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	<title>Arquivos Ben Templesmith -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Ben Templesmith -</title>
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		<title>30 DIAS DE NOITE &#124; A temporada de caça aos humanos começou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 14:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Há algumas décadas, quando lia os quadrinhos do “Monstro do Pântano”, das safras Allan Moore, e Bissete &#38; Totleben, eu me perguntava: como é que aqueles desenhos encharcados de cores berrantes me davam um medo ancestral? Na época, eu ainda relacionava medo ao escuro e às figuras sangrentas das páginas...</p>
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<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Há algumas décadas, quando lia os quadrinhos do “Monstro do Pântano”, das safras Allan Moore, e Bissete &amp; Totleben, eu me perguntava: como é que aqueles desenhos encharcados de cores berrantes me davam um medo ancestral? Na época, eu ainda relacionava medo ao escuro e às figuras sangrentas das páginas baratas de “Contos da Cripta”. Para mim, arrepiava a nuca aquilo que não se podia ver ou o que era repugnante, nojento.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594541260&amp;asins=8594541260&amp;linkId=85c4555cb42880ddd7ea353752b7c048&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O tempo passou e vieram “Motoqueiro Fantasma”, “Dylan Dog”, “Hellblazer”, “Spawn”, e só voltei a trincar os dentes pra valer com “Asilo Arkham”, quando Grant Morrison e Dave McKean me convidaram a entrar à noite num hospício lotado de criminosos. Não bastasse o roteiro delirante, tínhamos também uma arte que conseguia reproduzir a sensação perturbadora de que todos ali estávamos enlouquecendo. Foi arrebatador ver os personagens extrapolando os limites do requadro ao mesmo tempo em que víamos interferências gráficas que denunciavam colagens de materiais nos originais do desenhista. Rabiscos com caligrafias esquisitas criavam novas camadas de leitura, e a arte carregada de escuridão me levava de volta ao medo ancestral do mal que espreita das trevas.</p>
<p>Bons quadrinhos de terror precisam nos perturbar mentalmente e criar atmosferas que nos engolem. Funcionam como buracos. Foi assim com “Asilo Arkham”, e é disso que estamos falando quando temos nas mãos “30 dias de noite”, de Steve Niles e Ben Templesmith. Desta vez, não é preciso estar preso num hospital psiquiátrico para ser atacado; temos uma cidade inteira! E não se trata de uma noite qualquer, mas o tempo do medo também foi dilatado… Em Barrow, a cidade mais ao norte dos Estados Unidos, há um mês inteiro em que o sol nunca aparece. É inverno no Alasca e tudo fica em trevas totais, verdadeiro paraíso para quem não pode com raios solares. Não demora muito para que hordas de vampiros se desloquem até lá para fazer uma espécie de safári humano, num autêntico banquete sangrento de um mês.</p><div id="liter-3292639565" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">[su_quote]Ágil, mordaz e cortante, o texto de Steve Niles não faz com que o leitor perca tempo. Em poucas páginas, já estamos entre os apavorados habitantes de Barrow atirando a esmo no escuro, certos de que estamos sendo atacados.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Templesmith, por sua vez, carrega nas tintas e faz do exagero o calibre grosso do seu pincel. A atmosfera é sufocante, mesmo que gelada. Os frames parecem habitados por vultos, e o sangue jorra como um oleoduto enfurecido. Há velocidade e silêncio, ação e brutalidade. Templesmith parece farejar as pegadas do mestre Bill Sienkiewicz, e seus desenhos são propositadamente sujos, como se tivessem sido feitos com um pedaço de carvão por um dos pretensos sobreviventes de Barrow. Seus vampiros têm olhares esbugalhados e as vítimas são frágeis como a crença de que vampiros existam de verdade…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38515" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01.jpg" alt="" width="550" height="550" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01.jpg 550w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01-150x150.jpg 150w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38516" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01.jpg" alt="" width="550" height="550" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01.jpg 550w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01-150x150.jpg 150w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você pode não acreditar em bruxas, mas que elas existem… ah, existem! Assim como Barrow, a cidadezinha perdida no nada, onde tudo aconteceu. Barrow existe, mas mudou de nome em 2016, após um plebiscito local. Hoje, se chama Utqiagvik, e talvez a má fama trazida por “30 dias de noite” tenha influenciado essa decisão&#8230;</p>
