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	<title>Arquivos a garota no gelo -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>A Garota no Gelo, de Robert Bryndza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2017 12:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-16531 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/arquivo_000.jpeg" alt="arquivo_000" width="639" height="516" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>POR RODRIGO PADRINI</strong> &#8211; Algumas fórmulas costumam ser infalíveis para a criação de romances policiais. No entanto, isso não significa que, seguidos os seus passos, o resultado será sempre original e excelente. A mera sensação de já ter lido aquele livro antes ou algo muito parecido costuma ser um sinal de que a fórmula não foi utilizada com tanta desenvoltura. Será que estamos falando de um desses casos?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">“A Garota no Gelo” (Editora Gutenberg, 2016) é o primeiro romance policial escrito pelo inglês Robert Bryndza e o primeiro volume de uma série com a Detetive Erika Foster, uma policial de meia idade que passa por um momento difícil em sua vida pessoal após perder o seu marido. No melhor estilo “quem é o assassino”, o livro traz uma narrativa ágil, com elementos clássicos de uma boa investigação policial e uma leve dose de crítica à dupla dinâmica “dinheiro e poder”. A história se passa em Londres e, caso você já tenha tido a oportunidade de visitar a cidade, as menções a ruas, parques, bairros e estações de metrô podem deixar a ambientação muito mais interessante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Mas, se falei da fórmula infalível no início, preciso me explicar. Comecemos pela protagonista. Não é de hoje que encontramos, como protagonistas de nossas investigações, detetives problemáticos ou abalados por experiências arrasadoras em sua história pessoal ou profissional. A Detetive Erika Foster é um desses casos e, para quem já acompanha literatura policial, pode soar bem clichê.</span></p><div id="liter-1976337935" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-size:1.15em;">“Ela inspirava e expirava, o batimento cardíaco foi ficando mais lento, a realidade voltava a apoderar-se de sua mente. Ela escutava vozes abafadas e passos; pessoas andando ao lado do carro. As vozes ficavam mais altas e depois se afastavam”.</span></h2>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Apesar da aparente repetição, a personagem é carismática e, sem dúvidas, rende diálogos divertidos e adota posturas inesperadas em alguns momentos. Entretanto, o elemento “policial-problemática-que-enfrenta-a-hierarquia-e-a-qual-ninguém-leva-a-sério” já foi muito explorado na literatura e, em minha opinião, enfraquece a originalidade da obra. Não sei se estou lendo livros policiais demais, mas em diversas ocasiões, pude quase prever o que ia acontecer em seguida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Algumas situações me lembraram bastante os livros de Tess Gerritsen e a detetive Sarah Linden, da série de televisão The Killing. O enredo, no entanto, é criativo e o fato de a trama envolver uma família rica e de prestígio na sociedade, torna a dinâmica da investigação muito interessante. A forma como é trabalhada pelo autor a influência do poder, do dinheiro e da imprensa sobre o inquérito, torna o final bastante imprevisível. Pela identidade do assassino, realmente, eu não esperava. A ligação entre o assassinato de uma jovem rica e a morte de algumas prostitutas permanece um mistério, sendo revelada apenas nos últimos capítulos, de forma surpreendente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-16534 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:40px;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/arquivo_001.jpeg" alt="arquivo_001" width="639" height="479" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O livro é narrado em terceira pessoa e enriquece a experiência de leitura quando traz capítulos com a perspectiva do provável assassino, seus movimentos e suas reflexões. É uma jogada interessante e funcionou muito bem, neste caso. Entretanto, um detalhe me incomodou e aceito todas as críticas provenientes do fato de mencioná-lo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Nos capítulos onde conhecemos a perspectiva do suspeito, a narração se utiliza do termo “a figura”, provavelmente, com o objetivo de não revelar se o assassino é homem ou mulher, como “o indivíduo”, “o sujeito”. Em inglês, estamos mais habituados à utilização de “the figure”, no entanto, em português, a tradução literal não caiu bem. “Noooooossa, mas que chatice&#8230;”. É, eu sei.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Por fim, “A Garota no Gelo” é um bom livro, mas não impressiona. Apesar das críticas, me apeguei à Detetive Erika Foster e torci pelo seu sucesso. Robert Bryndza tem um humor interessante e nos diverte – aquela diversão meio mórbido-esquisita que só os amantes da literatura policial entendem.</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Imagens: Rodrigo Padrini)</p>
