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	<title>Arquivos editora carambaia -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos editora carambaia -</title>
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		<title>Nas Profundezas, a descrição de uma missa satânica por JK Huysmans</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/11/12/nas-profundezas-a-descricao-de-uma-missa-satanica-por-jk-huysmans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 11:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[editora carambaia]]></category>
		<category><![CDATA[JK Huysmans]]></category>
		<category><![CDATA[leila carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[literatura francesa]]></category>
		<category><![CDATA[nas profundezas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Via Leila Carvalho &#8211; O francês J.-K. Huysmans (1848-1907) é o autor de “Às Avessas” ou “Au Rebours”, um livro de capa amarela que, alcunhado de “bíblia do decadentismo&#8221;, teria pervertido Dorian Gray, personagem emblemático de Oscar Wilde. Excêntrico, hermético, mal compreendido e pouco lido, Huysmans voltou aos holofotes recentemente graças à Michel Houellebecq...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Via Leila Carvalho</em> &#8211; O francês J.-K. Huysmans (1848-1907) é o autor de “Às Avessas” ou “Au Rebours”, um livro de capa amarela que, alcunhado de “bíblia do decadentismo&#8221;, teria pervertido Dorian Gray, personagem emblemático de Oscar Wilde.</p>
<p>Excêntrico, hermético, mal compreendido e pouco lido, Huysmans voltou aos holofotes recentemente graças à Michel Houellebecq e seu romance “Submissão” cuja personagem principal é um professor de letras da Sorbonne especializado na obra do escritor que serve como fio condutor da história.</p>
<p>Em nosso país, enquanto viveu, o escritor chegou a ter admiradores. Seus livros, em francês, podiam ser encontrados nas boas livrarias e sua morte foi noticiada sem atraso nos jornais. Curiosamente, diferente do que ocorreu na França, não foram seus livros naturalistas que conquistaram os brasileiros, mas uma série de temática religiosa, o ciclo Durtal, que se inicia com um livro bizarro, Nas Profundezas ou “La Bás”, por conta das cenas de sexo adúltero, tortura, pedofilia, infanticídio, vampirismo, necrofilia, sodomia e até uma missa negra que o escritor afirmava já ter presenciado.</p><div id="liter-892575473" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]Em linhas gerais,  o romance se aproxima da vida de Huysmans, quando na maturidade, a vida mundana entrou em conflito com seu desejo de maior espiritualidade. Nele, Durtal (protagonista, narrador e alter ego) descreve seu dia a dia que culminará com a conversão ao catolicismo, apresentada passo a passo nos três volumes seguintes: “En Route”, “La Cathédrale” e “L’Oblat”.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Leila Carvalho</em> &#8211; Marcado preocupações estéticas e pela linguagem bem cuidada que se distingue pelo emprego de arcaísmos e neologismos, o romance possui três camadas narrativas que se sobrepõe: um adultério tratado com certa ironia; a biografia de Gilles de Rais, um pedófilo assassino que combateu ao lado de Joana D’Arc; e o processo de pesquisa e escrita desta biografia que leva Durtal a pesquisar sobre o Satanismo na Idade Média e conhecer qual rumo tomou no século XIX, isto é, em pleno apogeu do Positivismo.</p>
<p>Para tanto, são imprescindíveis suas relações com um grupo bastante heterogêneo formado pelo estranho casal Chantelouve, o médico Des Hermies, o sineiro Carhaix e o astrólogo Gévingey. Visitando e sendo visitado, são as longas as conversas que acabam trazendo à luz o saber enciclopédico de Huysmans sobre os mais variados e invulgares assuntos, como hagiografia, simbologia das pedras preciosas, ocultismo, alquimia e interpretação dos sonhos, dando como referência vários livros e documentos antigos.</p>
<p>Quando vi o romance anunciado, confesso que fiquei em dúvida se deveria comprá-lo. Resolvi arriscar e não me arrependo, meu receio era injustificado. A leitura não foi cansativa e de fácil compreensão, exigiu apenas acessar a internet para conhecer algumas pinturas mencionados por Durtal, como a “Crucificação”, de Matthias Grünewald, exposta no Museu de Cassel na Alemanha. Em contrapartida, as atrocidades cometidas por Giles de Rais e a descrição da Missa Negra são  perturbadoras, mas indubitavelmente perderam boa parte de seu impacto durante o último século, de maneira, portanto não foram suficientes para que eu desistisse de Durtal.</p>
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<p>Por sinal, cabe mencionar que, apesar de abordar sexo, perversão e violência, a narrativa transcende esta perspectiva. Como é explicado no posfácio por Pedro Paulo Garcia Ferreira Catharina, professor de literatura da UFRJ e membro da “Société Huysmans”: “Ainda não superamos certas questões do século XIX levantadas em “Nas Profundezas”. A religião está na ordem do dia. Os crimes bárbaros se multiplicam. Buscamos refúgios, concretos ou abstratos, para escapar do turbilhão urbano e da sociedade cada vez mais massificada. O progresso só decepciona. E a literatura, longe do prestígio que gozava outrora e ainda conservando uma visão romântica de si mesma, continua a repisar antigas questões. Huysmans, um pessimista sarcástico e provocador, está sempre pronto a nos tirar da zona do conforto. Vale o desafio.”</p>
