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	<title>Arquivos Charles Dickens -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Charles Dickens -</title>
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		<title>A vida secreta dos escritores vitorianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 18:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Dickens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos na era vitoriana, é comum imaginar salões silenciosos, moral rígida, chá da tarde e livros respeitáveis escritos por</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2026/02/10/a-vida-secreta-dos-escritores-vitorianos/">A vida secreta dos escritores vitorianos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="393" data-end="825">Quando pensamos na era vitoriana, é comum imaginar salões silenciosos, moral rígida, chá da tarde e livros respeitáveis escritos por autores conservadores. Mas essa imagem está longe de contar a história completa.</p>
<p data-start="393" data-end="825"><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2026/01/14/todos-os-livros-com-tommy-tuppence-em-ordem-de-publicacao/">Todos os livros com Tommy &amp; Tuppence em ordem de publicação</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2026/02/09/por-que-o-suspense-funciona-tao-bem-em-atmosferas-frias/">Por que o suspense funciona tão bem em atmosferas frias?</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/02/23/10-bibliotecas-mais-importantes-da-antiguidade/">TOP 10 | Dez bibliotecas mais importantes da antiguidade</a></span></p>
<p data-start="393" data-end="825">Por trás das cortinas pesadas, das ruas enevoadas e das normas sociais inflexíveis, muitos escritores vitorianos levaram vidas duplas, cheias de excessos, segredos, conflitos morais e contradições profundas.</p>
<p data-start="827" data-end="1174">Essas tensões não apenas moldaram suas trajetórias pessoais, como também deram origem a algumas das obras mais inquietantes, ambíguas e duradouras da literatura. Entender a vida secreta desses autores é uma forma poderosa de reler seus livros com outros olhos, e perceber como a literatura nasce, muitas vezes, do atrito entre aparência e desejo.</p>
<p data-start="1176" data-end="1391">Neste texto, vamos explorar o lado misterioso de alguns dos principais escritores vitorianos, entender como suas experiências pessoais influenciaram suas obras e por que esse período segue fascinando leitores até hoje.</p>
<p data-start="1176" data-end="1391"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="1398" data-end="1437">O peso da respeitabilidade vitoriana</h2>
<p><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47551" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/02/londres_vitoriana.png"  alt="londres_vitoriana A vida secreta dos escritores vitorianos"  width="1024" height="779" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/02/londres_vitoriana.png 1024w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/02/londres_vitoriana-300x228.png 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/02/londres_vitoriana-768x584.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p data-start="1439" data-end="1662">A Inglaterra do século XIX era marcada por um forte discurso moral. Aparência, reputação e autocontrole eram valores centrais, especialmente para quem ocupava posições públicas como escritores, jornalistas e intelectuais.</p>
<p data-start="1664" data-end="1818">Mas essa obsessão pela respeitabilidade criou um efeito colateral poderoso: tudo o que não se encaixava nesse ideal precisava ser empurrado para a sombra.</p>
<p data-start="1820" data-end="2123">Sexualidade, vícios, doenças mentais, pobreza, violência urbana e desigualdade social existiam em abundância, mas raramente podiam ser discutidos abertamente. A literatura acabou se tornando um dos poucos espaços onde essas tensões podiam emergir, ainda que de forma simbólica, metafórica ou codificada.</p>
<p data-start="2125" data-end="2286">Não é coincidência que o período tenha produzido tantas histórias sobre identidades divididas, segredos inconfessáveis e personagens que escondem algo essencial.</p>
<p data-start="2125" data-end="2286"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="2293" data-end="2341">Charles Dickens e a culpa por trás do sucesso</h2>
<p data-start="2343" data-end="2603">Charles Dickens é frequentemente lembrado como o grande cronista da era vitoriana. Seus romances denunciaram a pobreza, o trabalho infantil e a brutalidade do sistema social britânico. Mas sua vida pessoal era bem mais complexa do que a imagem pública sugeria.</p>
<p data-start="2605" data-end="2876">Dickens construiu a persona do homem de família exemplar, mas manteve um relacionamento secreto com a jovem atriz Ellen Ternan, enquanto afastava a própria esposa, Catherine Dickens, de sua vida social. O escândalo foi cuidadosamente abafado para preservar sua reputação.</p>
