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	<title>Arquivos frankenstein -</title>
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	<title>Arquivos frankenstein -</title>
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		<title>A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:21:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[frankenstein]]></category>
		<category><![CDATA[mary shelley]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Londres, inverno de 1816. A cidade amanhecia envolta em neblina espessa, misturada ao cheiro de carvão queimado e de corpos</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2026/01/26/a-medicina-sombria-que-inspirou-frankenstein/">A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="611"><strong data-start="0" data-end="29">Londres, inverno de 1816.</strong> A cidade amanhecia envolta em neblina espessa, misturada ao cheiro de carvão queimado e de corpos humanos amontoados em hospitais, prisões e casas insalubres. A Europa saía cambaleante das Guerras Napoleônicas, e a Inglaterra vivia uma contradição típica do início do século XIX: progresso científico acelerado de um lado, miséria urbana e mortalidade precoce do outro. Foi nesse mundo — concreto, violento e profundamente desigual — que Mary Wollstonecraft Shelley, então com <strong data-start="507" data-end="518">18 anos</strong>, começou a imaginar a história que viria a se chamar <em data-start="572" data-end="610">F<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4bUOZvn" target="_blank" rel="noopener">rankenstein; ou, o Prometeu Moderno</a></span></em>.</p>
<p data-start="613" data-end="945">Mary Shelley não escrevia no vácuo. Filha da filósofa feminista <strong data-start="677" data-end="700">Mary Wollstonecraft</strong> e do pensador político <strong data-start="724" data-end="742">William Godwin</strong>, cresceu cercada por debates científicos, médicos e filosóficos. Seu círculo incluía poetas, médicos e intelectuais fascinados por uma pergunta central do período: <strong data-start="907" data-end="945">o que, afinal, faz um corpo viver?</strong></p>
<h3 data-start="947" data-end="991">O que a medicina realmente sabia em 1816</h3>
<p data-start="993" data-end="1389">À época em que <em data-start="1008" data-end="1022">Frankenstein</em> começou a tomar forma, a medicina europeia estava em transição. O corpo humano já havia sido mapeado com relativa precisão anatômica. Desde o século XVI, com <strong data-start="1181" data-end="1201">Andreas Vesalius</strong>, sabia-se onde estavam ossos, músculos, nervos e órgãos. No início do século XIX, estudantes de medicina aprendiam anatomia por meio de dissecações — muitas delas obtidas de forma ilegal.</p>
<p data-start="993" data-end="1389"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47417" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/aula_anatomia.jpg"  alt="aula_anatomia A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein"  width="1024" height="576" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/aula_anatomia.jpg 1024w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/aula_anatomia-300x169.jpg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/aula_anatomia-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p data-start="1391" data-end="1855">Na Inglaterra, o <strong data-start="1408" data-end="1430">Murder Act de 1752</strong> permitia que corpos de criminosos executados fossem entregues às escolas médicas para dissecação pública. A prática tinha um duplo objetivo: científico e punitivo. O cadáver dissecado simbolizava a humilhação final do condenado. Mas o número de corpos legais era insuficiente. Surgiu então uma figura sinistra, porém comum: o <em data-start="1757" data-end="1775">resurrection man</em>, o ladrão de cadáveres, que violava cemitérios para abastecer as salas de aula.</p>
<p data-start="1857" data-end="1956">A medicina conhecia o corpo morto com precisão crescente. O corpo vivo, porém, ainda era um enigma.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 data-start="1958" data-end="2009">Eletricidade, vitalismo e a obsessão com a vida</h3>
