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	<title>Arquivos belas adormecidas -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos belas adormecidas -</title>
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		<title>Pai e filho King, as Belas Adormecidas e uma premissa mal aproveitada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 14:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Padrini &#8211; Algo que aprendi desde que adquiri o hábito da leitura, é que não precisamos amar todos os livros escritos por um determinado autor. Por mais que pronunciemos aos sete ventos ‘Eu amo o Simenon’ ou ‘Jo Nesbø é o maioral’, algumas histórias não correspondem às nossas expectativas. Estamos falando de um...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; Algo que aprendi desde que adquiri o hábito da leitura, é que não precisamos amar todos os livros escritos por um determinado autor. Por mais que pronunciemos aos sete ventos ‘Eu amo o Simenon’ ou ‘Jo Nesbø é o maioral’, algumas histórias não correspondem às nossas expectativas. Estamos falando de um desses casos? Sim, estamos.</p>
<p>Belas Adormecidas (Suma, 2017) é um baita tijolo escrito pelo mestre foda do suspense e do terror Stephen King em parceria com seu filho Owen King. Pai e filho King, nesse caso, trazem até nós a surreal experiência de um dia todas as mulheres do mundo começarem a dormir envoltas em casulos bizarros e simplesmente não acordarem. Uma espécie de ‘doença do sono’ que só afeta as mulheres – em escala mundial, apesar de vivenciarmos apenas a experiência de uma cidadezinha do interior – é a grande premissa do livro.</p>
<p>Mas será que basta uma boa premissa para que uma história seja envolvente, divertida e bem executada? Nem sempre. King – os Kings, nesse caso – escreve bem, é inegável. Não há como simplesmente dizer que está ruim e não está legal. Pelo contrário, os personagens de ‘Belas Adormecidas’ são bem construídos. Lila e Clint Norcross, Frank Geary e Terry Combs são bons exemplos. Rendem algumas risadas e alguns suspenses.</p>
<p>Os cenários são bem detalhados e todo o universo que serve de pano de fundo para o caos gerado com o cochilo da mulherada é extremamente característico de Stephen King, ou seja, uma bela cidade do interior americana, com uma galera mais urbana, outra mais caipira. Ademais, grande parte da história se passa em uma prisão feminina, o que também é bem interessante, principalmente por se tratar de um mundo pouco conhecido e ilustrado. Os autores trabalham bem essa parte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="padding-left: 120px;">Porém, será difícil defendê-los dessa vez. ‘Belas Adormecidas’ tem mais de 700 páginas, mas poderia ter menos de 300, ou mesmo virar apenas um conto. A premissa é boa, mas toda a história construída em torno dela não convence e poderia ser algo bem diferente.</h5>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p>Os elementos sobrenaturais como ´Evie Black´ &#8211; uma espécie de bruxa bonita rainha da natureza e dos animais – e ‘A raposa’, que protagoniza alguns trechos do livro, não foram fáceis de engolir. O mundo do outro lado da árvore, os animais que se comunicam, os ratos que obedecem à rainha da natureza que ninguém sabe de onde veio, tudo isso ficou só estranho mesmo. O ‘mundo sem homens’ e toda aquela coisa de ‘os homens que são agressivos e responsáveis pelas guerras e todos os problemas da humanidade’ também não foram suficientemente explorados ou mesmo devidamente argumentados, por mais que possa ser verdade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-24189 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/01/img_0305-e1516625655333.jpg" alt="" width="1200" height="899"></p>
<p>Claro, não esperava ler nenhum artigo científico. Pelo contrário, estamos lendo ficção aqui pessoal. Mas, mesmo uma ficção que pretende abordar algo tão próximo da nossa realidade, deve buscar convencer o leitor e sugá-lo para o seu universo, em minha opinião. O que, tendo em vista tudo o que eu disse até agora, não aconteceu.</p>
<p>A partir do momento em que ultrapassei a página 500 e até chegar ao fim do livro, me senti escalando uma montanha sem equipamento adequado. O fim simplesmente não chegava, mas o livro já tinha acabado pra mim. O desfecho de tudo é razoável, e um pouco óbvio. Ao longo do livro, diversos acontecimentos vão se acumulando para dar à história um toque caótico, mas infelizmente apenas cansam o leitor porque acrescentam muito pouco ao resultado final.</p>
<p>Apesar de gostar muito de Stephen King, e de todos os livros os quais resenhei por aqui, não indico a leitura de ‘Belas Adormecidas’. Indicaria se fosse um conto ou um livro de 300 páginas, como disse anteriormente. Mas, no atual formato ‘tijolo’, não acho que a experiência traga satisfação ao leitor. É muita narração e pouca efetividade, o que lembra apenas um exercício de escrita algumas vezes, algo ainda inacabado. Quanto à edição e à tradução, nada a reclamar, tudo nos conformes.</p>