<p>Finalmente, realizada por Mauro Pinheiro, esta é a primeira tradução de “La Bás” para o português. Ela foi encomendada pela Editora Carambaia que colocou à venda apenas 1000 exemplares numerados que se destacam pela qualidade do papel escolhido, a cuidadosa diagramação e o fino acabamento. Também gostaria de mencionar o projeto gráfico cuja capa em relevo faz alusão a hóstia sagrada e exibe uma cruz invertida, símbolo do Satanismo. Cinco estrelas!</p>
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<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/NAS-PROFUNDEZAS-J-K-Huysmans/dp/8569002459/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=nas+profundezas&amp;qid=1558181056&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=19053bfc3d550b0a012ff8596072b602" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8569002459&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><strong>Título</strong>: Nas profundezas<br />
<strong>Autor</strong>: J.-K. Huysmans<br />
<strong>Tradução</strong>: Mauro Pinheiro<br />
<strong>Editora</strong>: Carambaia<br />
<strong>Páginas</strong>: 400<br />
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; J.-K. Huysmans (1848-1907), com o romance &#8220;Às avessas&#8221; (&#8220;À rebours&#8221;, 1884), tornou-se o escritor máximo do decadentismo francês, o movimento de reação ao naturalismo e à sociedade tecnológica de massas que se anunciava no final do século XIX. Em seu romance posterior, &#8220;Nas profundezas&#8221; (&#8220;Là-bas&#8221;, 1891), que a CARAMBAIA publica agora no Brasil em tradução inédita de Mauro Pinheiro, o escritor voltou-se para um assunto que desafiava a racionalidade científica e vinha despertando interesse entre alguns setores da sociedade francesa: o satanismo. O livro traz a descrição de uma missa negra (satânica), feita, segundo o autor, de acordo com uma experiência verídica. Foi um dos motivos da notoriedade do livro. A par de suas qualidades como literatura e documento, &#8220;Nas profundezas&#8221; provocou escândalo pela descrição das atrocidades cometidas por um padre satanista da Idade Média e pela dubiedade moral de seus personagens contemporâneos. Leitores pressionaram para que fosse suspensa sua publicação serializada no jornal &#8220;L&#8217;Écho de Paris&#8221;, o que não aconteceu. Ao ser lançado em livro, a venda do romance chegou a ser proibida nas livrarias de estações ferroviárias. Nascido em Paris e batizado como Charles-Marie-Georges Huysmans, o escritor era filho único de um litógrafo e miniaturista holandês e de uma professora francesa. Aos 20 anos, iniciou uma carreira de três décadas no Ministério do Interior francês, que lhe deu sustento para atuar na literatura. Ao lançar, às próprias expensas, seu primeiro livro, uma reunião de poemas, adotou, em homenagem à família do pai, o nome holandês Joris-Karl Huysmans. Seus livros seguintes usariam as abreviaturas J.K. ou J.-K. A edição da CARAMBAIA de &#8220;Nas profundezas&#8221; traz posfácio de Pedro Paulo Catharina, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro da Société Huysmans. O projeto gráfico de Lucas Blat faz alusão à missa satânica e à hóstia sagrada, costumeiramente dessacralizada nesse tipo de cerimônia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/11/12/nas-profundezas-a-descricao-de-uma-missa-satanica-por-jk-huysmans/">Nas Profundezas, a descrição de uma missa satânica por JK Huysmans</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Contos de Assombro, uma coletânea de literatura fantástica e de mistério</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/06/11/contos-de-assombro-uma-coletanea-de-literatura-fantastica-e-de-misterio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 13:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[contos de assombro]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Allan Poe]]></category>
		<category><![CDATA[editora carambaia]]></category>
		<category><![CDATA[joão do rio]]></category>
		<category><![CDATA[leila gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[literatura fantástica]]></category>
		<category><![CDATA[virginia woolf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Leila Gonçalves &#8211; Publicada pela Editora Carambaia, esta coletânea reúne dezoito contos e um ensaio, selecionados a dedo por Alcebíades Diniz, Pós-Doutor em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas.&#160; Ele também é responsável pelo posfácio que, intitulado As Estranhezas Insuspeitas Inexpugnáveis, explana sobre o tema que abarca todas as narrativas: o desconforto e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Leila Gonçalves</em> &#8211; Publicada pela Editora Carambaia, esta coletânea reúne dezoito contos e um ensaio, selecionados a dedo por Alcebíades Diniz, Pós-Doutor em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas.&nbsp;</p>