<p data-start="2011" data-end="2283">O grande debate médico da época girava em torno do <strong data-start="2062" data-end="2075">vitalismo</strong> — a ideia de que a vida dependia de uma força especial, diferente de processos puramente mecânicos ou químicos. Muitos médicos acreditavam que essa força poderia ser estimulada, transferida ou até reativada.</p>
<p data-start="2285" data-end="2598">Entre eles estava <strong data-start="2303" data-end="2320">Luigi Galvani</strong> (1737–1798), médico e físico italiano, cujos experimentos com pernas de rãs mostravam contrações musculares quando submetidas a estímulos elétricos. Galvani acreditava ter descoberto a “eletricidade animal”. Seu sobrinho, <strong data-start="2543" data-end="2562">Giovanni Aldini</strong>, levou essa ideia ainda mais longe.</p>
<p style="text-align: center;" data-start="2285" data-end="2598"><img  title=""  alt="images?q=tbn:ANd9GcR9e8faiOZu6K7v0yLnYRiLRNv95M0FSZ3hTw&amp;s A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein" decoding="async" class="alignnone size-full aligncenter" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR9e8faiOZu6K7v0yLnYRiLRNv95M0FSZ3hTw&amp;s" width="186" height="271" /><br />
<em>Luigi Galvani</em></p>
<p data-start="2600" data-end="2997">Em <strong data-start="2603" data-end="2611">1803</strong>, Aldini realizou demonstrações públicas em Londres utilizando o corpo do criminoso executado <strong data-start="2705" data-end="2723">George Forster</strong>, 26 anos, condenado por afogamento. Diante de médicos, juristas e curiosos, Aldini aplicou correntes elétricas no cadáver. O rosto contraiu-se. Um olho se abriu. O braço se moveu. Relatos da época afirmam que parte do público acreditou estar testemunhando uma ressurreição.</p>
<p data-start="2999" data-end="3170">Tecnicamente, não era vida. Era excitabilidade neuromuscular residual. Mas, para um público que mal compreendia o sistema nervoso, a fronteira parecia perigosamente tênue.</p>
<p data-start="3172" data-end="3506">Mary Shelley conhecia essas experiências. Elas circulavam em jornais, palestras e conversas privadas. Seu marido, <strong data-start="3286" data-end="3310">Percy Bysshe Shelley</strong>, lia tratados científicos; o médico <strong data-start="3347" data-end="3364">John Polidori</strong>, presente na famosa temporada na Villa Diodati, tinha formação em medicina. Frankenstein nasce desse caldo intelectual, não da fantasia pura.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 data-start="3508" data-end="3556">O que não se sabia — e o que se fingia saber</h3>
<p data-start="3558" data-end="3952">Apesar do fascínio, a medicina ignorava aspectos fundamentais. Não se conhecia a função dos microrganismos. A <strong data-start="3668" data-end="3699">teoria germinal das doenças</strong> só seria consolidada décadas depois, com Pasteur. Infecções eram atribuídas a “miasmas” — vapores nocivos do ar. Cirurgias ainda eram feitas sem anestesia eficaz (o éter só entraria em uso nos anos 1840). A taxa de mortalidade hospitalar era altíssima.</p>
<p data-start="3954" data-end="4323">O cérebro, embora estudado anatomicamente, era um mistério funcional. Emoções, consciência e memória não tinham explicação científica. A morte era diagnosticada por sinais falhos: ausência de respiração visível ou pulso perceptível. Casos de <strong data-start="4196" data-end="4219">enterros prematuros</strong> eram relatados com frequência suficiente para gerar pânico social e projetos de “caixões de segurança”.</p>
<p data-start="4325" data-end="4432">Ou seja: a medicina sabia desmontar o corpo, mas não compreendia plenamente <strong data-start="4401" data-end="4431">como ele se tornava humano</strong>.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 data-start="4434" data-end="4486">Frankenstein como documento histórico disfarçado</h3>
<p data-start="4488" data-end="4866">Victor Frankenstein, na obra, não é um mágico. Ele é um estudante de ciências naturais, formado em anatomia, química e filosofia natural — termos reais do currículo da época. Sua obsessão não é criar matéria, mas <strong data-start="4701" data-end="4727">reanimar matéria morta</strong>. Shelley nunca descreve o método com detalhes técnicos, o que é significativo: ela escreve exatamente no ponto onde a ciência real parava.</p>