<p data-start="2605" data-end="2876"><img  title=""  alt="ccc1cf2d3026fe8b2394c6aaf6cb23cd7d5177ac A vida secreta dos escritores vitorianos" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://www.bbc.co.uk/staticarchive/ccc1cf2d3026fe8b2394c6aaf6cb23cd7d5177ac.jpg" width="470" height="300" /><br />
<em>Ellen Ternan e Charles Dickens</em></p>
<p data-start="2878" data-end="3113">Essa divisão entre imagem pública e desejos privados ecoa diretamente em sua obra. Livros como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3MpTfbX" target="_blank" rel="noopener">Grandes Esperanças</a></span> e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4aImyQg" target="_blank" rel="noopener">Casa Sombria</a></span> são povoados por personagens presos à culpa, à hipocrisia social e à necessidade de manter aparências.</p>
<p data-start="2878" data-end="3113"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4acrugo" target="_blank" rel="noopener">Compre livros e e-books de Charles Dickens</a></span></p>
<p data-start="2878" data-end="3113"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="3364" data-end="3398">Wilkie Collins, ópio e paranoia</h2>
<p><img  title=""  alt="Wilkie-collins-web-header A vida secreta dos escritores vitorianos" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://elizabethgaskellhouse.co.uk/wp-content/uploads/2024/01/Wilkie-collins-web-header.jpg" width="640" height="360" /></p>
<p data-start="3400" data-end="3662">Amigo próximo de Dickens e um dos pioneiros do romance policial, Wilkie Collins levava uma vida que chocaria facilmente os padrões vitorianos. Sofrendo de dores crônicas, tornou-se dependente de láudano, um medicamento à base de ópio, amplamente usado na época.</p>
<p data-start="3664" data-end="3860">Sob o efeito da droga, Collins enfrentava episódios de paranoia, alucinações e lapsos de memória. Em vez de esconder isso da escrita, ele transformou essas experiências em matéria-prima literária.</p>
<p data-start="3862" data-end="4083">Romances como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4qwiPKC" target="_blank" rel="noopener">A Mulher de Branco</a></span> e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4kyXVcq" target="_blank" rel="noopener">A Pedra da Lua</a></span> exploram estados alterados de consciência, identidades instáveis e narrativas fragmentadas, elementos que hoje reconhecemos como fundamentais para o suspense moderno.</p>
<p data-start="3862" data-end="4083"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="4293" data-end="4333">Oscar Wilde e o preço da transgressão</h2>
<p><img  title=""  alt="40424118_0203.1999DIVULGACAOPVTHE-WILDE-ALBUM-MERLIN-HOLLANDOSCAR-WILDE A vida secreta dos escritores vitorianos" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/23933967-6df-3e1/FT1086A/40424118_0203.1999DIVULGACAOPVTHE-WILDE-ALBUM-MERLIN-HOLLANDOSCAR-WILDE.jpg" width="1086" height="652" /></p>
<p data-start="4335" data-end="4576">Nenhum escritor vitoriano pagou tão caro por sua vida secreta quanto Oscar Wilde. Brilhante, provocador e dono de um humor afiado, Wilde desafiava abertamente as normas sociais em seus textos, mas foi sua vida pessoal que selou seu destino.</p>
<p data-start="4578" data-end="4787">Seu relacionamento com Lord Alfred Douglas levou a um dos julgamentos mais famosos do século XIX. Acusado de “indecência grave”, Wilde foi condenado à prisão, onde sofreu profundamente física e emocionalmente.</p>
<p data-start="4789" data-end="5113">Após sua libertação, nunca recuperou o prestígio nem a estabilidade financeira. Ainda assim, obras como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4a9kMaL" target="_blank" rel="noopener">O Retrato de Dorian Gray</a></span> ganham uma força impressionante quando lidas à luz de sua trajetória: a obsessão pela aparência, o medo da exposição e a punição moral são temas centrais tanto no livro quanto na vida do autor.</p>
<p data-start="4789" data-end="5113"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="5345" data-end="5389">Robert Louis Stevenson e o duplo interior</h2>
<p><img  title=""  alt="cff6242e3ddb1078b306348b29aab025ded8462d A vida secreta dos escritores vitorianos" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://cdn-test.poetryfoundation.org/cdn-cgi/image/w=1470,h=980,q=80/content/images/cff6242e3ddb1078b306348b29aab025ded8462d.jpeg" width="1470" height="979" /></p>
<p data-start="5391" data-end="5607">Robert Louis Stevenson viveu entre doenças constantes, crises financeiras e uma inquietação permanente. Viajante compulsivo, passou grande parte da vida fora da Inglaterra, em busca de climas mais favoráveis à saúde.</p>
<p data-start="5609" data-end="5799">Essa sensação de deslocamento e fragmentação se manifesta claramente em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4kyYzGS" target="_blank" rel="noopener">O Médico e o Monstro</a></span>, talvez a obra mais emblemática sobre o conflito entre identidade pública e desejos reprimidos.</p>
