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	<title>Arquivos Caryl Férey -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Caryl Férey -</title>
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		<title>Zulu, de Caryl Férey</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/31/resenha-zulu-de-caryl-ferey/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2015 13:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Caryl Férey]]></category>
		<category><![CDATA[editora vestígio]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[zulu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Um francês que escreve um policial sul-africano, com uma pegada mais violenta que os novos</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/31/resenha-zulu-de-caryl-ferey/">Zulu, de Caryl Férey</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Um francês que escreve um policial sul-africano, com uma pegada mais violenta que os novos autores nórdicos. Este é um resumo apressado para definir “Zulu”, que chega agora às livrarias brasileiras (Ed. Vestígio). Um desembarque atrasado, já que Caryl Férey lançou o livro em 2008 na França e com ele levou o Grand Prix de Littérature Policière, o Mystère de la Critique e o Grand Prix du Roman Noir Français, só pra citar os mais importantes.</p>
<p>Apesar desse intervalo, “Zulu” não perde a força e a potência. É um romance policial robusto, repleto de personagens atormentados, cenas de ação, reviravoltas, e um punhado de pequenos e grandes mistérios. Nas pouco mais de 300 páginas, somos atirados à violenta realidade da África do Sul, nação que anseia por se reinventar depois de décadas de apartheid. Não é apenas o sonho de igualdade racial que move o país, mas a condição de sediar em poucos anos a copa do mundo de futebol, vitrine inédita no continente. Uma chance em mil&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B0161X2BMO&amp;asins=B0161X2BMO&amp;linkId=eee55003ed059960cda23812b4b0a6da&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Neste clima, na Cidade do Cabo, a filha de um ídolo do rugby é encontrada morta, com marcas de violência e uma misteriosa droga em seu organismo.</p>
<p><strong>Detalhe um</strong>: a vítima é branca.<br />
<strong>Detalhe dois</strong>: o rugby é o esporte nacional, tendo sido usado inclusive por Mandela como uma possibilidade de reunificação do país.<br />
<strong>Detalhe três</strong>: há suspeita de estupro.</p>
<p>Para investigar o caso, Férey coloca em cena uma dupla de detetives que é a cara da nova África do Sul: Ali Neuman &#8211; um chefe de polícia negro, de origem zulu– e Brian Epkeen – um investigador africânder, o que em bom português quer dizer branco, descendente dos europeus colonizadores. É uma união de caráter simbólico, mas que ajuda a refletir a fragmentação daquela realidade. Se no século 19, os zulus eram os guerreiros que resistiram à invasão dos britânicos e dos bôeres, agora, convivem e compartilham as tarefas de apaziguar o país. Sim, porque embora o apartheid não exista mais, milícias, mercenários e outros grupos criminosos insistem em botar fogo no circo&#8230;</p>
<p>Caryl Férey é muito habilidoso ao apresentar seus personagens, untando-os com temperos variados. Neuman é o policial justo, durão, de poucas palavras. Epkeen tem uma vida pessoal totalmente desorganizada, e sua relação com a ex-mulher e o filho universitário está longe de ser amistosa. Neuman se preocupa com a mãe cega, que fica lhe arrumando namoradas. Epkeen mal lembra do nome das mulheres com quem dorme. Neuman guarda segredos dos tempos em que disputas políticas tribais perseguiram e mataram seu irmão e o pai. Epkeen revela uma qualidade notável no texto do autor: ele protagoniza os melhores diálogos, com falas cortantes, humor inteligente e ironia devastadora.</p>
<p>Enquanto acompanhamos a dupla de detetives, somos apresentados a alguns dos nove infernos de Dante. A tensão racial faz parte do solo calcinado daquele país. A cidade se equilibra em diversos aglomerados urbanos, com seus barracos e insalubridades, que mais se parecem guetos e que funcionam como parentes em primeiro grau das nossas favelas. A violência é endêmica, como a AIDS, que contamina quase um quinto da população, conforme as estatísticas oficiais. Os números são assustadores também quando se fala dos estupros e da quantidade de armas nas mãos dos civis. Some-se a isso a selvageria que naturaliza mutilações físicas, o tráfico de drogas, gangues bárbaras, rituais religiosos ancestrais, e o hábito de exterminar parentes como vingança pessoal. É um barril de pólvora, a ponto de alguém se perguntar no romance: “Como a primeira democracia da África podia ser também o país mais perigoso do mundo?”</p>
