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	<title>Arquivos autor nacional -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>Mulheres de Sombras: evento reúne leitores e escritoras em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2018 18:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ABERST]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO &#8211; Dia 3 de março, acontece em São Paulo o evento Mulheres de Sombras. Promovido pela Associação Brasileira de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO &#8211; Dia 3 de março, acontece em São Paulo o evento Mulheres de Sombras. Promovido pela Associação Brasileira de Romance Policial, Suspense e Terror (ABERST) e com apoio da Rágio Geek, o encontro vai apresentar debates com autoras, venda, sorteio e troca de livros, brindes e autógrafos.</p>
<p>O evento acontece a partir das 14h e reunirá várias autoras, entre elas Vera Carvalho Assumpção, Juliana Daglio, Kathia Brienza, Amanda Reznor, Karen Alvares, Soraya Abuchaim, Paula Febbe e Renata Maggessi, com mediação da editora Adriana Chaves. Para quem não conseguir comparecer, os bate-papos serão transmitidos ao vivo.</p>
<p>Para mais informações,</span> <a href="https://www.facebook.com/events/343354386073512/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse a página do evento no Facebook</a>.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Mulheres de Sombras: evento reúne leitores e escritoras em São Paulo"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/02/28/mulheres-de-sombras-evento-reune-leitores-e-escritoras-em-sao-paulo/">Mulheres de Sombras: evento reúne leitores e escritoras em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O Um, de Antonio D. Cattani, retrata um país terrível (e familiar)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 12:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio D. Cattani]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora bestiário]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[O Um – inquérito parcial sobre o caso Ingo Ludder]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; A afirmação está desgastada, mas ainda encontramos sentido nela: numa terra arrasada, qualquer tipo de planta</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; A afirmação está desgastada, mas ainda encontramos sentido nela: numa terra arrasada, qualquer tipo de planta pode crescer. Principalmente as oportunistas ervas daninhas. É num cenário como este que Antonio D. Cattani insere seu mais recente livro, O Um – inquérito parcial sobre o caso Ingo Ludder (Bestiário, 2017), novela criminal que dialoga muito com o contexto atual.</p>
<p>Na história, um líder carismático aproveita a descrença política, o ceticismo nos partidos e a frouxidão moral de parte da sociedade para se projetar como salvador da pátria. Ingo Ludder é magnético e arrebatador, e está cercado de estetas deslumbrados, financiadores espúrios e consultores abjetos. Alicerçado por um conjunto de vídeos enaltecedores, Ludder destila ódio, xenofobia, racismo e discriminação social, despontando como o avesso da política que está aí, estratégia que o catapulta para ser favorito a uma vaga no Senado Federal. Tudo corre bem para o homem que é apontado como O Um da organização Ordem e Verticalidade, mas, de repente, às vésperas da eleição, Ludder desaparece.</p>
<p>Em O Um, Antonio D. Cattani instiga o leitor a percorrer um conjunto esparso de depoimentos da investigação sobre esse sumiço para que reconstitua a narrativa original. Por isso, desfilam pelas páginas as versões parciais de personagens colaterais que testemunharam a ascensão daquela figura hipnotizante. Ganham fala a continuísta desimportante da produtora de vídeos, a pesquisadora oblíqua, a enfermeira oscilante… Com controle quase absoluto, o autor vai despejando pistas nas falas desses depoentes, aumentando a ansiedade do leitor que deseja enxergar a figura completa do quebra-cabeças. Como disse anteriormente, o controle do autor é quase absoluto, já que Cattani desliza em diversos momentos na prosódia de seus personagens, seja porque as falas ficam pouco críveis pelo formalismo das palavras, seja porque os discursos (que deveriam ser claramente distintos) não se impõem como unidades individuais. Quer dizer: a estratégia de tornar os documentos da investigação peças soltas e aparentemente difíceis de encaixar não funciona tão bem quanto se desejaria. Mais de uma vez, o autor tenta explicar algum artificialismo, atribuindo a uma escrivã interferências para uniformizar as falas, mas esse recurso soa mais como desculpa do que como um elemento deliberado.</p>
<p>Apesar disso, O Um é uma novela que merece atenção.</p>
<p><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23904 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/01/26543968_1933031843623881_1449128175_o.jpg"  alt="26543968_1933031843623881_1449128175_o O Um, de Antonio D. Cattani, retrata um país terrível (e familiar)"  width="639" height="447"></p>
<p>Nas páginas de Cattani, uma produtora de vídeos contribui para que o fenômeno desponte e, literalmente, o Brasil assiste e dá suporte ao surgimento de uma ameaça. Brasil, neste caso, é o videasta Jorge Brasil, joguinho de palavras que não é involuntário. O autor se diverte salpicando personagens na trama, cujos nomes são aliterações sobre nomes verdadeiros. O leitor atento também poderá se divertir ao reconhecer figuras da política nacional desfilando mal-disfarçadas naquelas linhas…</p>
<p>No seu terço final, entra em cena o delegado Linder que não apenas atua para aglutinar as peças do jogo, mas dá humanidade e tensão narrativa à história. Não se trata de mais um herói típico de histórias criminais, mas de uma esperança legítima que o leitor acalenta por dezenas de páginas. A partir disso, O Um se impõe como uma narrativa que não se contenta apenas a reconstituir um crime, mas a destilar críticas à sociedade e àqueles que lhe dão seus contornos. É o que faz a melhor literatura policial: não se embevece com o sangue das vítimas, mas lança um olhar impiedoso para a cena que nos aterroriza.</p>