<p>Publicada como minissérie nos Estados Unidos em 2002, “30 dias de noite” foi adaptada com honestidade para o cinema por David Slade. Quinze anos depois, a história foi reunida num único volume e celebrada como um triunfo dos quadrinhos de terror. É justamente esta edição que chega agora ao mercado brasileiro com a costumeira qualidade gráfica que a DarkSide Books dispensa aos seus lançamentos. Os três livros sobre os massacres em Barrow estão luxuosamente envolvidos numa elegante capa dura, num vermelho de tom próximo ao sangue coagulado e envelhecido. Entre as 368 páginas, há ainda um texto de abertura do cineasta David Slade e artes extras assinadas por Ashley Wood e Ben Templesmith. Pra completar, uma aterrorizante sobrecapa veste o volume, e você só vai descobrir sua razão lendo a obra…</p>
<p>“30 dias de noite” me devolveu parte do terror ancestral que há tempos não sentia. É envolvente e magnética, e eu devorei aqueles 700 gramas de papel como se estivesse sem beber sangue há décadas. Sentir medo é também sentir que estamos vivos. Ainda.</p>
<p><em>* Exemplar enviado pela Darkside Books.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/30-Dias-Noite-Edi%C3%A7%C3%A3o-Comemorativa/dp/8594541260/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1C3QF1SQDMLKY&amp;keywords=30+dias+de+noite&amp;qid=1569852215&amp;sprefix=30+dias,aps,291&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=8966b2a2845e249c0a4472eff132c015" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594541260&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594541260" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: 30 dias de noite<br />
<strong>Autores</strong>: Steve Niles (Autor), Ben Templesmith (Ilustrador)<br />
<strong>Tradução</strong>: Paulo Cecconi<br />
<strong>Páginas</strong>: 368<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
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<p>SINOPSE &#8211; Uma vez ao ano, em uma pequena cidade isolada chamada Barrow, no extremo norte do Alasca, nos Estados Unidos, o sol se põe e não nasce por trinta dias seguidos. Entre as esquinas macabras, becos escuros e uma espessa cortina de neve, criaturas milenares aproveitam os trinta dias de noite para atacar os moradores da cidade sem medo e reprimir sua insaciável sede de sangue. Esses vampiros não são bonitos ou sensíveis. São brutais, desprezíveis, cruéis ― animais que caçam e matam sem escrúpulos. Barrow é a cidade perfeita. Assim como na graphic novel Wytches, de Jock e Snyder, Steve Niles e Bem Templesmith criam uma releitura moderna de uma figura icônica na cultura pop e faz seus personagens ficarem a um passo do abismo na luta pela sobrevivência em uma cidade fria, escura, isolada e favorável a predadores impiedosos. Entre elaboradas cenas de ação brilhantemente retratadas na arte cheia de camadas e referências de Ben Templesmith, Niles constrói relações humanas intensas e poderosas em meio à um verdadeiro banquente sangrento. Diante da morte inevitável, muito se revela.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/30/30-dias-de-noite-a-temporada-de-caca-aos-humanos-comecou/">30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Cidade Selvagem: o declínio da civilização</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/10/21/cidade-selvagem-o-declinio-da-civilizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 12:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Thiago Augusto Corrêa &#8211; Responsável por grandes quadrinhos adultos além do eixo heroico central da Marvel e DC Comics, como Transmetropolitan, Planetary e Authority, Warren Ellis mergulha fundo na narrativa policial em Cidade Selvagem. Uma história cujo final nunca foi oficializado, mas que se encontra em hiato há mais de seis anos. Relançado...