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	<title>Arquivos arnaldur indridason -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos arnaldur indridason -</title>
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		<title>10 dicas de romances policiais nórdicos para conhecer</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/12/05/10-dicas-de-romances-policiais-nordicos-para-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 01:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A literatura policial nórdica, ou &#8220;Nordic Noir,&#8221; é um estilo de ficção policial que vem dos países nórdicos, como Suécia e Noruega. LEIA MAIS PARTE 2 &#124; 10 dicas de romances policiais nórdicos para conhecer O ASSASSINO DE VALHALLA &#124; 5 curiosidades sobre a série + o final (com spoilers) Boneco de Neve: uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A literatura policial nórdica, ou &#8220;Nordic Noir,&#8221; é um estilo de ficção policial que vem dos países nórdicos, como Suécia e Noruega.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2021/05/04/parte-2-10-dicas-de-romances-policiais-nordicos-para-conhecer/">PARTE 2 | 10 dicas de romances policiais nórdicos para conhecer</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2020/06/13/o-assassino-de-valhalla-5-curiosidades-sobre-a-serie-o-final-com-spoilers/">O ASSASSINO DE VALHALLA | 5 curiosidades sobre a série + o final (com spoilers)</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/11/22/boneco-de-neve-e-uma-excelente-ficcao-policial-criada-por-jo-nesbo/">Boneco de Neve: uma ficção policial de Jo Nesbo</a></span></p>
<p>Esses livros geralmente têm cenários sombrios e frios, abordam temas sociais e políticos, e apresentam personagens complexos e realistas. As histórias são detalhadas e realistas, evitando exageros.</p>
<p>Confira dicas de leitura selecionadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Os homens que não amavam as mulheres</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4dDZW2Z" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51NQXif6AnS._SY445_SX342_.jpg" width="312" height="445" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2SBAIYX" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p>Em 1966, Harriet Vanger, herdeira de um império industrial, desaparece misteriosamente. Anos depois, seu tio Henrik Vanger, convencido de que ela foi assassinada por alguém da própria família, contrata o jornalista Mikael Blomkvist para investigar o caso. Mikael, recentemente condenado por difamação, aceita a oferta em troca de proteção e provas contra um financista corrupto. Com a ajuda da hacker Lisbeth Salander, Mikael descobre segredos sombrios da família Vanger, revelando uma trama de perversidade que se estende até o presente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Boneco de neve</h1>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41GrbtByDmL._SY445_SX342_.jpg" width="299" height="445" /></p>
<p><a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/22/boneco-de-neve-e-uma-excelente-ficcao-policial-criada-por-jo-nesbo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a><br />
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<p>A primeira neve do ano cai sobre Oslo num dia frio de novembro. Birte Becker chega do trabalho e elogia o boneco de neve que o marido e o filho fizeram no jardim. Os dois ficam surpresos – eles não tinham feito boneco nenhum. Ao olhar pela janela, o menino nota que a figura branca está virada para a casa, com os olhos negros voltados para a janela. Para eles. Quando o inspetor Harry Hole recebe uma carta do autointitulado Boneco de Neve, não desconfia do tenebroso significado dessa alcunha. Somente após descobrir alarmantes traços em comum entre vários desaparecimentos na Noruega, o policial percebe que está envolvido numa trama muito maior, capaz de testar os limites de sua sanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>O cortador de pedras</h1>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/61A42I5ZTmL._SY466_.jpg" width="325" height="466" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8576656760" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2018/11/13/o-cortador-de-pedras-um-suspense-nordico-de-camilla-lackberg/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p>Uma garotinha foi encontrada morta em uma rede de pesca enquanto o pescador tentava recolher seu resultado do dia. Os exames revelam que não se trata de um afogamento acidental e o detetive Patrik Hedstrom precisa resolver esse caso no momento mais sensível de sua vida, uma vez que sua própria filha, Maja, acaba de nascer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>O homem de areia</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41A-F3uqoyL._SY445_SX342_.jpg" width="286" height="445" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2SBE3XZ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p>Em uma noite extremamente fria em Estocolmo, um homem aparece sozinho e desnorteado em uma ponte. Quando ele é encontrado, a hipotermia já toma conta de seu corpo. Ao ser levado para um hospital, descobre-se que há sete anos ele foi declarado morto. Seu assassinato foi creditado ao serial killer Jurek Walter, que foi preso há alguns anos pelo detetive Joona Linna e sentenciado a prisão perpétua em uma ala psiquiátrica. Enquanto investiga o aparecimento desse homem e tenta entender onde ele esteve durante os últimos sete anos, evidências desconhecidas começam a aparecer e influenciar o caso que já estava arquivado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>A garota-corvo</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/4155xzUPGIL._SY445_SX342_.jpg" width="310" height="445" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B06XX49JNK" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/06/05/video-a-garota-corvo-erik-axl-sund/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja a resenha em vídeo</a></span><br />
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<p>Tudo começa em um parque da cidade de Estocolmo, onde o corpo de um menino é encontrado. A detetive Jeanette Kihlberg lidera a investigação, lutando contra um promotor apático e uma força policial burocrática que não quer dedicar recursos para resolver o assassinato de uma criança imigrante. Todavia, com a descoberta dos cadáveres mutilados de mais duas crianças, fica claro que um serial killer está à solta. A superintendente Kihlberg procura a psicóloga Sofia Zetterlund, uma especialista em recuperar crianças que sofreram violência, e as vidas das duas mulheres se entrelaçam de forma quase instantânea &#8211; profissional e pessoalmente. À medida que se aproximam da verdade sobre os assassinatos, as duas vão aos poucos perceber que os crimes escondem um mal subterrâneo que parece abraçar toda sociedade sueca. Na veia da série Millenium, A garota-corvo é um thriller sombrio e de tirar o fôlego, e uma investigação dos recantos mais sombrios da mente humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Um passo atrás</h1>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Um-passo-atr%C3%A1s-Henning-Mankell-ebook/dp/B01D53KFRG/ref=as_li_ss_il?