<p>De qualquer forma, King não se dispensa e você, leitor, pode ter uma experiência totalmente diferente da minha. Portanto, se você estiver curioso para saber o que pai e filho King arrumaram a partir de uma premissa realmente interessante, vá em frente e vamos discutir o que deu certo ou errado dessa vez. Se você está pensando ‘Então porque diabos eu li essa resenha’, pense que, se você quiser ler mais um King ou mesmo iniciar sua amizade com o autor, talvez esse título não seja o mais indicado.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11318" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/parceria_suma.jpg" alt="" width="226" height="70"></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10104" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/09/star2.png" alt="" width="49" height="22"></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20169 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/belas.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300">Título</strong>: Belas Adormecidas<br />
<strong>Autor</strong>: Stephen King e Owen King<br />
<strong>Tradução</strong>: Regiane Winarski<br />
<strong>Editora</strong>: Suma<br />
<strong>Páginas</strong>: 728</p>
<p>SINOPSE &#8211; Pelo mundo todo, algo de estranho começa a acontecer quando as mulheres adormecem: elas são imediatamente envoltas em casulos. Se despertadas, se o casulo é rasgado e os corpos expostos, as mulheres se tornam bestiais, reagindo com fúria cega antes de voltar a dormir. Em poucos dias, quase cem por cento da população mundial feminina pegou no sono. Sozinhos e desesperados, os homens se dividem entre os que fariam de tudo para proteger as mulheres adormecidas e aqueles que querem aproveitar a crise para instaurar o caos. Grupos de homens formam as “Brigadas do Maçarico”,incendeiam em massa casulos, e em diversas partes do mundo guerras parecem prestes a eclodir. Mas na pequena cidade de Dooling as autoridades locais precisam lidar com o único caso de imunidade à doença do sono: Evie Black, uma mulher misteriosa com poderes inexplicáveis. Escrito por Stephen King e Owen King, Belas Adormecidas é um livro provocativo, dramático e corajoso, que aborda temas cada vez mais urgentes e relevantes.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/01/22/pai-e-filho-king-as-belas-adormecidas-e-uma-premissa-mal-aproveitada/">Pai e filho King, as Belas Adormecidas e uma premissa mal aproveitada</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>LANÇAMENTOS &#124; Suspense, crime e terror em outubro</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/10/04/lancamentos-suspense-crime-e-terror-em-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 17:01:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os livros em destaque este mês. Para ver todos os lançamentos, clique aqui. x 1. Creepshow, Stephen King (Darkside Books) A DarkSide Graphic Novel anuncia o lançamento de Creepshow, a primeira hq escrita pelo autor. Tudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos),...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-20176 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/collageoutubro2017.jpg" alt="" width="639" height="245" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Confira os livros em destaque este mês. Para ver todos os lançamentos, <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">clique aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>1. Creepshow, Stephen King</strong></span></span><br />
(Darkside Books)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20160 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/creepshow.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A DarkSide Graphic Novel anuncia o lançamento de Creepshow, a primeira hq escrita pelo autor. Tudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos), para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics. O longa- -metragem marcou a estreia de King como roteirista — e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. Creepshow (que no Brasil ganhou o subtítulo Show de Horrores) se tornaria um cult movie instantâneo. E no mesmo ano Stephen King quis deixar ainda mais explícita sua homenagem à fonte original. Assim, ele adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics. A história em quadrinhos era a maneira perfeita para os fãs reviverem todos os pesadelos do filme em casa. Trinta e cinco anos depois, você pode fazer o mesmo — até porque o mais provável é que sua fita vhs já esteja desmagnetizada. Creepshow reúne cinco histórias de arrepiar, duas delas adaptadas de contos que Stephen King já havia publicado: “Weeds” e “The Crate”. Usando um decrépito narrador morto-vivo, o autor de It, a Coisa e Torre Negra soube recriar o clima dos gibis malditos que o assustavam quando ainda era um adolescente rebelde no estado do Maine.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>2. Origem, Dan Brown</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20159 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/origem.jpg?w=198" alt="" width="198" height="300" /></span></p>
<p><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento… algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana. Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre. Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch. Em meio a fatos</span> <span style="color:#000000;">históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch… e com a verdade espantosa que ignoramos durante tanto tempo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>3. As boas damas: uma novela de Sherlock Holmes, Clara Madrigano</strong></span></span><br />