<p>O Um dialoga com o nazismo e com sua paródia tupiniquim, o integralismo. Mas também faz referências aos tempos de intolerância e ódio que estamos vivendo nos últimos anos. Não chega a revelar um país diferente, inusitado ou original. Pelo contrário, convida o leitor a reconhecer seu tempo presente, seu país, nossas omissões e escolhas mal feitas. É um momento sombrio e nefasto, terrivelmente familiar. Na telegráfica dedicatória no exemplar enviado, Cattani pergunta: E depois? Eu gostaria de saber responder, e de saber a que desdobramentos aquele inquérito parcial vai levar&#8230;</p>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B072JXGNWJ&amp;asins=B072JXGNWJ&amp;linkId=e17f0b17c8edea2efcd86e7de6bdef63&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 O Um, de Antonio D. Cattani, retrata um país terrível (e familiar)"  width="75" height="22"></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-23907" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/01/cattani_capa1.jpg?w=200"  alt="cattani_capa1 O Um, de Antonio D. Cattani, retrata um país terrível (e familiar)"  width="200" height="300"><strong>Título:</strong> O Um – inquérito parcial sobre o caso Ingo Ludder<br />
<strong>Autor</strong>:&nbsp;Antonio D. Cattani<br />
<strong>Editora</strong>: Bestiário<br />
<strong>Páginas</strong>: 101 páginas</p>
<p><strong>SINOPSE –</strong> O surgimento de personagens tais como Hitler, Trump ou Ludder depende da existência de indivíduos excepcionais ou de condições previamente encontradas na sociedade? Para alguns, a junção de carisma e competência política explicaria como despontam homens-acontecimento, líderes ou gênios maléficos capazes de arregimentar pessoas ordinárias e incautas. Para outros, a explicação se encontra no caráter moral de parte da sociedade. Para atingir seus objetivos, ela produz de maneira consciente e deliberada o homem-instrumento.&nbsp;Essa controvérsia teórica se materializa numa situação verídica: a trama da ascensão e queda d’O UM reconstruída pelo Delegado A. A. Passos Linder. Além de lidar com caso tão complexo, Linder é confrontado a um desafio: como redigir o inquérito de forma isenta sem interferir na realidade?</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g O Um, de Antonio D. Cattani, retrata um país terrível (e familiar)" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/01/03/o-um-de-antonio-d-cattani-retrata-um-pais-terrivel-e-familiar/">O Um, de Antonio D. Cattani, retrata um país terrível (e familiar)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>P. P. Rodd lança ficção policial pela Editora Autografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 16:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Autografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO – Para os amantes de uma boa história de mistério, suspense e casos policiais, a obra Os Contos de</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO – Para os amantes de uma boa história de mistério, suspense e casos policiais, a obra Os Contos de New Locked City, de P.P. Rodd, é a pedida perfeita. No livro, um amigo em comum de diversos personagens comete suicídio logo no início da trama, mas uma série de fatos estranhos faz um solitário detetive iniciar uma investigação, desconfiado dos reais motivos dessa morte.</p>
<p>Para ele, o rapaz não tinha motivos para se matar, já que estava no ápice de sua carreira. Além disso, durante o funeral, sentia que todos os “amigos” presentes, a elite da cidade, não estavam tão tristes assim com aquela partida. Insatisfeito com o laudo do óbito – que, para ele, estava inconclusivo –, o detetive vai em busca de evidências que apontem para o assassino, recebendo também a ajuda de uma curiosa legista.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23076 " style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/contos.jpg"  alt="contos P. P. Rodd lança ficção policial pela Editora Autografia"  width="341" height="492" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/12/contos.jpg 600w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/12/contos-208x300.jpg 208w" sizes="auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px" /></p>
<p>A história é contada através de diários, gravações, anotações e rascunhos, do ponto de vista das personagens, alternando entre a trama principal e a trama paralela – nesta, os personagens secundários, que geralmente são os suspeitos, revelam segredos do passado, em que se arrependem profundamente, fazendo o leitor suspeitar de qualquer um. Além disso, cada capítulo se inicia com uma ilustração, contendo uma pista do que ele vai encontrar pela frente.</p>
<p>Os Contos de New Locked City é um livro de tirar o fôlego, recheado de elementos que permeiam a cultura pop (corridas clandestinas, conflitos da máfia italiana e uma cidade fictícia baseada em Nova York). A obra leva o leitor a toda uma sombria atmosfera de suspense, transportando-o a uma verdadeira investigação policial.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong><br />
P. P. Rodd é a mente por trás de todos os mistérios que permeiam Os Contos de New Locked City. Apaixonado por contar histórias desde os 14 anos, escreveu o livro em meados de 2009, em um blog, dando aos personagens os nomes e características de seus amigos como uma forma de homenageá-los. <a href="https://www.facebook.com/RealPPRODD/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Para mais informações, acesse a página do autor no Facebook</a>.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 P. P. Rodd lança ficção policial pela Editora Autografia"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/12/06/p-p-rodd-lanca-ficcao-policial-pela-editora-autografia/">P. P. Rodd lança ficção policial pela Editora Autografia</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Gustavo Ávila está sorrindo à toa</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/11/29/entrevista-gustavo-avila-esta-sorrindo-a-toa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 11:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
		<category><![CDATA[editora record]]></category>
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		<category><![CDATA[o sorriso da hiena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos escritores mais comentados do ano foi Gustavo Ávila. Publicitário, ele nasceu em 1983 no interior paulista mas atualmente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos escritores mais comentados do ano foi Gustavo Ávila. Publicitário, ele nasceu em 1983 no interior paulista mas atualmente mora em Florianópolis. Seu livro O sorriso da hiena, um thriller psicológico viciante publicado pela Verus Editora, só arranca elogios dos leitores que decidem embarcar na jornada de descobrir o mistério por trás de uma história tão bem imaginada. Conversamos com Gustavo sobre expectativas, projetos para 2018 e como ele encarou todo o sucesso deste ano.</p>