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1544053257&amp;sr=1-1&amp;keywords=um+passo+atr%C3%A1s&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=1a9351a940e23dc7059bafc255100470&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91RRgRl2L+L._SY466_.jpg" width="287" height="466" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/10/13/um-passo-atras-de-henning-mankell-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p>Suécia, solstício de verão. Três amigos se encontram numa reserva fantasiados com trajes do século XVIII para celebrar a noite mais longa do ano. O que não sabem é que estão sendo observados. Cada um deles é morto com uma única bala. Quando um dos mais confiáveis colegas de Kurt Wallander — alguém com quem ele contava para resolver o crime — também aparece morto, o inspetor logo entende que os assassinatos estão relacionados. Recuperando-se da morte de seu pai e obrigado a encarar a deterioração de sua própria saúde, Wallander tenta desvendar os planos do assassino. Mas, mesmo desesperado para encontrá-lo antes que ataque novamente, o inspetor sempre parece estar um passo atrás.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Mulher de neve</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91miTC+WUvL._SY466_.jpg" width="306" height="466" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/06/13/mulher-de-neve-de-leena-lehtolainen/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p>Tensão e ameaças na nova investigação de Maria KallioNo coração de uma floresta selvagem do sul da Finlândia, em uma magnífica mansão, Elina Rosberg fundou um centro de terapia para acolher mulheres com os mais diversos problemas. Isolado da cidade, o local proíbe a entrada de homens.No dia seguinte ao Natal, o corpo de Elina é encontrado na neve, com o rosto coberto pela geada. Acidente? Assassinato? Na lista de suspeitos estão as mulheres presentes no momento da tragédia, como a jovem mãe de nove filhos, membro de uma seita religiosa, e uma stripper do bairro boêmio de Helsinque. Um poeta em voga, com quem Elina mantinha um relacionamento, parece ter algo a esconder e também está entre os suspeitos. Está nas mãos da inspetora Maria Kallio desvendar esse crime, mas ela passa por um momento difícil: recém-casada, sofre de náuseas e de um estranho cansaço, e ainda tem de lidar com as constantes ameaças que recebe desde que se envolveu na investigação. Ela, porém, não se deixa abater e mergulha de cabeça. A tensão, que cresce a cada página, faz deste romance policial um suspense garantido até o último momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Roseanna</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/713YMMV0OcL._SY466_.jpg" width="300" height="466" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/05/18/resenha-roseanna-de-maj-sjowall-e-per-wahloo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p>O corpo de uma mulher de origem desconhecida é encontrado durante a dragagem de um lago na Suécia. Sem qualquer pista de quem poderia ter cometido o crime, o inspetor Martin Beck mobiliza sua equipe em uma busca internacional por um assassino sem nome e sem rosto. Passados três meses, tudo o que sabe é que a jovem se chama Roseanna e pode ter sido assassinada por uma das 85 pessoas que estavam em um cruzeiro pelo Canal de Göta. Ao longo de meses de investigação, a lista de suspeitos, antes inexistente, ganha alguns nomes, até a polícia se deparar com um assassino cruel, que possui uma noção peculiar e doentia do que é certo e errado. Uma das obras-primas do romance policial, Roseanna é o primeiro volume da série protagonizada por Martin Beck.</p>
<p><em>“Os padrinhos de todo thriller escandinavo&#8230; Junto de escritores como Chandler, Hammett e Simenon, Sjöwall e Wahlöö moldaram o gênero como o conhecemos.” – Jo Nesbø</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>O silêncio do túmulo</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81ZUq6WJhDL._SY466_.jpg" width="311" height="466" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535919112" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/01/o-silencio-do-tumulo-de-arnaldur-indridason/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p>Um esqueleto, provavelmente datado da Segunda Guerra, é encontrado nas gélidas imediações de Reykjavík, Islândia. Enquanto um grupo de arqueólogos trata de removê-lo e analisá-lo, cabe ao inspetor Erlendur desencavar histórias escabrosas não resolvidas da região. Mas acontecimentos tão antigos são difíceis de ser retraçados, sobretudo quando nem todo mundo deseja lembrar-se deles. Quem afinal morava no chalé inacabado do alto da colina, e o que aconteceu lá? Pode um crime brutal ter ocorrido no quartel dos aliados, instalado naquele local durante a guerra? Será que a jovem mulher, comprometida com um homem bem-sucedido de uma tradicional família islandesa, jogou-se mesmo ao mar, sem motivo aparente? Essas não são, no entanto, as únicas questões que pairam sobre a cabeça do policial: sua filha, Eva Lind, com quem ele mantém uma relação distante, entrou em coma devido ao abuso de drogas. O acontecimento leva Erlendur a questionar toda a sua vida, bem como a rememorar um trauma de infância envolvendo o irmão e uma tempestade de neve. Mas, na Islândia de Indridason, não só a natureza é inclemente; o passado que vem à tona vai revelar inúmeras marcas de violência, escondidas nas ruas de Reykjavík, nos porões dos apartamentos, ou em um chalé isolado. A alternância entre a investigação, os dramas pessoais de Erlendur e os episódios ocorridos naquela colina há mais de sessenta anos fazem de O silêncio do túmulo um romance policial bastante peculiar: mais do que nas pistas físicas, a resolução do suposto crime está na memória inexata daqueles que habitam este lugar inóspito, à beira do esquecimento. Essas idas e vindas temporais, habilmente construídas pelo autor, deixam ainda mais tocantes as histórias, e potencializam as sucessivas surpresas guardadas para o final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Silenciadas</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51UFFx0oNFL._SY445_SX342_.jpg" width="310" height="445" /></p>
<p><a href="https://literaturapolicial.com/2016/05/26/silenciadas-de-kristina-ohlsson/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a><br />
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<p>Quinze anos atrás: uma adolescente é surpreendida enquanto colhia flores para a celebração do solstício de verão e brutalmente violentada. No presente, um homem é morto em um atropelamento. Ele não tem nenhuma identificação e não é reportado como desaparecido. Ao mesmo tempo, um sacerdote e sua esposa são encontrados mortos em um aparente duplo suicídio. Fredrika Bergman, juntamente com a equipe de investigação de Alex Recht, é encarregada de casos aparentemente desconexos. A investigação leva a uma rede de contrabando de pessoas: um novo agente a operar rotas de imigração ilegal a partir de Bangkok, Tailândia. À medida que a polícia desmantela o esquema, começa a se revelar uma trilha que remonta à década de 1980, a um crime não denunciado, mas cujas consequências irão muito além do que qualquer um poderia esperar.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/12/05/10-dicas-de-romances-policiais-nordicos-para-conhecer/">10 dicas de romances policiais nórdicos para conhecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
