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	<title>Arquivos editora chiado -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos editora chiado -</title>
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		<title>Nathalia Alvitos lança segundo livro com tramas sobre crimes e disputa de poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2017 15:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-20484" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/capa-cidade_perdida2.jpg?w=300" alt="" width="700" height="471" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><strong>DIVULGAÇÃO</strong> &#8211; Um jogo de poder que envolve políticos, traficantes, polícias e imprensa televisiva são alguns dos ingredientes que a jornalista e escritora Nathalia Alvitos se utiliza para apimentar a trama de seu segundo livro, o romance policial “Cidade Perdida”, que será lançado no final de novembro, pela editora portuguesa Chiado. A autora traz, mais uma vez, uma mulher como personagem principal. Lana Garcia é uma inspetora da polícia civil capaz de desvendar todos os crimes que caem em suas mãos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Temida por todos que exercem o mínimo de poder, Garcia se alimenta de proteger a cidade à sua maneira e só confia em uma pessoa: o comissário Germano, a quem chama de mestre. Mas ao ser escalada para investigar um assassino em série, que tem como alvos homens poderosos de uma emissora nacional de TV, se vê em um mundo construído por segredos inesperados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Tudo acontece numa cidade onde a corrupção e a violência são os maiores inimigos, os políticos negociam cargos através de altas cifras, policiais fazem acordos com traficantes e a imprensa divulga a notícia para conquistar uma maior audiência. Apesar da estética realista que marca o romance, as tramas são pura ficção.</span></p><div id="liter-3904319138" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-20485" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:40px;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/capa-cidade_perdida.jpg?w=186" alt="" width="350" height="566" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A atual crise que abala o Rio de Janeiro somada à experiência como repórter policial foram as responsáveis pela mudança de estilo da escritora. “Tenho compromisso, acima de tudo, com o tempo e com a sociedade em que vivo, sendo assim, o romance policial nasceu naturalmente. Cidade Perdida é ficcional, porém o grau de violência é verdadeiro, o que deve chocar a maioria dos leitores. O meu objetivo é a reflexão, sempre.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Quando a sociedade se cala, consequentemente consente a desordem e nutre a ideia de que nem toda legalidade é justa e, por isso, toda justiça é válida. A autora conclui que, desta forma, “é fácil imaginar porque vivem na Cidade Perdida, difícil é continuar sobrevivendo”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Em “Lavínia: no Limite”, lançado em 2015, Nathalia fala sobre a solidão através de uma jovem de 25 anos, que apesar de atender os padrões de beleza e de ter sucesso no trabalho, é uma outsider por não compreender os valores da sociedade.</span></p>
<p><strong><span style="font-size:1.75em;color:#000000;">Sobre a autora<br />
</span></strong><strong style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.45em;color:#000000;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-20486 size-thumbnail" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/livro_cidade.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nathalia Alvitos, 33 anos, é jornalista formada pela PUC-Rio e se especializou em Segurança Pública com cursos em Israel e no Rio de Janeiro. Trabalhou na Marinha do Brasil, Rede Globo, Rede Bandeirantes e Rede Record, emissora em que se tornou repórter policial. Em 2015 iniciou sua carreira na literatura com o romance “Lavínia: no limite”. O sucesso foi tanto que a autora foi convidada a participar da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) no mesmo ano e para a Festa Literária de Nova Friburgo (FLINF) em 2016.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>(Imagens: Divulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/23/nathalia-alvitos-lanca-segundo-livro-com-tramas-sobre-crimes-e-disputa-de-poder/">Nathalia Alvitos lança segundo livro com tramas sobre crimes e disputa de poder</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O crime por um fio, Valéria Leal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2017 12:14:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[editora chiado]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura de crime]]></category>