<p><em>(Foto:&nbsp;Jeferson Caldart)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Seu livro de estreia, O sorriso da hiena, foi bem recebido pelos leitores. Você esperava todo esse retorno já de cara? Quais eram as suas expectativas?</strong><br />
Eu estava bastante ansioso para saber como seria a recepção dos leitores. Mas, sinceramente, eu não tinha a menor ideia de como ela seria. Eu estava confiante porque foi uma história em que eu me dediquei bastante, coloquei toda a minha alma neste primeiro livro e achava (acho) que ele realmente tem algo a dizer que possa interessar às pessoas. Mesmo assim, foi bem melhor do que eu esperava. E isso é maravilhoso. Ter um retorno tão positivo no primeiro trabalho é um grande incentivo para não deixar que as dificuldades do caminho te desanimem.</p>
<p><strong>2. Quais escritores (as) te influenciaram? Algum nome em especial relacionado a “O sorriso da hiena”?</strong><br />
Eu tenho um carinho especial pelo livro O médico e o monstro, do Robert Louis Stevenson. Ele conseguiu escrever uma história que faz o leitor pensar enquanto lê, que retrata bem o que somos, nosso lado bom e mau e nossa tentativa de balancear esses dois lados. Eu espero conseguir fazer isso em todas as minhas histórias, fazer os leitores pensarem sobre algum assunto. Fazer com que a história continue martelando na cabeça da pessoa mesmo depois do último ponto final. Pelo menos é o que eu tento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Eu tenho um carinho especial pelo livro&nbsp;<em>O médico e o monstro</em>, do Robert Louis Stevenson. Ele conseguiu escrever uma história que faz o leitor pensar enquanto lê.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Você é publicitário mas acabou se dedicando à literatura. Ser escritor sempre foi um objetivo na vida ou foi algo que acabou acontecendo para você?</strong><br />
A minha resposta não vai ser “eu sempre quis ser escritor desde criancinha”. Acabou acontecendo. Eu entrei no mundo da escrita por acaso, quando um professor da faculdade foi me contratar para a agência dele e disse que me contrataria, mas que seria para redator. Eu queria um emprego e aceitei. E foi a melhor coisa. Ele viu em mim algo que nem eu ainda tinha visto. Depois, trabalhando na área, tentando colocar algumas ideias publicitárias na rua que eu percebi que essas ideias seriam melhor exploradas fora da publicidade, com mais profundidade. E assim, de forma bem resumida, comecei. Vale ressaltar como é importante um bom professor. Como devemos tanto a eles, por nos mostrarem caminhos, possibilidades. Pena que eles são tão desvalorizados. Mas que bom que mesmo assim eles nunca desistem de tentar fazer o melhor pelos seus alunos.</p>
<p><strong>4. Muita gente diz que é um desafio criar histórias de crime nos tempos que vivemos. Você concorda? Como atrair a atenção do leitor hoje para esse tipo de gênero?</strong><br />
Olha, sinceramente, eu não acho que o tempo em que vivemos dificulte criar histórias de crimes ou que faça as pessoas se interessarem menos por elas. Talvez seja bem o contrário. As pessoas parecem cada vez mais fascinadas pelo cruel, pela maldade. Não é à toa que existem tantos programas de TV nessa temática. Talvez o difícil seja competir com a realidade, que tantas vezes se mostra mais cruel, fria e absurda que a ficção.</p>
<p><strong>5. Você disse que voltou a morar em Florianópolis após ter morado em São Paulo para se dedicar mais a escrever. Como é ser um autor fora do eixo Rio-São Paulo? Quais são os prós e contras dessa escolha?</strong><br />
Eu gosto de estar fora desse eixo porque prefiro um ritmo de vida mais tranquilo. Brinco que se mudar novamente, quero ir para cidades cada vez menores ou mais tranquilas. Os prós e contras vão muito do que você precisa para ser feliz. Não dá para ter tudo, né? Eu gosto de ter mais contato com a natureza, de não passar tanto tempo no trânsito (apesar que o trânsito em Floripa está cada dia pior), ainda trabalho em agência de publicidade e aqui, pelo menos, a gente não fica com tanta frequência virando madrugada na agência como é em São Paulo (sem ganhar nenhum centavo a mais por isso, vale ressaltar). Os contras, o fato de ter menos eventos do mercado literário. Como escrever é um trabalho que você pode fazer de qualquer lugar, os prós e contras são mais pessoais.</p>
<p><strong>6. Pode falar um pouco sobre “Quando a luz apaga”, seu próximo livro? Do que vai tratar a trama? Será um livro de suspense? Já tem previsão de lançamento?</strong><br />
Será um livro de suspense, no mesmo estilo d’O sorriso da hiena. Inclusive, terá o mesmo detetive, o Artur, mas contará uma história anterior. Eles não terão nenhuma ligação um com o outro. Não dá para falar muito, ainda estou escrevendo, mas uma das ideias é debater sobre as mentiras da sociedade, de como nos mostramos para as outras pessoas, fingindo ser o que não somos, fingindo sentir o que não sentimos, como somos julgados por não sentir (ou demonstrar sentir) o que as outras pessoas acham que você deve sentir, e algumas coisas mais.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22724" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/gustavo_avila.jpg?w=639"  alt="gustavo_avila ENTREVISTA: Gustavo Ávila está sorrindo à toa"  width="400" height="600"></p>
<p><strong>7. Se pudesse escolher uma cidade no Brasil para sediar um festival de literatura policial, qual escolheria e por que?</strong><br />
Se fosse pelo tema, acho que qualquer cidade poderia ser palco deste festival, infelizmente o crime está em todas e cada vez maior. Mas, por provocação, eu faria em Brasília. Quem sabe incentive a justiça a ser feita por lá.</p>
<p><strong>8. Séries policiais como Mindhunter estão em alta. Você gosta desse tipo de programa? Quais séries e filmes você mais gostou de ver esse ano?</strong><br />
