<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos frança -</title>
	<atom:link href="https://literaturapolicial.com/tag/franca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://literaturapolicial.com/tag/franca/</link>
	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Jul 2021 12:36:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-33333782_2030838226987324_246982996299612160_n-2-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos frança -</title>
	<link>https://literaturapolicial.com/tag/franca/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/05/06/5-curiosidades-sobre-gaston-leroux-e-o-detetive-joseph-rouletabille/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 19:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[datas]]></category>
		<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[crime de quarto fechado]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[gaston leroux]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Rouletabille]]></category>
		<category><![CDATA[literatura policial francesa]]></category>
		<category><![CDATA[locked-room mystery]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://literaturapolicial.com/?p=36193</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Embora tenha ficado mais conhecido por O Fantasma da Ópera (1911), o autor francês Gaston Leroux publicou vários livros</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/05/06/5-curiosidades-sobre-gaston-leroux-e-o-detetive-joseph-rouletabille/">5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Embora tenha ficado mais conhecido por O Fantasma da Ópera (1911), o autor francês Gaston Leroux publicou vários livros de suspense durante a carreira. Ele foi um dos nomes mais importantes do gênero policial na França.</p>
<p>Suas histórias com o repórter e detetive amador Joseph Rouletabille ainda são lembradas como clássicos no subgênero de mistérios de quarto-fechado (locked-room mystery), quando o crime acontece em um ambiente fechado, sem que o assassino possa ter entrado ou saído da cena do crime.</p>
<p>Confira 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e sua influência na literatura policial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Nasceu em Paris</h3>
<p><img  title=""  alt="1024px-Gaston_Leroux 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone " src="https://historia-biografia.com/wp-content/uploads/2018/12/1024px-Gaston_Leroux.png" width="639" height="324" /></p>
<p>Leroux nasceu em 6 de maio de 1868, em Paris. Começou estudando direito, mas quando herdou uma boa herança após a morte do pai, viveu para gastar os milhões de francos que recebeu. Quando o dinheiro acabou, passou a trabalhar como repórter e correspondente internacional do jornal parisiense Le Matin (em 1905, cobriu a Revolução Russa). Posteriormente, ganhou a vida como escritor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. O sucesso</h3>
<p><img  title=""  alt="latest?cb=20090719123532 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://vignette.wikia.nocookie.net/phantomoftheopera/images/d/dc/Cover.jpg/revision/latest?cb=20090719123532" width="315" height="504" /></p>
<p>Ele lançou o primeiro livro em 1903, mas hoje é mais lembrado por <a href="https://amzn.to/2WrRdcf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Fantasma da Ópera</a> (1910), que ganhou várias adaptações para o cinema e teatro. A história é sobre um homem deformado que se esconde nos subterrâneos de um teatro e acaba se apaixonando por uma jovem atriz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. O mistério do quarto amarelo</h3>
<p><img  title=""  alt="O_MISTERIO_DO_QUARTO_AMARELO_14492535973305SK1449253597B 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://cache.skoob.com.br/local/images//MXm3Jgcr0crXTYXvRkDlRelfQ6g=/300x0/center/top/filters:format(jpeg)/https://skoob.s3.amazonaws.com/livros/3305/O_MISTERIO_DO_QUARTO_AMARELO_14492535973305SK1449253597B.jpg" width="300" height="423" /></p>
<p>Publicado em série em 1907, <a href="https://amzn.to/2Y8Mb4H" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Mistério do Quarto Amarelo</a> fez muito sucesso e tornou-se um clássico da literatura policial e dos crimes de quarto-fechado. A história é também a estreia de Joseph Rouletabille, jovem repórter e detetive de 18 anos que investiga o desaparecimento de um criminoso dentro de uma sala trancada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Joseph Rouletabille</h3>
<p><img  title=""  alt="ob_262991_gaston-leroux-rouletabille 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://img.over-blog-kiwi.com/2/10/45/54/20181231/ob_262991_gaston-leroux-rouletabille.jpg" width="443" height="600" /></p>
<p>O fato de ter sido repórter ajudou Leroux a criar um detetive que também era jornalista na ficção. Rouletabille foi criado em um orfanato religioso, situado em uma cidadezinha ao norte da França. Mais perspicaz que a polícia, ele resolve casos que as autoridades não conseguem resolver. Seu nome vem de uma gíria francesa para &#8220;Globetrotter&#8221; (literalmente roule ta bille, ou &#8220;Role seu mármore&#8221;), significando a pessoa que já esteve em todo o mundo e já viu de tudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Ídolos</h3>