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		<category><![CDATA[valéria leal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história é uma ficção, mas passaria fácil por realidade nas editorias policiais. É essa a impressão que fica de O crime por um fio (Chiado Editora), livro de Valéria Leal sobre o papel da ciência forense na solução de crimes, muitos desses familiares a quem acompanha as notícias sobre violência urbana e corrupção nos jornais. Focada...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-18062 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/fio3.jpg" alt="" width="639" height="360" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A história é uma ficção, mas passaria fácil por realidade nas editorias policiais. É essa a impressão que fica de <strong>O crime por um fio</strong> (Chiado Editora), livro de <strong>Valéria Leal</strong> sobre o papel da ciência forense na solução de crimes, muitos desses familiares a quem acompanha as notícias sobre violência urbana e corrupção nos jornais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Focada na perita forense Isadora Romanesky, uma funcionária de prestígio da Agência Nacional de Inteligência no Rio de Janeiro, os primeiros capítulos parecem mais contos independentes do que histórias conectadas entre si. São descrições sobre as tecnicalidades da profissão de Romanesky e sobre os conflitos de interesse inerentes ao cargo, quando nem sempre a verdade dos fatos interessa numa investigação oficial. O testemunho da corrupção e da violência no meio policial, político e judiciário parecem se agarrar ao meio vivido pela perita, uma expert na arte de identificar vozes, revelar mensagens criptografadas, traduzir ruídos e nuances de sons.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:1.65em;"><span style="color:#000000;">&#8220;A vida é só um detalhe.<br />
Um jogo que mata.&#8221;</span></span></p><div id="liter-3904319138" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Os casos investigados por Isadora são descritos de forma um tanto quanto didática em alguns momentos. A autora também divaga sobre como relações profissionais podem ser permeadas pela desconfiança ou pela dedicação afetuosa, dependendo dos limites éticos de cada um. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Para colaborar nas investigações surge ainda o jornalista Beto Lopez, premiado por reportagens investigativas que geralmente incomodam figuras do alto escalão do poder. Isso se dá principalmente quando Lopez descobre crimes como contas ilegais em paraísos fiscais e homicídios encomendados, associados a policiais e políticos influentes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18030 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/17349694_1483009408436878_2155662227453124837_o.jpg" alt="" width="639" height="639" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Se por um lado as relações entre os personagens não são revestidas de profundidade, por outro a trama realça uma protagonista feminina atuando num ambiente comumente masculino sem a necessidade de um endurecimento clichê. A analogia com casos ressonantes na opinião pública também é explícita, como o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo, em 2013, na favela da Rocinha. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Valéria Leal é fonoaudióloga, especialista em voz e perita forense de vestígios em arquivos digitais. Ela dedica o livro a seu pai, Manoel Leal, jornalista assassinado em 1998 após fazer denúncias de desvios de verbas públicas e obras superfaturadas em Itabuna, na Bahia. Segundo aponta a autora na dedicatória do livro, os mandantes do crime continuam até hoje em liberdade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="" width="75" height="22" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17993 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/fio.jpg?w=199" alt="" width="199" height="300" />Título</strong>: O crime por um fio<br />
<strong>Autora</strong>: Valéria Leal<br />
<strong>Editora</strong>: Chiado<br />
<strong>Páginas</strong>: 120<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/o-crime-por-um-fio-622706ed623542.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE </strong>– Um retrato ficcional da atualidade e destaca o papel da ciência forense na solução de crimes, da favela no Planalto Central do Brasil. A protagonista da trama, a implacável perita forense Isadora Romanesky, trabalha para a A.N.I &#8211; Agência Nacional de Inteligência &#8211; com sede no Rio de Janeiro, desvendando diversos casos de violência urbana. O jornalista investigativo Beto Lopes, do Jornal da Manhã, revela um dossiê sobre contas ilegais nas Ilhas Cayman. A busca pela verdade e a justiça será uma verdadeira obsessão.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3871" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/24/o-crime-por-um-fio-valeria-leal/">O crime por um fio, Valéria Leal</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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