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	<title>Arquivos editora alpendre -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>Career of evil, de Robert Galbraith</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 12:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Gabriela Erbetta &#8211; Publicado em abril de 2013, “O chamado do cuco”, de Robert Galbraith, correu um sério</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/03/career-of-evil-de-robert-galbraith/">Career of evil, de Robert Galbraith</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-7297 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/jk2.jpg"  alt="jk2 Career of evil, de Robert Galbraith"  width="635" height="367" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Por Gabriela Erbetta</strong> &#8211; Publicado em abril de 2013, “O chamado do cuco”, de Robert Galbraith, correu um sério risco de cair no esquecimento sem nem chegar a fazer sucesso: mesmo com algumas resenhas positivas em jornais daqui e dali, era apenas mais um título policial de autor desconhecido em meio a um mar de lançamentos do gênero. Em julho do mesmo ano, porém, o livro pulou rapidamente para a lista dos mais vendidos quando foi revelado que “Galbraith”, na verdade, era um pseudônimo de JK Rowling, a aclamada autora da série Harry Potter.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Rowling, como sabe qualquer pessoa que tenha lido a saga do menino bruxo, tem um talento especialíssimo para contar histórias e criar suspense, características mantidas na nova série escrita por “Galbraith” e protagonizada pelo detetive particular Cormoran Strike. Depois de “O chamado do cuco” vieram “<a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/17/o-bicho-da-seda-de-robert-galbraith/" target="_blank">O bicho-da-seda</a>” (2014) e, agora, “Career of evil”, ainda sem título em português, que a editora Rocco estava prometendo traduzir e lançar no Brasil ainda este ano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O novo livro começa sob o ponto de vista do assassino – de cara, a gente já fica sabendo que ele acabou de matar uma mulher e que está planejando alguma coisa contra Robin Ellacott, a assistente de Strike. Em seguida, Robin recebe um presente nada convencional: uma perna decepada. É o bastante para que a agência de detetives que os dois comandam em Londres comece a sofrer com a publicidade negativa gerada pelo fato e para que a dupla resolva investigar por conta própria quem pode estar por trás de tamanha aberração. Para Strike, são três os principais suspeitos: dois ex-soldados que conheceu quando trabalhava para o serviço de investigações do Exército e um antigo namorado de sua mãe.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Além da trama um tanto maluca, mas engenhosa, e do suspense criado por Rowling sempre que dedica um capítulo às andanças do assassino, “Career of evil” agrada por apresentar aos leitores fatos até então desconhecidos sobre a vida de Robin e de Strike. Enquanto fazem campanas e viajam para algumas cidades inglesas em busca de pistas, os dois combatem fantasmas do passado e precisam lidar com as relações amorosas do presente. Se há senões, um deles é a repetição excessiva de algumas circunstâncias, como o frequente tira-e-põe da perna mecânica de Strike e as inseguranças de Robin em relação ao seu valor para o trabalho com o detetive. Mas a gente ignora e vai em frente, temendo pelo momento em que o criminoso pretende dar seu bote final. “Galbraith”, afinal de contas, mostra que sabe envolver o leitor com a mesma competência já demonstrada por JK Rowling.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Última observação: quem prestar atenção o bastante pode até adivinhar o assassino antes do desfecho do caso&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" decoding="async" class="size-full wp-image-9406 alignnone" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 Career of evil, de Robert Galbraith"  width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-10501" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/12/career.png?w=98"  alt="career Career of evil, de Robert Galbraith"  width="98" height="150" />Título</strong>: Career of Evil<br />
<strong>Autor</strong>: Robert Galbraith<br />
<strong>Páginas</strong>: 512<br />
<strong>Editora</strong>: Sphere (EUA)<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/career-of-evil-455886ed516284.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE</strong>: Quando um misterioso pacote é entregue a Robin Ellacott, ela fica horrorizada ao descobrir que ele contém a perna decepada de uma mulher. Seu chefe, o detetive particular Cormoran Strike, fica menos surpreso do que alarmado. Há quatro pessoas de seu passado que ele acha que poderiam ser responsáveis &#8211; e Strike sabe que qualquer um deles é capaz de tamanha brutalidade. Com a polícia focando no suspeito que Strike está certo não ser o autor do crime, ele e Robin tomam o assunto em suas próprias mãos e investigam os outros três homens. Mas quando mais atos horrendos acontecem, o tempo vai acabando para eles&#8230;</p>
<pre><strong>GABRIELA ERBETTA</strong> - É sócia da <a href="http://www.editoraalpendre.com.br/" target="_blank">Editora Alpendre</a>, que publica livros digitais de não-ficção, e, 