Eu gosto demais dessas séries. Mas, pensando agora, acho que esse ano não assisti muitas desse gênero, tirando Mindhunter. Mas as séries policiais que gosto muito são The Wire, The Killing, Hannibal, True detective, Criminal Minds, The Affair (até a segunda temporada). De filmes, Seven e A vida de David Gale são dois que gosto muito.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8576865947&amp;asins=8576865947&amp;linkId=5b1fbe3774047e29a1268ed59340ac73&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></center>&nbsp;</p>
<p><strong>9. Que novos autores você indica no cenário nacional?</strong><br />
Acabei de ler um que gostei bastante, chamado Andarilhos, do R. Tavares. E o penúltimo livro que li (ele não é um novo autor, mas é nacional) é Homens Elegantes, do Samir Machado de Machado. Um dos melhores livros que li este ano, sem dúvida.</p>
<p><strong>10. Quais são seus planos para 2018 além do próximo livro? Pode adiantar alguma coisa pra gente?</strong><br />
Aproveitar melhor meu tempo para escrever mais.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 ENTREVISTA: Gustavo Ávila está sorrindo à toa"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/29/entrevista-gustavo-avila-esta-sorrindo-a-toa/">ENTREVISTA: Gustavo Ávila está sorrindo à toa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Em Praia da Rocha, um agente federal desvenda mistérios em um vilarejo de Santa Catarina</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/11/19/em-praia-da-rocha-um-agente-federal-desvenda-misterios-em-um-vilarejo-de-santa-catarina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Nov 2017 13:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bruno atti]]></category>
		<category><![CDATA[literatura policial em Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO &#8211; Lançado este ano pela Quatrilho Editorial, o suspense Praia da Rocha é o segundo do gaúcho Bruno Atti.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-22244 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/17022144_421154261569457_6654222330386905460_n.jpg"  alt="17022144_421154261569457_6654222330386905460_n Em Praia da Rocha, um agente federal desvenda mistérios em um vilarejo de Santa Catarina"  width="643" height="353" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>DIVULGAÇÃO</strong> &#8211; Lançado este ano pela Quatrilho Editorial, o suspense <em>Praia da Rocha</em> é o segundo do gaúcho Bruno Atti. Na trama, Édson Fernandez, agente da polícia federal brasileira, faz parte da força-tarefa especializada em infiltrar-se em quadrilhas de narcotráfico da América do Sul. Após uma de suas missões, Édson é retirado dos trabalhos em campo e forçado a tirar uma licença em algum lugar tranquilo para poder recuperar-se. Ele recorda dos bons tempos de infância passados na Praia da Rocha no litoral sul do estado de Santa Catarina e decide ir para lá. </span><span style="font-size:1.15em;">O que ele não esperava é que ecos sombrios de um passado recente viessem à tona com novos acontecimentos estranhos e o agente federal, temporariamente licenciado, é forçado a utilizar todas as suas habilidades para desvendar o mistério que ronda o pequeno vilarejo e ao mesmo tempo lutar com os fantasmas e terrores do seu inconsciente.</span></span></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22246 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:25px;margin-bottom:25px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/praia_da_rocha_1489710617663400sk1489710617b.jpg"  alt="praia_da_rocha_1489710617663400sk1489710617b Em Praia da Rocha, um agente federal desvenda mistérios em um vilarejo de Santa Catarina"  width="200" height="289" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;">Bruno Atti é formado em Farmácia pela Universidade de Caxias do Sul (RS). Iniciou a carreira literária em 2015, com o lançamento do livro <em>O Legado do Führer</em>. Em 2017, lançou seu segundo romance. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;">Para mais informações, <a href="https://www.facebook.com/escritorbrunoatti/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse a página do autor no Facebook</a><br />
Para comprar o e-book, <a href="https://www.amazon.com.br/Praia-Rocha-Bruno-Atti-ebook/dp/B06XKG4XT8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p>(Imagens: <a href="https://www.facebook.com/escritorbrunoatti/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook Bruno Atti</a>)</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Em Praia da Rocha, um agente federal desvenda mistérios em um vilarejo de Santa Catarina"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/19/em-praia-da-rocha-um-agente-federal-desvenda-misterios-em-um-vilarejo-de-santa-catarina/">Em Praia da Rocha, um agente federal desvenda mistérios em um vilarejo de Santa Catarina</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 15:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[conrado bardelli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; Se você procura por um romance policial que vai te tirar o fôlego, O Casamento</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/15/em-o-casamento-victor-bonini-resgata-o-melhor-das-historias-de-detetive/">Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Se você procura por um romance policial que vai te tirar o fôlego, <em>O Casamento</em> (Faro Editorial), de Victor Bonini, promete cumprir plenamente esta função. O livro é a segunda incursão do&nbsp;investigador particular e advogado Conrado Bardelli no mundo dos detetives da ficção – <a href="https://literaturapolicial.com/2015/09/18/colega-de-quarto-e-a-estreia-de-victor-bonini-no-genero-policial/">o primeiro caso aconteceu em <em>Colega de Quarto</em></a>, suspense de 2015 também publicado pela Faro Editorial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8595810044&amp;asins=8595810044&amp;linkId=f0641fb01a93269993896acddb1064a1&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta vez, Bardelli investiga um homicídio no casamento da filha de um amigo, num caso sem pistas aparentes e que se mantém misterioso até as últimas páginas. Bonini constrói a narrativa no melhor estilo dos romances de Agatha Christie, lançando suspeitas sob todos os convidados, criando conflitos paralelos e surpreendendo com um final inesperado. Será muito difícil adivinhar o famoso “quem matou?” nessa história.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22076" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/casamento21.jpg"  alt="casamento21 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="343" height="335"></p>