<p><img  title=""  alt="circa-1900-british-writer-sir-arthur-conan-doyle-creator-of-fictional-picture-id3324135?s=612x612 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://media.gettyimages.com/photos/circa-1900-british-writer-sir-arthur-conan-doyle-creator-of-fictional-picture-id3324135?s=612x612" width="414" height="612" /></p>
<p>Leroux era fã de dois ícones literários: Arthur Conan Doyle (foto) e Edgar Allan Poe.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/05/06/5-curiosidades-sobre-gaston-leroux-e-o-detetive-joseph-rouletabille/">5 curiosidades sobre Gaston Leroux e o detetive Joseph Rouletabille</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/12/19/quem-matou-roland-barthes-de-laurent-binet/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/12/19/quem-matou-roland-barthes-de-laurent-binet/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 12:59:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[josué de oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[laurent binet]]></category>
		<category><![CDATA[quem matou roland barthes]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=16297</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Josué de Oliveira &#8211; A pessoa a que se refere o título do livro de Laurent Binet me traz</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/19/quem-matou-roland-barthes-de-laurent-binet/">Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Josué de Oliveira</em> &#8211; A pessoa a que se refere o título do livro de Laurent Binet me traz lembranças doloridas: aquelas aulas chatas de Fundamentos Linguísticos da Comunicação no primeiro período da faculdade, onde aprendíamos o básico de linguística, semiótica e semiologia.</p>
<p>Nessa disciplina, além de Roland Barthes, também fui apresentado ao trabalho acadêmico de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/02/20/umberto-eco-o-escritor-que-nao-corria-dos-policiais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Umberto Eco</a></span> (até então, só conhecia sua faceta de ficcionista), Julia Kristeva e Roman Jakobson, e ao longo da faculdade topei também com Foucault, Althusser, Deleuze, Todorov e um pouco mais de Barthes, autores importantes das áreas de Comunicação, Antropologia e Sociologia. Não garanto ter entendido a maior parte do que do que eles disseram, mas juro que tentei. Alguns ali escreviam difícil que só.</p>
<p>O último lugar em que eu esperava reencontrar esse pessoal todo era num romance policial. <em>Quem matou Roland Barthes?</em> (Companhia das Letras, 408 páginas), lançado em 2015, ano em que se comemorou o centenário do nascimento do importante crítico literário francês, veio me lembrar que essa gente não apenas existiu, mas conviveu e circulou pelos mesmos meios entre os anos 1970-1980.</p>
<p>Ao mesmo tempo thriller, homenagem e sátira, o romance de Binet mistura fatos e ficção num romance irreverente, a obra mais original que passou pelas minhas mãos em 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Na trama, o autor fantasia com base em um acontecimento real – a morte de Roland Barthes, em 1980, resultado de um atropelamento.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O intelectual e professor acabara de sair de um almoço com François Mitterrand, candidato à presidência naquele ano pelo Partido Socialista. O factual se desliga da realidade a partir de uma pergunta: e se não foi um acidente, mas um assassinato?</p>
<p>A partir dessa especulação, Binet constrói um enredo rocambolesco com inúmeros assassinatos, espiões com dedos cortados e um misterioso clube que se reúne na calada da noite. Tudo parece girar em torno de um dos maiores segredos da intelectualidade ocidental: a sétima função da linguagem, aludida pelo linguista russo Roman Jakobson em seu Linguística e Comunicação. Enquanto as seis funções &#8220;oficiais&#8221; descrevem usos comuns e reconhecíveis, a sétima, apenas citada pelo autor, seria quase mágica, dando a quem a utiliza poderes inimagináveis de convencimento e persuasão – uma arma poderosa, portanto, pela qual muitos estariam dispostos a matar. O delegado Jacques Bayard é destacado para investigar o caso, e recruta o jovem professor Simon Herzog, que está por dentro das particularidades da vida acadêmica francesa, para guiá-lo.</p>
