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	<title>Arquivos alexandre amaral -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos alexandre amaral -</title>
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		<title>Segredo de Sangue coloca Rizzoli e Isles na pista de crimes do presente e do passado</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/05/14/segredo-de-sangue-coloca-rizzoli-e-isles-na-pista-de-crimes-do-presente-e-do-passado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 16:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Tess Gerritsen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral &#8211; Durante a vida, diversas vezes percebemos que o passado ajuda a moldar o nosso futuro, e</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/05/14/segredo-de-sangue-coloca-rizzoli-e-isles-na-pista-de-crimes-do-presente-e-do-passado/">Segredo de Sangue coloca Rizzoli e Isles na pista de crimes do presente e do passado</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211; Durante a vida, diversas vezes percebemos que o passado ajuda a moldar o nosso futuro, e há quem diga que nos arrependemos mais pelo que deixamos de fazer do que pelo que fizemos de fato. Até onde tal afirmação pode ser considerada verdadeira? E no momento em que o passado volta a ser determinante para o presente e futuro, e não há mais volta para qualquer arrependimento, como decidir entre o que é o certo e o que é preciso se fazer?. Memórias, disputas, manipulação, e uma dose de sociopatia recheiam o novo romance de Tess Gerritsen.</p>
<h5 style="padding-left: 120px;">&nbsp;<br />
Segredo de Sangue é o 12º romance da sequência em que figuram a dupla Rizzoli e Isles. A detetive e a legista se deparam com crimes misteriosos em sua simbologia, que as obrigam a recorrer a todo tipo de ajuda.<br />
&nbsp;</h5>
<p>Os crimes estão relacionados a vítimas de crimes antigos, o que leva a narrativa a desvendar todo um passado aterrorizador para as vítimas e constrangedor para os que sabem sobre ele. Em todo o momento fica a dúvida se a justiça foi feita no passado ou está sendo feita no presente. De qualquer forma, a investigação segue um assassino que ainda não está satisfeito.</p>
<p>Mostrando todo o trabalho que envolve uma investigação complicada, o romance traz uma parte do efeito que os crimes têm sobre a família dos investigadores. Diversos fantasmas do passado surgem, para o mal, mas também para o bem. Em alguns momentos, é olhando para o passado que alguns fatos se reavivam e moldam o decorrer do romance. Mantendo como cenário a cidade de Boston, a autora acrescenta ainda algumas cidades próximas para complementar o campo de ações dos personagens.</p>
<p>Após dois assassinatos que mais parecem rituais, é através da simbologia dos santos mártires da igreja católica que tudo começa a se revelar (ou confundir ainda mais). Mas o efeito mais preciso que essas mortes possuem é o de revelar que outros crimes do passado que podem ter sido mal interpretados. E quando a investigação criminal aponta para o caminho certo, sabemos que é o momento em que os assassinos começar a agir mais rápido.</p>
<p>O romance possibilita uma leitura agradável e rápida. O desenrolar dos fatos é ágil e muito bem amarrado, sem deixar furos na história. Gerritsen faz jus a sua fama como escritora e convence no que tange ao elemento da investigação. É por ela que se chega aos fatos, apesar de algumas ajudas entre informações que chegam na hora certa e outras que tardam a aparecer, típicos do romance de investigação moderno. A história se encerra com uma promessa que de alguns personagens podem aparecer novamente, dando a entender que este não será o último livro da dupla de investigadoras de Boston.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11309 size-full" style="margin-bottom: 50px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg"  alt="parceria_record Segredo de Sangue coloca Rizzoli e Isles na pista de crimes do presente e do passado"  width="226" height="70"></p>
<p><strong><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-26694 size-full" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/05/segredo_sangue.jpg"  alt="segredo_sangue Segredo de Sangue coloca Rizzoli e Isles na pista de crimes do presente e do passado"  width="181" height="279">Título</strong>: Segredo de sangue<br />
<strong>Autora</strong>: Tess Gerritsen<br />
<strong>Tradução</strong>: Roberto Muggiati<br />
<strong>Páginas</strong>: 350<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/segredo-de-sangue-711851ed713313.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p>SINOPSE – Um antigo crime volta para cobrar mais vítimas no novo caso da detetive Jane Rizzoli e da legista Maura Isles.&nbsp;Cassandra Coyle, 26 anos, roteirista e produtora executiva de filmes de terror independentes, encontrada morta na cama de seu quarto com os dois globos oculares arrancados e deixados na palma de sua mão esquerda.&nbsp;Timothy McDougal, 25 anos, contador, encontrado morto na véspera do Natal num píer com três flechas enfiadas em seu peito nu.&nbsp;Dois homicídios completamente distintos com uma única relação: a causa da morte é uma incógnita. Resta à detetive Jane Rizzoli e à legista Maura Isles solucionar o mistério antes que o assassino faça sua próxima vítima.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Segredo de Sangue coloca Rizzoli e Isles na pista de crimes do presente e do passado" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/05/14/segredo-de-sangue-coloca-rizzoli-e-isles-na-pista-de-crimes-do-presente-e-do-passado/">Segredo de Sangue coloca Rizzoli e Isles na pista de crimes do presente e do passado</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>&#8220;A Arte de Queimar no Inferno&#8221; é uma crítica à realidade brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2018 12:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[2.990 Graus]]></category>