<p data-start="4488" data-end="4866"><img  title="" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47420" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/mary_shelley.jpg"  alt="mary_shelley A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein"  width="1024" height="576" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/mary_shelley.jpg 1024w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/mary_shelley-300x169.jpg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2026/01/mary_shelley-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p data-start="4868" data-end="5133">O romance reflete uma época em que médicos começavam a ocupar o lugar antes reservado a Deus e à Igreja: o de árbitros da vida e da morte. Mas faz isso com uma advertência clara. O problema não é o conhecimento em si, e sim <strong data-start="5092" data-end="5132">a ausência de responsabilidade ética</strong>.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 data-start="5135" data-end="5170">Consequências e ecos históricos</h3>
<p><img  title=""  alt="Burkeandhare A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://4.bp.blogspot.com/_RJPOV0r2Ij4/TMlBbt759zI/AAAAAAAAARk/ycQyl9YimIc/s1600/Burkeandhare.jpg" width="620" height="359" /></p>
<p data-start="5172" data-end="5503">Poucas décadas depois, a realidade alcançaria a ficção de forma brutal. Em <strong data-start="5247" data-end="5255">1828</strong>, os assassinatos de <strong data-start="5276" data-end="5308">William Burke e William Hare</strong>, em Edimburgo, expuseram o tráfico de corpos para escolas médicas. O escândalo levou ao <strong data-start="5397" data-end="5420">Anatomy Act de 1832</strong>, que regulamentou a dissecação de corpos não reclamados — em geral, os dos pobres.</p>
<p data-start="5505" data-end="5776">A ciência avançou. A anestesia surgiu. A bacteriologia revolucionou a medicina. Hoje transplantamos órgãos, manipulamos genes e mantemos corpos vivos por aparelhos. Mas a pergunta central de <em data-start="5696" data-end="5710">Frankenstein</em> permanece desconfortavelmente atual: <strong data-start="5748" data-end="5776">quem decide até onde ir?<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
</strong></p>
<h3 data-start="5778" data-end="5804">O que realmente mudou?</h3>
<p data-start="5806" data-end="6062">Mary Shelley escreveu <em data-start="5828" data-end="5842">Frankenstein</em> antes dos 20 anos, observando uma ciência que avançava mais rápido do que sua capacidade moral. Dois séculos depois, seguimos celebrando o progresso técnico enquanto lidamos, tardiamente, com suas consequências humanas.</p>
<p data-start="6064" data-end="6397">Talvez a ironia mais cruel seja esta: a medicina do século XIX não sabia como criar vida — mas sabia perfeitamente <strong data-start="6179" data-end="6226">quem podia ser sacrificado em nome do saber</strong>. E, olhando para desigualdades no acesso à saúde, experimentos antiéticos e decisões tomadas longe dos mais vulneráveis, a pergunta final se impõe, incômoda e necessária:</p>
<p data-start="6399" data-end="6514" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="6399" data-end="6514" data-is-last-node="">Aprendemos mesmo a diferença entre conhecer o corpo e respeitar o humano — ou apenas refinamos os instrumentos?</strong></p>
<h1 data-start="6399" data-end="6514">SOBRE O LIVRO</h1>
<p data-start="6399" data-end="6514" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><img  title=""  alt="61wqm194jbL._SY342_ A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/61wqm194jbL._SY342_.jpg" width="342" height="342" /></p>
<p data-start="6399" data-end="6514" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4qH0Q4O" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p data-start="6399" data-end="6514" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="0" data-end="14" data-is-only-node="">Frankenstein</em>, de Mary Shelley, narra a história de Victor Frankenstein, um jovem cientista obcecado em criar vida a partir da matéria morta. Sua experiência dá origem a uma criatura consciente, sensível e rejeitada, que passa a confrontar o criador. O romance explora ciência, ética, responsabilidade e os limites da ambição humana, tornando-se um marco do terror gótico e da ficção científica moderna.</p>