<p data-start="5801" data-end="6012">Embora frequentemente lido como um conto fantástico ou de terror, o livro é também uma poderosa metáfora da vida vitoriana: o homem respeitável que esconde um lado inconfessável, alimentado pela repressão moral.</p>
<p data-start="5801" data-end="6012"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="6178" data-end="6223">Mulheres vitorianas e vidas sob pseudônimo</h2>
<p><img  title=""  alt="159826901_gxm2ds?_a=BAVAZGID0 A vida secreta dos escritores vitorianos" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://res.cloudinary.com/aenetworks/image/upload/c_fill,ar_2,w_3840,h_1920,g_auto/dpr_auto/f_auto/q_auto:eco/v1/159826901_gxm2ds?_a=BAVAZGID0" width="3840" height="1920" /></p>
<p data-start="6225" data-end="6439">Para as mulheres, a vida secreta era muitas vezes uma questão de sobrevivência literária. Autoras como as irmãs Brontë publicaram seus primeiros livros sob pseudônimos masculinos para evitar preconceito e rejeição.</p>
<p data-start="6441" data-end="6686">Charlotte, Emily e Anne Brontë escreveram romances intensos, passionais e muitas vezes violentos, algo considerado impróprio para mulheres na época. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/45VG3Cn" target="_blank" rel="noopener">O Morro dos Ventos Uivantes</a></span>, por exemplo, rompe com quase todos os padrões morais vitorianos.</p>
<p data-start="6688" data-end="6849">Essas autoras criaram mundos onde emoções extremas, desejo e transgressão eram centrais, justamente porque suas próprias vidas eram limitadas por regras rígidas.</p>
<p data-start="6688" data-end="6849"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h2 data-start="7012" data-end="7063">Por que os segredos vitorianos ainda nos atraem?</h2>
<p data-start="7065" data-end="7261">Existe algo profundamente moderno nesses escritores. A ideia de viver uma vida pública controlada e uma vida privada cheia de contradições não desapareceu com o século XIX, apenas mudou de forma.</p>
<p data-start="7263" data-end="7482">Ler os escritores vitorianos hoje é reconhecer que muitas das nossas angústias contemporâneas já estavam ali: ansiedade, culpa, desejo de pertencimento, medo da exposição e conflito entre quem somos e quem fingimos ser.</p>
<p data-start="7484" data-end="7713">Além disso, o contraste entre moral rígida e caos interior produziu uma literatura rica em símbolos, ambiguidades e atmosferas densas, especialmente fértil para gêneros como o suspense, o terror psicológico e o romance policial.</p>
<p data-start="7802" data-end="8007">Então a vida secreta dos escritores vitorianos não é apenas um detalhe curioso de biografia, ela é uma chave de leitura essencial para entender por que essas obras continuam tão poderosas, inquietantes e atuais.</p>
<p data-start="8009" data-end="8196">Por trás da fachada de respeitabilidade, esses autores lidaram com vícios, desejos proibidos, doenças, escândalos e conflitos internos profundos, e transformaram tudo isso em literatura.</p>
<p data-start="8198" data-end="8441">Ao revisitar seus livros com esse olhar, o leitor descobre que a era vitoriana talvez não tenha sido tão contida quanto parece. Pelo contrário: foi um período em que o silêncio social produziu histórias intensas, perturbadoras e inesquecíveis.</p>
<p data-start="8443" data-end="8582">Se você gosta de literatura que revela o que está escondido, os escritores vitorianos continuam sendo uma fonte inesgotável de descobertas.</p>
<p data-start="8443" data-end="8582"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h1 data-start="8443" data-end="8582">DICA DE VÍDEO</h1>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RI9UWDQa6wU?si=xM-OzPR96BJKPagy" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p data-start="8443" data-end="8582"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/@LiteraturaPolicial/" target="_blank" rel="noopener">Inscreva-se no canal</a></span></p>
<p data-start="8443" data-end="8582"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h1 data-start="8443" data-end="8582">DICA DE LEITURA</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4kqWtJ3" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="51X4rB8WfqL._SY342_ A vida secreta dos escritores vitorianos" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51X4rB8WfqL._SY342_.jpg" width="342" height="342" /></a></p>