		<category><![CDATA[Adilson Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[panda books]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral – Em diversos momentos, a agitação nacional passa a ser objeto de observação. Momentos de euforia ou</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> – Em diversos momentos, a agitação nacional passa a ser objeto de observação. Momentos de euforia ou profunda incapacidade de um povo figuram na história e também na literatura. No Brasil não tem sido diferente. Em meio ao caos politico, social e econômico, muitos tentam nadar nesse mar e tirar proveito desses assuntos. Mas poucos conseguem atingir a crista da onda como 2.990 Graus de Adilson Xavier.</p>
<p>Com muita habilidade, e não há no momento palavra melhor para definir a forma como foi feito, diversos temas sensíveis à realidade brasileira são entrelaçados numa trama que parece construída com notícias de jornal. Corrupção em diversos níveis, jogos de poder político, influência econômica e interesses de igrejas, tudo isso dialogando com resquícios de uma história controversa que foi a ditadura militar.</p>
<p>Há no livro todo um percurso construtor e identificador dos personagens, o que nos leva a relacioná-los com elementos da realidade presente ou recente, tudo num clima de uma moral duvidosa e frouxa que atinge, em níveis diferentes, até alguns personagens que agem em nome da lei. Ao mesmo tempo que Adilson Xavier nos entrega uma crítica à situação nacional, ele também acaba por ressaltar o sentimento de prostração que pode atingir um povo.</p>
<p>Apesar de ficção, elementos da realidade cotidiana permeiam todo o livro e reativam, mesmo que momentaneamente, aquela indignação, quando não, abrem aquele sorrisinho de canto de boca ao “confirmar” suspeitas que sempre tivemos. O político que desvia verbas, o pastor com interesses políticos que o fazem capaz de manipular seus fiéis, o policial que zela pela moral, mas se submete a interesses escusos em nome de seus superiores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23947 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/01/artedequeimar2.jpg"  alt="artedequeimar2 &quot;A Arte de Queimar no Inferno&quot; é uma crítica à realidade brasileira"  width="639" height="641"></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23951 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/01/artedequeimar31.jpg"  alt="artedequeimar31 &quot;A Arte de Queimar no Inferno&quot; é uma crítica à realidade brasileira"  width="639" height="743"></p>
<p>Todo esse emaranhado de informações que parecem realidade são elementos da narrativa contada pelo Delegado Hermano, ou Maninho, para os mais chegados. Delegado no Rio de Janeiro, precisa desvendar o assassinato de políticos mortos com os órgãos internos queimados por um maçarico que atinge em média 2.990ºC. Com as investigações indo ao encontro de interesses dos mais variados, diversas dificuldades burocráticas, dentro e fora da lei, exigem do delegado jogo de cintura e até vista grossa em alguns momentos.</p>
<p>Com escrita fluída e ritmo frequente, 2.990 graus – A Arte de Queimar no Inferno pega o leitor pela mão e o leva até o fim do livro entregando um romance bem delineado, com personagens marcantes e pontos de clímax que prendem a atenção. Mais do que um romance policial, o romance pode ser percebido como uma crítica bem contextualizada à realidade brasileira, ficcionalizada de uma forma criativa e moderna.</p>
<p><em>*&nbsp;Exemplar enviado pela editora Panda Books</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 &quot;A Arte de Queimar no Inferno&quot; é uma crítica à realidade brasileira"  width="75" height="22"></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-23925 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/01/artedequeimar.jpg?w=210"  alt="artedequeimar &quot;A Arte de Queimar no Inferno&quot; é uma crítica à realidade brasileira"  width="210" height="300">Título:</strong>&nbsp;2.990 Graus: A arte de queimar no inferno<br />
<strong>Autor</strong>:&nbsp;Adilson Xavier<br />
<strong>Editora</strong>: Panda Books<br />
<strong>Páginas</strong>: 320<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/2990-graus-707234ed708374.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE –</strong> O jovem delegado Hermano está longe de ser um policial típico. Filosofa sobre a verdade, gosta de poesia. Inexperiente e orgulhoso por jamais ter usado sua arma, ele recebe a missão de investigar o assassinato de um deputado federal acusado de desviar verbas destinadas às vítimas de uma grande inundação. A arma do crime foi um maçarico, usado com impressionantes requintes de crueldade. Outros políticos são mortos com o mesmo ritual torturante. Um pastor evangélico, ex-presidiário, surge como suspeito. A população batiza os assassinos como “Vingadores do Povo”. Pressão total. Ódio e desinformação esquentam os ânimos. A vida de Hermano se transforma num inferno.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g &quot;A Arte de Queimar no Inferno&quot; é uma crítica à realidade brasileira" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/01/04/a-arte-de-queimar-no-inferno-e-uma-critica-a-realidade-brasileira/">&#8220;A Arte de Queimar no Inferno&#8221; é uma crítica à realidade brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Presos no Paraíso apresenta o lado desconhecido de Fernando de Noronha</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/09/12/presos-no-paraiso-apresenta-o-lado-desconhecido-de-fernando-de-noronha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 15:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
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		<category><![CDATA[presos no paraíso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral &#8211; O arquipélago de Fernando de Noronha é visto como um dos paraísos brasileiros. Tomado como lugar</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211; O arquipélago de Fernando de Noronha é visto como um dos paraísos brasileiros. Tomado como lugar de beleza incomparável, é unanimidade dentre os destinos onde todo brasileiro deveria conhecer. Além de seus roteiros previsíveis, as ilhas oferecem um variado menu de passeios e trilhas que podem encantar quem nunca visitou o lugar. E para traçar um novo roteiro para os visitantes desavisados, Tobias é enviado para o arquipélago. Professor de história, irmão de Isa e pai de Dora, está nas mãos de Tobias redesenhar o mapa de roteiros que ofereçam um novo panorama do conjunto de ilhas para os visitantes.</p>