<p style="padding-left: 150px;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17549" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/aspas-1.png?w=150"  alt="aspas-1 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="80" height="80"><span style="font-size: 1.35em;">&#8230;só se dera conta da lâmina que lhe cortava a carne quando, cega pela dor, perdia a consciência. Haviam tampado sua boca, e seus gemidos acabaram sendo encobertos pelas músicas do rádio.&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As tramas paralelas acabam encorpando a história de <em>O Casamento</em>, num recheio que pode distrair um pouco a atenção do leitor para o prato principal. Bardelli, o detetive barbudo que relacionei fisicamente no primeiro livro de Bonini com o escritor Ernest Hemingway, agora também ganhou ares de Bill Hodges, o detetive criado por Stephen King na sua trilogia policial (que é interpretado na TV por Brendan Gleeson). Um homem aparentemente enfraquecido pela asma, mas persistente na vontade de descobrir a verdade. Não é brilhante ao ponto de ser sobrehumano como um Sherlock Holmes ou um Poirot, e por isso mesmo convence, crível pela fragilidade e uma parcela honesta de bom humor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22073 " style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/casamento3.jpg"  alt="casamento3 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="576" height="636"></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-22079 " style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/casamento4.jpg"  alt="casamento4 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="572" height="572"></p>
<p>Uma das coisas mais difíceis em um romance <em>whodunnit</em>, aquele onde se tenta descobrir o culpado no final, é costurar satisfatoriamente as pontas soltas pelo caminho, as várias pistas falsas, as falas subjetivas. O quebra-cabeça pode até parecer fácil de ser montado, mas os encaixes são tantos que, no fim das contas, os capítulos pedem uma precisão cirúrgica, pois é essa precisão que o leitor de <em>whodunnits</em>&nbsp;procura, e é a partir dela também que avalia a história.</p>
<p>Victor Bonini consegue um ótimo resultado em <em>O Casamento</em>, deixando um quê de perplexidade no ar quando é revelada, enfim, a solução para o mistério que preenche as 368 páginas do livro. No final, a pergunta que fica é singular: há limites para a maldade do ser humano?</p>
<p><em>* Livro cedido ao Literatura Policial pela Faro Editorial.<br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png"  alt="star4 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="98" height="22"></span></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8595810044/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8595810044&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=33884e722f24ec41a33217c1bb401dab" target="_blank" rel="noopener"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8595810044&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20"  alt="q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8595810044&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="171" height="250" border="0"></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8595810044"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8595810044 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  width="1" height="1" border="0"><strong>Título</strong>: O Casamento<br />
<strong>Autor</strong>: Victor Bonini<br />
<strong>Editora</strong>: Faro Editorial<br />
<strong>Páginas</strong>: 368<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/o-casamento-714714ed716284.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p>SINOPSE – Para os noivos é o dia mais importante de suas vidas. Meses atrás, os amigos diriam que o namoro de Plínio e Diana tinha prazo de validade. Eles se conheceram de um jeito bizarro, pensam completamente diferente e nenhuma das famílias aprova o relacionamento. Mas eles resistiram a tudo. E agora vão se casar. Para o detetive é a melhor chance de pegar um criminoso. O mais íntegro dos convidados esconde um segredo devastador. Mas alguém sabe e está disposto a espremê-lo com chantagens. É então que o detetive Conrado Bardelli se hospeda no hotel-fazenda onde ocorrerá o casamento. Ele precisa descobrir o lobo entre as ovelhas. E rápido. Pois, a cada nova ameaça, o chantagista eleva o tom e falta pouco para a bomba explodir. O casal está pronto para o sim. A noiva se prepara para caminhar pelo tapete vermelho. Até que alguém diz: não saia do carro! Enquanto a plateia espera ansiosa em frente ao altar, algo brutal acontece na antessala. Só quando veem as paredes lavadas com sangue é que os convidados se rendem ao desespero. Começa uma confusão para interromper a marcha nupcial e chamar a polícia. Ninguém sabe o que fazer. E Bardelli, que lidava com um caso de extorsão, descobre que se meteu em algo muito pior. Agora, ele é o único capaz de encontrar respostas. O problema é que as mortes não param de acontecer&#8230;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Em O Casamento, Victor Bonini resgata o melhor das histórias de detetive"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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		<title>Coletânea reúne causos sobrenaturais do interior paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 15:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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		<category><![CDATA[sobrenatural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO &#8211; Noivas fantasmas, o Unhudo – ser lendário defensor das florestas -, aparições tenebrosas, o caboclinho d’água e até</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/31/coletanea-reune-causos-sobrenaturais-do-interior-paulista/">Coletânea reúne causos sobrenaturais do interior paulista</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-20692 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/fechada3.png"  alt="fechada3 Coletânea reúne causos sobrenaturais do interior paulista"  width="639" height="429" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;"><strong>DIVULGAÇÃO</strong> &#8211; Noivas fantasmas, o Unhudo – ser lendário defensor das florestas -, aparições tenebrosas, o caboclinho d’água e até um lobisomem estão entre os 14 “causos” da coletânea Quem conta um conto&#8230; Onze visões do sobrenatural (11 Editora, R$ 39,90). O livro traz narrativas de onze autores ambientadas na região de Jaú (Centro-Oeste paulista), sob a organização da editora Léa Prado.