<p><strong>Livro:</strong> Vitorianas Macabras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4kqWtJ3" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p><em data-start="34" data-end="55">Vitorianas Macabras</em> é uma antologia inédita que resgata treze contos de terror escritos por autoras da Era Vitoriana, revelando vozes femininas esquecidas que desafiaram convenções e exploraram o medo, o sobrenatural e o psicológico. Uma obra poderosa, inquietante e histórica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 A vida secreta dos escritores vitorianos"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2026/02/10/a-vida-secreta-dos-escritores-vitorianos/">A vida secreta dos escritores vitorianos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>TOP 20 &#124; Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/05/07/vinte-maes-da-literatura-que-inspiraram-seus-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2019 19:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por trás de cada obra-prima literária, há uma história de amor, influência e conexão que muitas vezes permanece oculta aos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por trás de cada obra-prima literária, há uma história de amor, influência e conexão que muitas vezes permanece oculta aos olhos do público.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2021/06/27/top-40-os-40-melhores-romances-policiais-da-historia/">TOP 40 | Quarenta dicas para quem ama romance policial</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2023/04/16/todos-os-livros-de-agatha-christie-em-ordem-de-publicacao/">Todos os livros de Agatha Christie em ordem de publicação</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2023/06/21/todos-os-livros-de-sherlock-holmes-em-ordem-de-publicacao/">Todos os livros de Sherlock Holmes em ordem de publicação</a></span></p>
<p>À medida que celebramos o Dia das Mães, mergulhamos em um mundo de ternura e inspiração, explorando fotos raras e preciosas de escritores e suas mães.</p>
<p>Confira vinte imagens raras a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>1. Mary Doyle, mãe de Arthur Conan Doyle</h1>
<p><img  title=""  alt="Mary-doyle-mother TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://www.arthur-conan-doyle.com/images/9/98/Mary-doyle-mother.jpg" width="225" height="300" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>2. Clara Boehmer, mãe de Agatha Christie</h1>
<p><img  title=""  alt="bb3bf3153e650be581cb06ad78ebcb47 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://i.pinimg.com/originals/bb/3b/f3/bb3bf3153e650be581cb06ad78ebcb47.png" width="626" height="355" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>3. Nellie Ruth King, mãe de Stephen King</h1>
<p><img  title=""  alt="Stephen-King-family-siblings-brother-david-king-1 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://bodyheightweight.com/wp-content/uploads/2018/10/Stephen-King-family-siblings-brother-david-king-1.jpg" width="661" height="448" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>4. Julia Stephen, mãe de Virginia Woolf</h1>
<p><img  title=""  alt="tumblr_moptb4DOHg1r6qtbko1_1280 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/tumblr_moptb4DOHg1r6qtbko1_1280.jpg" width="455" height="650" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>5. Marie Donnadieu, mãe de Marguerite Duras</h1>
<p><img  title=""  alt="5e1a8b19fe60564bed1183b52cd7806f TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/5e1a8b19fe60564bed1183b52cd7806f.jpg" width="464" height="612" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>6. Leonor, mãe de Jorge Luis Borges</h1>
<p><img  title=""  alt="thelonnnnngciew TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/thelonnnnngciew.jpg" width="530" height="690" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>7. PD James à esquerda da mãe Dorothy</h1>
<p><img  title=""  alt="article-0-0AEA41EC000005DC-892_468x578 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://i.dailymail.co.uk/i/pix/2010/08/27/article-0-0AEA41EC000005DC-892_468x578.jpg" width="468" height="578" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>8. Eliza Poe, mãe de Edgar Allan Poe</h1>
<p><img  title=""  alt="DF3ED24F-1DD8-B71B-0B57B0FADA9DAF02 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://www.nps.gov/common/uploads/people/nri/20170928/people/DF3ED24F-1DD8-B71B-0B57B0FADA9DAF02/DF3ED24F-1DD8-B71B-0B57B0FADA9DAF02.jpg" width="340" height="415" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>9. Aurelia, mãe de Sylvia Plath</h1>
<p><img  title=""  alt="f41e2498b5c3d4034711afc6930942ab TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/f41e2498b5c3d4034711afc6930942ab.jpg" width="575" height="539" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>9. Vivian Baxter, mãe de Maya Angelou</h1>
<p><img  title=""  alt="angelouandmother_enl-75059fa93a9d3106ea2f484d9e38cfe40f4787dc-s1400 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/angelouandmother_enl-75059fa93a9d3106ea2f484d9e38cfe40f4787dc-s1400.jpg" width="518" height="582" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>10. Julio Cortázar com a mãe, Maria Herminia</h1>
<p><img  title=""  alt="c06153fd8a2f371b974fb4c2467f1a34 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/c06153fd8a2f371b974fb4c2467f1a34.jpg" width="571" height="429" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>11. Roald Dahl e a mãe, Sophie</h1>
<p><img  title=""  alt="roald-dahl-and-mother-sofie TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://s26162.pcdn.co/wp-content/uploads/2018/05/roald-dahl-and-mother-sofie.jpg" width="526" height="672" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>12. Marcel Proust com a mãe, Jeanne-Clémence</h1>