<p>O enredo começa na tentativa de uma viagem de volta. Tobias se preparava para deixar a ilha quando, por problemas técnicos na aeronave, todos ficam presos no paraíso. Sem os remédios para labirintite somada à discussão com o militar reformado Dias Nunes dentro do avião, o historiador precisa lidar com as dificuldades da ilha, nem sempre muito claras para os que estão ali a passeio.</p>
<p>Em sua busca por informações, recorre a um dos mais conhecidos moradores, o Filósofo, antigo professor na ilha, que agora divaga e ensina enquanto caminha pelas ruas e reúne pessoas ao seu redor. Personagem antigo do lugar, ao seu redor parecem estar as respostas de lendas e histórias que nunca foram esclarecidas por completo.</p>
<p>Durante o período em que está na ilha, Tobias se depara com o assassinato do Dr. Jaime pelo coronel Dias Nunes e é solicitado por Nelsão, delegado responsável pela delegacia local, para fotografar a cena do crime, já que, dentre todos os serviços precários do lugar, o fotógrafo da delegacia é um deles.</p>
<p>Durante seu período em Noronha, Tobias se envolve de maneira peculiar com diversos moradores do local. Possui um relacionamento afetivo com Lena, dona da pousada em que está instalado, é alvo da amizade de Diego Rodrigo, um galã de novelas, após consertar seu buggy. E também com Filósofo, de quem tenta sempre arrancar informações singulares sobre o lugar.</p>
<p>O romance se passa numa velocidade constante, onde o autor desenrola os fatos como o bater das ondas em uma praia, variando entre momentos de calmaria com momentos onde a velocidade aumenta, mas sem tornar a história rápida demais para ser acompanhada.</p>
<p>O mistério da morte do médico e do militar quase perdem espaço para as interessantes descrições da ilha e de seus habitantes, além de suas paisagens e lendas. Alguns elementos que poderiam suscitar um suspense maior parecem não ser aproveitados como possibilidades, como um misterioso grupo religioso fundamentalista e algumas diretrizes suspeitas tomadas por algumas personagens. Um capítulo a parte sobre o delegado explica demasiadamente seus antecedentes a ponto de justificar para o leitor que, obviamente, ele conseguiria resolver qualquer dificuldade investigativa, não importando o nível de complexidade e que ainda teria habilidades não condizentes com um simples delegado de um arquipélago brasileiro.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8542209877&amp;asins=8542209877&amp;linkId=03925de8e6f8557817d85e287d37ba63&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O romance se encerra trazendo à tona fatos passados que podem justificar atitudes desconhecidas de personagens que aparecem de maneira rápida e sem importância durante o desenrolar da história. Ao mesmo tempo em que conclui alguns conflitos enquanto apenas justifica outros, sem dar a eles o fechamento produtivo que poderiam ter. Dessa forma, o romance não ativa a curiosidade de um leitor mais ávido dos romances de enigma, mas pode ser um bom começo para os inexperientes e também um recomeço para os que buscam renovar e encontrar uma leitura mais pacífica e descritiva recheada de elementos nacionais.</p>
<p><em>* Exemplar cedido pela Editora Planeta<br />
* Imagem: Alexandre Amaral</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 Presos no Paraíso apresenta o lado desconhecido de Fernando de Noronha"  width="75" height="22" /></p>
<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-19839 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/09/presos_capa.jpg"  alt="presos_capa Presos no Paraíso apresenta o lado desconhecido de Fernando de Noronha"  width="189" height="282" /><strong>Título</strong>: Presos no paraíso<br />
<strong>Autor</strong>: Carlos Marcelo<br />
<strong>Editora</strong>: Planeta<br />
<strong>Páginas</strong>: 288<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2JQnjem" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p><strong><br />
SINOPSE</strong> – “O mar de fora e o mar de dentro” é a expressão usada em Fernando de Noronha para diferenciar as águas que separam o arquipélago do continente e as que se abrem para o Atlântico. Além disso, resume o embate que dá força a Presos no Paraíso, romance de estreia de Carlos Marcelo. O passado e o presente se enfrentam no conjunto de ilhas, que também é um microcosmo do Brasil: a beleza natural e o frenesi dos turistas convivem com as mazelas sociais e políticas do país. Tobias, historiador que vive entre a expectativa do futuro e as angústias do passado, narra em primeira pessoa sua incursão no arquipélago para elaborar roteiros turísticos. Ele integra a galeria de personagens na qual se destaca o delegado Nelsão, responsável pela investigação de duas mortes misteriosas, com seus cacoetes investigativos e sua compulsão gastronômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Presos no Paraíso apresenta o lado desconhecido de Fernando de Noronha" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
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		<title>ENTREVISTA &#124; Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/07/25/entrevista-uma-conversa-com-a-tradutora-do-edgar-allan-poe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 13:03:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[A Queda da Casa de Usher]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[auguste dupin]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Allan Poe]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[marcia heloisa]]></category>
		<category><![CDATA[medo clássico]]></category>
		<category><![CDATA[o escaravelho de ouro]]></category>