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		<title>Cinzento e melancólico, aceite o convite para conhecer O Silêncio do Túmulo</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/10/01/o-silencio-do-tumulo-de-arnaldur-indridason/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2015/10/01/o-silencio-do-tumulo-de-arnaldur-indridason/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 13:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Escandinavos]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[arnaldur indridason]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[Leila de Carvalho e Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[literatura nórdica]]></category>
		<category><![CDATA[o silêncio do túmulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Leila Gonçalves &#8211; Já há algum tempo, a literatura policial escandinava vem roubando meu interesse. Após concluir o quarto volume da série Millenium, cujo cenário é a gelada Estocolmo, resolvi apontar minha bússola em direção à Islândia com o intuito de conhecer Arnaldur Indridason, um escritor que vem angariando respeito e rasgados elogios...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Leila Gonçalves</em> &#8211; Já há algum tempo, a literatura policial escandinava vem roubando meu interesse. Após concluir o quarto volume da série Millenium, cujo cenário é a gelada Estocolmo, resolvi apontar minha bússola em direção à Islândia com o intuito de conhecer Arnaldur Indridason, um escritor que vem angariando respeito e rasgados elogios de crítica e público a cada novo livro publicado.</p>
<p>Meu escolhido foi &#8220;O Silêncio do Túmulo&#8221;, o quarto da série protagonizada pelo detetive Erlendur Sveisson e vencedor do prestigiado Glass Key Award. Sua história oscila entre o passado e o presente com o intuito de exibir um caso sombrio, envolvendo violência doméstica e um provável suicídio durante a Segunda Grande Guerra.</p>
<p>Logo nas primeiras páginas, um esqueleto é encontrado num canteiro de obras e enquanto os ossos são cuidadosamente removidos por um grupo de arqueólogos, o caso vai parar nas mãos da equipe chefiada por Erlendur. O problema é que, com a filha viciada em coma após dar à luz a um bebê natimorto, ele não sabe ao certo se é melhor tirar uns dias de licença ou dar prioridade ao trabalho, aguardando notícias do hospital.</p>
<p>Revelando um segredo de infância guardado a sete chaves pelo protagonista e uma família disfuncional, vítima de abuso físico e psicológico por parte de um pai tirano, fica claro que os conflitos familiares despertam tanta atenção quanto a identificação do cadáver. Com uma reviravolta nas últimas páginas, é pouco provável que o leitor descubra realmente o que houve numa fatídica noite de inverno onde a terra manchada pela neve tentou encobrir um macabro assassinato.</p>
<p>Cinzento e melancólico, aceite o convite para conhecer um país muito diferente da imagem alegre e colorida dos cartões postais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/sil%C3%AAncio-do-t%C3%BAmulo-Arnaldur-Indridason/dp/8535919112/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=o+sil%C3%AAncio+do+t%C3%BAmulo&amp;qid=1551690982&amp;s=gateway&amp;sr=8-1-fkmrnull&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=bd287809ab18231d3084dbcf709b3bfe&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8535919112&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535919112" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: <a href="http://www.clubedocrime.com.br/livros/SILENCIO_DO_TUMULO_O" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Silêncio do Túmulo</a><br />
<strong>Autor</strong>: Arnaldur Indridason<br />
<strong>Tradução</strong>: Álvaro Hattnher<br />
<strong>Páginas</strong>: 320<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2MqbzC5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE &#8211;</strong> Um esqueleto, provavelmente datado da Segunda Guerra, é encontrado nas gélidas imediações de Reykjavík, Islândia. Enquanto um grupo de arqueólogos trata de removê-lo e analisá-lo, cabe ao inspetor Erlendur desencavar histórias escabrosas não resolvidas da região.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/01/o-silencio-do-tumulo-de-arnaldur-indridason/">Cinzento e melancólico, aceite o convite para conhecer O Silêncio do Túmulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>10 razões para amar a literatura policial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 19:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Abílio Quaresma]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Bioy Casares]]></category>
		<category><![CDATA[agatha christie]]></category>
		<category><![CDATA[arnaldur indridason]]></category>
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		<category><![CDATA[Charles Dickens]]></category>
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		<category><![CDATA[Honorio Bustos Domecq]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Caetano Veloso já cantou que “os livros são objetos transcendentes mas podemos amá-los do amor táctil que votamos aos maços de cigarro”. Quem ama um livro, um autor, um tipo de literatura sabe que a espessura desse sentimento é muito maior que as obras completas de Balzac, e que nenhuma nota...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/12/01/10-razoes-para-amar-a-literatura-policial/">10 razões para amar a literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3068 size-large" style="margin-top:0;border:1px solid #c0c0c0;margin-bottom:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/simenon_livros.jpg?w=700" alt="simenon_livros" width="700" height="508" /><br />
<span style="font-size:1.25em;"><strong>Por Rogério Christofoletti</strong> &#8211; Caetano Veloso já cantou que “os livros são objetos transcendentes mas podemos amá-los do amor táctil que votamos aos maços de cigarro”. Quem ama um livro, um autor, um tipo de literatura sabe que a espessura desse sentimento é muito maior que as obras completas de Balzac, e que nenhuma nota de rodapé poderia comportá-lo, mesmo que demasiadamente abreviado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Numa saborosa brincadeira com as palavras, Blaise Pascal teria dito que “o coração tem razões que a própria razão desconhece”, o que em bom português significa que o amor não é racional. Um sarcástico responderia: “vou pensar melhor nisso&#8230;”. Mas o fato é que me pego agora reunindo um conjunto de motivos para sustentar uma paixão, um amor que simplesmente prescinde de cartilha. Tão desnecessário quanto fazer listas de títulos favoritos. Tão prazeroso e irresistível quanto compartilhar as mesmas listas com outros leitores&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ficam, então, os motivos para amar a literatura policial aqui sistematizados, como quem organiza as prateleiras e acaricia as lombadas dos volumes. Talvez sirva ao leitor como um punhado de argumentos em calorosas discussões bizantinas, como munição em saraus e festins, como aparato de sedução em corredores de livrarias. Elencar esses motivos é uma maneira de declarar esse amor táctil, na medida que os livros mais conhecem: a medida das palavras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>1. A literatura policial é popular<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12128" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/agatha_novels.jpg?w=700" alt="agatha_novels" width="600" height="412" /></strong></span><span style="font-size:1.25em;">Os romances de crime estão nas bancas de jornal, nas bibliotecas mais conceituadas, nas promoções das livrarias, nas prateleiras de usados. Todos passam pelas páginas policiais, sejam homens ou mulheres, jovens ou velhos, catedráticos ou iniciantes. Diferente de