<p><img  title=""  alt="2fa3c7becc9defcf044605293f6205fa TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://i.pinimg.com/564x/2f/a3/c7/2fa3c7becc9defcf044605293f6205fa.jpg" width="563" height="756" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>13. Edwina Williams, mãe de Tennessee Williams</h1>
<p><img  title=""  alt="page_220_Edwina_and_TW_drinking TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://media.wnyc.org/i/800/0/l/85/1/page_220_Edwina_and_TW_drinking.jpg" width="576" height="413" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>14. James Joyce com a mãe, Mary Jane</h1>
<p><img  title=""  alt="JJ_family1 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="http://www.pu-hiroshima.ac.jp/~takahasi/images/JJ_family1.jpg" width="361" height="494" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>15. JK Rowling e a mãe, Anne</h1>
<p><img  title=""  alt="56fdbf229105844d018ba0e9-750-563 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://tentulogo.com/wp-content/uploads/56fdbf229105844d018ba0e9-750-563.jpg" width="445" height="334" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>16. Sarah Susan Phillips Lovecraft, mãe de HP Lovecraft</h1>
<p><img  title=""  alt="hplovecraft-fam TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://lovecraftzine.files.wordpress.com/2013/10/hplovecraft-fam.jpg" width="471" height="451" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>17. Mary Wollstonecraft (mãe de Mary Shelley)</h1>
<p><img  title=""  alt="800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_%28c._1797%29 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/36/Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_%28c._1797%29.jpg/800px-Mary_Wollstonecraft_by_John_Opie_%28c._1797%29.jpg" width="643" height="784" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>18. Marilyn Daniels com a filha Patricia Cornwell</h1>
<p><img  title=""  alt="FwFpBhGWwAAsQdz TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://pbs.twimg.com/media/FwFpBhGWwAAsQdz.jpg:large" width="653" height="507" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>19. Elizabeth, mãe de Charles Dickens</h1>
<p><img  title=""  alt="220px-Elizabeth-dickens TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/7/7e/Elizabeth-dickens.jpg/220px-Elizabeth-dickens.jpg" width="390" height="477" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>20. Georges Simenon com a mãe, Henriette</h1>
<p><img  title=""  alt="librematch24 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://www.trussel.com/maig/image/librematch24.jpg" width="700" height="536" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/05/07/vinte-maes-da-literatura-que-inspiraram-seus-filhos/">TOP 20 | Vinte imagens raras de autores ao lado de suas mães</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/11/07/cafe-macas-creme-de-leite-8-escritores-e-seus-habitos-alimentares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 12:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Todo mundo tem uma comida favorita ou um hábito alimentar para compartilhar. Muito café pela manhã. Ovos fritos e</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Todo mundo tem uma comida favorita ou um hábito alimentar para compartilhar. Muito café pela manhã. Ovos fritos e bacon nas refeições. Taças de creme de leite em qualquer estação.</p>
<p>Confira hábitos alimentares de alguns nomes conhecidos da literatura.</p>
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</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>1. Patricia Highsmith</h1>
<p><img  title=""  alt="5300 Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://i.guim.co.uk/img/media/eb0586834693713f1e3dae6ccfc39dd45ee0baa3/0_340_5300_3180/master/5300.jpg?width=1200&amp;height=900&amp;quality=85&amp;auto=format&amp;fit=crop&amp;s=0202070a2e36330ab3ecc01d114779ff" width="1200" height="900" /></p>
<p>Patricia Highsmith tinha um cardápio fixo para a maioria das refeições: bacon e ovos fritos. Ela começava as sessões de escrita tomando uma bebida mais forte, rodeada na cama por cigarros, café, uma rosquinha e um pires de açúcar. A intenção era &#8220;evitar qualquer sensação de disciplina e tornar o ato de escrever o mais agradável possível&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>2. Balzac</h1>
<p><img  title=""  alt="Honore-de-Balzac Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://deliandiver.org/wp-content/uploads/2020/01/Honore-de-Balzac.jpg" width="590" height="339" /></p>
<p>&#8220;O café é uma grande força na minha vida&#8221;, escreveu Honoré de Balzac em 1830. &#8220;Eu observei seus efeitos em uma escala épica&#8221;. De fato, observou. No auge da produção, o romancista e dramaturgo francês se levantava à uma hora da manhã e escrevia até às 16h, dormindo por apenas 90 minutos. Para se manter em pé, bebia cerca de 50 xícaras de café por dia, geralmente com o estômago vazio. Balzac acreditava que &#8220;as ideias se movem rapidamente como batalhões de um grande exército nesse estado, rumando para o seu lendário campo de luta&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>3. Hunter S. Thompson</h1>