		<category><![CDATA[tradutora edgar allan poe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edgar Allan Poe voltou para as livrarias este ano&#160;numa nova edição da Darkside Books, parte da bela série Medo Clássico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Edgar Allan Poe voltou para as livrarias este ano&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/12/resenha-edgar-allan-poe-medo-classico/" target="_blank" rel="noopener">numa nova edição da Darkside Books</a>, parte da bela série Medo Clássico publicada pela editora. Poe abordou como ninguém o suspense e o mistério em suas histórias, e até hoje conquista leitores com sua obra universal.</p>
<p>Nosso colunista Alexandre Amaral conversou com Marcia Heloisa, a tradutora da edição da Darkside Books. Confira abaixo.<br />
&nbsp;</p>
<p><strong>1. Em uma breve pesquisa, percebemos que a sua pesquisa tem o horror como pauta recorrente. A tradução da obra de Edgar Allan Poe foi ocasional ou há ali uma convergência de interesses? Qual a sua relação com Poe?</strong></p>
<p>Como leitora e pesquisadora do horror, minha relação com Poe é antiga e visceral. Acho que os entusiastas do gênero cultivam um apreço pelos mestres que contribuíram para tornar o horror uma seara tão rica e Poe, sem dúvida, é um deles. No caso da tradução, deu-se o feliz casamento do desejo da editora em encontrar alguém que apreciasse e conhecesse bem o autor com minha ávida disposição para conduzir Poe a sua nova casa, a DarkSide.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Neste lançamento, a DarkSide Books preparou uma edição luxuosa e definitiva. Como essa parte do projeto influencia o seu trabalho?</strong></p>
<p>Sou fã da DarkSide desde o lançamento de estreia da editora e é uma honra poder colaborar com eles. O horror, embora popular e perene, tende a ser circunscrito à uma zona muitas vezes depreciativa, como se fosse um gênero “menor” ou pouco sério. Acho que a DarkSide faz um belíssimo trabalho de “reposicionamento” do horror no mercado, combatendo sua marginalização com edições impecáveis feitas por e para fãs. É o horror, como disse, encontrando um novo lar, sendo tratado com o respeito e o esmero que merece.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19255 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/07/allan-poe-darkside-banner-768x384.jpg"  alt="allan-poe-darkside-banner-768x384 ENTREVISTA | Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe"  width="639" height="320"></p>
<blockquote><p>&#8220;Meu conto favorito é A Queda da Casa de Usher, com sua atmosfera lúgubre e assombrada&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><strong>3. A nova edição dividiu-se em grupos temáticos, como: espectro da morte, narradores homicidas, Detetive Dupin, etc. Qual desses lhe agradou mais traduzir?</strong></p>
<p>Todos foram igualmente gratificantes e desafiadores, a sua medida. Alguns contos incluíam poemas, o que sempre requer um pouco mais do tradutor; uns, pediam a reconstrução de uma atmosfera claustrofóbica na qual as palavras deveriam pesar como tijolos; em outros, as frases deviam vir cuidadosas e discretas como passos misteriosos em um corredor escuro. O que mais me deu trabalho, sem dúvida, foi “O Escaravelho de Ouro” – embora as narrativas detetivescas do Dupin também tenham exigido a construção de uma prosa fluida em português, que não cansasse o leitor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Em sua opinião de leitora, qual parte da obra do Poe te agrada mais?</strong></p>
<p>Gosto muito dos narradores homicidas &#8211; sempre obsessivos e passionais. Mas o espectro da morte ainda é o que mais me fascina: meu conto favorito é “A Queda da Casa de Usher”, com sua atmosfera lúgubre e assombrada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe loading="lazy" style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594540248&amp;asins=8594540248&amp;linkId=4958773bc4474a853a3802e2f3b6d186&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no">&nbsp;</p>
<p></iframe></center>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Como leitora e pesquisadora da temática, quais obras de terror/horror (livros, filmes, peças, etc) você recomendaria aos interessados em ter para ter uma experiência genuína com esses gêneros?</strong></p>
<p>Na literatura sugiro um passeio pelo gótico, desde suas origens literárias até o revival vitoriano do século dezenove, período que nos deu obras que se tornaram clássicos arquetípicos do gênero como Frankenstein, Drácula, O Médico e o Monstro. Entre os autores norte-americanos, recomendo uma visita a Poe e Lovecraft. Para os amantes dos contos, sugiro Sheridan Le Fanu, Arthur Machen e Algernon Blackwood. Entre as mulheres, gosto de Shirley Jackson e Daphne du Maurier. No cinema, além dos filmes do meu diretor favorito, Alfred Hitchcock, recomendo o ciclo norte-americano de clássicos da Universal (anos 1930/1940), o horror italiano de Mario Bava e Dario Argento e obras de diretores inventivos como George Romero, Wes Craven e, mais recentemente, James Wan. Entre meus favoritos, destaco: Psicose (1960), Os inocentes (1961), Assombração na casa da colina (1963), O bebê de Rosemary (1968), A noite dos mortos-vivos (1968), O exorcista (1973), Inverno de sangue em Veneza (1973), O massacre da serra elétrica (1974), Carrie (1976) e Um lobisomem americano em Londres (1981).</p>
<p><em>[Imagens: Darkside Books, Marcia Heloísa]</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g ENTREVISTA | Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
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		<title>RESENHA &#124; O livro dos espelhos, E. O. Chirovici</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/06/07/resenha-o-livro-dos-espelhos-e-o-chirovici/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2017 16:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[E.O. Chirovici]]></category>
		<category><![CDATA[editora record]]></category>
		<category><![CDATA[o livro dos espelhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral &#8211; O quanto se pode confiar na memória? Todas as informações guardadas nela são reais? Quando Freud</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211; O quanto se pode confiar na memória? Todas as informações guardadas nela são reais? Quando Freud abre a terceira ferida narcísica na humanidade, ele afirma que estamos subjugados pelo nosso inconsciente. Até que ponto nossa memória é um espelho exato do que vivemos, vimos ou sentimos? Todos esses questionamentos são trazidos à tona por E.O. Chirovici em <strong>O Livro dos Espelhos</strong> (Record, 2017).</p>