(Dame Blanche)<br />
<span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20162 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/boasdamas.jpg?w=205" alt="" width="205" height="300" />&#8220;As boas damas&#8221; é a aventura de Annabel Watson, filha do famoso doutor e parceiro de investigações de Sherlock Holmes. Anos depois da morte dos pais, Anna vive com Holmes, seu tutor legal, que está prestes a se aposentar, até uma última cliente aparecer: uma dama da sociedade, que confessa ter assassinado o próprio filho, desafiando o detetive a descobrir suas motivações. Holmes, com Annabel a tiracolo, vê-se diante de um mistério que parece encobrir um mundo sobrenatural.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>4. O casamento, Victor Bonini</strong></span></span><br />
(Faro Editorial)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20165 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/casamento.jpg?w=205" alt="" width="205" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Meses atrás, os amigos diriam que o namoro de Plínio e Diana tinha prazo de validade. Eles se conheceram de um jeito bizarro, pensam completamente diferente e nenhuma das famílias aprova o relacionamento. Mas eles resistiram a tudo. E agora vão se casar. O mais íntegro dos convidados esconde um segredo devastador. Mas alguém sabe e está disposto a espremê-lo com chantagens. É então que o detetive Conrado Bardelli se hospeda no hotel-fazenda onde ocorrerá o casamento. Ele precisa descobrir o lobo entre as ovelhas. E rápido. Pois, a cada nova ameaça, o chantagista eleva o tom e falta pouco para a bomba explodir. Enquanto a plateia espera ansiosa em frente ao altar, algo brutal acontece na antessala. Só quando veem as paredes lavadas com sangue é que os convidados se rendem ao desespero. Começa uma confusão para interromper a marcha nupcial e chamar a polícia. Ninguém sabe o que fazer. E Bardelli, que lidava com um caso de extorsão, descobre que se meteu em algo muito pior. Agora, ele é o único capaz de encontrar respostas. O problema é que as mortes não param de acontecer.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>5. Arsène Lupin contra Herlock Sholmes, Maurice Leblanc</strong></span></span><br />
(Clássicos Zahar)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20166 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/arsene.jpg?w=215" alt="" width="215" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Arsène Lupin é o ladrão de casaca mais famoso e admirado que o mundo já conheceu. Genial e sedutor, ele age de acordo com suas próprias leis, mas sempre obedecendo a um código de honra cavalheiresco. Nesse volume, o segundo da série, Lupin trava um inesquecível duelo com seu arquirrival, o detetive inglês Herlock Sholmes, em duas histórias mirabolantes e muito divertidas: &#8220;A Mulher Loura&#8221; e &#8220;A lâmpada judaica&#8221;. Levará a melhor quem for mais rápido – no poder de raciocínio e dedução ou, se necessário, com os punhos. Essa aventura de um dos personagens mais clássicos da literatura policial traz o texto integral em primorosa tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda &#8211; vencedores do Prêmio Jabuti -, apresentação e cronologia de vida e obra do autor. A versão impressa apresenta ainda capa dura e acabamento de luxo.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>6. Belas adormecidas, Stephen &amp; Owen King</strong></span></span><br />
(Editora Suma)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20169 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/belas.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Pelo mundo todo, algo de estranho começa a acontecer quando as mulheres adormecem: elas são imediatamente envoltas em casulos. Se despertadas, se o casulo é rasgado e os corpos expostos, as mulheres se tornam bestiais, reagindo com fúria cega antes de voltar a dormir. Em poucos dias, quase cem por cento da população mundial feminina pegou no sono. Sozinhos e desesperados, os homens se dividem entre os que fariam de tudo para proteger as mulheres adormecidas e aqueles que querem aproveitar a crise para instaurar o caos. Grupos de homens formam as “Brigadas do Maçarico”,incendeiam em massa casulos, e em diversas partes do mundo guerras parecem prestes a eclodir. Mas na pequena cidade de Dooling as autoridades locais precisam lidar com o único caso de imunidade à doença do sono: Evie Black, uma mulher misteriosa com poderes inexplicáveis. Escrito por Stephen King e Owen King, <em>Belas Adormecidas</em> é um livro provocativo, dramático e corajoso, que aborda temas cada vez mais urgentes e relevantes.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>7. Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano, John Douglas e Olshaker Mark</strong></span></span><br />
(Editora Intrínseca)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20171 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/mindhunter2.jpg?w=206" alt="" width="206" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein. Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos. Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.</span></span></p>
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<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>8. Um legado de espiões, John le Carré</strong></span></span><br />