<p data-start="6399" data-end="6514" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling">
<p data-start="5381" data-end="5514" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
</div>
<p data-start="5381" data-end="5514" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em>* Texto e imagens desenvolvidos com o apoio de ferramentas de inteligência artificial.</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2026/01/26/a-medicina-sombria-que-inspirou-frankenstein/">A Medicina Sombria que Inspirou Frankenstein</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Primeira edição de Frankenstein pode chegar a 300 mil dólares em leilão</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2021/09/02/primeira-edicao-de-frankenstein-pode-chegar-a-300-mil-dolares-em-leilao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 13:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[frankenstein]]></category>
		<category><![CDATA[mary shelley]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Trezentos mil dólares (ou aproximadamente 1 milhão e meio de reais). Este é o valor que o interessado em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Trezentos mil dólares (ou aproximadamente 1 milhão e meio de reais). Este é o valor que o interessado em comprar uma primeira edição de Frankenstein precisará pagar para adquirir esta preciosidade.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594540183&amp;asins=8594540183&amp;linkId=af3aa15f2ff32f5150d83db1bd45d213&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Escrito pela inglesa Mary Shelley, Frankenstein: ou O Moderno Prometeu é considerado o primeiro livro de ficção científica da história. A primeira publicação foi em 1818 por uma pequena editora em Londres, com uma tiragem de 500 cópias. O prefácio foi escrito pelo poeta Percy Shelley, marido de Mary, que na época foi considerado o verdadeiro autor da obra pois, inicialmente, ela foi publicada de forma anônima.</p>
<p>Uma destas edições será vendida em setembro na famosa casa de leilões Christie’s, de Nova York. A cópia vem em três volumes com placas originais cinza-azuladas, <a href="https://www.barrons.com/articles/a-first-edition-of-mary-shelleys-frankenstein-could-sell-for-300-000-01630532213" target="_blank" rel="noopener">e pertenceu a Theodore B. Baum, um dos pioneiros da indústria da TV</a> que morreu em agosto deste ano.</p>
<p>A história, um dos clássicos da literatura, já foi adaptada para o teatro, televisão, rádio e cinema. Um dos intérpretes mais famosos de Frankenstein foi Boris Karloff, no filme homônimo de 1931.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://m.media-amazon.com/images/M/MV5BMjIxNjQzMTUwNF5BMl5BanBnXkFtZTgwNTg2Njc5MTE@._V1_.jpg"  alt="MV5BMjIxNjQzMTUwNF5BMl5BanBnXkFtZTgwNTg2Njc5MTE@._V1_ Primeira edição de Frankenstein pode chegar a 300 mil dólares em leilão"  width="522" height="675" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>SOBRE O LIVRO</h1>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Frankenstein-Prometeu-Moderno-Mary-Shelley/dp/8594540183?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=frankenstein&amp;qid=1630587517&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=32ba517923210b89b25049ebd31d9a88&amp;language=pt_BR&amp;ref_=as_li_ss_il" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594540183&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR Primeira edição de Frankenstein pode chegar a 300 mil dólares em leilão" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594540183&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540183"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540183 Primeira edição de Frankenstein pode chegar a 300 mil dólares em leilão"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Frankenstein: O clássico está vivo!<br />
<strong>Autora</strong>: Mary Shelley<br />
