grandes Crimes”, coletânea organizada por Pierre Moreau e lançada de forma discreta em 2017 pelo selo Três Estrelas, da PubliFolha.


outro3A Hora do Pesadelo, de Thommy Hutson

Quem nunca ouviu falar em Freddy Krueger, o mítico assassino que invade os sonhos dos adolescentes para matá-los violentamente com suas garras ultra afiadas? Mesmo quem nasceu depois de 1984, ano do lançamento de “A Hora do Pesadelo” nos Estados Unidos, sabe que Krueger é um dos maiores vilões que o cinema já nos apresentou.


A Arte de Queimar no Inferno é uma crítica à realidade brasileira

Em diversos momentos, a agitação nacional passa a ser objeto de observação. Momentos de euforia ou profunda incapacidade de um povo figuram na história e também na literatura. No Brasil não tem sido diferente. Em meio ao caos politico, social e econômico, muitos tentam nadar nesse mar e tirar proveito desses assuntos. Mas poucos conseguem atingir a crista da onda como 2.990 Graus de Adilson Xavier.

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Breaking Bad: um livro tão essencial quanto a tabela periódica

Como a história de um professor de química diagnosticado com câncer pode ter causado uma comoção mundial? Se você assistiu a série Breaking Bad, transmitida entre os anos de 2008 e 2013 pode até ter uma ideia, mas talvez não tenha se atentado a todos os detalhes da resposta para esta pergunta.

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Os Impunes, de Richard Price, é um dos melhores lançamentos do gênero em 2017

Há dois nomes na capa de Os impunes (Companhia das Letras, 432 páginas). O primeiro, Richard Price, designa o respeitado autor norte-americano de romances como Vida vadiaFreedomland e Clockers (já lançados no Brasil, mas esgotados no momento, ao que parece) e de roteiros de filmes como “A cor do dinheiro”, dirigido por Martin Scorsese, e séries premiadas como “The Wire” e a recente “The Night Of”. O segundo nome é Harry Brandt, pseudônimo sob o qual ele decidiu lançar seu romance mais recente, que, dois anos depois, chega às prateleiras brasileiras.

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