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	<title>Arquivos Avraham Avraham -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>RESENHA &#124; O desaparecido, Dror Mishani</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 16:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Compre o livro Compre o e-book &#160; Por Josué de Oliveira &#8211; Eu nunca tinha lido um romance policial israelense. Essa constatação me sobreveio no instante em que pus os olhos na capa de O Desaparecido (Companhia das Letras, 296 páginas), e me despertou interesse imediato pelo livro, escrito por Dror Mishani, acadêmico especializado em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://amzn.to/2Sqm2eT" target="_blank" rel="noopener"><em>Compre o livro</em></a><br />
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Josué de Oliveira</em> &#8211; Eu nunca tinha lido um romance policial israelense. Essa constatação me sobreveio no instante em que pus os olhos na capa de <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://amzn.to/2PhrmPR" target="_blank" rel="noopener">O Desaparecido</a></strong></span> (Companhia das Letras, 296 páginas), e me despertou interesse imediato pelo livro, escrito por Dror Mishani, acadêmico especializado em literatura de mistério que fez o salto da pesquisa para a prática com este romance de estreia, lançado em 2011. Mais dois vieram desde então, com direitos vendidos para 15 línguas.</p>
<p>Temos uma trama muito simples: numa quarta-feira à noite, Chana Sharavi vai à delegacia de Holon, no sul de Tel-Aviv, comunicar o desaparecimento de seu filho Ofer, de 16 anos. É atendida pelo experiente policial Avraham Avraham, que a aconselha a voltar para casa e esperar que ele retorne, final mais comum desse tipo de ocorrência. Mas não desta vez. Tem início então uma investigação para traçar o paradeiro do rapaz, que parece ter sumido no ar. Paralelamente, Zeev Avni, morador do mesmo prédio da família Sharavi e ex-professor de inglês de Ofer, desenvolve uma estranha relação com o caso e com a própria figura do adolescente.</p><div id="liter-2586687637" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;O Desaparecido é um livro em que pouquíssimas coisas acontecem. A narrativa funciona sobretudo pelo apuro no desenvolvimento dos personagens.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que no início promete ser um típico romance procedural, onde o policial lida com apenas mais um caso de sua carreira e os muitos aspectos técnicos de uma investigação oficial são apresentados, vai se revelando algo diferente ao tomar o caminho da exploração psicológica de Avraham Avraham e Zeev Avni.</p>
<p>Enquanto lia, não pude deixar de pensar na obra do brasileiro Luiz Alfredo Garcia-Roza, sobretudo <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://amzn.to/2U9FHSd" target="_blank" rel="noopener">Espinosa Sem Saída</a></strong></span>, de 2006. As semelhanças são tanto de estrutura, com o ponto de vista variando entre o protagonista e o suspeito, quanto de tom, intimista e meditativo.</p>
<p>Mishani tem uma escrita concisa, é pouco dado a descrições e está sempre externando os diálogos internos de seus personagens, revelando desejos frustrados e motivações escondidas. Há sempre uma reflexão ocorrendo nos bastidores das mais corriqueiras ações – ir para o trabalho, tomar café, dar banho num bebê. A janela que o autor abre para a mente de seus personagens, um policial pacato e um professor de classe média, os expõe como seres mais intrigantes do que parecem à primeira vista.</p>
<p>Avraham é um homem sem características marcantes, solitário, vive para o trabalho. Filho único, tem uma relação distante com os pais. Fuma muito. Mantém o inusitado hobby de encontrar soluções alternativas às apresentadas pelos detetives nos desfechos dos romances policiais que lê. Seus dias na polícia israelense são povoados por casos de resolução simples, geralmente sem violência, o que lhe faz acreditar, a princípio, que Ofer retornaria para casa durante a noite ou na manhã do dia seguinte ao registro da ocorrência. Acaba com um conflito interno pela culpa de não ter detectado logo que aquele desaparecimento seria diferente dos demais, sentimento que, ao longo da narrativa, o impulsiona, mas também o sabota. Trata-se – e este é um elemento importante para criação de empatia – de um profissional competente passando por um momento conturbado, lidando com as consequências de um erro, questionando a própria capacidade. Algo que todos experimentamos, a alguma altura da vida.</p>
