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	<title>Arquivos A Grande Arte -</title>
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	<title>Arquivos A Grande Arte -</title>
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		<title>A grande arte, de Rubem Fonseca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2015 20:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Arte]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Murilo Reis &#8211; Há consenso entre críticos e leitores de que a obra de Rubem Fonseca ocupa lugar de</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/13/a-grande-arte-de-rubem-fonseca/">A grande arte, de Rubem Fonseca</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Murilo Reis</em> &#8211; Há consenso entre críticos e leitores de que a obra de Rubem Fonseca ocupa lugar de destaque na literatura brasileira (embora ele não tenha demonstrado a mesma força de outrora em seus livros mais recentes). Seu imaginário criou personagens marcantes, sobreviventes num submundo violento habitado por policiais, criminosos, artistas, miseráveis, advogados, escritores. Sua narrativa ágil tem como base a concisão da literatura policial norte-americana. Na bibliografia básica do autor, não poderia faltar A grande arte, romance publicado originalmente em 1983.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Uma mulher é brutalmente assassinada. Como única pista, a letra P é riscada à faca no rosto da vítima</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir daí, outros assassinatos ocorrem, despertando a atenção do advogado Paulo Mandrake. Personagem clássico na obra de Fonseca e famoso por seu cinismo e erudição, começa a investigar o caso, sendo conduzido para o centro de uma misteriosa organização criminosa.</p>
<p>Porém, Mandrake não possui a capacidade dedutiva de detetives como C. Auguste Dupin ou Sherlock Holmes. Falível, descuidado e movido pelo ódio, atrapalha investigações da polícia federal, sendo levado a uma série de caminhos sem saída que não apontam para a solução do caso. Seu fraco por mulheres não ajuda sua empreitada. Ada, Bebel, Mercedes e Lilibeth, namoradas que povoam a vida de um homem solitário, tentam trazer para si alguém insatisfeito por natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00BJNEEE0&amp;asins=B00BJNEEE0&amp;linkId=caf90902a40e1756b7878c22f13a09c4&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
<img  title="" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00BJNEEE0"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00BJNEEE0 A grande arte, de Rubem Fonseca"  width="1" height="1" border="0"></p>
<p>Lima Prado, Nariz de Ferro, Mateus, Rafael e Professor são criminosos anônimos, gangsteres sem glória que exercem sua violência nas sombras onde vivem os miseráveis oprimidos pelo capitalismo. Estão longe dos holofotes da imprensa e autoridades, ao contrário do que fariam Al Capone ou Charlie Luciano. Mestres que sofrem mortes violentas, porém honrosas, são enterrados como indigentes. Enfrentam aliados que viram inimigos, como Camilo Fuentes. Boliviano implacável, movido por um ódio frio, vive num país que hostiliza pessoas com aparência indígena como a sua. Travam uma silenciosa e sangrenta guerra de facas. O manejo de armas brancas é elucidado de maneira quase acadêmica.</p>
<p>Nos romances policiais de Raymond Chandler, há um único foco narrativo. Narrada por Mandrake, A grande arte sofistica o gênero com alternâncias na focalização, adicionando protagonistas, antagonistas e anti-heróis à história.</p>
<p>No aniversário de 90 anos de Rubem Fonseca, é um livro que deve ser lembrado não apenas por ser dos principais na obra do autor, mas como parte dos maiores na literatura brasileira contemporânea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-6667 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/05/arte.jpg"  alt="arte A grande arte, de Rubem Fonseca"  width="182" height="276"></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título</strong>: A grande arte<br />