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/cidade-selvagem-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9512 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/cidade-selvagem-2.jpg" alt="Cidade Selvagem 2" width="615" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Por Thiago Augusto Corrêa</strong> &#8211; Responsável por grandes quadrinhos adultos além do eixo heroico central da Marvel e DC Comics, como Transmetropolitan, Planetary e Authority, Warren Ellis mergulha fundo na narrativa policial em Cidade Selvagem. Uma história cujo final nunca foi oficializado, mas que se encontra em hiato há mais de seis anos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Relançado recentemente pela editora Mythos em uma edição especial em capa dura, o encadernado reúne nove volumes da série cujo título original se refere ao personagem central, o detetive Richard Fell. Diferentemente de muitas narrativas em quadrinhos que se prologam em arcos e – quando finalizadas – compõem um material significativo em quantidade, cada edição de Cidade Selvagem apresenta uma história fechada com uma continuidade mínima entre cada edição.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A história se desenvolve na fictícia cidade de Snow, um reduto de violência situado do lado oposto de um rio que o separa de uma cidade populosa e desenvolvida. Sem dúvida, uma representação fictícia de muitas cidades empobrecidas ao lado de grandes centros urbanos, fazendo-nos lembrar, por exemplo, da ponte George Washington, a qual separa Nova York do estado de Nova Jersey. Snow potencializa a falência da sociedade em um local cujo crime predomina em todas as suas vertentes e o contingente policial é mínimo.</span></p><div id="liter-3292639565" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Diante desse cenário, a presença do detetive Fell, vindo do outro lado da ponta, é recebida como uma novidade. A personagem representa uma nova defesa contra a corrupção local, como alguém ainda puro diante dos vícios locais. Mesmo nas breves páginas de cada história, Ellis não poupa o público de investigações agressivas, explicitando que a cidade carrega tudo o que há de pior. O choque não apenas agride o leitor como glorifica a personagem do detetive como um herói, um reduto final de defesa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/fell-pagina-com-9-quadros.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9513 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/fell-pagina-com-9-quadros.jpg" alt="Fell - pagina com 9 quadros" width="400" height="616" /></a><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Porém, conforme se torna parte da população da cidade, sua personalidade perde a visão ideal de justiça e assume contornos de um vigilante, um homem que ainda segue a lei como objetivo mas que reconhece que, em um local com violência extrema, somente a brutalidade é a resposta ideal. Um império de força centralizado em um único homem, como uma luz em um mundo sombrio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A atmosfera de um local devastado se destaca também pela arte de Ben Templesmith, com traços sem contornos delineados, fazendo de cada página uma tela impressionista em que cores escuras se destacam e parecem manisfestar emoções de uma sociedade falida. Como cada edição apresenta uma história fechada, as páginas foram compostas por paineis de nove quadros, um estilo não usual devido a compressão dos quadros que ficam relativamente menores do que os tradicionais. Ellis e Templesmith trabalham em conjunto para que tanto narrativa gráfica quanto textual formem uma progressão natural da história, demonstrando habilidade em desenvolvê-la em um espaço restrito.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Indicada ao prêmio Eisner de &#8220;Melhor Série Estreante&#8221; e &#8220;Melhor Série&#8221; em 2006, mesmo ano que Ellis foi indicado ao prêmio de Melhor Escritor, Cidade Selvagem é um belo exemplo narrativo de uma <a href="http://www.vortexcultural.com.br/" target="_blank">história em quadrinhos</a> que bebe no noir para trazer um universo gráfico decadente em uma potente narrativa breve.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Thiago Augusto Corrêa</strong> é formado em Letras pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, na cidade de Araraquara. Leitor por paixão e profissão, co-criador de findados coletivos literários virtuais em parceria com diversos amigos escritores. Desde 2012 é editor e crítico do site <a href="http://www.vortexcultural.com.br/" target="_blank">Vortex Cultural</a>.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/21/cidade-selvagem-o-declinio-da-civilizacao/">Cidade Selvagem: o declínio da civilização</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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