<p>Por sua vez, Zeev Avni é desde o começo uma figura enigmática, buscando se aproximar dos envolvidos na investigação – de Avraham, em particular – e, ao mesmo tempo, aparentando saber mais do que revela a eles. Marido e pai, ele lida com seus papéis familiares com certo automatismo, os pensamentos sempre se afastando das ações presentes e vagando em direção a Ofer. Nos capítulos pelo ponto de vista do professor, Mishani estabelece um jogo de mostrar e esconder que deixa o leitor em suspenso, perguntando-se o que, afinal de contas, Zeev sabe, o que ele fez. Um outro ponto importante para o desenvolvimento do personagem é sua relação com o ato da escrita, algo que, quando surge na narrativa, o torna ainda mais complexo – e suspeito, dado o conteúdo do que escreve (e isso é tudo o que deve ser dito sobre isso, para não acabar em spoilers).</p>
<p>O Desaparecido tem boa escrita e personagens interessantes, e se apoia nesses elementos. É possível que muitos leitores tenham problemas com a trama, no entanto, e o paralelo com Garcia-Roza ajuda a entender isso. Assim como o brasileiro, Mishani passa muito tempo na cabeça dos protagonistas, e a criatividade exibida na investigação de suas motivações e dilemas não se reproduz na investigação do desaparecimento de Ofer. A própria figura do rapaz poderia ter sido melhor explorada, o que daria mais peso às indigestas descobertas do caso. Além disso, uma curiosa surpresa no final, embora funcione como conceito, dificulta um pouco mais o entendimento dos acontecimentos – o que, estranhamente, parece ser a exata intenção do autor.</p>
<p>O fechamento proposto pelo autor é incomum, e certamente dividirá opiniões, assim como todo o desenvolvimento reflexivo e pouco movimentado da história. Mesmo que cause estranheza a alguns leitores, vale atentar para o trabalho de Mishani com os personagens e a construção temática que culmina no desfecho. São estes os pontos fortes desta estreia literária. De minha parte, fico no aguardo por novos casos de Avraham Avraham.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Livro cedido pela Companhia das Letras</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/26/resenha-o-desaparecido-dror-mishani/">RESENHA | O desaparecido, Dror Mishani</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Lançamentos de fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 19:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os livros em destaque deste mês. Para ver todos os lançamentos, clique aqui. x 1. Medo Clássico: Edgar Allan Poe (Darkside Books) O livro é uma homenagem da Darkside Books a Edgar Allan Poe: da capa dura à nova tradução feita por Marcia Heloisa, pesquisadora e tradutora do gênero, além das ilustrações em xilogravura feitas pelo artista...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-16906 size-large" style="margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/collage_fev2017.jpg?w=639" alt="collage_fev2017" width="639" height="316" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Confira os livros em destaque deste mês. Para ver todos os lançamentos, <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">clique aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>1. Medo Clássico: Edgar Allan Poe</strong></span></span><br />
(Darkside Books)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-16897" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/dark_poe.png?w=206" alt="dark_poe" width="206" height="300" /></span></p><div id="liter-2586687637" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O livro é uma homenagem da Darkside Books a Edgar Allan Poe: da capa dura à nova tradução feita por Marcia Heloisa, pesquisadora e tradutora do gênero, além das ilustrações em xilogravura feitas pelo artista gráfico Ramon Rodrigues. O conteúdo selecionado recheia as 384 páginas deste primeiro volume. </span><span style="font-size:1.15em;">Os contos estão divididos em blocos temáticos que ajudam a visualizar a enorme abrangência da obra. A morte, narradores homicidas, mulheres imortais, aventuras, as histórias do detetive Auguste Dupin, personagem que serviu de inspiração para Sherlock Holmes. O livro traz o prefácio do poeta Charles Baudelaire, admirador confesso de Poe e o primeiro a traduzi-lo para o francês, e apresenta ainda “O Corvo” na sua versão original, em inglês, além de reunir suas mais importantes traduções para o português: a de Machado de Assis (1883) e a de Fernando Pessoa (1924).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>2. A Promessa, Harlan Coben</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-16899" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/promessa.jpg?w=209" alt="promessa" width="209" height="300" /><br />