<p><img  title=""  alt="Hunter_S._Thompson_P_ Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://turma99.marketing/wp-content/uploads/2019/11/Hunter_S._Thompson_P_.jpg" width="624" height="420" /></p>
<p>Em sua biografia, Hunter S. Thompson descreveu o café da manhã como &#8220;um ritual pessoal que só pode ser contemplado apropriadamente sozinho e num espírito de excesso genuíno&#8221;. Para ele, o café da manhã ideal tinha que ter quatro Bloody Marys sangrentos, duas toranjas, uma medida de café, crepes de Rangoon, um prato de linguiça ou de bacalhau ou de corned beef com pimentões em cubos, um omelete à espanhola, um litro de leite, um limão cortado para tempero aleatório e algo parecido com uma fatia de torta de limão, duas margaritas e seis linhas da melhor cocaína para a sobremesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>4. Stephen King</h1>
<p><img  title=""  alt="stephen-king-having-a-hamburger-at-viand-restaurant-on-madison-avenue-picture-id1276693272?k=20&amp;m=1276693272&amp;s=612x612&amp;w=0&amp;h=P_u3YBd1vUs25QlYRTvAbR0l85PibALFTUgMOxQ6FhI= Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://media.gettyimages.com/photos/stephen-king-having-a-hamburger-at-viand-restaurant-on-madison-avenue-picture-id1276693272?k=20&amp;m=1276693272&amp;s=612x612&amp;w=0&amp;h=P_u3YBd1vUs25QlYRTvAbR0l85PibALFTUgMOxQ6FhI=" width="612" height="484" /></p>
<p>Em uma entrevista, Stephen King revelou que os doces são o seu alimento preferido para o cérebro, então ele come um cheesecake todos os dias antes de se sentar para escrever.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>5. Percy Shelley</h1>
<p><img  title=""  alt="percy_bysshe_shelley_-_poeta_ingles_-_history_channel_brasil Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://assets.historyplay.tv/br/public/styles/amp_1200x675_16_9/public/images/2020/03/23/percy_bysshe_shelley_-_poeta_ingles_-_history_channel_brasil.jpg?h=ae1281eb" width="1200" height="675" /></p>
<p>Percy Shelley é frequentemente considerado o primeiro vegetariano conhecido da era moderna, isso em 1810, época em que ninguém sabia direito o que era ser vegetariano. Shelley, que foi o segundo marido da escritora Mary Shelley, defendia os direitos dos animais e afirmava que comer carne não era algo natural (mesmo que ele tenha voltado a comer carne na vida). Segundo o poeta, o ato de comer carnes &#8220;era apenas possível após amaciar e disfarçar a carne morta pela preparação culinária, tornando assim suscetível de mastigação ou digestão, e que a visão de seus sucos sangrentos e horror bruto causava repugnância e desgosto&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>6. Lewis Carroll</h1>
<p><img  title=""  alt="lewis-caroll-historia-de-vida-polemicas-e-obras-literarias Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://d5y9g7a5.rocketcdn.me/wp-content/uploads/2020/09/lewis-caroll-historia-de-vida-polemicas-e-obras-literarias.jpg" width="1024" height="766" /></p>
<p>Lewis Carroll tinha o costume de complementar a sua dieta com lanches de ópio. Olhando por aí, até que não fica difícil entender de onde veio a imaginação para criar &#8220;Alice no país das maravilhas&#8221;. Na era vitoriana era comum o uso de ópio, um dos principais motivos para a mortalidade infantil na época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>7. Charles Dickens</h1>
<p><img  title=""  alt="c-dickens Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://2.bp.blogspot.com/-KubFsxoP0ls/VtRIClnF2SI/AAAAAAAAVUI/G7j5ttCzUd0/s640/c-dickens.png" width="640" height="397" /></p>
<p>Charles Dickens gostava em especial de maçãs cozidas, e tinha certeza de que comer uma maçã assada todos os dias durante as viagens marítimas evitaria a &#8220;doença do mar&#8221;. Ele até achava que a falta de equilíbrio ao se colocar os pés na terra depois de uma viagem marítima podia ser resolvida pelo consumo de adivinha o que?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>8. Agatha Christie</h1>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-43380" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/11/agatha_jovem.jpg"  alt="agatha_jovem Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares"  width="800" height="450" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/11/agatha_jovem.jpg 800w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/11/agatha_jovem-300x169.jpg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2017/11/agatha_jovem-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>A escolha de Agatha Christie não é nada exótica, mas é claro que ela não podia ficar de fora dessa lista já que adorava uma boa comida. Quando escrevia, Agatha gostava de manter uma taça de creme de leite de Devonshire ao seu lado. Outra comida favorita da autora eram as maçãs, que ela devorava até na banheira de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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		<item>