<p><em>Quem matou Roland Barthes?</em> não é para todo mundo. São tantas histórias interconectadas, tantos assuntos tratados ao mesmo tempo, que o leitor pode se sentir confuso ou mesmo perdido. Por exemplo, o autor fala de conceitos de Barthes e diversos outros escritores com desenvoltura e suas eventuais explicações são dadas com a rapidez de um professor certo de estar lidando com uma turma de nível, no mínimo, intermediário. As pistas do crime se misturam a exposições sobre Semiologia, Filosofia da Linguagem, Comunicação. Além disso, Binet dá especial atenção à conjuntura sociopolítica da França de 1980, às portas de uma eleição presidencial, mesclando à trama capítulos que narram exclusivamente longas reuniões de gabinete entre políticos e seus assistentes, a respeito de temas muito específicos da época . A galeria de personagens, quase todos reais, é espantosa e pitoresca, por vezes caricatural. Por fim, a escrita do autor é bastante peculiar, cheia de frases longas e construções incomuns, bem diferente do que se costuma encontrar nas prateleiras das seções policiais.</p>
<p>Se essa descrição não te empolgou, bem, é provável que Quem matou Roland Barthes? não seja para você. O público para o qual Binet escreve certamente tem alguma familiaridade e interesse pelas obras e a vida de Barthes, famoso por estender a produtos culturais populares suas análises sofisticadas de cunho literário e sociológico (sobretudo na obra Mitologias). É quase impossível separar o entusiasmo pela trama de um interesse, mesmo que pequeno, pelo que ele escreveu e pensou. Esse conhecimento prévio ajuda a entender a miscelânea de referências bibliográficas e conceituais que o livro ostenta, seus diálogos por vezes obscuros e as muitas piadas internas que pontuam a narrativa. (Assim como na faculdade, não garanto ter entendido tudo)</p>
<p>O que é mais acessível no livro é a dinâmica entre Bayard e Simon Herzog, os dois cômicos heróis da história. O primeiro é um policial experiente, reclamão, impaciente com o monte de estudantes e professores, que considera uns vagabundos esquerdistas, com quem precisa lidar na investigação. O outro, um mestrando pacato que se transforma em detetive talentoso. São várias as passagens divertidas da relação dos dois, com destaque para os momentos em que Simon precisa explicar ao cabeça-dura Bayard algum conceito complicado de Barthes, Searle ou Derrida.</p>
<p>Mas o maior destaque é, de fato, Simon, que personifica a homenagem de Binet a Barthes e à Semiologia. Consistindo no estudo dos signos na vida social como um todo — e “signo” aqui deve ser entendido de modo amplo: qualquer coisa que contenha significado, que expressa algo, explicitamente ou não —, ela é convertida em arma para Simon, que se descobre capaz de fazer deduções brilhantes a partir de vestígios (signos) que qualquer um ignoraria. A progressão de Simon, de professor nerd a Sherlock Holmes francês (suas iniciais não são SH à toa) é um dos pontos altos da história.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535928146&amp;asins=8535928146&amp;linkId=dcb8646b238fc56496ab4323fa5f677c&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Quando pessoas reais estão em cena, o tom do romance varia entre o absurdo e a homenagem. Michel Foucault, por exemplo, é expansivo e grandiloquente, sempre disposto a falar sobre biopoder ou a sexualidade humana, não importa a circunstância; Philippe Sollers, amigo de Barthes, nunca precisa fazer esforço para discursar sobre o único assunto que domina: ele próprio; Julia Kristeva, esposa de Sollers, é uma mulher fria e objetiva que balanceia a euforia crônica do marido; Umberto Eco é brilhante, alegre e beberrão. E essa é apenas uma parcela pequena dos personagens verídicos que circulam pelas páginas, envoltos nas situações mais fantásticas e sempre trazendo um pouco da carga de suas obras, que são honradas e respeitadas. Se Binet caçoa deles, é quanto a traços particulares, não tanto de suas ideias.</p>
<p>Os percursos da trama – a caçada pela tal sétima função, cobiçada por espiões búlgaros, misteriosos japoneses, a elite intelectual francesa e figurões da política – são sinuosos, inverossímeis, delirantes. Isso pode incomodar quem prefere enredos mais realistas, é bom apontar. As surpresas são poucas, embora o desfecho escolhido por Binet seja no mínimo interessante, costurando fatos históricos à seus excessos ficcionais. Mas <em>Quem matou Roland Barthes?</em> é, em sua essência, um olhar irreverente lançado a uma geração de pensadores cuja sombra se estende até os dias de hoje, goste-se deles ou não, que utiliza os recursos da literatura policial sem se render a eles, produzindo um híbrido anárquico entre o pop e o erudito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11868 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/02/parceria_companhia.jpg"  alt="parceria_companhia Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet"  width="268" height="70" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9465 size-full" style="margin-top: 15px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png"  alt="star4 Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet"  width="98" height="22" /></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15329 " style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/barthes.jpg?w=201"  alt="barthes Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet"  width="180" height="269" />Título</strong>: Quem matou Roland Barthes?<br />
<strong>Autor</strong>: Laurent Binet<br />
