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	<title>Arquivos celeste ng -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>Autores ficam irritados com a mudança de caracteres no Twitter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 16:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[stephen king]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[celeste ng]]></category>
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		<category><![CDATA[jk rowling]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NÃO GOSTARAM – Na última terça-feira, 7, internautas observaram uma significativa mudança nos parâmetros do Twitter: o limite de caracteres</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/10/autores-ficam-irritados-com-a-mudanca-de-caracteres-no-twitter/">Autores ficam irritados com a mudança de caracteres no Twitter</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>NÃO GOSTARAM – Na última terça-feira, 7, internautas observaram uma significativa mudança nos parâmetros do Twitter: o limite de caracteres da rede social foi dobrado, passando de 140 para 280 caracteres e vale para todos os usuários (com exceção das postagens em coreano, japonês e chinês).</p>
<p>Enquanto para alguns a novidade não fez diferença, para outros foi decididamente o fim da picada. Alguns autores se pronunciaram sobre a mudança compartilhando uma generosa dose de irritação entre seus fãs.&nbsp;Confira os tweets:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">280 characters? Fuck that.</p>
<p>— Stephen King (@StephenKing) <a href="https://twitter.com/StephenKing/status/928223718987485184?ref_src=twsrc%5Etfw">8 de novembro de 2017</a></p></blockquote>
<p>280 caracteres? Foda-se.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2>&nbsp;</h2>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Twitter’s destroyed its USP. The whole point, for me, was how inventive people could be within that concise framework. <a href="https://twitter.com/hashtag/Twitter280characters?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Twitter280characters</a></p>
<p>— J.K. Rowling (@jk_rowling) <a href="https://twitter.com/jk_rowling/status/928346292903927808?ref_src=twsrc%5Etfw">8 de novembro de 2017</a></p></blockquote>
<p>O Twitter destruiu a sua USP (Unique selling proposition, característica única que distingue um produto de outros). A questão toda, para mim, era o quanto as pessoas conseguiam ser criativas dentro dessa estrutura concisa.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2>&nbsp;</h2>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">What he said she said. <a href="https://t.co/Zb0cjLUmeg">https://t.co/Zb0cjLUmeg</a></p>
<p>— Neil Gaiman (@neilhimself) <a href="https://twitter.com/neilhimself/status/928381496758501376?ref_src=twsrc%5Etfw">8 de novembro de 2017</a></p></blockquote>
<p>O que ele disse e ela disse.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2>&nbsp;</h2>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en">Preliminary data suggests the only 280 tweets I’ve read in full are poems and song lyrics. Further study warranted.</p>
<p>— Celeste Ng (@pronounced_ing) <a href="https://twitter.com/pronounced_ing/status/928107650058981376?ref_src=twsrc%5Etfw">8 de novembro de 2017</a></p></blockquote>
<p>Dados preliminares sugerem que os únicos 280 tweets que eu li na íntegra são poemas e letras de músicas. Estudo mais aprofundado garantido.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Autores ficam irritados com a mudança de caracteres no Twitter"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/10/autores-ficam-irritados-com-a-mudanca-de-caracteres-no-twitter/">Autores ficam irritados com a mudança de caracteres no Twitter</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Lahm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2017 16:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[celeste ng]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[tudo o que nunca contei]]></category>
		<category><![CDATA[Yasmin Lahm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Yasmin Lahm &#8211; Na célebre frase que abre o clássico Anna Karenina, Leon Tolstói declara que “todas as</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/05/26/resenha-tudo-o-que-nunca-contei-celeste-ng/">Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Yasmin Lahm</em> &#8211; Na célebre frase que abre o clássico Anna Karenina, Leon Tolstói declara que “todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma à sua maneira”. Esta máxima poderia servir como slogan de venda para o livro “Tudo o que nunca contei”, romance de estreia de Celeste Ng.</p>
