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	<title>Arquivos festa literária de paraty -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos festa literária de paraty -</title>
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		<title>A Flip 2016 para fãs de suspense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 17:05:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FLIP 2016 &#8211; Apesar de não contar com nenhum nome nas tendas principais este ano &#8211; como foi o caso</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/04/a-flip-2016-para-fas-de-suspense/">A Flip 2016 para fãs de suspense</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;" align="justify"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-13207 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/flip.jpg"  alt="flip A Flip 2016 para fãs de suspense"  width="639" height="384" /></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify">FLIP 2016 &#8211; Apesar de não contar com nenhum nome nas tendas principais este ano &#8211; como foi o caso da edição passada com Sophie Hannah e Leonardo Padura -, a Festa Literária Internacional de Paraty de 2016 proporcionou algumas mesas para fãs dos romances policiais, de suspense e quadrinhos. Autores nacionais debateram sobre o gênero em encontros que contaram com a presença de um bom público nos espaços literários distribuídos pelas esquinas de Paraty.</p>
<p style="text-align:justify;" align="justify">Na quinta-feira, 30, Bráulio Tavares e André Vianco conversaram sobre literatura fantástica na Casa Sesc Paraty. Com mediação do jornalista Rodrigo Casarin, a mesa intitulada “Literatura Fantástica do Brasil” abordou a arte da narrativa, séries de TV, temas explorados pelos autores e a importância do estilo na arte de contar histórias. Bráulio Tavares citou como influência os romances policiais e históricos de Arthur Conan Doyle, “um escritor completo que contava histórias de uma maneira extremamente vívida e isso sempre passou para mim como uma verdadeira arte”, apontou. Para André Vianco, “as histórias devem apresentar um drama potente, bem como as escolhas que o autor fará (ou não) diante dos desafios da narrativa”. Vianco falou ainda sobre o início da carreira, a importância da conexão com o leitor e como ele divulgou inicialmente “Os Sete”, um de seus livros mais conhecidos.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img  title="" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13196 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/flip1.jpg?w=639"  alt="flip1 A Flip 2016 para fãs de suspense"  width="639" height="359" /><em>André Vianco e Bráulio Tavares falam sobre literatura fantástica</em></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span>Ainda na quinta, Ricardo Lísias fez uma palestra-performance na Casa Libre e Nuvem de Livros. O tema foi a polêmica Família Tobias, que aparece no seu mais recente livro “Inquérito Policial: Família Tobias”, publicado pela Editora Lote 42 (<a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/25/entrevista-ricardo-lisias-e-o-inquerito-policial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">confira a entrevista que fizemos com o autor aqui</a>). Numa atividade derivada do livro, Lísias se passou por um historiador que pesquisou as origens dos Tobias, salientando os hábitos e os vícios da sociedade paulistana tradicional. O público interagiu e entrou na brincadeira do escritor, que ainda se valeu de um slideshow para ilustrar a história.</p>
<p align="justify">Para os fãs de quadrinhos, a sexta-feira, 1º, começou muito bem na Casa Sesc. O público encheu o pequeno espaço para acompanhar o debate com os quadrinistas Guazzelli, Gabriel Bá e Fábio Moon, que participaram da mesa “Quadrinhos em diálogo”, com mediação de Bruno Dorigatti. Os artistas falaram sobre como é possível retratar a vida de todas as formas através dos quadrinhos, e fizeram uma avaliação de como o mercado evoluiu dos anos 1980 para os dias de hoje, apontando um aumento no número de leitores e no interesse das editoras em publicar este tipo de material.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img  title="" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13200 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/flip2.jpg?w=639"  alt="flip2 A Flip 2016 para fãs de suspense"  width="639" height="359" /><em>Guazzelli, Gabriel Bá e Fábio Moon na mesa sobre HQ</em></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="color:#ffffff;"><span style="color:#333333;">A noite fechou com a mesa literária “Heróis urbanos: a crueza da realidade na ficção”, com Raphael Montes e o jornalista Emiliano Urbim. O tema principal foi sobre a antologia “Heróis Urbanos”, lançamento da Editora Rocco com contos de mais autores como Luisa Geisler, Rubem Fonseca e Leticia Wierzchowski. O indivíduo e a desconstrução do arquétipo de herói são assuntos abordados nesta coletânea de contos para jovens, que reuniu várias gerações de autores com diferentes perspectivas sobre o assunto.</span><br />