Depois de ouvir duas adolescentes trocando confidências no porão de sua casa, Myron faz com que as garotas prometam ligar para ele se um dia estiverem em alguma encrenca e não tiverem coragem de recorrer aos pais em busca de ajuda. Ele garante que irá em seu socorro sem questionamentos, qualquer que seja a situação. Alguns dias depois, às duas da manhã, seu telefone toca. É Aimee Biel, uma das garotas a quem oferecera apoio incondicional. Abalada e nervosa, ela pede que Myron a deixe em frente a uma casa numa rua deserta, o suposto endereço de uma amiga. Apesar de sentir que alguma coisa está errada, Myron honra sua palavra e não faz perguntas. Mas ele se arrependerá profundamente dessa decisão, porque talvez essa seja a última vez que Aimee será vista por alguém. Atormentado pela culpa – ao mesmo tempo que se torna o principal suspeito pelo misterioso desaparecimento –, Myron decide investigar o caso por conta própria. Envolvido numa trama cheia de promessas desfeitas e segredos devastadores, ele descobre que essa não será apenas uma busca por uma adolescente que sumiu: será também uma busca pela verdade em suas nuances mais sombrias</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>3. O Desaparecido, Dror Mishani</strong></span></span><br />
(Companhia das Letras)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-16901 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/misani_p.jpg?w=186" alt="misani_p" width="186" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O primeiro romance policial com o detetive Avraham Avraham, a nova sensação da literatura policial. Quando um adolescente desaparece num pacato subúrbio de Tel Aviv, o detetive Avraham Avraham pensa que tem uma tarefa simples pela frente, como costumam ser os inquéritos na região. Todavia, após uma conversa com o professor do garoto, Avraham se vê embrenhado numa complexa e perigosa investigação, que o fará questionar sua própria ideia de violência. Especialista em literatura policial, Dror Mishani cria neste seu primeiro romance uma memorável aventura — um labirinto de pistas falsas e mentiras que conduzirá Avraham aos cantos mais sombrios da alma humana, e de onde ele não voltará o mesmo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>4. A Viúva, Fiona Barton</strong></span></span><br />
(Intrínseca)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-16903" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/viuva.jpg?w=202" alt="viuva" width="202" height="300" /><br />
<span style="font-size:1.15em;">Ao longo dos anos, Jean Taylor deixou de contar muitas coisas sobre o terrível crime que o marido era suspeito de ter cometido. Ela estava muito ocupada sendo a esposa perfeita, permanecendo ao lado do homem com quem casara enquanto convivia com os olhares acusadores e as ameaças anônimas. No entanto, após um acidente cheio de enigmas, o marido está morto, e Jean não precisa mais representar esse papel. Não há mais motivo para ficar calada. As pessoas querem ouvir o que ela tem a dizer, querem saber como era viver com aquele homem. E ela pode contar para eles que havia alguns segredos. Afinal, segredos são a matéria que contamina (ou preserva) todo casamento. Narrado das perspectivas de Jean Taylor, a viúva, do detetive Bob Sparkes, chefe da investigação, cuja carreira é posta em xeque pelo caso, e da repórter Kate Waters, a mais habilidosa dos jornalistas que estão atrás da verdade, o romance de Fiona Barton é um tributo aos profissionais que nunca deixam uma história, ou um caso, escapar, mesmo que ela já esteja encerrada. Fiona Barton foi repórter do The Daily Mail, chefe de reportagem do The Daily Telegraph e repórter especial do The Mail on Sunday, onde conquistou o prêmio de Jornalista do Ano pelo British Press Awards.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/02/10/lancamentos-de-fevereiro/">Lançamentos de fevereiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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