<p>O Livro dos Espelhos pode ser considerado um livro dentro de um livro. Seu título faz menção à mente humana e suas capacidades e incapacidades, mas refere-se também à casa dos espelhos, atração circense que nos faz duvidar de nossos sentidos. E assim pode ser a nossa memória que, em diversas situações, nos trai ao nos ofertar lembranças construídas por discursos e narrativas que não são propriamente nossos. E é dessa forma que o romance se desenvolve.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501109517&amp;asins=8501109517&amp;linkId=3230dbaf38ac2a409b1d8990c9d4e724&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>A obra é dividida em três partes, e cada parte apresenta um narrador diferente, mas com ligações entre eles, tendo um mistério passado como fio condutor. A primeira parte é narrada por Peter Katz, um agente literário que recebe parte de um romance que conta fatos do passado pelo ponto de vista de Richard Flynn. Flynn, que atualmente se encontra em coma, narra, em seu livro, acontecimentos de quando era aluno em Princeton e se envolveu com Laura Baines e o renomado professor Joseph Wieder, assassinado 28 anos atrás e seu assassino nunca descoberto.</p>
<p>A segunda parte é a busca pela confirmação dos fatos narrados por Flynn. Contatado por Peter Katz, o repórter John Keller tem como missão descobrir a veracidade dos fatos e escrever a continuação do fragmento. Ao se envolver na busca, Keller encontra-se com diversos personagens e seus discursos e justificativas contradizem o que ele sabe até o momento. Mergulhado de cabeça nesse labirinto, Keller acaba deixando sua vida particular de lado, e os prejuízos podem ser pesados demais para ele.</p>
<p>Consultado por Keller por ter sido um dos investigadores do crime na época, Roy Freeman, policial aposentado, recebe do repórter todo o material pesquisado quando esse decide parar a busca. Roy assume as investigações por achar que poderiam ter dado mais frutos na época. E com bastante empenho, segue em busca de dados, fatos e respostas soterrados em 28 anos de esquecimento, mentiras e invenções das mais variadas mentes envolvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]O Livro dos Espelhos nos traz uma narração bastante fluida, com um enredo bem amarrado, prendendo a atenção do leitor através das novas informações que se apresentam a cada capítulo.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de aguçar nossas curiosidades, nem todas as respostas são satisfatórias ou conclusivas para o leitor, o que dá um charme especial ao livro por não ficar preso em estruturas clássicas. Esse estilo mais moderno de suspeição, descrito pelo autor como <em>whydunnit</em> invés de <em>whodunnit</em>, mostra uma preocupação com o processo de narração, enfatizando que sua proposta está mais ligada em explicar como os fatos se sucederam e não apenas entregar todos os detalhes sobre quem o fez ao final.</p>
<p>Ao que tudo indica, O Livro dos Espelhos segue à todas as regras do romance policial. Sem fanatismos e de maneira simples e criativa, pode ser considerado um exemplar do que o bom suspense contemporâneo pode ser. Ao prezar pela temática subjetiva, ele nos alcança e prende nossa atenção ao ponto de não sabermos mais em quem acreditar. Ao desabrochar do século XXI, as multiplicidades de discursos colocam nossas interpretações em xeque a todo momento, fazendo que que duvidemos de cada palavra proferida ou escrita. Uma certa dose de desconfiança pode dar outros ares ao leitor que se aventurar nesse romance. Acredite em mim&#8230; ou não!</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11309 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg"  alt="parceria_record RESENHA | O livro dos espelhos, E. O. Chirovici"  width="226" height="70" /></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10249 size-full" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png"  alt="star5 RESENHA | O livro dos espelhos, E. O. Chirovici"  width="106" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18790 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/espelhos.jpg"  alt="espelhos RESENHA | O livro dos espelhos, E. O. Chirovici"  width="200" height="298" />Título</strong>: O livro dos espelhos<br />
<strong>Autor</strong>: E. O. Chirovici<br />
<strong>Tradução</strong>: Roberto Muggiati<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<strong>Páginas</strong>: 322<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2JGIbVm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE </strong>– Quando o agente literário Peter Katz recebe por e-mail um manuscrito parcial intitulado O livro dos espelhos, ele fica intrigado. O autor, Richard Flynn, descreve seus dias em Princeton, e documenta sua relação com Joseph Wieder, um renomado psicólogo, pesquisador e professor. Convencido de que o manuscrito completo vai revelar quem assassinou Wieder em sua casa, em 1987 — um crime noticiado em todos os jornais mas que jamais foi solucionado —, Peter Katz vê aí sua chance de fechar um negócio de um milhão de dólares com uma grande editora. O único inconveniente: quando Peter vai atrás de Richard, ele o encontra à beira da morte num leito de hospital, inconsciente, e ninguém mais sabe onde está o restante do original. Determinado a ir até o fim neste projeto, Peter contrata um repórter investigativo para desenterrar o caso e reconstituir o crime. Mas o que ele desenterra é um jogo de espelhos, uma teia de verdades e mentiras, e uma trama mais complexa e elaborada que a do primeiro lugar na lista de mais vendidos dos livros de ficção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g RESENHA | O livro dos espelhos, E. O. Chirovici" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/07/resenha-o-livro-dos-espelhos-e-o-chirovici/">RESENHA | O livro dos espelhos, E. O. Chirovici</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>A casa da seda, de Anthony Horowitz</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/03/28/o-detetive-que-nunca-morrera-a-casa-da-seda-de-anthony-horowitz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 11:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