<p><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11312 " style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/zulu_insta.jpg"  alt="zulu_insta Zulu, de Caryl Férey"  width="429" height="431" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neuman e Epkeen não se atrevem a responder. Há mais um corpo estendido no chão. Mais uma jovem branca, filha de um símbolo nacional, violentada e encharcada com a desconhecida droga sintética. Desviando de balas e de cadáveres, os policiais percebem que a ganância internacional e o ódio não sepultado também concorrem para um banho de sangue nacional. Caryl Férey não poupa o leitor da crueldade das milícias e da maldade que transborda do coração dos homens. “Zulu” vomita violência. Não é um retrato de uma terra devastada, mas um fotograma devastador de uma terra que ainda convulsiona. Como se as feridas raciais e a instabilidade política fossem vulcões fervilhantes de lava, prestes a tossir. Curioso é que as palavras são caprichosamente escolhidas para qualificar e descrever personagens, esculpindo honra e caráter em madeira de lei. A delicadeza e a elegância da escrita de Férey contrastam com as vielas infectas, os bairros violentos e as ruas insalubres e miseráveis.</p>
<p>O vigor da narrativa reside um pouco na brutalidade com que esses personagens se cruzam, e como vamos nos apiedando de suas próprias fragilidades. Como disse, Férey não evita que levemos um, dois, três socos na boca do estômago. A versão cinematográfica de “Zulu” – de 2013 e tendo Forest Whitaker e Orlando Bloom como protagonistas – é mais complacente com o público. Férey <a href="http://www.premiere.fr/Cinema/News-Cinema/Caryl-Ferey-Zulu-est-fidele-a-mon-livre-mais-plus-important-encore-a-l-Afrique-du-Sud-3903300" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gostou do resultado</a>, mas seu livro é infinitamente mais cru, complexo e impiedoso.</p>
<p>A versão que chega – finalmente! – ao Brasil se vale do filme na capa e tropeça um pouco na tradução. No início, as palavras mantidas no idioma africano causam alguma estranheza, mas ajudam a mergulhar naquele rico universo. O problema está na manutenção de algumas expressões em inglês, e que já temos equivalentes por aqui. É o caso de “Cape Town” (Cidade do Cabo), de “Red Cross Hospital” (Hospital da Cruz Vermelha) e de “Inspetor Gadget”, que conhecemos por Inspetor Bugiganga&#8230; Há também o CNA (Congresso Nacional Africano), o partido de Mandela, que aparece no livro como ACN, o original em inglês. Dispensável&#8230;</p>
<p>Afora isso, o livro vale muito. Deixo um conselho ao leitor: fortaleça seu coração e prepare o espírito, o final é arrebatador.</p>
<p><em>* Livro enviado ao site pela Editora Vestígio</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">SOBRE O LIVRO</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.amazon.com.br/Zulu-Caryl-F%C3%A9rey-ebook/dp/B0161X2BMO?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=zulu+caryl&amp;qid=1614272431&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=dee9acab4541b16dca4ea6a762a97310&amp;language=pt_BR&amp;ref_=as_li_ss_il" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B0161X2BMO&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR Zulu, de Caryl Férey" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B0161X2BMO&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img  title="" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B0161X2BMO"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B0161X2BMO Zulu, de Caryl Férey"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título</strong>: Zulu<br />
<strong>Autor</strong>: Caryl Férey<br />
<strong>Tradução</strong>: Fernando Scheibe<br />
<strong>Editora</strong>: Vestígio<br />