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Um dos causos mais conhecidos em boa parte do interior paulista é o do Unhudo. Registram as lendas que se trata de um “corpo seco”, um morto-vivo que habitaria em uma das pequenas grutas do monte Pedra Branca, próximo às divisas entre os municípios de Mineiros do Tietê e Dois Córregos. Há décadas existem relatos de que esse ser fantástico defenderia a fauna e a flora, repelindo caçadores e intrusos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">O escritor e folclorista Heusner Grael Tablas, que participa da coletânea com a história do Unhudo, diz que escrever sobre essa lenda chega a ser uma contribuição social.</span></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20694 " style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/fechada_menor.jpg"  alt="fechada_menor Coletânea reúne causos sobrenaturais do interior paulista"  width="404" height="641" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">“Estamos falando de um fantasma a defender a floresta ao redor do monte Pedra Branca, que não permite a presença de intrusos colhendo orquídeas ou jabuticabas silvestres naquela mata, e cujo tapa pode arremessar um invasor para o outro lado do Rio Tietê”, afirma. “E se, atualmente, o ser humano já não consegue defender a natureza selvagem, talvez a ajuda sobrenatural seja a nossa derradeira esperança e o Unhudo se faz necessário.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">O livro também traz contos sobre fenômenos “poltergeists” em um bairro rural chamado Barra Mansa, aparições fantasmagóricas em uma escola construída sobre um antigo cemitério, um lobisomem que apavora a comunidade de Pouso Alegre de Cima, espectros de noivas que surgem do nada, entre outros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A proposta, conforme a editora Léa Prado, é resgatar contos e causos extraordinários supostamente ocorridos nos ambientes rural e urbano do interior paulista, que vêm sendo transmitidos de geração a geração pela tradição oral. “São histórias que registram e valorizam as memórias da região onde nasceram”, afirma. “Constituem um patrimônio imaterial muito rico, que merece ser conhecido e preservado.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A coletânea tem 96 páginas em narrativas de Adão Levorato, Afonso Caramano, Carlos Eduardo Monte, Dirceu Barbosa, Elias Fernando Gonzales (Biuê), Fábio Grossi dos Santos, Heusner Grael Tablas, Ivy Fini Rodrigues, Maria Toledo Arruda Galvão de França, Paulo Eduardo Giuseppin (Paulo Pin) e Paulo Oscar Ferreira Schwarz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><a href="http://www.11editora.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O livro pode ser adquirido na loja virtual da 11 Editora</a>.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Coletânea reúne causos sobrenaturais do interior paulista"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/31/coletanea-reune-causos-sobrenaturais-do-interior-paulista/">Coletânea reúne causos sobrenaturais do interior paulista</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>RESENHA &#124; Primeira página &#8211; Conflito na Baiana, JM Costa</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/08/10/primeira-pagina-conflito-na-baiana-jm-costa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 12:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
		<category><![CDATA[conflito na baiana]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[jm costa]]></category>
		<category><![CDATA[josué de oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[primeira página]]></category>
		<category><![CDATA[romance policial nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As grandes cidades brasileiras oferecem matéria-prima de sobra para a ficção policial. O contexto da violência urbana como dado onipresente</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/08/10/primeira-pagina-conflito-na-baiana-jm-costa/">RESENHA | Primeira página &#8211; Conflito na Baiana, JM Costa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-19413 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/collagejm.jpg"  alt="collagejm RESENHA | Primeira página - Conflito na Baiana, JM Costa"  width="639" height="320" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">As grandes cidades brasileiras oferecem matéria-prima de sobra para a ficção policial. O contexto da violência urbana como dado onipresente nas vidas de milhões de pessoas é terreno fértil para a criação de histórias sobre crimes. <strong>Primeira página – Conflito na Bahiana</strong> (Edição do autor, 168 páginas) extrai dessa realidade tão corriqueira quanto terrível o mote de sua trama.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Tudo começa quando uma menina de nove anos liga para a redação do jornal Diário Carioca e cai na linha da jovem repórter Clara Gabo. Apavorada, relata um crime que está testemunhando naquele momento pela janela de casa: a tortura de sua mãe por policiais militares. A repórter segue para a Bahiana, favela onde se desenrolou a cena, decidida a cobrir os fatos. Daí para frente, Clara precisará passar por cima de traficantes, policiais corruptos e seus próprios superiores para relatar a inconveniente verdade do que ocorreu no morro.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><span style="font-size:1.45em;color:#808080;"><strong>Primeira página</strong> é um romance policial urbano onde não há um mistério a ser desvendado; o crime é cometido a céu aberto. A narrativa se concentra no que essa agressão desencadeia: uma frenética sucessão de acontecimentos que mantêm o leitor num constante estado de expectativa.