<p style="text-align:justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-16529 size-full" style="margin-top:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/parceria_gutenberg.jpg" alt="parceria_gutenberg" width="226" height="70" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14671 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/garota_gelo.jpg?w=209" alt="garota_gelo" width="209" height="300" />Título</strong>: A Garota no Gelo (Original: The Girl in the ice)<br />
<strong>Autor</strong>: Robert Bryndza<br />
<strong>Tradução</strong>: Marcelo Hauck<br />
<strong>Páginas</strong>: 320<br />
<strong>Editora</strong>: Gutenberg<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/a-garota-no-gelo-611870ed612280.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE</strong> – Seus olhos estão arregalados… Seus lábios estão entreabertos… Seu corpo está congelado… Mas ela não é a única. Quando um jovem rapaz encontra o corpo de uma mulher debaixo de uma grossa placa de gelo em um parque ao sul de Londres, a detetive Erika Foster é chamada para liderar a investigação de assassinato. A vítima, uma jovem e bela socialite, parecia ter a vida perfeita. Mas quando Erika começa a cavar mais fundo, vai ligando os pontos entre esse crime e a morte de três prostitutas, todas encontradas estranguladas, com as mãos amarradas, em águas geladas nos arredores de Londres. Que segredos obscuros a garota no gelo esconde? Quanto mais perto Erika está de descobrir a verdade, mais o assassino se aproxima dela. Com a carreira pendurada por um fio depois da morte de seu marido em sua última investigação, Erika deve agora confrontar seus próprios demônios, bem como um assassino mais letal do que qualquer outro que já enfrentou antes.</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16159 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/rodrigo_perfil5.png" alt="rodrigo_perfil5" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/04/a-garota-no-gelo-de-robert-bryndza/">A Garota no Gelo, de Robert Bryndza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Lançamentos de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2016 12:32:52 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-14694 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/collage_outubro.jpg" alt="collage_outubro" width="639" height="236" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DESTAQUES DE OUTUBRO</strong> &#8211; Confira os destaques literários deste mês. Para ver todos os lançamentos, clique <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">aqui</a>.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>1. Último turno, Stephen King</strong></span><br />
(Suma de Letras Brasil)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14633 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/turno.png?w=209" alt="turno" width="209" height="300" />Brady Hartsfield, o diabólico Assassino do Mercedes, está há cinco anos em estado vegetativo em uma clínica de traumatismo cerebral. Segundo os médicos, qualquer coisa perto de uma recuperação completa é improvável. Mas sob o olhar fixo e a imobilidade, Brady está acordado, e possui agora poderes capazes de criar o caos sem que sequer precise deixar a cama de hospital. O detetive aposentado Bill Hodges agora trabalha em uma agência de investigação com Holly Gibney, a mulher que desferiu o golpe em Brady. Quando os dois são chamados a uma cena de suicídio que tem ligação com o Massacre do Mercedes, logo se veem envolvidos no que pode ser seu caso mais perigoso até então. Brady está de volta e, desta vez, não planeja se vingar apenas de seus inimigos, mas atingir toda uma cidade. Em Último turno, Stephen King leva a trilogia a uma conclusão sublime e aterrorizante, combinando a narrativa policial de Mr. Mercedes e Achados e perdidos com o suspense sobrenatural que é sua marca registrada.</p><div id="liter-1976337935" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span><span style="font-size:1.25em;"><strong>2. Caixão fechado, Sophie Hannah</strong></span><br />