<strong>Páginas</strong>: 288<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3kzO8Ux" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">SINOPSE &#8211; Quando criança, Ali Neuman fugiu de sua terra natal para escapar das milícias do Inkatha, em guerra com o partido rival, o Congresso Nacional Africano. Ele e sua mãe foram os únicos membros da família a sobreviver àqueles anos de terror, e Ali carrega traumas, emocionais e físicos, que não compartilha com ninguém. Hoje chefe da polícia criminal de Cape Town, vitrine da África do Sul, Neuman tem que lidar com dois terríveis flagelos que assolam a primeira democracia da África: a violência e a AIDS. Seu trabalho se complica quando a filha de um ex-campeão mundial de rugby da elite branca é encontrada brutalmente assassinada, com vestígios de uma droga desconhecida no sangue. Ali Neuman, Dan Fletcher &#8211; o jovem braço direito do capitão zulu &#8211; e o turbulento tenente Brian Epkeen parecem andar em círculos na investigação, seguindo uma pista falsa após a outra, enquanto a carnificina se intensifica. Ainda que o apartheid tenha sido extirpado da cena política, velhos inimigos continuam agindo à sombra da reconciliação nacional. Carregado de violência e desvelado por um texto primoroso e premiado, Zulu é um raio-x estarrecedor da realidade criminal de uma nação marcada por desigualdades e contradições.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Zulu, de Caryl Férey" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/31/resenha-zulu-de-caryl-ferey/">Zulu, de Caryl Férey</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Literatura policial: lançamentos de setembro</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/28/literatura-policial-lancamentos-de-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 18:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[arthur conan doyle]]></category>
		<category><![CDATA[Caryl Férey]]></category>
		<category><![CDATA[edyr augusto]]></category>
		<category><![CDATA[L&PM pocket]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os principais lançamentos policiais, de suspense e mistério para setembro. x ESTRANGEIROS ZULU, de Caryl Férey Editora Vestígio Quando</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/28/literatura-policial-lancamentos-de-setembro/">Literatura policial: lançamentos de setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Confira os principais lançamentos policiais, de suspense e mistério para setembro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.45em;">ESTRANGEIROS</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8672 size-thumbnail" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/zulu.jpg?w=104"  alt="zulu Literatura policial: lançamentos de setembro"  width="104" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">ZULU, de Caryl Férey</span><br />
</strong>Editora Vestígio<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quando criança, Ali Neuman fugiu de sua terra natal para escapar das milícias do Inkatha, em guerra com o partido rival, o Congresso Nacional Africano. Ele e sua mãe foram os únicos membros da família a sobreviver àqueles anos de terror, e Ali carrega traumas, emocionais e físicos, que não compartilha com ninguém. Hoje chefe da polícia criminal de Cape Town, vitrine da África do Sul, Neuman tem que lidar com dois terríveis flagelos que assolam a primeira democracia da África: a violência e a AIDS. Seu trabalho se complica quando a filha de um ex-campeão mundial de rugby da elite branca é encontrada brutalmente assassinada, com vestígios de uma droga desconhecida no sangue. Ali Neuman, Dan Fletcher – o jovem braço direito do capitão zulu –, e o turbulento tenente Brian Epkeen parecem andar em círculos na investigação, seguindo uma pista falsa após a outra, enquanto a carnificina se intensifica. Ainda que o apartheid tenha sido extirpado da cena política, velhos inimigos continuam agindo à sombra da reconciliação nacional. Carregado de violência e desvelado por um texto primoroso e premiado, Zulu é um raio-x estarrecedor da realidade criminal de uma nação marcada por desigualdades e contradições. <a href="http://grupoautentica.com.br/vestigio/livros/zulu/1250" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça o livro</a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8683" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/hereges.jpg?w=122"  alt="hereges Literatura policial: lançamentos de setembro"  width="122" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">Hereges, Leonardo Padura</span></strong><br />