<p>Ele também é responsável pelo posfácio que, intitulado As Estranhezas Insuspeitas Inexpugnáveis, explana sobre o tema que abarca todas as narrativas: o desconforto e a instabilidade da mente humana seja diante de uma realidade conturbada ou subvertida, seja diante da possibilidade sobrenatural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8569002394&amp;asins=8569002394&amp;linkId=213edf66c1affbd113af56f35b65cb8b&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resumidamente, Contos de Assombro apresenta histórias de fantasmas, alucinações, especulações sobre a natureza do mal, enfim, uma série de assuntos que desafiam a comodidade da razão num recorte temporal que vai do início do século XIX até as primeiras décadas do século XX. Um período que representa o apogeu da produção literária de mistério no período pós-gótico, quando o sobrenatural deixou de ser produto das forças da natureza ou truques ficcionais, ganhando uma inquietude e desconforto que permanece ao final da leitura e afrouxa os limites do gênero.</p><div id="liter-892575473" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>É indiscutível a qualidade dos contos selecionados, fato que espelha o talento de seus autores.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns, são referência na literatura fantástica (Robert Louis Stevenson, Guy de Maupassant e E. T. A. Hoffmann); outros, não costumam frequentar o gênero (Luigi Pirandello, Émile Zola e Ivan Turguêniev); e ainda existem alguns, pouco conhecidos em nosso país mas não menos engenhosos (Washington Irving, Leopoldo Lugones e Emília Pardo Bazán).&nbsp;Desta lista, duas narrativas peculiares merecem destaque:</p>
<p><em>“Um Sonho” (1831), Edgar Alan Poe</em>: De temática cristã, jamais foi mencionada nem assumida pelo escritor. Todavia, grande parte do meio acadêmico costuma incluí-la no cânone poeriano, conforme fez Diniz. Já fazia tempo que queria conhecer o texto que me impressionou profundamente, em especial, por conta do desfecho perturbador.</p>
<p><em>“Uma Mulher no Espelho &#8211; Uma Reflexão” (1929), de Virginia Woolf</em>: Jamais poderia supor supus que fosse encontrar um conto da escritora no livro. Um texto curto, esteticamente refinado e de sensibilidade ímpar cujo foco, como indica o título, é uma reflexão sobre a imagem de uma mulher num espelho. Digno de aplausos, merece ser lido e relido.</p>
<p>Outro aspecto bem-vindo é a inclusão de três boas narrativas de autores nacionais:</p>
<p><em>“Pavor”, de João do Rio</em>, primeiro imortal da ABL a tomar posse usando o fardão.</p>
<p><em>“O Juramento”, de Humberto de Campos</em>, famoso desafeto de Joao do Rio.</p>
<p><em>“O Soldado Jacob”, de Medeiros e Albuquerque</em>, mais conhecido como o autor da letra do “Hino à República”.</p>
<p>Não conhecia estes textos. Do livro, só havia lido “Janet, a Troncha” (1881), de Stevenson, um clássico sobre a obsessão demoníaca. Por sinal, todos os demais são inéditos e foram especialmente traduzidos para esta antologia.</p>
<p>Finalmente, esta edição possui a qualidade que já é peculiar às publicações da Editora Carambaia. Com tiragem de 1000 cópias (a minha é 0014) e em capa dura, ela foi impressa em papel Munken Print (80g/m2) com fonte Noe Text. O projeto visual foi realizado pelo Estúdio Campo e apresenta adornos em composições lineares que buscam representar a atmosfera de suspense, mistério e fantasia presente nos contos, cada qual com sua abordagem do extraordinário. Os desenhos escolhidos podem lembrar símbolos de diversas religiões ou manifestações culturais, mas não passam de combinações de formas geométricas simples, que dão margem às mais diversas e subjetivas interpretações.&nbsp;Cinco estrelas!</p>
<p><strong>Notas</strong></p>
<p>Lista de Contos e Autores: “O Cachorro”, Ivan Turguêniev; “Notícia de um Homem Conhecido” ou “O Diabo em Berlim”, E. T. A. Hoffmann; “O Sopro”, Luigi Pirandello; “Janet, a Troncha”, Robert Louis Stevenson; “O Álbum do Cônego Alberico”, M. R. James; “Uma Jaula de Animais Ferozes”, Émile Zola; “O Diabo e Tom Walker”, Washington Irving; “O Arame Farpado”, Horacio Quiroga; “A Paz”, Leonid Andrêiev; “Pavor”, João do Rio; “A Mulher no Espelho &#8211; Uma Reflexão”, Virginia Woolf; “O Juramento”, Humberto de Campos; “A Plenitude Da Vida”, Edith Wharton; “O Pacto Infernal &#8211; Pequeno Romance”, Charles Nodier; “Espelho Negro”, Leopoldo Lugones; “O Soldado Jacob”, Medeiros de Albuquerque; “Irmã Aparíción, Emilia Pardo Bazán; “Um Sonho”, Edgar Allan Poe.</p>
<p>Ensaio: “Adeus Mistérios”, Guy de Maupassant.</p>
<p>Lista de Tradutores: Ari Roitman, Fábio Bonillo, Ivone Benedetti, Maria Aparecida Barbosa, Maurício Santana Dias, Paula Costa Vaz de Almeida, Paulina Wacht e Tamara Sender.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/06/11/contos-de-assombro-uma-coletanea-de-literatura-fantastica-e-de-misterio/">Contos de Assombro, uma coletânea de literatura fantástica e de mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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