<strong>Autor</strong>: Rubem Fonseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/livro/2401ED3176" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: Apenas a letra P, traçada a ponta de faca no rosto de uma prostituta assassinada. &#8220;Não haveria impressões digitais, testemunhas, quaisquer indícios que o identificassem. Apenas sua caligrafia. &#8221; Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake &#8211; um dos grandes personagens da literatura brasileira contemporânea &#8211; lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole, enquanto de mão em mão as facas cumprem sua faina silenciosa e mortal. Por meio de uma narrativa em que se entrelaçam a trama policial, os círculos da alta sociedade, o submundo do crime e o desejo sexual, Rubem Fonseca compõe um grande romance, tão preciso e contundente em sua arte quanto uma aguçada lâmina de aço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;"><strong>MURILO REIS</strong> &#8211; Graduado em Letras, é viciado em jornalismo, literatura, histórias em quadrinhos, cinema e música. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://twitter.com/murilunk">Twitter</a></span></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 A grande arte, de Rubem Fonseca"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/13/a-grande-arte-de-rubem-fonseca/">A grande arte, de Rubem Fonseca</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Rubem Fonseca: O homem que arrebatou o Brasil (parte II)</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/09/19/rubem-fonseca-o-homem-que-arrebatou-o-brasil-parte-ii-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2014 17:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Arte]]></category>
		<category><![CDATA[José Rubem Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[Lúcia McCartney]]></category>
		<category><![CDATA[mateus baldi]]></category>
		<category><![CDATA[O Caso Morel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Mateus Baldi &#8211; Quando José Rubem Fonseca – mineiro, ex-funcionário da Light e comissário de polícia – estreou</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/19/rubem-fonseca-o-homem-que-arrebatou-o-brasil-parte-ii-2/">Rubem Fonseca: O homem que arrebatou o Brasil (parte II)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Por Mateus Baldi</em> &#8211; Quando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/05/13/a-grande-arte-de-rubem-fonseca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">José Rubem Fonseca</a></span> – mineiro, ex-funcionário da Light e comissário de polícia – estreou na literatura em 1963, a última revolução literária nas terras de Vera Cruz tinha sido as páginas que retratavam as mazelas do sertão (e da pobreza de indivíduos bastante singulares). </span><span style="color: #000000;">Ninguém, repito, absolutamente ninguém estava preparado para as páginas que se estenderiam nas prateleiras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rubem Fonseca arrebatou a crítica e o público por praticar uma literatura honesta. E é com a mesma dose de honestidade que essa trilogia de artigos se propõe a apresentar a obra e o autor José Rubem Fonseca, nascido a 11 de maio de 1925 em Juiz de Fora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong><span style="color: #000000;">PARTE 2 &#8211; OS ROMANCES</span></strong></h2>
<address><span style="color: #000000;"><em>“Você ainda me ama?”, perguntou Bebel.</em></span><br />
<span style="color: #000000;"> <em> “Amo”</em></span><br />
<span style="color: #000000;"> Rubem Fonseca, A Grande Arte</span><br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></address>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já consagrado enquanto contista devido ao sucesso de <em>Lúcia McCartney</em>, em 1973 Rubem Fonseca publica <em>O Caso Morel</em>, seu primeiro romance. Dividido em diversas camadas e vozes, o livro foi uma mistura de sexo, violência e questionamentos sobre o papel da arte e da literatura: o artista vanguardista, um <em>crazy life</em> dos anos 1970, Paul Morel tem sua vida dissecada pelo escritor Vilela enquanto apodrece na cadeia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após dez anos e dois livros de contos, o mineiro brindou a crítica com um segundo romance – seu maior livro até hoje –, o colossal, estupendo, absurdamente genial e fundamental <em>A Grande Arte</em>. Narrado em primeira pessoa pelo advogado <strong>Mandrake</strong> – apelido de Paulo Mendes, surgido no livro de 1969 e presente em dois contos de <em>Feliz Ano Novo</em> e <em>O Cobrador</em> –, o romance gira em torno de uma fita de vídeo e uma vingança do protagonista. Municiado com facas e seu inseparável amigo &amp; mentor Wexler, Mandrake parte até os confins do Brasil numa trama que nos apresentou outros dois personagens memoráveis: Bebel, a ninfeta-namorada de Mandrake, e Nariz de Ferro, um anão negro