		<category><![CDATA[a casa da seda]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[anthony horowitz]]></category>
		<category><![CDATA[editora zahar]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock Holmes]]></category>
		<category><![CDATA[watson]]></category>
		<category><![CDATA[zahar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Alexandre Amaral &#8211; Quem não gostaria de fazer parte de uma história em que Sherlock Holmes é o</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211; Quem não gostaria de fazer parte de uma história em que Sherlock Holmes é o protagonista? Há mais de um século temos vivido as aventuras do detetive como meros espectadores, mas mesmo com essa distância, nos sentimos conhecedores de seus trejeitos, hábitos rotineiros e manias.</p>
<p>Em algumas ocasiões é até possível sentir que somos o ocupante de uma poltrona imaginária disposta na sala do 221b enquanto Watson e Holmes conversam sobre o caso mais recente.</p>
<p>Para ressuscitar Holmes nas páginas, antes de mais nada, seria necessário ter amplo conhecimento sobre quase toda as suas aparições e desdobramentos. Conhecer o detetive e todo seu ambiente é uma missão bem menos difícil do que a tentativa de reproduzi-lo. E é isso que Anthony Horowitz almeja em seu livro A Casa da Seda.</p>
<p>No que é considerado o novo romance de Sherlock Holmes, Anthony Horowitz, através de seu Watson, conta uma aventura inédita do famoso detetive. O enredo apresenta um Watson já idoso, narrando o que seria uma aventura que só deveria ser levada aos leitores após a sua morte, tamanha a asquerosidade do problema em que foram envolvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Esforçando-se para replicar todo o carisma de Watson e genialidade de Holmes, o autor atinge certa credibilidade no decorrer da trama, apresentando personagens caricatos, e concluindo com uma dupla de protagonistas com até certa simpatia.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ambiente do romance parece bem armado, montando uma Baker Street tão real quanto poderia ser. Mas, ainda assim, é possível perceber que o livro está bem distante de ser tão badalado quanto as críticas dizem que é. Apesar de a história se desenvolver bem e toda essa maquiagem melhorar com o progresso do enredo, fica sempre nítido que a aventura é uma reverência aos originais, e não chega a fazer frente em questão de qualidade. Alguns detalhes chamam a atenção e quebram algumas expectativas, positivas e negativas, que poderíamos esperar do material.</p>
<p>Percebe-se que Horowitz se esforça para aproximar seu pastiche do original, o que talvez tenha sido um erro por preciosismo. Por se concentrar tanto em seu Holmes, Horowitz racionaliza demais seu Watson, afastando-o do verdadeiro, dando a ele um tom exagerado, mas não inverossímil. Assim, ele cria um Watson que fornece deixas pontuais, e parece querer ditar o enredo a ser seguido pelo detetive, como se o Watson vivesse cada aventura como um diretor que programa cada cena que será registrada. Com esses deslizes, nos transparece que o Holmes de Horowitz é pálido, sem sua altivez e força naturais, claramente perceptível a quem leu meia dúzia de contos de Conan Doyle.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8537808237&amp;asins=8537808237&amp;linkId=689a1cae312a0a83869758c36bfff0bb&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Para todo leitor de Holmes, homenagens são e serão sempre bem-vindas. O selo da Conan Doyle Estate chancela a obra e passa certa confiança ao leitor menos precavido e, de certa maneira, fisga o desconfiado leitor mais fiel, o que ajuda a impulsionar as vendas. Fica claro que a permissão para trazer Holmes de volta não é sinal de que algo bom virá com ele, mas aquece o coração de cada fã perceber que cenários ainda não explorados podem ser um possível palco para o detetive que nunca morrerá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17617 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/seda.jpg?w=206"  alt="seda A casa da seda, de Anthony Horowitz"  width="206" height="300" />Título</strong>: A casa da seda<br />
<strong>Autor</strong>: Anthony Horowitz<br />
<strong>Tradução</strong>: Maria Luiza X. de A. Borges<br />
<strong>Páginas</strong>: 272<br />
<strong>Editora</strong>: Zahar<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2J1TQfh" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – O detetive Sherlock Holmes está de volta! Os mesmos métodos irresistíveis de dedução, a incrível velocidade de raciocínio, a parceria com Dr. Watson, os mesmos vícios e manias, o clima de suspense e mistério que prende o leitor até a última página. O que muda é o autor que assina este romance. O mais famoso detetive da história, criado por Arthur Conan Doyle no fim do século XIX, agora ganha vida pelas mãos de Anthony Horowitz. A Casa da Seda é o primeiro caso de Sherlock Holmes escrito por outro autor a obter reconhecimento e autorização oficiais da entidade que administra e protege a obra do escritor, o Arthur Conan Doyle Estate. Na trama, o leitor se depara com uma Londres gelada. É novembro de 1890 e Sherlock Holmes e Watson estão juntos à lareira saboreando um chá, quando um agitado cavalheiro bate à porta do número 221B de Baker Street pedindo ajuda. Agoniado, ele conta que está sendo seguido há semanas por um homem com o rosto marcado por uma cicatriz. Intrigados pelo relato, Holmes e Watson logo se veem às voltas com uma série de acontecimentos enigmáticos e sinistros que se espalham da penumbra das ruas de Londres ao fervilhante submundo do crime de Boston. Quanto mais mergulham no caso, mais se deparam com um nome, que é sempre sussurrado &#8211; &#8221; A Casa da Seda&#8221;. Uma misteriosa entidade, um adversário mais mortal que qualquer outro já enfrentado por Holmes. Depois dessa leitura, ninguém terá mais dúvidas. Holmes está mesmo de volta.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g A casa da seda, de Anthony Horowitz" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/03/28/o-detetive-que-nunca-morrera-a-casa-da-seda-de-anthony-horowitz/">A casa da seda, de Anthony Horowitz</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Os Amantes de Hiroshima, de Toni Hill</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 12:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[editora tordesilhas]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[héctor salgado]]></category>