<strong>Tradução</strong>: Rosa Freire d&#8217;Aguiar<br />
<strong>Páginas</strong>: 416<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2HpK9b9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> – E se o atropelamento que matou o crítico e semiólogo francês Roland Barthes não tivesse sido um acidente, mas sim um crime? E se o autor de <em>Fragmentos de um discurso amoroso</em> tivesse sido vítima de uma conspiração por estar de posse de um manuscrito contendo a sétima função da linguagem, última parte da teoria do linguista Roman Jakobson nunca revelada, capaz de convencer qualquer um de qualquer coisa? Nos meios intelectuais e políticos da Paris de então, em que transitam personagens como Foucault, Derrida, Deleuze, Althusser e Guattari, qualquer um pode ser o culpado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagens: Josué de Oliveira, <span class="irc_ho" dir="ltr">andrewgallix.com, D</span>ivulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet" alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/19/quem-matou-roland-barthes-de-laurent-binet/">Quem matou Roland Barthes?, de Laurent Binet</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/12/19/quem-matou-roland-barthes-de-laurent-binet/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/07/15/em-15-de-julho-de-1905-era-publicado-o-primeiro-conto-com-arsene-lupin/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/07/15/em-15-de-julho-de-1905-era-publicado-o-primeiro-conto-com-arsene-lupin/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2016 17:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[datas]]></category>
		<category><![CDATA[Arsene Lupin]]></category>
		<category><![CDATA[Boileau-Narcejac]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[Maurice Leblanc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=13375</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; O primeiro conto com Arsène Lupin, personagem criado pelo francês Maurice Leblanc, estreou em 15 de julho de 1905</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/15/em-15-de-julho-de-1905-era-publicado-o-primeiro-conto-com-arsene-lupin/">Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro conto com Arsène Lupin, personagem criado pelo francês Maurice Leblanc, estreou em 15 de julho de 1905 na revista <em>Je sais tout</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fa/Je_sais_tout_n%C2%B075_-_15_avril_1911.jpg"  alt="Je_sais_tout_n%C2%B075_-_15_avril_1911 Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin"  width="356" height="507" /></p>
<p>Por causa da popularidade de Sherlock Holmes, o editor da revista encomendou a Leblanc uma história policial que tivesse um herói tão importante para a França como Holmes era para a Inglaterra. Lupin, que ficou conhecido como ladrão-cavalheiro, praticava roubos apenas contra os ricos e ridicularizava a burguesia e a polícia, que nunca conseguia capturá-lo. Os leitores adoraram!</p>
<p>Leblanc escreveu 19 romances e 36 contos com este personagem, e nos anos de 1970 saíram cinco sequências autorizadas, escritas pela dupla francesa Boileau-Narcejac.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong><br />
. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2021/01/29/arsene-lupin-descubra-quais-livros-estao-disponiveis-em-portugues/" target="_blank" rel="noopener">ARSÈNE LUPIN | Descubra quais livros estão disponíveis em português</a></span><br />
. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2018/12/14/6-curiosidades-sobre-arsene-lupin-o-ladrao-cavalheiro/" target="_blank" rel="noopener">6 curiosidades sobre Arsène Lupin, o ladrão-cavalheiro</a></span><br />
. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/11/06/em-6-de-novembro-de-1941-morria-maurice-leblanc-criador-de-arsene-lupin/" target="_blank" rel="noopener">Em 6 de novembro de 1941 morria Maurice Leblanc, criador de Arsène Lupin</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Os livros que inspiraram a série da Netflix</h4>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3ByXvRKeanM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/literaturapolicial" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inscreva-se no canal</a></span></p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3>DICA DE LEITURA</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Ars%C3%A8ne-Lupin-contra-Herlock-Sholmes-ebook/dp/B0763Q6BX3/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=Arsene+lupin&amp;qid=1594836692&amp;sr=8-2&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=844bd92bc9537e928e514b924db194a6" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B0763Q6BX3&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B0763Q6BX3&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B0763Q6BX3"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B0763Q6BX3 Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Arsène Lupin contra Herlock Sholmes<br />
<strong>Autor</strong>: Maurice Leblanc<br />
<strong>Tradução</strong>: André Telles &#8211; Rodrigo Lacerda<br />