x</span></p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13202" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/flip3.jpg?w=639"  alt="flip3 A Flip 2016 para fãs de suspense"  width="550" height="344" /><em>Bate-papo com Raphael Montes e Emiliano Urbim, na Casa Rocco de Paraty</em></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
No sábado, os autores Tailor Diniz e Henrique Rodrigues participaram da mesa “Fronteiras e sombras, o jogo entre a ficção e o real”. Criador do detetive Walter Jacquet, Diniz já escreveu alguns romances policiais ambientados em Porto Alegre (Crime na Feira do Livro, Mistério no Centro Histórico). Ele falou sobre as filmagens de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=3H_YYrFpRXs" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A Superfície da Sombra</a>, filme baseado em seu livro homônimo e que está em fase final de edição. O encontro foi na casa OFF Flip das Letras, com mediação de Stéphane Chao e Flávio de Araújo.</p>
<p style="text-align:justify;" align="justify">O encontro que mais abordou a literatura policial e de suspense aconteceu no sábado, às 17h, na Casa Rocco. A mesa “Revelações do novo suspense” reuniu Flávio Carneiro e Simone Campos em uma conversa farta de referências às origens dos policiais. O escritor, professor e crítico literário Flávio Carneiro falou sobre as modalidades ligadas à literatura policial, como o gótico e o fantástico, os primeiros autores a abordar o gênero no Brasil – quando ainda usavam o artifício do pseudônimo para assinar as histórias, pelo fato do gênero ser considerado uma subliteratura &#8211; e como os romances policiais sempre interessaram e cativaram as mais variadas gerações de leitores. Interessado na releitura do gênero, Carneiro refletiu sobre a transição do protagonista policial clássico como Sherlock Holmes, passando pelo “anti-heroi” dos romances noir e os personagens principais modernos: “Hoje temos um não-herói, por exemplo o Espinosa (de Luiz Alfredo Garcia-Roza), um personagem que duvida, geralmente anônimo, que questiona com um pé aqui e outro ali… O detetive não heroi é de um equilíbrio instável”, completou.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13205 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/suspense1.jpg?w=639"  alt="suspense1 A Flip 2016 para fãs de suspense"  width="639" height="418" /><em>O debate sobre novo suspense foi com Flávio Carneiro e Simone Campos</em></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
Simone Campos falou sobre seu trabalho de tradução dos livros A Garota do Trem, publicado pela Editora Record, e Menina Má, da Darkside Books, e ainda revelou que está escrevendo um romance policial para breve. Segundo ela, “as personagens principais são femininas e a história vai se passar no Rio”, envolvendo um desaparecimento e uma investigação entre irmãs. A editora executiva da Rocco, Mariana Rolier, mediou o encontro e aproveitou a oportunidade para divulgar o lançamento de uma nova coleção de suspense que será lançada pela Rocco em agosto. O primeiro título será Uma Garota de Muita Sorte, de Jessica Knoll.<br />
<span style="color:#ffffff;">X</span></p>
<h2 style="text-align:left;" align="justify"><strong>Confira a galeria de fotos dos eventos acompanhados pela equipe do literaturapolicial.com </strong></h2>

<p style="text-align:justify;" align="justify"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top:80px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png"  alt="ana2 A Flip 2016 para fãs de suspense"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 A Flip 2016 para fãs de suspense"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/04/a-flip-2016-para-fas-de-suspense/">A Flip 2016 para fãs de suspense</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2015 20:33:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>DE FRENTE PARA O CRIME &#8211; Leonardo Padura e Sophie Hannah participaram neste domingo, 5, de uma mesa sobre literatura</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/05/sophie-hannah-e-leonardo-padura-falam-sobre-literatura-policial-na-flip/">Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7539 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/flip.jpg"  alt="flip Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip"  width="634" height="360" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>DE FRENTE PARA O CRIME</strong> &#8211; Leonardo Padura e Sophie Hannah participaram neste domingo, 5, de uma mesa sobre literatura policial na Festa Literária Internacional de Paraty. No encontro, que teve mediação do jornalista João Gabriel de Lima, os escritores falaram sobre como enxergam o gênero literário, comentaram sobre personagens e leram trechos de seus livros publicados no Brasil.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O encontro foi transmitido ao vivo pelo site oficial da Flip, na mesa chamada &#8220;De Frente para o Crime&#8221;. Leia trechos da conversa.