<p>Celeste Ng é uma escritora norte-americana filha de chineses que imigraram para os Estados Unidos na década de 1960. Sua história pessoal e familiar enquanto filha de imigrantes é central para a compreensão da trama de sua primeira obra, que trata de temas delicados como a adaptação à vida em um país estrangeiro, o dilema de abandonar sua identidade em nome da aceitação pela sociedade e os preconceitos e microagressões sofridas pelos representantes de minorias.</p>
<p>Em “Tudo o que nunca contei”, adentramos o cotidiano pacato da família Lee, abruptamente interrompido pelo desaparecimento da filha do meio do casal, a adolescente Lydia. Certa manhã, ao chamar a filha para tomar o café da manhã, a matriarca Marilyn encontra sua cama intocada e o quarto sem sinal da filha, que não é vista desde o dia anterior.</p>
<p>Segue-se a isso um período de apreensão em que a polícia é notificada de seu desaparecimento e se dá início a buscas pela jovem, que logo se mostram infrutíferas – o corpo de Lydia é encontrado no fundo do lago próximo à residência dos Lee, lago este em que a adolescente, ao contrário do restante da família, não tinha o costume de nadar, pois tinha medo da água. O que – ou quem – teria levado Lydia a se aproximar de suas águas e encontrar seu derradeiro destino?</p>
<p>Soma-se a essa situação as cobranças tipicamente enfrentadas por adolescentes, a competição natural entre irmãos e a já conhecida narrativa da família que exibe uma fachada de “comercial de margarina” mas que esconde muitas frustrações e ressentimentos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8551003186&amp;asins=8551003186&amp;linkId=143edfa987b836b8861a632472d26d71&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Em linhas gerais, é este o enredo do livro. Entretanto, em se tratando de “Tudo o que nunca contei”, é importante ressaltar o que não esperar da história. Não se trata de um romance policial clássico aos moldes do whodunnit – se você está em busca de um livro com desfecho ao estilo “foi o Coronel Mostarda, na biblioteca, com o candelabro”, melhor ler outro. Celeste Ng foca o drama de seu romance no aspecto pessoal dos personagens, não na busca por um culpado pelo crime. Pode-se identificar uma afinidade com a obra de Patricia Highsmith, em que a atmosfera psicológica domina a narrativa, e na contemporânea Gillian Flynn, que em “Lugares escuros” explora as fragilidades e segredos de uma família que, assim como os Lee, se conhece menos do que imaginava.</p>
<p>Nesses tempos sombrios em que vivemos, em que xenofobia e racismo estão presentes em toda parte, um livro como “Tudo o que nunca contei” faz um retrato sensível e realista da vida de uma família asiática no coração dos Estados Unidos, com todo o ônus que isso acarreta. Apesar da trama se passar na década de 1970, o tema permanece incomodamente atual e encontra na prosa de Ng um excelente veículo para ser divulgado e discutido.</p>
<p><em>* Livro enviado para o blog pela Editora Intrínseca.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens"  width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-18453 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/05/contei.jpg?w=200"  alt="contei Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens"  width="200" height="300" />Título</strong>: Tudo o que nunca contei<br />
<strong>Autora</strong>: Celeste Ng<br />
<strong>Tradução</strong>: Julia Sobral Campos<br />
<strong>Editora</strong>: Intrínseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2JMEzAW" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE </strong>– Na manhã de um dia de primavera de 1977, Lydia Lee não aparece para tomar café. Mais tarde, seu corpo é encontrado em um lago de uma cidade em que ela e sua família sino-americana nunca se adaptaram muito bem. Quem ou o que fez com que Lydia — uma estudante promissora de 16 anos, adorada pelos pais e que com frequência podia ser ouvida conversando alegremente ao telefone — fugisse de casa e se aventurasse em um bote tarde da noite, mesmo tendo pavor de água e sem saber nadar? À medida que a polícia tenta desvendar o caso do desaparecimento, os familiares de Lydia descobrem que mal a conheciam. E a resposta surpreendente também está muito abaixo da superfície.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens" alt='Yasmin Lahm' src='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/yasmin-lahm/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Yasmin Lahm</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Mora em Porto Alegre. Leu seu primeiro livro da Agatha Christie aos 7 anos e, desde então, é apaixonada por literatura policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/05/26/resenha-tudo-o-que-nunca-contei-celeste-ng/">Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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