outros gêneros, não afasta os leitores, pelo contrário: convida à leitura. É popular, mas não é menor. É popular sem ser barata. Uma amostra do sucesso: Agatha Christie já vendeu mais de 3 bilhões de exemplares de seus títulos! Aliás, é dela o quinto livro mais vendido de todos os tempos: “O caso dos dez negrinhos”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>2. A literatura policial permite experimentação</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">A engenharia complexa dos enredos, as possibilidades narrativas, as brumas da ambientação e da caracterização psicológica, e o engendramento de enigmas, tudo isso é interessante nas histórias policiais. Se atrai leitores, também instiga os autores, e muitos deles se aventuram no terreno da literatura policial para testar seus limites técnicos e criativos. É o caso de Charles Dickens (e seu inspetor Bucket), Fernando Pessoa (com o personagem Abílio Quaresma), Umberto Eco (em O Nome da Rosa), Orhan Pamuk (Meu nome é vermelho) e até mesmo J.K. Rowlling, que já assinou dois livros sob o pseudônimo Robert Galbraith e é considerada a autora mais influente de Hollywood no momento&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>3. A literatura policial é prazerosa e agrada aos leitores</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Pode consultar qualquer lista de mais-vendidos e você vai encontrar pelo menos dois romances policiais entre os dez primeiros. No The New York Times é assim, no Le Monde também, e os principais rankings brasileiros não fogem à regra. Se tanta gente recorre a esses livros, sinal de que o gênero é abrangente e empolgante. Afinal, ninguém sabe mais de literatura do que o leitor&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>4. A literatura policial é instigante e agrada aos escritores</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Some-se à lista do motivo nº 2 os diversos autores que já manifestaram seu interesse e predileção pelo gênero policial. Entre eles os argentinos Jorge Luis Borges e Adolfo Bioy Casares, que sob o pseudônimo Honorio Bustos Domecq, escreveram “Seis problemas para Don Isidro Parodi” e “Duas fantasias memoráveis”. Borges foi taxativo. Para ele, a narrativa policial é “uma das poucas invenções literárias da nossa época, de um encanto tão poderoso que dificilmente há obra narrativa que não participe dela em alguma medida”&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>5. A literatura policial tem especificidade<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12125" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/my1.jpg?w=700" alt="my1" width="600" height="418" /></strong></span><span style="font-size:1.25em;">Se há um gênero com linhas bem demarcadas de estrutura e funcionamento narrativo este é o policial. Pode-se dizer que existe um cânone com regras para as histórias de crimes, e essas balizas são reconhecidas por autores, críticos e público. Esta especificidade ajuda a definir uma estética própria, e uma ética da escrita bem particular. A regra ajuda a definir, mas não aprisiona.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>6. A literatura policial é evolutiva</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Embora já tenha mais de 150 anos de história, o gênero não estagnou, gerando subgêneros (como o noir e hard-boiled) e alargando as fronteiras da narrativa. Há personagens de todos os tipos, crimes dos mais diversos naipes, soluções as mais criativas. A ficção de crime se reinventa a cada tiro e punhalada&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>7. A literatura policial é influente<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7577 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/csi.jpg" alt="csi" width="400" height="300" /></strong></span><span style="font-size:1.25em;">Tudo começou nas páginas de livros, revistas e folhetins e se espalhou pelas ondas do rádio e da TV, chegou às salas de cinema, invadiu os quadrinhos e os videogames. Que outro gênero literário é tão multimidiático e dinâmico? Terror e ficção científica? Não, eles nem se aproximam do sucesso e da onipresença das histórias de crime, suspense e mistério. Entre os seriados televisivos mais admirados estão as franquias C.S.I., Law &amp; Order, Dexter e tantos outros. Um fenômeno que não é de hoje. Afinal, você se lembra quem matou Laura Palmer, de Twin Peaks? E quem atirou em Odete Roitman?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>8. A literatura policial é organizada</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Não bastassem as regras bem definidas do gênero e sua força nas livrarias pelo mundo, a ficção policial também conta com prêmios que reconhecem o trabalho dos autores, associações de escritores (como a CWA, do Reino Unido) e eventos específicos para leitura, discussão e criação coletiva, como o Quais du Polar, em Lyon (França) e o BAN!, em Buenos Aires.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>9. A literatura policial é generosa com o leitor</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Tradicional ou vanguardista, para rápido consumo ou para extremos jogos cerebrais, este gênero já ofereceu alguns dos maiores personagens da literatura universal. O que dizer de Sam Spade, o arquétipo do policial durão? E Nero Wolfe, o glutão perspicaz? Paris seria a mesma sem Maigret? Cabem adjetivos para Poirot? Só mais um: Sherlock Holmes, o homem que nunca viveu e nunca morrerá! Quer maior atestado de imaginação criadora?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>10. A literatura policial está em expansão</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Ela ignora fronteiras geográficas e linguísticas, e não dá sinais de que vá parar tão cedo. Há referências do gênero em todas as partes do planeta: em Cuba (Leonardo Padura-Fuentes) e na Islândia (Arnaldur Indridason), em Israel (Batya Gur) e no Chile (Roberto Ampuero), na Bélgica (Georges Simenon) e no Japão (Fuminori Nakamura). Homens e mulheres, jovens e experientes, os autores de histórias policiais demonstram em todas as línguas (inclusive o português!) que o gênero tem se disseminado em todas as direções. A dinâmica demonstra força e ímpeto, mas também permite que a narrativa policial sirva para nos apresentar as mais variadas e ricas culturas locais do planeta. É pra amar a literatura policial ou não, hein?</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1285 size-full" style="margin-top:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/12/01/10-razoes-para-amar-a-literatura-policial/">10 razões para amar a literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>10 estrelas da literatura policial na Escandinávia</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/10/27/10-estrelas-da-literatura-policial-na-escandinavia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 23:07:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escandinavos]]></category>
		<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que, em 1893, Edvard Munch já antecipava com seu &#8220;Grito&#8221; o medo que sentiríamos das tramas nórdicas? Uma coisa é fato: a região é um celeiro da ficção policial, centro efervescente de cabeças concentradas em crimes de mentirinha com requintes de crueldade. Isoladas pela hostilidade da neve e a escuridão do inverno, o que...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que, em 1893, Edvard Munch já antecipava com seu &#8220;Grito&#8221; o medo que sentiríamos das tramas nórdicas? Uma coisa é fato: a região é um celeiro da ficção policial, centro efervescente de cabeças concentradas em crimes de mentirinha com requintes de crueldade. Isoladas pela hostilidade da neve e a escuridão do inverno, o que mais resta às mentes criativas, presas no refúgio da própria solidão?</p>