		<title>10 razões para amar a literatura policial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 19:09:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Caetano Veloso já cantou que “os livros são objetos transcendentes mas podemos amá-los do amor táctil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3068 size-large" style="margin-top:0;border:1px solid #c0c0c0;margin-bottom:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/simenon_livros.jpg?w=700"  alt="simenon_livros 10 razões para amar a literatura policial"  width="700" height="508" /><br />
<span style="font-size:1.25em;"><strong>Por Rogério Christofoletti</strong> &#8211; Caetano Veloso já cantou que “os livros são objetos transcendentes mas podemos amá-los do amor táctil que votamos aos maços de cigarro”. Quem ama um livro, um autor, um tipo de literatura sabe que a espessura desse sentimento é muito maior que as obras completas de Balzac, e que nenhuma nota de rodapé poderia comportá-lo, mesmo que demasiadamente abreviado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Numa saborosa brincadeira com as palavras, Blaise Pascal teria dito que “o coração tem razões que a própria razão desconhece”, o que em bom português significa que o amor não é racional. Um sarcástico responderia: “vou pensar melhor nisso&#8230;”. Mas o fato é que me pego agora reunindo um conjunto de motivos para sustentar uma paixão, um amor que simplesmente prescinde de cartilha. Tão desnecessário quanto fazer listas de títulos favoritos. Tão prazeroso e irresistível quanto compartilhar as mesmas listas com outros leitores&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ficam, então, os motivos para amar a literatura policial aqui sistematizados, como quem organiza as prateleiras e acaricia as lombadas dos volumes. Talvez sirva ao leitor como um punhado de argumentos em calorosas discussões bizantinas, como munição em saraus e festins, como aparato de sedução em corredores de livrarias. Elencar esses motivos é uma maneira de declarar esse amor táctil, na medida que os livros mais conhecem: a medida das palavras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>1. A literatura policial é popular<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12128" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/agatha_novels.jpg?w=700"  alt="agatha_novels 10 razões para amar a literatura policial"  width="600" height="412" /></strong></span><span style="font-size:1.25em;">Os romances de crime estão nas bancas de jornal, nas bibliotecas mais conceituadas, nas promoções das livrarias, nas prateleiras de usados. Todos passam pelas páginas policiais, sejam homens ou mulheres, jovens ou velhos, catedráticos ou iniciantes. Diferente de outros gêneros, não afasta os leitores, pelo contrário: convida à leitura. É popular, mas não é menor. É popular sem ser barata. Uma amostra do sucesso: Agatha Christie já vendeu mais de 3 bilhões de exemplares de seus títulos! Aliás, é dela o quinto livro mais vendido de todos os tempos: “O caso dos dez negrinhos”.</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>2. A literatura policial permite experimentação</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">A engenharia complexa dos enredos, as possibilidades narrativas, as brumas da ambientação e da caracterização psicológica, e o engendramento de enigmas, tudo isso é interessante nas histórias policiais. Se atrai leitores, também instiga os autores, e muitos deles se aventuram no terreno da literatura policial para testar seus limites técnicos e criativos. É o caso de Charles Dickens (e seu inspetor Bucket), Fernando Pessoa (com o personagem Abílio Quaresma), Umberto Eco (em O Nome da Rosa), Orhan Pamuk (Meu nome é vermelho) e até mesmo J.K. Rowlling, que já assinou dois livros sob o pseudônimo Robert Galbraith e é considerada a autora mais influente de Hollywood no momento&#8230;</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>3. A literatura policial é prazerosa e agrada aos leitores</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Pode consultar qualquer lista de mais-vendidos e você vai encontrar pelo menos dois romances policiais entre os dez primeiros. No The New York Times é assim, no Le Monde também, e os principais rankings brasileiros não fogem à regra. Se tanta gente recorre a esses livros, sinal de que o gênero é abrangente e empolgante. Afinal, ninguém sabe mais de literatura do que o leitor&#8230;</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>4. A literatura policial é instigante e agrada aos escritores</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Some-se à lista do motivo nº 2 os diversos autores que já manifestaram seu interesse e predileção pelo gênero policial. Entre eles os argentinos Jorge Luis Borges e Adolfo Bioy Casares, que sob o