assim como Sarah Shadlock, também tem uma quedinha por Strike.</pre>
<p style="text-align:justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Career of evil, de Robert Galbraith"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/03/career-of-evil-de-robert-galbraith/">Career of evil, de Robert Galbraith</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Paixões policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 17:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[detetives]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Erbetta &#8211; Pensei em várias maneiras de começar esse texto. Escrevi, apaguei, voltei, escrevi de novo, não gostei.</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/28/paixoes-policiais/">Paixões policiais</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Gabriela Erbetta</em> &#8211; Pensei em várias maneiras de começar esse texto. Escrevi, apaguei, voltei, escrevi de novo, não gostei. Acontece que eu estava enrolando muito pra dizer o seguinte: eu me apaixono por policiais. Pronto. Não pelos livros, veja bem, mas pelos personagens.</p>
<p>Essa mania – seria fraqueza? – vem desde que, aos 12 ou 13 anos, li O Homem do Terno Marrom, da Agatha Christie, e caí de amores por Harry Rayburn, o sujeito do título. E olha que eu nem conseguia me decidir se ele era mocinho ou bandido. Mas que garota, na principal fase das paixonites platônicas, não se encantaria com aquele tipo alto, moreno, caladão, misterioso? Foi paixão à primeira página.</p>
<p>Então, e isso já depois de adulta, surgiu em minha vida Jean-Baptiste Adamsberg, da Brigada Criminal de Paris. Segundo sua própria criadora, a francesa Fred Vargas, um homem feio e baixote. E daí? Adamsberg é fascinante: contraditório e intuitivo, gosta de caminhar para colocar os pensamentos em ordem e tem um jeito vagaroso que, embora irrite muita gente à sua volta, mais ajuda do que atrapalha. Seus casos, não raro, parecem ter um pezinho no sobrenatural, mas é só isso: parecem. No fim das contas, o delegado prende, mesmo, gente de carne e osso. (Um adendo: eu amo o francês, mas não amo tanto assim a sua autora. Na maioria das vezes, acho o desfecho das histórias fantasioso ou repetitivo demais).</p>
<p>Quando fui apresentada a Adam Dalgliesh, em Paciente Particular, percebi que seria inevitável trair Adamsberg. Ou melhor: encontraria um lugarzinho em meu coração também para o inspetor da New Scotland Yard criado por PD James. Em comum com o francês, Dalgliesh é adepto das caminhadas e tem a vida afetiva, digamos, enrolada (será que eu teria chance?). Mas é bem mais ortodoxo e certinho – até escreve e lançou alguns livros de poesia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title=""  alt="2569270642cd0bad18dec6eed3615dce Paixões policiais" loading="lazy" decoding="async" class="size-singlepic aligncenter" src="https://i.pinimg.com/originals/25/69/27/2569270642cd0bad18dec6eed3615dce.jpg" width="500" height="286"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dessa onda recente de policiais nórdicos, eu nunca tinha lido nada que me entusiasmasse muito – acho que sou a única pessoa no mundo que não gostou de Os homens que não amavam as mulheres. Até que, no ano passado, uma amiga recomendou O boneco de neve. E, claro, caí de amores também por Harry Hole, o detetive alcoólatra do norueguês Jo Nesbo. Obsessão é pouco: de uma só tacada, li os DEZ volumes em que Harry erra, acerta, se apaixona, enfrenta serial killers, cria confusões, faz inimigos, perde pessoas queridas, esquadrinha Oslo e viaja para Sidney, Bangkok, Hong Kong.</p>
<p>Verdade seja dita: essa mania de me apaixonar por personagens – eu diria, até, que hoje já virou um hobby – não é exclusiva dos policiais. Amei profundamente o Doutor Rodrigo Cambará, da segunda parte de O tempo e o vento. Aquiles, de uma versão em prosa da Ilíada. O Carlos da Maia, de Os Maias, um livro que releio sempre e que, toda vez, torço para terminar de outra maneira. Diante deles, porém, a vantagem da paixão por detetives é a abundância: Adamsberg aparece em oito livros (seis publicados aqui pela Companhia das Letras; o nono, pelo que vejo, está previsto para este ano, em francês); Dalgliesh, em catorze; Harry Hole, em dez. De vez em quando volto a algum deles, para matar a saudade. Mas meu coração ainda tem lugar para mais gente. Alguém tem sugestões?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Imagens: <a href="http://popcorn-time-free.com" target="_blank" rel="noopener">Popcorn</a>, <a href="http://ichef.bbci.co.uk/images/ic/944x531_b/p019rkym.jpg" target="_blank" rel="noopener">Imsoup.com</a>, <a href="http://www.jonesbo.co.uk/newsarchive.asp?nlp=12" target="_blank" rel="noopener">Jo Nesbo Oficial</a>)</em></p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>* GABRIELA ERBETTA</strong> &#8211; É sócia da <a href="http://www.editoraalpendre.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Editora Alpendre</a>, que publica livros digitais de não-ficção, é só percebeu agora que&nbsp;esqueceu de citar Archie Goodwin no texto acima.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Paixões policiais"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/28/paixoes-policiais/">Paixões policiais</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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