<p>Fugir dos programas de TV se entupindo de caramelos é um bom começo. A outra é ocupar a mente com histórias perturbadoras. Nesta lista, descubra 10 estrelas do &#8216;nordic noir&#8217; que conquistaram o mundo com suas tramas sinistras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Henning Mankell</h3>
<figure style="width: 529px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.xlsemanal.com/wp-content/uploads/sites/3/2016/06/henning.png" width="529" height="397" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://www.xlsemanal.com/wp-content/uploads/sites/3/2016/06/henning.png)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Ek7jNW" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Henning Mankell</a></span></p>
<p>Natural de Estocolmo (1948), <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/10/13/um-passo-atras-de-henning-mankell-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Henning Mankell</a></span> foi um dos autores mais conhecidos daquela região. Seu detetive original é o policial Kurt Wallander, personagem que foi parar em séries de televisão na Suécia e Inglaterra, e depois exportado para o mundo. Mankell foi também dramaturgo e dono de uma companhia de teatro em Maputo. Em seus livros, escreveu sobre escalpelamentos e assassinatos em série.  Apesar do sucesso de Wallander, a série acabou em 2009. Casado com a filha de Ingmar Bergman, ele enfrentava um câncer desde o começo de 2014, e faleceu em outubro de 2015, aos 67 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Åsa Larsson</h3>
<figure style="width: 340px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large" src="https://www.abc.net.au/radionational/image/4230176-3x2-340x227.jpg" width="340" height="227" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://www.abc.net.au/radionational/image/4230176-3&#215;2-340&#215;227.jpg)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/30rEI2F" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Åsa Larsson</a></span></p>
<p>Nascida em Uppsala, a sueca Asa Larsson tem 48 anos e é advogada de direito fiscal, profissão que exerceu antes de se dedicar exclusivamente à literatura. Sua personagem é Rebecka Martinsson, também advogada em Estocolmo e uma viciada em trabalho. Larsson foi premiada pelo primeiro romance lançado em 2003, Aurora Boreal, sobre a morte de um pastor que tem o corpo encontrado no altar de sua igreja. A série com Rebecka Martinsson aparece em cinco livros dela até 2014, e foi traduzida para mais de vinte idiomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Camilla Läckberg</h3>
<figure style="width: 540px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://2.dbstatic.no/70891010.jpg?imageId=70891010&amp;width=640&amp;height=384" width="540" height="324" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://2.dbstatic.no/70891010.jpg)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2w5rIlr" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Camilla Läckberg</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=2Jj2adBZlns" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Camilla Läckberg</a></span> também vem da Suécia. É economista formada pela Universidade de Gotemburgo. Nascida na pequena cidade de Fjällbacka, ela começou a investir na carreira de escritora depois de fazer um curso sobre escrita criativa de livros policiais. Assim como quem não quer nada, a ideia deu mais do que certo e hoje sua obra chegou a 50 países e foi traduzida para 33 idiomas. O primeiro livro foi &#8220;A princesa do gelo&#8221;, de 2003, mas ela tem outros sete romances policiais publicados. Curiosidade: seu nome completo é Jean Edith Camilla Läckberg Eriksson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Jussi Adler-Olsen</h3>
<figure style="width: 200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/02/Jussi_Adler-Olsen.jpg/200px-Jussi_Adler-Olsen.jpg" width="200" height="276" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/02/Jussi_Adler-Olsen.jpg/200px-Jussi_Adler-Olsen.jpg)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2LUwmNK" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Jussi Adler-Olsen</a></span></p>
<p>O dinamarquês Jussi Adler-Olsen nasceu em Copenhague. Filho de um psiquiatra e sexólogo de sucesso no seu país, ele morou em várias residências oficiais de médicos em hospitais psiquiátricos quando era criança. Será que essa experiência influenciou na escolha da carreira? Estudou medicina, cinema e sociologia, mas começou a escrever pra valer mesmo a partir da década de 1990. O primeiro livro policial saiu em 1997, &#8220;Alfabethuset&#8221;, mas ele também escreveu biografias como a do comediante Grouxo Marx. Adler-Olsen tem romances traduzidos para 40 idiomas e vendeu mais de 10 milhões de cópias vendidas no mundo. No Brasil, o leitor irá encontrar &#8220;A mulher enjaulada&#8221; (2007), com o detetive Carl Mørck.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Jo Nesbo</h3>
<figure style="width: 430px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2Fce9af7f6-249f-11e7-8691-d5f7e0cd0a16?fit=scale-down&amp;source=next&amp;width=600" width="430" height="430" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://www.ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2Fce9af7f6-249f-11e7-8691-d5f7e0cd0a16?fit=scale-down&amp;source=next&amp;width=600)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Yz6fNW" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Jo Nesbo</a></span></p>
<p>Com a maior pinta de estrela de rock (e ele já foi mesmo), <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/11/22/boneco-de-neve-e-uma-excelente-ficcao-policial-criada-por-jo-nesbo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jo Nesbo</a></span> nasceu em Oslo, Noruega. Filho de uma bibliotecária, foi jogador de futebol, corretor de ações (assim como Camilla Läckberg, ele também é economista), jornalista e vocalista de uma banda pop antes de se dedicar à literatura. Publicou o primeiro policial em 1997 sob pseudônimo e, para a sua surpresa, o livro foi um sucesso. Seu detetive é Harry Hole, que aparece em uma série de livros (o mais famosos deles é o excelente Boneco de Neve) e já foi parar no cinema em 2017. Nesbo também já escreveu a série infantil do &#8220;Doktor Proktors prompepulver&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Sjöwall e Wahlöö</h3>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large" src="https://salomonsson.global.ssl.fastly.net/image/upload/c_fill,fl_progressive,w_600/i10oeltmgelj8ejnkwoa" width="600" height="429" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://salomonsson.global.ssl.fastly.net/image/upload/c_fill,fl_progressive,w_600/i10oeltmgelj8ejnkwoa)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2LVLydD" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Sjöwall e Wahlöö</a></span></p>