que adora parafrasear grandes nomes da literatura. Um clássico absoluto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Bufo &amp; Spallanzani</em>, seu romance mais famoso, chega às prateleiras em 1985. Acompanhando Gustavo Flávio, ex-detetive da Companhia Panamericana de Seguros, e o tira Guedes, o livro tece um comentário mordaz sobre o Rio de Janeiro da época. Em meio a referências à vida do próprio Fonseca, acompanhamos Gustavo na escrita do livro homônimo ao título enquanto destrincha-se um crime: Delfina Delamare, socialite, foi morta. O final é surpreendente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos</em>, título tirado de uma frase de Freud, sai em 1987. O protagonista insone e sem nome percorre Berlim, Rio e o interior mineiro numa trama que mistura o soviético Isaac Bábel, o universo cinematográfico e um diamante. Constantemente menosprezado dentro do cânone fonsequiano, o romance tem lá seu brilho e convence – principalmente quando analisado sob o prisma das fases de RF, tema da terceira e última parte dessa trilogia de artigos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1990 é crucial</strong>. Rubem Fonseca publica um romance arrebatador em todos os sentidos. <em>Agosto</em>, originalmente intitulado Crimes de Agosto, cobre o período mais nefasto da História recente do Brasil. Misturando ficção e realidade, RF traz às páginas o comissário Mattos, que em 1954 precisa investigar um assassinato nojento no edifício Deauville. Conforme se embrenha no caso, ele vai percebendo ligações com o Palácio do Catete, imerso em sua mais grave crise. A cena do suicídio de Getúlio é espetacular. O universo carioca da segunda metade do século XX era composto por bicheiros, macumbeiros, mocinhas nada inocentes e muitas, muitas pastilhas para acidez estomacal. Golpe de mestre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 1994, o argumento de um filme sobre Carlos Gomes é lançado sob a forma de romance. <em>O Selvagem da Ópera</em> revela uma faceta esplêndida do escritor. Rubem narra com o estilo conciso de sempre e ainda adiciona música às frases.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8520933092&amp;asins=8520933092&amp;linkId=05c69f3e0110166c622cdc5715594e47&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="color: #000000;">Mandrake e Gustavo Flávio retornam em 1997 na novella <em>E Do Meio do Mundo Prostituto Só Amores Guardei Ao Meu Charuto</em>. O extenso título, tirado dos versos de Álvares de Azevedo, refuta o tabagismo de Paulo Mendes. Em meio aos assassinatos de sempre e a relatos do escritor surgido em Bufo &amp; Spallanzani, Mandrake precisa separar verdade e ficção. Ele ainda retornaria no livro <em>A Bíblia e a Bengala</em>, união de duas novelas e última aparição do personagem. Nesse livro, Rubem impiedosamente condena o advogado malandro e cínico a uma bengala após tomar um tiro na perna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os anos 2000 se revelam mais propícios aos contos, mas há espaço para mais quatro romances: <em>O Doente Moliére</em>, uma novela de época sobre o dramaturgo francês; <em>Diário De Um Fescenino</em>, uma construção de narrativas curtas e nomes complexos; <em>José</em>, lançado em 2010, consiste num pastiche da autobiografia – Fonseca destila fatos pessoais em linhas beeem fictícias. O destaque, porém, é <em>O Seminarista</em>. No que muitos compararam a Tarantino, RF botou como protagonista o Exterminador, assassino de aluguel surgido nos contos de <em>Ela E Outras Mulheres</em>. Um romance que evoca a fase setentista do autor e, portanto, tem um brilho que demorará a se apagar, funcionando como porta de entrada para o universo fonsequiano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A próxima parte desses artigos se debruçará nas fases de Rubem Fonseca e em como elas refletiram a sociedade de suas épocas. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2014/09/01/rubem-fonseca-o-homem-que-arrebatou-o-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a 1ª parte da trilogia sobre Rubem Fonseca &#8211; os contos</a></span>.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Rubem Fonseca: O homem que arrebatou o Brasil (parte II)" alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/19/rubem-fonseca-o-homem-que-arrebatou-o-brasil-parte-ii-2/">Rubem Fonseca: O homem que arrebatou o Brasil (parte II)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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