<strong>Páginas</strong>: 255<br />
<strong>Editora</strong>: Zahar<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2WoFIUR" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Arsène Lupin é o ladrão de casaca mais famoso e admirado que o mundo já conheceu. Genial e sedutor, ele age de acordo com suas próprias leis, mas sempre obedecendo a um código de honra cavalheiresco. Nesse volume, o segundo da série, Lupin trava um inesquecível duelo com seu arquirrival, o detetive inglês Herlock Sholmes, em duas histórias mirabolantes e muito divertidas: &#8220;A Mulher Loura&#8221; e &#8220;A lâmpada judaica&#8221;. Levará a melhor quem for mais rápido – no poder de raciocínio e dedução ou, se necessário, com os punhos. Essa aventura de um dos personagens mais clássicos da literatura policial traz o texto integral em primorosa tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda &#8211; vencedores do Prêmio Jabuti -, apresentação e cronologia de vida e obra do autor. A versão impressa apresenta ainda capa dura e acabamento de luxo.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/15/em-15-de-julho-de-1905-era-publicado-o-primeiro-conto-com-arsene-lupin/">Em 15 de julho de 1905, era publicado o primeiro conto com Arsène Lupin</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/07/15/em-15-de-julho-de-1905-era-publicado-o-primeiro-conto-com-arsene-lupin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Paris terá museu da leitura digital</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/02/25/paris-tera-um-museu-dedicado-a-leitura-digital/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/02/25/paris-tera-um-museu-dedicado-a-leitura-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 17:14:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[e-reader]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[museu da leitura digital]]></category>
		<category><![CDATA[paris]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=11833</guid>

					<description><![CDATA[<p>POR KATHERINE COWDREY, tradução Ana Paula Laux NO SITE THE BOOKSELLER &#160; Um espaço dedicado exclusivamente à leitura digital será aberto</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/02/25/paris-tera-um-museu-dedicado-a-leitura-digital/">Paris terá museu da leitura digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11835 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/02/e-reader.jpg"  alt="e-reader Paris terá museu da leitura digital"  width="700" height="468" />POR KATHERINE COWDREY, tradução Ana Paula Laux<br />
NO SITE <a href="http://www.thebookseller.com/news/digital-reading-museum-open-paris-323321" target="_blank" rel="noopener noreferrer">THE BOOKSELLER</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Um espaço dedicado exclusivamente à leitura digital será aberto em Paris, na França. O Museu de Leitura Digital (em francês, Le Petit Musée de la lecture numérique) é o primeiro espaço de exposição permanente na Europa dedicado à história dos dispositivos de leitura.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Dos primeiros leitores digitais às ferramentas mais recentes, o espaço é para &#8220;qualquer pessoa interessada em livros e tecnologia&#8221;, incluindo o público em geral bem como profissionais da área. A intenção é criar &#8220;um lugar de mediação&#8221; sobre a evolução da indústria de livros nos últimos vinte anos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O projeto colaborativo foi organizado por Elizabeth Sutton, consultora de publicação digital e co-fundadora da <a href="http://www.idboox.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDBOOX.com</a>, um site dedicado aos e-books e produtos de alta tecnologia. </span><span style="font-size:1.25em;">O museu procurará identificar novos hábitos de leitura que surgiram com a tecnologia digital. Para o lançamento, o museu vai se concentrar em e-readers que utilizam a tecnologia e-Ink, descrita como &#8220;uma das primeiras especialmente concebidas para a leitura digital&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O museu foi financiado com doações de fabricantes e contribuições individuais de todo o mundo. Mais doações ainda são esperadas, principalmente de dispositivos que as pessoas já não usam mais. Segundo Elizabeth</span><span style="font-size:1.25em;">, &#8220;este projeto é fundamental porque, assim como nós digitalizamos nosso patrimônio literário, devemos manter viva a memória das ferramentas que nos permitem ler os conteúdos. Sinto-me honrada em liderar este projeto, e espero que ele venha a inspirar outros e convencer os amantes de livros a se envolverem ativamente neste novo espaço &#8220;.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Paris terá museu da leitura digital"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/02/25/paris-tera-um-museu-dedicado-a-leitura-digital/">Paris terá museu da leitura digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/02/25/paris-tera-um-museu-dedicado-a-leitura-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