<p>Dupla literárias nórdicas não são novidade. Desde a década de 1960, os suecos Maj Sjöwall e Per Wahlöö se dedicavam à literatura policial nesses moldes, criando a quatro mãos e mesclando suas individualidades. Juntos eles criaram o inspetor Martin Beck, policial da divisão de homicídios da polícia nacional sueca que apareceu em dez romances. Os dois pesquisavam juntos, escreviam capítulos alternados e depois reuniam as ideias. Per morreu em 1975, mas eles influenciaram muita gente que acabou fazendo sucesso mais tarde, como é o caso de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=xJNN8rgqLk4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stieg Larsson</a></span>, criador da série Millennium.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Arne Dahl</h3>
<figure style="width: 398px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.mysterytribune.com/wp-content/uploads/2017/04/arne-dahl-scandinavian-crime-fiction-author-768x560.jpg" width="398" height="290" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://www.mysterytribune.com/wp-content/uploads/2017/04/arne-dahl-scandinavian-crime-fiction-author-768&#215;560.jpg)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2YCi8CG" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Arne Dahl</a></span></p>
<p>Arne Dahl é pseudônimo do sueco Jan Arnald, que foi crítico literário no jornal Dagens Nyheter. Seus livros focam o &#8220;A Gruppen&#8221;, uma equipe que investiga homicídios. As obras ainda não são tão conhecidas no Brasil, mas já encontraram o caminho da TV na BBC4. Dahl tem dez livros com a série e é um autor bastante premiado no círculo literário europeu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Arnaldur Indridason</h3>
<figure style="width: 546px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://secure.i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02660/Indridasonweb_2660071b.jpg" width="546" height="341" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://secure.i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02660/Indridasonweb_2660071b.jpg)</span></figcaption></figure>
<p><a href="https://amzn.to/2HpFu94" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Arnaldur Indridason</a></p>
<p>Único islandês na lista, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/01/o-silencio-do-tumulo-de-arnaldur-indridason/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Arnaldur Indridason</a></span> é natural de Reykjavík. Filho de escritor, ele escreveu uma série de romances policiais com o enigmático detetive Erlendur, um policial bastante anti-social e solitário (a terceira história de Erlendur virou filme lá na Islândia). Dois livros populares do autor são &#8220;Vozes&#8221; e &#8220;O Silêncio do Túmulo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. Kristina Ohlsson</h3>
<figure style="width: 206px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large" src="https://lillapiratforlaget.se/app/uploads/2013/08/Kristina-Ohlsson-2-kopia-206x300.jpg" width="206" height="300" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem: https://lillapiratforlaget.se/app/uploads/2013/08/Kristina-Ohlsson-2-kopia-206&#215;300.jpg)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/30weAnq" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Kristina Ohlsson</a></span></p>
<p>Ela é cientista social, mas já trabalhou no Serviço de Segurança Sueco e como oficial antiterrorista na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa. A sueca <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/05/26/silenciadas-de-kristina-ohlsson/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Kristina Ohlsson</a></span> estreou com o livro &#8220;Cinderelas&#8221;. Em 2013, passou a escrever também para crianças e foi premiada em seu país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>10. Liza Marklund</h3>
<figure style="width: 455px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://salomonsson.global.ssl.fastly.net/image/upload/c_fill,fl_progressive,w_600/d2ndktvongjth9wtqdol" width="455" height="325" /><figcaption class="wp-caption-text"><span style="font-size: xx-small;">(Imagem https://salomonsson.global.ssl.fastly.net/image/upload/c_fill,fl_progressive,w_600/d2ndktvongjth9wtqdol)</span></figcaption></figure>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2YFqKbT" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Liza Marklund</a></span></p>
<p>Conhecida pela série de romances policiais com a jornalista Annika Bengtzon, Liza Marklund escreveu oito livros com a personagem (só <em>Studio Sex</em> vendeu um milhão de exemplares), com tradução para mais de 20 países. Além de escritora ela também é embaixadora da Unicef.</p>
<p>&nbsp;</p>
<address>Artigo com colaboração de Rogério Christofoletti<br />
(Imagens: <a href="http://www.deadgoodbooks.co.uk/wp-content/uploads/2013/03/Nordic-Noir.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dead good books</a>, Wikipedia)</address>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/27/10-estrelas-da-literatura-policial-na-escandinavia/">10 estrelas da literatura policial na Escandinávia</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sob o signo do crime</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 23:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando. Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/">Sob o signo do crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1290 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/zodiaco1.jpg?w=300" alt="zodiaco1" width="300" height="225" /><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar listas de detetives fumantes, de mulheres que investigam, de serial-killers com traumas de infância, de mortes esquisitas e de vítimas excêntricas?</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Como a literatura policial é dessas artes que permitem extrapolações, vou propor uma nova classificação, a zodiacal. Isto é, vou listar autores de mistério, suspense e crime segundo seus signos! Você não acredita em astrologia? Nem precisa, pois independente de quando e onde nasceram, os sujeitos a seguir estão fadados a contar histórias policiais&#8230;</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1299 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png" alt="aries" width="73" height="30" /></a><br />
</strong> <em>(21 de março &#8211; 20 de abril)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os nativos deste signo são batalhadores, enérgicos e valentes. Muito autoconfiantes, não suportam fracassar e, por isso, vão à luta. É o caso do norueguês <strong>Jo Nesbo</strong> (de 29/03/1960), e dos norte-americanos <strong>James Patterson</strong> (22/03/1947) e <strong>Scott Turow</strong> (12/04/1949). <strong>Tom Clancy</strong> (12/04/1947) e <strong>Edgar Wallace</strong> (01/04/1875), que já estão em outra galáxia, também eram arianos.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1301 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png" alt="touro" width="80" height="24" /></a><br />
<em>(21 de abril &#8211; 20 de maio)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Taurinos são determinados, buscam a estabilidade e são muito, muito organizados. Chega a dar raiva. Podem parecer rudes e raivosos, mas, no fundo, são carinhosos e afáveis. São nativos deste signo a britânica <strong>Syella Rimington</strong> (13/05/1935), o brasileiro <strong>Rubem Fonseca</strong> (11/05/1925) e a neozelandeza <strong>Ngaio Marsh</strong> (23/04/1895).<br />
</span><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1319" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png?w=137" alt="patricia2" width="137" height="300" /></a></span><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1302 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png" alt="gemeos" width="110" height="26" /></a><br />