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">O ritmo é veloz, com poucas pausas para respirar, e certas cenas parecem ter sido pensadas como parte de um filme de ação, com direito a sequestro, tiroteios e escutas ocultas. Ao mesmo tempo, a violência não é banalizada, e o autor J. M. Costa explora a turbulenta relação entre a polícia e a população das favelas cariocas para contar uma história sobre corrupção e a competição pela notícia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Outro ponto de destaque é que o autor usa de sua experiência como jornalista em vários veículos cariocas. Costa retrata de maneira verossímil o ambiente das redações e as regras da produção de notícias, apresentando todas as etapas da transformação de um fato em reportagem, bem como os bastidores das manchetes exibidas nas bancas – e consegue fazê-lo de modo útil à trama, sem que essas informações apareçam gratuitamente. O pano de fundo do jornalismo também é uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento da protagonista, Clara Gabo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Jovem e competente, Clara precisa lidar com diversos dilemas, sendo o principal deles a complexa relação entre o ideal de relatar a verdade, lançando luz sobre acontecimentos escusos e denunciando criminosos, e seguir o jogo da notícia: a constante alimentação da narrativa para manter o interesse dos leitores, a disputa para se manter à frente de outros repórteres em busca de seus próprios furos. Estes elementos enriquecem a personagem, inserindo mais variáveis em sua jornada, tornando-a mais instigante.</span></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19414 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/primeirapagina2.jpg"  alt="primeirapagina2 RESENHA | Primeira página - Conflito na Baiana, JM Costa"  width="360" height="508" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">As ressalvas acerca de <strong>Primeira página</strong> são mais de forma do que de conteúdo e, de maneira geral, se caracterizam por certa falta de sutileza ao longo de todo o livro. Há diálogos um tanto forçados, e o autor busca, em certos momentos, emular uma coloquialidade – na narração e nas falas – que não soa natural. Há momentos em que o palavreado utilizado pelos personagens os faz parecer mais jovens do que são, o que causa certa estranheza.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A linguagem utilizada em certas passagens mais reflexivas é muito carregada no drama, e o mesmo pode ser dito de alguns dos eventos no final do livro (como certo reencontro), que me fez lembrar de cenas de novelas, um efeito que não me parece combinar com a história contada. O autor também pesa a mão ao enfatizar a fibra moral de Clara, sempre encontrando maneiras de trazer isso à tona, mesmo quando o fato já está claro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Apesar desses pequenos problemas – que, a bem da verdade, podem não incomodar a todos –, <strong>Primeira página</strong> tem fôlego e personalidade, se destacando na produção brasileira atual de romances policiais e mostrando que o gênero dialoga com os problemas sociais contemporâneos.</span></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 RESENHA | Primeira página - Conflito na Baiana, JM Costa"  width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-19410 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/primeira_pagina.jpg?w=199"  alt="primeira_pagina RESENHA | Primeira página - Conflito na Baiana, JM Costa"  width="199" height="300" />Título</strong>: Primeira página &#8211; Conflito na Baiana<br />
<strong>Autor</strong>: JM Costa<br />
<strong>Ano</strong>: 2017<br />
<strong>Editora</strong>: (independente)<br />
<strong>Páginas</strong>: 168<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/primeira-pagina-681367ed683715.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – O telefone toca na mesa de uma repórter do Diário Carioca. Do outro lado, desespero. Uma garotinha de 9 anos narra, ao vivo, o crime brutal que vê pela janela de casa. A vítima é sua mãe. O diálogo tenso, a partir de então, dita o tom acelerado que acompanha o leitor do primeiro ao último capítulo de “PRIMEIRA PÁGINA – Conflito na Baiana”. Clara Gabo, repórter carioca em início de carreira, não mede esforços para atender ao pedido de ajuda da menina que lhe procurou por telefone. Mesmo que isso signifique contrariar orientações de sua chefia e colocar a própria vida em risco. À medida que avança na reportagem e publica seus desdobramentos na primeira página do jornal, Clara descortina uma série de fatos que podem comprometer a cúpula da segurança no Estado e até mesmo a sua carreira.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1576" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/josue2.png"  alt="josue2 RESENHA | Primeira página - Conflito na Baiana, JM Costa"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g RESENHA | Primeira página - Conflito na Baiana, JM Costa" alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/08/10/primeira-pagina-conflito-na-baiana-jm-costa/">RESENHA | Primeira página &#8211; Conflito na Baiana, JM Costa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O sorriso da hiena, Gustavo Ávila</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/07/15/o-sorriso-da-hiena-gustavo-avila/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jul 2017 12:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
		<category><![CDATA[editora verus]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo ávila]]></category>
		<category><![CDATA[o sorriso da hiena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; &#8220;O Sorriso da Hiena&#8221; é o primeiro livro de&#160;Gustavo Ávila, e ele já cativou muitos</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/07/15/o-sorriso-da-hiena-gustavo-avila/">O sorriso da hiena, Gustavo Ávila</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; &#8220;O Sorriso da Hiena&#8221; é o primeiro livro de&nbsp;Gustavo Ávila, e ele já cativou muitos leitores com esse suspense.&nbsp;A trama é sobre um serial killer que está matando casais com filhos de oito anos, não sem antes cortar a língua do pai e executar a mãe. Tudo isso acontece na frente&nbsp;da criança, que é poupada mas será obrigada a viver com essa lembrança terrível para o resto da vida. O assassino encontra um objetivo para seus crimes: estudar o desenvolvimento da maldade humana para, de certa forma, compreender as circunstâncias de sua própria história de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8576865947&amp;asins=8576865947&amp;linkId=722df104421ffa789a0cc46e72855cf7&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É aí que entra em cena um psicólogo, personagem chave que tratará as crianças vítimas da violência e que se relacionará com o assassino a partir do estudo do tema proposto (não é spoiler, está na sinopse). E para fechar a tríade há o detetive Artur, homem circunspecto que chama a atenção por ter Síndrome de Asperger.</p>