pseudônimo Honorio Bustos Domecq, escreveram “Seis problemas para Don Isidro Parodi” e “Duas fantasias memoráveis”. Borges foi taxativo. Para ele, a narrativa policial é “uma das poucas invenções literárias da nossa época, de um encanto tão poderoso que dificilmente há obra narrativa que não participe dela em alguma medida”&#8230;</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>5. A literatura policial tem especificidade<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12125" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/my1.jpg?w=700"  alt="my1 10 razões para amar a literatura policial"  width="600" height="418" /></strong></span><span style="font-size:1.25em;">Se há um gênero com linhas bem demarcadas de estrutura e funcionamento narrativo este é o policial. Pode-se dizer que existe um cânone com regras para as histórias de crimes, e essas balizas são reconhecidas por autores, críticos e público. Esta especificidade ajuda a definir uma estética própria, e uma ética da escrita bem particular. A regra ajuda a definir, mas não aprisiona.</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>6. A literatura policial é evolutiva</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Embora já tenha mais de 150 anos de história, o gênero não estagnou, gerando subgêneros (como o noir e hard-boiled) e alargando as fronteiras da narrativa. Há personagens de todos os tipos, crimes dos mais diversos naipes, soluções as mais criativas. A ficção de crime se reinventa a cada tiro e punhalada&#8230;</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>7. A literatura policial é influente<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7577 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/csi.jpg"  alt="csi 10 razões para amar a literatura policial"  width="400" height="300" /></strong></span><span style="font-size:1.25em;">Tudo começou nas páginas de livros, revistas e folhetins e se espalhou pelas ondas do rádio e da TV, chegou às salas de cinema, invadiu os quadrinhos e os videogames. Que outro gênero literário é tão multimidiático e dinâmico? Terror e ficção científica? Não, eles nem se aproximam do sucesso e da onipresença das histórias de crime, suspense e mistério. Entre os seriados televisivos mais admirados estão as franquias C.S.I., Law &amp; Order, Dexter e tantos outros. Um fenômeno que não é de hoje. Afinal, você se lembra quem matou Laura Palmer, de Twin Peaks? E quem atirou em Odete Roitman?</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>8. A literatura policial é organizada</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Não bastassem as regras bem definidas do gênero e sua força nas livrarias pelo mundo, a ficção policial também conta com prêmios que reconhecem o trabalho dos autores, associações de escritores (como a CWA, do Reino Unido) e eventos específicos para leitura, discussão e criação coletiva, como o Quais du Polar, em Lyon (França) e o BAN!, em Buenos Aires.</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>9. A literatura policial é generosa com o leitor</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Tradicional ou vanguardista, para rápido consumo ou para extremos jogos cerebrais, este gênero já ofereceu alguns dos maiores personagens da literatura universal. O que dizer de Sam Spade, o arquétipo do policial durão? E Nero Wolfe, o glutão perspicaz? Paris seria a mesma sem Maigret? Cabem adjetivos para Poirot? Só mais um: Sherlock Holmes, o homem que nunca viveu e nunca morrerá! Quer maior atestado de imaginação criadora?</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.65em;"><strong>10. A literatura policial está em expansão</strong></span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Ela ignora fronteiras geográficas e linguísticas, e não dá sinais de que vá parar tão cedo. Há referências do gênero em todas as partes do planeta: em Cuba (Leonardo Padura-Fuentes) e na Islândia (Arnaldur Indridason), em Israel (Batya Gur) e no Chile (Roberto Ampuero), na Bélgica (Georges Simenon) e no Japão (Fuminori Nakamura). Homens e mulheres, jovens e experientes, os autores de histórias policiais demonstram em todas as línguas (inclusive o português!) que o gênero tem se disseminado em todas as direções. A dinâmica demonstra força e ímpeto, mas também permite que a narrativa policial sirva para nos apresentar as mais variadas e ricas culturas locais do planeta. É pra amar a literatura policial ou não, hein?</span></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1285 size-full" style="margin-top:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"  alt="roger11 10 razões para amar a literatura policial"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g 10 razões para amar a literatura policial" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/12/01/10-razoes-para-amar-a-literatura-policial/">10 razões para amar a literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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