<em>(21 de maio &#8211; 21 de junho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;">Este é o signo dos inteligentes, perspicazes, imaginativos e comunicativos. Mas também dos apressados, estressados e ansiosos, embora sejam todos espetacularmente maravilhosos e muito modestos (como o autor dessas maltraçadas linhas). A lista começa com <strong>Arthur Conan Doyle</strong> (22/05/1859) e <strong>Dashiell Hammett</strong> (27/05/1894), passa por <strong>Dorothy Sayers</strong> (13/06/1893) e <strong>G.K. Chesterton</strong> (29/05/1874) e chega a <strong>Ian Fleming</strong> (28/05/1908), <strong>Manuel Vázquez Montalbán</strong> (14/06/1939), <strong>Fred Vargas</strong> (07/06/1957) e <strong>Patricia Cornwell</strong> (09/06/1956).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1303 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png" alt="cancer" width="96" height="26" /></a><br />
<em>(22 de junho &#8211; 21 de julho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Geralmente, os de Câncer são muito emotivos, cautelosos e calculistas. Têm uma intuição poderosa, o que ajuda muito a dar sequência às tramas detetivescas. É o caso de <strong>Dan Brown</strong> (22/06/1964), <strong>Lawrence Block</strong> (24/06/1938), do brasileiro <strong>Tony Bellotto</strong> (30/06/1960) e da sueca <strong>Åsa Larsson</strong> (28/06/1966).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1304 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png" alt="leao" width="63" height="24" /></a><br />
(22 de julho &#8211; 22 de agosto)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Dominadores, cativantes e criativos, os leoninos tendem a se tornar o centro das atenções onde estão. São fortes, independentes e ambiciosos. Minha lista de autores policiais deste signo é composta por <strong>P.D. James</strong> (03/08/1920), <strong>Dennis Lehane</strong> (04/08/1965), <strong>Stieg Larsson</strong> (15/08/1954), <strong>Michael Connelly</strong> (21/07/1956), <strong>David Baldacci</strong> (05/08/1960), <strong>Jonathan Kellerman</strong> (09/08/1949) e <strong>Raymond Chandler</strong> (23/07/1888).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1306 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png" alt="virgem" width="103" height="32" /></a><br />
<em>(23 de agosto &#8211; 22 de setembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Práticos, detalhistas e meticulosos, os escritores policiais de Virgem são perfeccionistas e muito analíticos. Duvida? Veja três exemplos: <strong>Agatha Christie</strong> (15/09/1890), <strong>Andrea Camilleri</strong> (06/09/1925) e <strong>Camilla Läckberg</strong> (30/08/1974). Nada mal, hein?<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1307 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png" alt="libra" width="72" height="25" /></a><br />
(23 de setembro &#8211; 22 de outubro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Nem é preciso dizer que librianos são sujeitos equilibrados. Para além disso, são sociáveis, idealistas e elegantes. Quatro nomes me vêm à mente: <strong>Donna Leon</strong> (29/09/1942), <strong>John le Carré</strong> (19/10/1931), <strong>Elmore Leonard</strong> (11/10/1925) e <strong>Patricia Melo</strong> (02/10/1962).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1308 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png" alt="escorpio" width="131" height="32" /></a><br />
<em>(23 de outubro &#8211; 21 de novembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"><strong> Maurice Leblanc</strong> (11/11/1864), o pai de Arséne Lupin, foi escorpiano, geralmente pessoas muito magnéticos e interessantes, dadas as suas paixões e compulsões. Entretanto, nossos modernos computadores não encontraram muitos escritores policiais deste signo. Se o leitor souber de mais alguém, favor deixar nos comentários&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-1321" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg" alt="rex" width="117" height="183" /></a><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1309 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png" alt="sagi" width="121" height="33" /></a><br />
<em>(22 de novembro &#8211; 21 de dezembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Intelectual, sincero e otimista é o sagitariano, um dos sujeitos mais positivos do zodíaco. Talvez por essa razão, poucos tenham se dedicado a escrever sobre mistérios catacúmbicos e crimes hediondos. <strong>Rex Stout</strong> (01/12/1886) foi um deles. Se souber de mais alguém, já sabe&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1310 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png" alt="capri" width="163" height="33" /></a><em><br />
(22 de dezembro &#8211; 20 de janeiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Imagine alguém que é disciplinado, prático e prudente; paciente, profissional e objetivo. É o nativo de Capricórnio, e vários são os exemplos de autores: <strong>John Dunning</strong> (09/01/1942), <strong>Patricia Highsmit</strong>h (19/01/1921), <strong>Harlan Coben</strong> (04/01/1962), <strong>Walter Mosley</strong> (12/01/1952), <strong>Jô Soares</strong> (16/01/1938) e o astro <strong>Edgar Allan Poe</strong> (19/01/1809).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1311 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png" alt="aqua" width="114" height="33" /></a><br />
<em>(21 de janeiro &#8211; 19 de fevereiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os aquarianos <strong>Henning Mankell</strong> (03/02/1948) e <strong>Arnaldur Indriðason</strong> (28/01/1961) são bons exemplos de aquarianos: originais, brilhantes, fantasiosos e sonhadores. São também imprevisíveis, o que neste métier não é nenhum defeito.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1312 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png" alt="peixes" width="88" height="25" /></a><br />
<em>(20 de fevereiro &#8211; 20 de março)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Com um fraco por mistérios e por enigmas, os piscianos são ainda intuitivos e imaginativos. É o caso de <strong>Philip Kerr</strong> (22/02/1956), de<strong> James Ellroy</strong> (04/03/1948) e de <strong>Georges Simenon</strong> (13/02/1903).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<h6><em>(Imagens: <a href="http://fineartamerica.com/featured/2-rex-stout-1886-1975-granger.html" target="_blank">Fineart</a>, <a href="http://wmmorrow.hc.com/pcornwell" target="_blank">WMMorrow</a>)</em></h6>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/">Sob o signo do crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Gente estranha, nomes esquisitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2014 23:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A literatura policial é um universo frequentado por quem não é muito bom da cabeça. Tem os assassinos em série, os obcecados por pistas, os acumuladores de casos insolúveis. Encontramos também os que ficam paranóicos com a pilha de corpos, os que desenvolvem explicações conspiratórias e aqueles que sofrem com a abstinência por não ter...