		<category><![CDATA[Os amantes de Hiroshima]]></category>
		<category><![CDATA[toni hill]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral &#8211; Os crimes costumam acontecer sem hora nem local determinados. Eles são uma quebra na ordem social,</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/16/os-amantes-de-hiroshima-de-toni-hill/">Os Amantes de Hiroshima, de Toni Hill</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211; Os crimes costumam acontecer sem hora nem local determinados. Eles são uma quebra na ordem social, que sempre precisará ser restabelecida. A necessidade de reorganizar as estruturas, quando um crime ocorre, depende de um detetive. Detetive esse que seja capaz de doar todos seus esforços para a solução, mesmo que isso o faça deixar de lado seus interesses pessoais e ainda que estes esforços possam afetar de alguma forma as pessoas ao seu redor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>E quando uma investigação causa danos irreparáveis na vida do detetive, quem reestrutura a ordem?</p></blockquote>
<p>&nbsp;<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://amzn.to/2SslC7F" target="_blank" rel="noopener">Os Amantes de Hiroshima</a></strong></span>, terceiro livro que tem como protagonista o detetive Héctor Salgado, traz um ambiente pré-moldado por acontecimentos que ajudaram a trazer os leitores até o ponto atual. Terminado o segundo exemplar com o desaparecimento repentino de sua ex-esposa, muitos leitores seguem o detetive Salgado esperando a solução desse mistério de caráter pessoal, que mobiliza alguns agentes da polícia espanhola e também pessoas de fora dela.</p>
<p>Levando em conta que o mistério do desaparecimento de Ruth Valldaura já o acompanha desde o volume anterior, Toni Hill acrescenta um detalhe que faz movimentar ainda mais a consciência de Salgado. Dois corpos encontrados, mortos violentamente, em uma casa abandonada, porém artisticamente decorada, em uma região pouco habitada. Somada aos problemas anteriores e a Guilhermo, seu filho pré-adolescente. Essas são as preocupações de um investigador da polícia de Barcelona. São esses os assuntos que povoam a mente do detetive Héctor Salgado enquanto ele caminha pelas ruas da cidade, fumando seu cigarro e tentando reverter o passado dentro de sua cabeça.</p>
<p>Assim são apresentados alguns dos conflitos e contrastes presentes em &#8220;Os Amantes de Hiroshima&#8221;, onde o nome dado ao livro faz menção a elementos internos inerentes ao enredo e possui uma quantidade intensa de cenários e personagens, que levam o leitor a passear junto ao narrador por diversos pontos marcantes da cidade de Barcelona.</p>
<p>Dentre as diversas características do livro, que é um volume extenso, fica marcado para o leitor a grande quantidade de capítulos e a aparência de que são ordenados aleatoriamente. A narrativa não linear pode acabar confundindo um leitor menos experiente pela forma como as informações são dispostas durante o livro, preenchendo lacunas e apresentando personagens de forma desprendida. Em alguns momentos nos deparamos com fluxos de consciência que não se mostram de início e necessitam de um pequeno esforço para serem acompanhados e compreendidos.</p>
<p>A utilização de um detetive que segue ao modelo ontológico já é uma marca da literatura de detetives do século XXI. Diferente do detetive clássico, que buscava entender o mundo ao seu redor, o detetive ontológico conflitua-se diariamente com as formas em que a sua existência se desenrola diante das situações e as reflexões sobre essas situações, fazendo com que seja cada vez mais frequente a exposição de um detetive que possua uma aparente vida pessoal, e que a profissional, objeto de predileção do leitor, seja narrada concomitante com ocorrências banais de um pai, marido ou dono de um cão.</p>
<p>Assim, o romance chega ao leitor com um terreno preparado e a solução de ambos como promessa. Mas o leitor terá um longo caminho até lá, e durante esse caminho, compartilhará das angústias de Héctor Salgado e esperará dele a solução para problemas que parecem aumentar de tamanho enquanto o detetive caminha até sua solução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Livro cedido pela Editora Tordesilhas<br />
<a href="https://amzn.to/2SslC7F" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro ou e-book</a><br />
</em><em>(Imagem: Ana Paula Laux)&nbsp;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Os Amantes de Hiroshima, de Toni Hill" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/16/os-amantes-de-hiroshima-de-toni-hill/">Os Amantes de Hiroshima, de Toni Hill</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O Mistério, primeiro romance policial brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2016 16:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Afrânio Peixoto]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Coelho Neto]]></category>