(Editora Record)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-20172" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/carre.jpg?w=191" alt="" width="191" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A Guerra Fria está de volta. John le Carré também Peter Guillam, parceiro leal e discípulo de George Smiley no Serviço Secreto Britânico — também conhecido como Circus —, aproveitava a aposentadoria na fazenda da família na costa sul da Bretanha quando uma carta enviada pela agência de inteligência britânica o convoca a ir a Londres. O motivo? Seu passado na Guerra Fria veio à tona para confrontá-lo. As operações de espionagem que costumavam ser a menina dos olhos da agência estão sendo examinadas por uma geração que não possui nenhuma memória da Guerra Fria. Agora, alguém terá de pagar pelo sangue inocente derramado em nome de um bem maior. A hora do acerto de contas chegou. Intercalando passado e presente para que cada um conte a própria história, John le Carré nos presenteia com uma obra-prima da espionagem que vai encantar seus milhares de fãs fiéis e conquistar uma nova geração leitores.</span></span></p>
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<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>9. A hora do pesadelo (Never sleep again), Thommy Hutson</strong></span></span><br />
(Darkside Books)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20173 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/timthumb.png?w=210" alt="" width="210" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A Hora do Pesadelo: Never Sleep Again tem tudo para se transformar no livro de cabeceira dos fãs mais exigentes. O livro conta a história de como o diretor resgatou uma antiga obsessão de sua infância para criar um dos personagens mais icônicos do cinema moderno. Em uma produção de baixo orçamento de 1984, Freddy Krueger logo sairia das telas para aterrorizar o inconsciente coletivo das futuras gerações. Mas quem assiste hoje ao primeiro longa-metragem da franquia (que já contabiliza nove títulos, incluindo uma parceria com Jason Voorhees de Sexta-Feira 13) não imagina as dificuldades que o diretor precisou enfrentar para transformar seu pesadelo em realidade. A Hora do Pesadelo: Never Sleep Again é o registro mais completo sobre este slasher movie revolucionário. Para escrevê-lo, o autor Thommy Hutson, que já havia produzido um documentário sobre o filme, voltou a entrevistar membros do elenco e da equipe, incluindo o próprio We Craven, que assinou a apresentação do livro, antes de nos deixar, em 2015. Uma curiosidade: a primeira edição americana de A Hora do Pesadelo: Never Sleep Again foi bancada através de financiamento coletivo, e a campanha na plataforma Kickstarter contou com a participação da atriz Heather Langenkamp, que encarnou Nancy Thompson, a jovem atormentada por Freddy nos três primeiros filmes da série. Novo lançamento da Coleção Dissecando — junto com O Massacre da Serra Elétrica, Evil Dead e Sexta-Feira 13 — A Hora do Pesadelo: Never Sleep Again chega aos leitores em Limited Edition, com capa dura para fazer bonito na estante de qualquer fã de terror que se preze, e vem recheado de fotos exclusivas e segredos dos bastidores que vão surpreender até os fãs que juravam que sabiam tudo.</span></span></p>
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<p style="text-align:left;"><span style="font-size:2.5em;"><span style="color:black;"><strong>10. Os crimes da rua morgue e outras histórias extraordinárias, Edgar Allan Poe</strong></span></span><br />
(Editora Rocco)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20178 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/71bahfklrgl.jpg?w=197" alt="" width="197" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Publicado pela primeira vez em 1841, na Graham’s Magazine, o conto que nomeia o livro, “Os crimes da rua Morgue”, traz a estreia de Auguste Dupin, considerado o primeiro detetive da literatura policial e do raciocínio dedutivo. O personagem viria a influenciar a criação de outros detetives ficcionais que também priorizam a razão, como os clássicos Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle, Arsène Lupin, de Maurice Leblanc, Hercule Poirot, de Agatha Christie, e o comissário Jules Maigret, de Georges Simenon..</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">&#8220;Os crimes da rua Morgue” é o carro-chefe desta reunião de histórias de terror e mistério traduzida por ninguém menos que Clarice Lispector. Grande leitora e fã da literatura policial, a escritora, que também verteu para o português os livros de Agatha Christie sob o pseudônimo de Mary Westmacott, empresta seu talento invulgar ao gênio de Poe, trazendo para o leitor brasileiro histórias como “A máscara da morte rubra”, “O gato preto”, “Ligeia” e outras. Lançamento do selo Fantástica Rocco, esta edição de Os crimes da rua Morgue e outras histórias extraordináriasrecupera este encontro, literalmente, fantástico.</span></span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/04/lancamentos-suspense-crime-e-terror-em-outubro/">LANÇAMENTOS | Suspense, crime e terror em outubro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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