Boitempo Editorial</p>
<p style="text-align:justify;">Em seu novo livro, Leonardo Padura cria uma mistura de romance histórico e noir com a volta do detetive Mario Conde. O ponto de partida é um episódio real: a chegada ao porto de Havana do navio S.S. Saint Louis, em 1939, onde se escondiam mais de novecentos refugiados vindos da Alemanha. A embarcação passou vários dias à espera de uma autorização para o desembarque. No romance, o garoto Daniel Kaminsky e seu tio aguardavam nas docas, trazendo um pequeno quadro de Rembrandt que pertencia à família desde o século XVII e que esperavam utilizar como moeda de troca para garantir o desembarque da família que estava no navio. No entanto, o plano fracassa, a autorização não é concedida e o navio retorna à Alemanha, levando também a esperança do reencontro. Quase setenta anos depois, em 2007, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para esclarecer o que aconteceu com o quadro e sua família. Só um homem como o investigador Mario Conde o poderá ajudar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8695 size-thumbnail" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/nemesis.jpg?w=90"  alt="nemesis Literatura policial: lançamentos de setembro"  width="90" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">Nêmesis, Agatha Christie</span></strong><br />
L&amp;PM Pocket</p>
<p style="text-align:justify;">Após receber uma estranha carta dos advogados de seu falecido amigo Jason Rafiel, Miss Jane Marple acaba sendo convocada para uma enigmática missão, sobre a qual aparentemente não tem qualquer informação. Poderia um morto conduzir uma investigação? Jane Marple terá de seguir as pistas mais obscuras para desvendar este intrigante mistério.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8701 size-thumbnail" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/zahar_1.png?w=105"  alt="zahar_1 Literatura policial: lançamentos de setembro"  width="105" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">O signo dos quatro, Arthur Conan Doyle</span></strong><br />
Zahar</p>
<p style="text-align:justify;">O signo dos quatro traz Sherlock Holmes confiante como nunca, e irresistivelmente atraído pelas agruras de sua cliente Mary Morsan, uma bela mulher atormentada por um passado nebuloso. Com seu caro Watson, Holmes vê-se às voltas com uma aventura repleta de elementos dramáticos: as figuras misteriosas de um pigmeu e um homem com perna de pau, uma caçada desesperada, um cão digno de confiança e uma furiosa perseguição pelo Tâmisa. Essa edição traz texto integral e 22 ilustrações originais.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.45em;">NACIONAIS</span></strong><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8698" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/pssica.jpg?w=103"  alt="pssica Literatura policial: lançamentos de setembro"  width="103" height="150" /><strong><span style="font-size:1.25em;">Pssica, Edyr Augusto</span></strong><br />
Boitempo Editorial</p>
<p style="text-align:justify;">Classificado como romance noir,  a narrativa se desdobra em torno do tráfico de mulheres. Uma adolescente é raptada no centro de Belém do Pará e vendida como escrava branca para casas de show e prostituição em Caiena. Um imigrante angolano vai parar em Curralinho, no Marajó, onde monta uma pequena mercearia, que é atacada por ratos d&#8217;água (ladrões que roubam mercadorias das embarcações, os piratas da Amazônia) e, em seguida, entra em uma busca frenética para vingar a esposa assassinada. Entre os assaltantes está um garoto que logo assumirá a chefia do grupo. Esses três personagens se encontram em Breves, outra cidade do Marajó, e depois voltam a estar próximos em Caiena, capital da Guiana Francesa, em uma vertiginosa jornada de sexo, roubo, garimpo, drogas e assassinatos.<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:1.25em;">Confira mais lançamentos aqui</span></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Literatura policial: lançamentos de setembro"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/28/literatura-policial-lancamentos-de-setembro/">Literatura policial: lançamentos de setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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