(HarperCollins Brasil)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14206 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/09/caixc3a3o-fechado.jpg?w=208" alt="caixão fechado" width="208" height="300" />No ano do centenário do detetive Hercule Poirot, a autora best-seller do The New York Times Sophie Hannah lança mais uma obra inspirada na genialidade de Agatha Christie, a escritora que mais vendeu livros na história da literatura. Depois do sucesso de Os crimes do monograma, lançado em 2014 e publicado no Brasil pela HarperCollins, chega agora às livrarias Caixão fechado, a segunda publicação inspirada na Rainha do Crime e autorizada pelos herdeiros de Agatha.</p>
<p style="text-align:justify;">Dessa vez, Poirot enfrenta um mistério diabólico, mergulhado em uma atmosfera sombria e cheia de suspense e perigo. Segundo Hilary Strong, presidente da Agatha Christie Ltd, “a publicação de &#8221;Os crimes do monograma&#8221; abriu um novo público para o trabalho de Christie. E &#8221;Caixão fechado&#8221; é mais uma peça chave da nossa estratégia para manter seu legado atual e vivo”.<span style="color:#ffffff;"><br />
x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>3. O morcego, Jo Nesbo</strong></span><br />
(Editora Record)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14667 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/morcego.jpg?w=202" alt="morcego" width="202" height="300" />Do submundo de Sydney às lendas aborígines, Jo Nesb conduz o leitor por uma trama violenta e eletrizante, no primeiro grande caso de Harry Hole. O corpo de uma jovem norueguesa é encontrado em um rochedo no fundo de um penhasco. O caso intriga a polícia: a vítima apresenta sinais de estrangulamento e suspeita-se de violência sexual, mas não há qualquer vestígio de DNA ou impressão digital do criminoso.</p>
<p style="text-align:justify;">Para colaborar com as investigações, a Divisão de Homicídios da Noruega envia o inspetor Harry Hole à cidade. Junto com o policial Andrew Kensington, Harry se depara com um caso mais complexo do que imagina: o que inicialmente parecia ser um crime isolado é apenas mais um em uma série de assassinatos cometidos por todo o país, sem qualquer relação aparente entre si. Um serial killer está à solta na cidade e, para Harry, a caçada começou.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>4. A garota no gelo, Robert Bryndza</strong></span><br />
(Editora Gutenberg)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14671 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/garota_gelo.jpg?w=209" alt="garota_gelo" width="209" height="300" />Seus olhos estão arregalados&#8230; Seus lábios estão entreabertos&#8230; Seu corpo está congelado&#8230; Mas ela não é a única. Quando um jovem rapaz encontra o corpo de uma mulher debaixo de uma grossa placa de gelo em um parque ao sul de Londres, a detetive Erika Foster é chamada para liderar a investigação de assassinato. A vítima, uma jovem e bela socialite, parecia ter a vida perfeita. Mas quando Erika começa a cavar mais fundo, vai ligando os pontos entre esse crime e a morte de três prostitutas, todas encontradas estranguladas, com as mãos amarradas, em águas geladas nos arredores de Londres. Que segredos obscuros a garota no gelo esconde? Quanto mais Erika está perto de descobrir a verdade, mais o assassino se aproxima dela. Com a carreira pendurada por um fio depois da morte de seu marido em sua última investigação, Erika deve agora confrontar seus próprios demônios, bem como um assassino mais letal do que qualquer outro que já enfrentou antes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>5. Valsa maldita, Tess Gerritsen</strong></span><br />
(Editora Record)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14675 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/tess1.jpg?w=189" alt="tess" width="189" height="300" />No ambiente frio e sombrio de um antiquário em Roma, a violinista americana Julia Ansdell depara com uma partitura intrigante — a valsa Incendio — e é imediatamente atraída pela peculiar composição. Carregada de paixão, tormento e de uma beleza arrepiante — e aparentemente inédita aos olhos do mundo —, a valsa com seu tom menor fúnebre e seus arpejos febris parece ter vida própria. Determinada a dominar a obra complexa, Julia decide ser o instrumento que fará com que sua melodia seja ouvida. Já de volta à Boston, no instante em que o arco de Julia começa a ser deslocado pelas cordas do violino, desenhando no ar aquelas notas intensas, algo sinistro é despertado — e a vida de Julia fica sob ameaça iminente. A música parece exercer um efeito inexplicável e macabro sobre sua filha pequena, que se mostra drasticamente transformada. Convencida de que a melodia hipnótica de Incêndio está desencadeando uma maldição, Julia decide investigar a história por trás da partitura e encontrar a pessoa que a compôs. Suas buscas a levam à milenar cidade de Veneza, onde Julia descobre um segredo sinistro de várias décadas envolvendo uma família perigosamente poderosa que fará de tudo para impedir que ela revele a verdade ao mundo — custe o que custar.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>6. TinTim no Congo, Hergé</strong></span><br />