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/08/24/gente-estranha-nomes-esquisitos/">Gente estranha, nomes esquisitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">A literatura policial é um universo frequentado por quem não é muito bom da cabeça. Tem os assassinos em série, os obcecados por pistas, os acumuladores de casos insolúveis. Encontramos também os que ficam paranóicos com a pilha de corpos, os que desenvolvem explicações conspiratórias e aqueles que sofrem com a abstinência por não ter nenhum mistério para resolver.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">O mundo dos crimes é paradoxal: tem gente que não bate bem, mas para sobreviver nele é preciso ter raciocínio lógico, inteligência e outras habilidades mentais. Mas nessas páginas não basta ser um sujeito estranho. Veja como ter um nome esquisito também ajuda&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">1. HERCULE POIROT<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3094 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/poirot2.jpg" alt="David Suchet as Hercule Poirot" width="460" height="276" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Se você não o conhece, pode imaginar que seja um cara forte, másculo e musculoso. Nada disso. Se nunca ouviu falar dele, está por fora mesmo. Esqueça de encontrar por trás desse nome um belo deus grego. O sujeito é baixinho, careca, rechonchudo e levemente afetado. Está longe de ser bonito, mas o que vale é a sua beleza interior, isto é, seus miolos. O detetive mais famoso de Agatha Christie é um exemplo de que o nome não diz muito sobre a pessoa&#8230;</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">2. FRED VARGAS<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1074 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/fred.jpg" alt="fred" width="620" height="387" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Se você encontrasse o seu cartão de visitas, pensaria: olha só, esse homem escreve romances policiais&#8230; Quebraria a cara quando se deparasse com uma cinquentona francesa, cuja carteira de identidade traz no alto: Frédérique Audoin-Rouzeau&#8230;</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">3. ANDREA CAMILLERI<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7357 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/andrea.jpg" alt="Andrea Camiller" width="460" height="276" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Aqui, a história é o avesso. Evite a tentação de imaginar uma bela italiana escrevendo aventuras para o inspetor Salvo Montalbano. Trata-se do senhor Camilleri, às portas de completar 89 anos. Portanto, mais respeito!</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">4. ARNALDUR INDRIDASON<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7358 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/indridason.gif" alt="indridason" width="468" height="312" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Em matéria de nome esquisito, os nórdicos só devem perder para os chineses, os russos e os marcianos. Para nós, falantes da língua portuguesa, a razão é muito simples: as vogais sempre perdem em número para as consoantes e aí, fica impossível pronunciar qualquer coisa sem passar vergonha. Este islandês nascido em Reykjavík (não falei?) é um bom exemplo para esta lista.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">5. LARS KEPLER<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7363 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/kepler2.jpg" alt="kepler2" width="620" height="414" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Já que falamos desta parte do globo, o que acham de um nome pouco usual, mas que se refere não a uma, mas a duas pessoas? Lars Kepler, na verdade, é o pseudônimo do casal Alexander e Alexandra Ahndoril, suecos que fazem muito sucesso com seu detetive Joona Lina (eita!).</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">6. COFFIN ED JOHNSON E GRAVEDIGGER JONES<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7359 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/grave.jpg" alt="grave" width="480" height="360" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Tá de sacanagem, né, escritor? Batizar uma dupla de policiais em pleno Harlem desta forma é um convite às gargalhadas. Numa tradução muito pessoal, seria como Caixão e Coveiro.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">7. CHESTER HIMES<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7360 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/chester.jpg" alt="chester" width="460" height="306" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Aliás, a fruta não cai longe do pé. O criador da dupla barra-pesada acima é Chester Himes. Chester é aquela ave que ninguém nunca viu, mas que sempre aparece na época de Natal&#8230;</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">8. ED MORT<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1824 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/ed.jpg" alt="ed" width="100" height="172" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Brasileiros também fazem piadinhas com seus combatentes do crime. Luis Fernando Verissimo criou o imortal (e impagável) Ed Mort. Dispensa comentários, né?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">9. D.T.TIVE<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7361 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/hamms.jpg" alt="hamms" width="500" height="300" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Na mesma linha, o catarinense Jair Francisco Hamms trouxe à vida Domingos Tertuliano Tive, cujo cartão de visita apresenta: “D.T.Tive”</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">10. GUILHERME DE BASKERVILLE<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7362 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/baskerville.jpg" alt="baskerville" width="243" height="320" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Mas os escritores nem sempre sacaneiam ou brincam; eles também homenageiam. Foi o que Umberto Eco fez com o frei-detetive de O Nome da Rosa: uma referência explícita a uma das histórias mais famosas do gênero policial (O Cão dos Baskervilles), do nada elementar Conan Doyle.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">E aí, conhece outro autor ou personagem com nome esquisitão? Então, me ajude a ampliar essa lista&#8230;</span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align:justify;">(Imagens: <a href="http://m.ndonline.com.br/florianopolis/plural/39000-livro-de-jair-hamms-tem-relancamento-hoje-e-sera-adaptado-ao-cinema.html" target="_blank">ND Online</a>, <a href="http://www.telegraph.co.uk/culture/books/bookreviews/9900139/Fred-Vargas-I-write-my-novels-in-three-weeks-flat.html" target="_blank">Telegraph</a>, <a href="http://www.theguardian.com/books/2013/may/27/agatha-christie-political-literature" target="_blank">The Guardian</a>, <a href="http://dreampoetica.com/michael-overleaves-appendix/" target="_blank">Dreampoetica</a>, divulgação, <a href="http://www.theguardian.com/culture/2012/jul/06/andrea-camilleri-montalbano-life-in-writing" target="_blank">The Guardian</a>, <a href="http://liseusesdebordeaux.org/category/4-auteurs/indridason-arnaldur/" target="_blank">liseusesdebordeaux</a>, <a href="http://www.wysokieobcasy.pl/wysokie-obcasy/1,53662,16618130,Lars_Kepler_to_my___autor_bestsellerowych_szwedzkich.html" target="_blank">wysokieobcasy</a>)</h5>
<p><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/08/24/gente-estranha-nomes-esquisitos/">Gente estranha, nomes esquisitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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