<p>A história começa com a descrição de um crime violento, isso já prende a atenção do leitor logo no início! O clima tenso é mantido até o final do livro, mas o que realmente se destaca é justamente o fim, envolto num plot twist incrível (e lembrando um livro da Agatha Christie inclusive).</p>
<p>Há ainda referências ao clássico de Truman Capote, “A Sangue Frio”, no que diz respeito à preparação para a execução do crime, o silêncio da casa contrastando com o horror que vai acontecer lá dentro. Uma trama muito bem imaginada, como um plano arquitetado nos mínimos detalhes, com respostas para quase todas as perguntas e sem deixar muitas pontas soltas pelo caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19064 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/07/20170712_1917372.jpg?w=639"  alt="20170712_1917372 O sorriso da hiena, Gustavo Ávila"  width="639" height="419"></p>
<p>Foram poucas as questões que me inquietaram. A falta de câmeras de monitoramento nas ruas não foi um recurso usado pela polícia durante as investigações; o uso excessivo de nomes indicando personagens (principalmente secundários); a facilidade com que o criminoso entra em lugares altamente protegidos sem deixar um fio de cabelo para trás; a falta de técnica da polícia em apurar pistas. De qualquer forma, isso não interfere tanto no andamento da história. O livro é muito bom!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“A vida da gente muda&nbsp;e lá fora o mundo sempre parece o mesmo.”</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora o detetive Artur tenha sido pouco descrito, é o personagem mais interessante, um policial com Síndrome de Asperger que precisa se relacionar com o mundo, interrogar suspeitos, confrontar pessoas, mas ao mesmo tempo relutante em interagir socialmente e tendo que enfrentar essa dificuldade diariamente. Espero que apareça em mais livros do autor, que tem potencial para escrever grandes histórias.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9465 size-full" style="margin-top: 40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png"  alt="star4 O sorriso da hiena, Gustavo Ávila"  width="98" height="22"></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B073639X8M/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B073639X8M&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=470e950d4fae2f9f20ca4750b9e9ece1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B073639X8M&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20"  alt="q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B073639X8M&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20 O sorriso da hiena, Gustavo Ávila"  width="169" height="250" border="0"></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B073639X8M"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B073639X8M O sorriso da hiena, Gustavo Ávila"  width="1" height="1" border="0"><strong>Título</strong>: O sorriso da hiena<br />
<strong>Autor</strong>: Gustavo Ávila<br />
<strong>Editora</strong>: Verus<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/o-sorriso-da-hiena-533024ed541707.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitável psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém, a proposta feita pelo misterioso David coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é uma pessoa má por ter presenciado o brutal assassinato dos seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a dele, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma na vida delas.&nbsp;Até onde ele será capaz de ir? É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 O sorriso da hiena, Gustavo Ávila"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/07/15/o-sorriso-da-hiena-gustavo-avila/">O sorriso da hiena, Gustavo Ávila</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>DIVULGAÇÃO &#124; Repulsa e piedade, de Kalew Nicholas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 12:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[romance policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO &#8211; &#8220;Repulsa e piedade&#8221;, de Kalew Nicholas, é um thriller policial que se passa na cidade do Rio de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-18872 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/screenhunter_1653-jun-16-18-55.jpg"  alt="screenhunter_1653-jun-16-18-55 DIVULGAÇÃO | Repulsa e piedade, de Kalew Nicholas"  width="563" height="401" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-18933" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/51row5oz0l.jpg?w=100"  alt="51row5oz0l DIVULGAÇÃO | Repulsa e piedade, de Kalew Nicholas"  width="100" height="150" />DIVULGAÇÃO</strong> &#8211; &#8220;Repulsa e piedade&#8221;, de Kalew Nicholas, é um thriller policial que se passa na cidade do Rio de Janeiro. Na trama, um curioso bilhete é deixado no mesmo local em que um ônibus foi incendiado, no Alto da Boa Vista. No bilhete, recortes de jornais e revistas formam o número telefônico de um delegado da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro, envolvendo-o cada vez mais em um caso complexo. </span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Ao mesmo tempo, um latrocínio ocorrido vinte e três anos antes põe fim à vida dos pais do delegado, traçando uma ligação incomum entre os casos. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Kalew Nicholas nasceu em 1998, no Rio de Janeiro. Tem dois romances policiais publicados de forma independente e contos em sites, revistas e antologias. Mantém o blog Insanidades Literárias.</span> <a href="https://www.amazon.com.br/Repulsa-e-Piedade-Kalew-Nicholas-ebook/dp/B01MZZTF9B" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o e-book via Amazon</a>.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 DIVULGAÇÃO | Repulsa e piedade, de Kalew Nicholas"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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