(Globo Livros)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14676 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/tintim.jpg?w=225" alt="tintim" width="225" height="300" />Em <em>Tintim no Congo, </em>o jornalista e seu cão Milu desembarcam no antigo Congo Belga, na África, para realizar uma série de reportagens. Além de enfrentarem os perigos da selva, os dois encaram um perigoso bandido que está tentando expandir seus negócios de diamantes na região.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta é uma edição fac-similar da série <em>As aventuras de Tintim</em>, lançada pela primeira vez em 1931.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>7. Os pássaros, Frank Baker</strong></span><br />
(Darkside Books)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14688" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/passaros.jpg" alt="passaros" width="208" height="300" />Você conhece o filme. É um dos maiores clássicos de Alfred Hitchcock, de 1963. Nos créditos, consta que a história é baseada no conto “Os Pássaros”, de Daphne du Marier, escritora que o mestre do suspense já havia adaptado antes. Quase trinta anos após seu lançamento, o romance de Frank Baker ganharia repercussão quando o autor ameaçou processar Hitchcock e Daphne Du Maurier. Para deixar essa estranha coincidência com ares de plano macabro: Daphne era prima do antigo editor de Frank Baker, o inglês Peter Davies, e chegou a trabalhar com o parente.</p>
<p>Pássaros. Milhares, talvez milhões, sobrevoam Londres, de forma aparentemente inexplicável e sem sentido, onde parecem observar os habitantes da capital, que os consideram divertidos, se tanto um pouco estranhos. Enquanto as pessoas ainda tentavam entender o que faziam ali, eles começam a atacar, ferindo e até mesmo matando com tremenda brutalidade e violência. Seriam eles uma força da natureza ou uma manifestação sobrenatural? Ninguém sabe. A única certeza é que o objetivo dos pássaros é a destruição da humanidade e ninguém tem ideia de como impedi-los&#8230;<br />
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>8. Dartana, André Vianco</strong></span><br />
(Fábrica 231)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14691 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/dartana.jpg?w=209" alt="dartana" width="209" height="300" />Novo livro do escritor e roteirista André Vianco, Dartana apresenta um mundo retalhado entre vida e morte, fé e descrença, mitologias e mentiras.</p>
<p style="text-align:justify;">No romance, o primeiro de uma trilogia, Dartana é um planeta castigado por uma maldição da qual somente as feiticeiras escapam. Quando um novo deus da guerra surge, muitos habitantes daquele mundo sombrio marcham com ele rumo ao Combatheon, uma plataforma de guerra que representa sua única chance de se libertar da terrível maldição.</p>
<p style="text-align:justify;">Em &#8220;Dartana&#8221;, André Vianco constrói uma obra surpreendente em que deuses guerreiros, feiticeiras, soldados e construtores se unem para forjar um novo mundo.</p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>9. Os órfãos de Deus, Victor F. Miranda</strong></span><br />
(E-book Amazon)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14670 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/51j2izffyql.jpg?w=188" alt="51j2izffyql" width="188" height="300" />Em 1958, no Rio de Janeiro, o Orfanato dos Órfãos de Deus é forçado a aceitar a menina Alice, de oito anos de idade. Trata-se da mesma garotinha que saiu nos jornais depois que os pais mataram um ao outro na cozinha de casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Irmã Mariana, uma freira ainda jovem, tenta explicar à polícia que aquele orfanato é diferente dos demais, porque abriga crianças vítimas de violência doméstica que, para expressarem-se, recorrem à violência. Mas não adianta. Alice é obrigada ficar.</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top:80px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="ana2" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/05/lancamentos-de-outubro/">Lançamentos de outubro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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