		<category><![CDATA[colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[Medeiros e Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[O Mistério]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro romance policial]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro romance policial brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Viriato Corrêa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral &#8211;&#160;O romance &#8220;O Mistério&#8221; foi publicado primeiramente como folhetim, sendo lançado um capítulo diário&#160;do período de 20</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211;&nbsp;O romance &#8220;O Mistério&#8221; foi publicado primeiramente como folhetim, sendo lançado um capítulo diário&nbsp;do período de 20 de março até 20 de maio de 1920. Foi&nbsp;escrito por Afrânio Peixoto, Coelho Neto, Viriato Corrêa e Medeiros e Albuquerque, que na época era diretor do jornal A Folha. Em uma nota prévia, diz-se que Medeiros e Albuquerque, denominado “&amp;”, era o dono da ideia e que escreveu o primeiro capítulo apenas para “tirar a fieira”. Mas ao final do folhetim, Medeiros e Albuquerque havia escrito nove capítulos, cobrindo imprevistos durante a produção. Coelho Neto escrevera sete, Viriato Corrêa concluiu catorze e Afrânio Peixoto, dezessete.</p>
<p>A publicação de &#8220;O Mistério&#8221; foi, evidentemente, um sucesso, pois no mesmo ano em que saiu no jornal, chegou à segunda edição e pelo menos ao terceiro milheiro de vendas no período compreendido entre maio e dezembro de 1920. Ao fim de 1928, já na terceira edição, totalizava dez mil cópias produzidas. Mesmo após tamanho sucesso, Medeiros e Albuquerque foi o único que continuou a se aventurar pela literatura policial. Os outros três autores não voltaram a contribuir para o gênero até o fim de suas vidas. Apesar de todos serem membros da Academia Brasileira de Letras, a literatura policial, ou de detetives, nunca chegou a figurar como um gênero relevante e merecedor de estudos na visão dos acadêmicos, tendo perdurado seu estigma de subliteratura.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12148 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 40px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/03/medeiros.jpg"  alt="medeiros O Mistério, primeiro romance policial brasileiro"  width="217" height="300"><em>Medeiros e Albuquerque</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O folhetim, e por consequência o romance, conta a história de Pedro Albergaria, rapaz que vive na pobreza e com a sede de vingança ao banqueiro Sanchez Lobo. Tal vingança se dá por motivos passados, aos quais Albergaria se atém para concluir sua missão. Leitor ávido de romances policiais, Albergaria os utiliza como manual para a criação de um plano perfeito onde se vingaria sem ser descoberto. Mas como em todo folhetim, reviravoltas diversas colocam Pedro de encontro com Mello Bandeira, uma filha rejeitada por Sanchez Lobo, um aproveitador americano e diversas situações em que quase é descoberto. Detetive e amante da ciência como forma de elucidar mistérios, Major Mello Bandeira possui uma lanterna furta-fogo como equipamento e replica os métodos do detetive de Conan Doyle. Por tal modo peculiar de agir, é chamado de “O Sherlock da Cidade”.</p>
<p>Uma característica muito peculiar do que seria o primeiro romance policial brasileiro é que, apesar de começar&nbsp;com um crime e em seguida iniciar-se uma investigação que daria todo o aspecto policial do texto, o romance destoa do modelo canônico, mas não de forma a mudá-lo. Com o decorrer da história, ocorre uma leve transição à um modelo mais humorístico do que policial, ao serem ressaltados os infortúnios da polícia do Rio de Janeiro. Mesmo tendo o respeito de alguns colegas por suas técnicas e resultados, Mello Bandeira é tratado por outros como chacota por depositar crença na ciência. Essa transição pode ser corroborada por fatores diversos, mas entre eles a origem da investigação que, ao ser feita pela instituição policial, cai no descrédito da teoria do romance policial, que privilegia os detetives amadores. O outro fator seria o trato dos escritores com o próprio gênero que, ao nosso ver, era mais caro apenas ao dono da ideia geral.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6298 size-full aligncenter" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/04/primeiro2.jpg"  alt="primeiro2 O Mistério, primeiro romance policial brasileiro"  width="617" height="352"></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as diversas especulações em torno do romance, o que fica claro é que independente de como se deu sua formulação, e mesmo contando com a contribuição de autores que talvez não levassem tão a sério a literatura policial, &#8220;O Mistério&#8221; é, de todas as formas, o primeiro projeto literário policial a ser completado no Brasil. Talvez, por não termos iniciado o campo literário policial brasileiro com um modelo sólido e definidor da nossa vertente do gênero, reverbera-se uma literatura policial feita no Brasil, sem aspectos próprios, mas em condições totais de ser reconhecida pela qualidade, tanto das obras como dos autores nacionais que tomam a literatura policial como gênero de carreira ou a&nbsp;ela dedicam seus esforços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span><strong><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-12142 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/03/mysterio.jpg?w=100"  alt="mysterio O Mistério, primeiro romance policial brasileiro"  width="100" height="150">Título</strong>:&nbsp;O Mistério<br />
<strong>Autores</strong>: Coelho Neto, Afrânio Peixoto, Medeiros e Albuquerque e Viriato Corrêa<br />
<strong>Ano</strong>: 1920<br />
<strong>Páginas</strong>:&nbsp;263<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Companhia Editora Nacional<br />
<a href="https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&amp;id=129180" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia em PDF</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE –</strong>&nbsp;O major Mello Bandeira é encarregado de investigar um caso de assassinato. Descrito como &#8220;o Sherlock da cidade&#8221;, ele aplica métodos científicos-tecnológicos de investigação e nem sempre é levado a sério.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g O Mistério, primeiro romance policial brasileiro" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/01/o-misterio-primeiro-romance-policial-brasileiro/">O Mistério, primeiro romance policial brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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