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.65em;">SOPHIE HANNAH</span></strong><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7538 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/sophie.jpg"  alt="sophie Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip"  width="327" height="201" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Amo Sherlock Holmes, Poirot, esses detetives da Era de Ouro. São todos muito brilhantes.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Realismo é importante até certo ponto, mas eu estava absolutamente determinada em reviver os detetives brilhantes.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Minha maior influência é Agatha Christie&#8230; ela criou os <em>plot twists</em> mais surpreendentes e estratégicos.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Sempre sei quem são os assassinos dos meus livros antes de começar a escrevê-los. Herdei isso de Agatha Christie.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">“Como tive a ideia para o livro? Sem spoilers&#8230; foi após alguém em minha vida me tratar muito mal. Eu estava em um estado miserável, e achei que algo horrível foi feito para mim. Estava preocupada em lidar com esse comportamento e como ele me afetou. O que essa pessoa fez foi mesmo uma coisa horrível ou apenas eu senti assim? É sensível falar sobre isso? Estava tentando me animar sobre o assunto, pensando que possivelmente não foi tão mal, que coisas piores acontecem&#8230; Enquanto pensava sobre isso, a ideia apareceu na minha mente.<em> Qual seria a pior coisa que uma pessoa poderia fazer a outra, psicologicamente falando?&#8221;</em> (sobre o livro &#8220;A Vítima Perfeita&#8221;)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Não gosto de romances com muita violência e sangue, quase não há isso em meus livros. Crimes psicológicos causam um dano real.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Alguém escreve um livro em que o <em>serial killer</em> decepa o braço de alguém e a coisa vai piorando&#8230; Vou pelo psicológico, vou criar esse vilão que consegue ser pior que os <em>serial killers</em>.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">“Nunca senti como se estivesse ressuscitando Poirot, pois sei que Agatha matou o personagem no último livro da série.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Meu agente sugeriu para a Harper Collins que eu escrevesse um novo livro de Poirot. Fiquei tão envergonhada, <em>euzinha e Agatha Christie!</em> O que a editora disse? &#8216;Sem chance, a família definitivamente não vai querer outro livro de Poirot&#8217;. Dias depois, meu agente me telefonou e disse que a família queria me conhecer. Decidimos que era a hora certa para fazer uma continuação.<em>&#8220;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">“Poirot é, na minha opinião, o melhor detetive da ficção já criado.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Minha relação com os Christies é ótima! Só não consigo aceitar que a linda casa da Agatha Christie (a famosa casa de campo de Greenway) não me pertença&#8230; rs&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.65em;">LEONARDO PADURA<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4559 size-medium" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/padura.jpg?w=300"  alt="padura Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip"  width="300" height="200" /><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Minha literatura tem fundamentalmente um caráter social.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">“Meus romances policiais são um pretexto para criar uma história. Em geral, começo a escrever um livro com uma situação na vida de Mario Conde, que pode ser mais ou menos crítica&#8230; A própria trama policial tem um sentido mais utilitário que o resto da novela. E a partir desse momento começa o processo criativo, porque eu escrevo e reescrevo a história, demoro dois anos escrevendo um romance de 250 páginas, porque quero que tudo funcione com a maior integridade estética e literária possível. A trama policial vai se arredondando e se aperfeiçoando e acaba se convertendo em um romance em que todas as partes se integram.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8220;Acho que uma das funções da literatura, sobretudo em um país como Cuba, é criar no presente a memória do futuro.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">“Quando terminei de escrever O Homem Que Amava Os Cachorros, estava convencido que não seria publicado em Cuba.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">“Não se deve confundir um romance com um livro de história ou uma biografia. Não sou um cientista social. Um romance é uma obra de arte, e uma de suas funções é emocionar.”</span></p>
<p>(Imagens: divulgação)</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3871" style="color:#ffffff;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png"  alt="ana2 Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/05/sophie-hannah-e-leonardo-padura-falam-sobre-literatura-policial-na-flip/">Sophie Hannah e Leonardo Padura falam sobre literatura policial na Flip</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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