<strong>Tradução</strong>: Márcia Xavier de Brito<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3mXSPKS" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; A criatura de Frankenstein é considerada o primeiro mito dos tempos modernos. Para compor sua bem-sucedida experiência literária, Mary Shelley costurou influências diversas, que vão do livro do Gênesis a Paraíso Perdido, da Grécia Antiga ao Iluminismo. O resultado é uma daquelas histórias eternas, maiores do que a vida. Leitura obrigatória em países de língua inglesa, Frankenstein é muitas décadas anterior à obra de Poe, Bram Stoker ou H.G. Wells, e vem sendo publicado ininterruptamente desde 1818. Pouco menos de dois anos antes, a criatura nascia numa noite de tempestade à beira do lago Genebra. No verão de 1816, Mary e um grupo de escritores ingleses ― seu marido, Percy Shelly, o poeta Lord Byron e John William Polidori ― dividiam uma casa na villa Diodatti, na Suíça. Entusiasmados pela leitura de uma edição francesa de Fantasmagoriana ― coletânea de histórias sobre aparições, espectros, sonhos e fantasmas ―, os quatro aceitaram o desafio de escrever um conto de terror cada. Mary concebeu a origem de Frankenstein. E curiosamente, Polidori escreveu o que viria a ser O Vampiro, romance que serviria de inspiração para Drácula, de Bram Stoker. A história de Victor Frankenstein seria reinterpretada incontáveis vezes. Ainda no século XIX, era levada com sucesso ao teatro. A primeira aparição no cinema data de 1910, mas foi em 1931 que Boris Karloff deu um rosto definitivo à criatura no imaginário popular. O livro de Shelley, assim como o filme de Karloff, serviria de inspiração para a imaginação de artistas como Tim Burton, Clive Barker, Wes Craven, Mel Brooks, Alice Cooper, Roger Corman. As referências estão em todas as partes: nos monstros da Universal Studios e da Hammer Films, na comédia musical de horror The Rocky Horror Picture Show, em filmes como Reanimator, inspirado no conto de H.P. Lovecraft, em álbuns como Yellow Submarine, no universo das HQs da Marvel e da DC Comics, em games como Castlevania, e em séries e desenhos clássicos como A Família Addams e Scooby-Doo. A lista é interminável. São tantas versões que é quase impossível não estar familiarizado com a história: Victor é um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. O resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência, vontade, desejo, medo. Criador e criatura se enfrentam: são opostos e, de certa forma, iguais. Humanos! Eis a força descomunal de um grande texto. Mas quando foi a última vez que você teve a chance de entrar em contato com a narrativa original desse que é um dos romances mais influentes dos últimos dois séculos? Que tal agora, na tradução de Márcia Xavier de Brito? Além disso, esta edição conta com quatro contos sobre a Imortalidade, em que Shelley continua a explorar os perigos e percalços daqueles que se arriscam à tentação de criar vida: “Valério: O Romano Reanimado”; “Roger Dodsworth: O Inglês Reanimado”; “Transformação”; e “O Imortal Mortal”, histórias pesquisadas e traduzidas por Carlos Primati, estudioso do gênero. Frankenstein, ou O prometeu Moderno é um dos primeiros lançamentos da coleção Medo Clássico ― ao lado do volume de contos do mestre Edgar Allan Poe ― no início de 2017. A qualidade do livro é impecável, para cientista maluco nenhum colocar defeito. Capa dura, novas traduções, ilustrações feitas por Pedro Franz, artista visual e autor de quadrinhos reconhecido internacionalmente. O livro é impresso em duas cores: preto e sangue.Além de Shelley, Edgar Allan Poe, Bram Stoker e H.P. Lovecraft também farão parte do coleção Medo Clássico, sempre com ilustradores convidados e tradutores que respiram e conhecem profundamente as obras originais. O verdadeiro monstro está dentro de nós. Reencontre Frankenstein de um jeito que só a primeira editora brasileira inteiramente dedicada ao terror e à fantasia poderia lançar.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Primeira edição de Frankenstein pode chegar a 300 mil dólares em leilão"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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		<title>CBS encomenda piloto para série inspirada em Frankenstein</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/02/01/cbs-encomenda-piloto-para-serie-inspirada-em-frankenstein/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 18:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[frankenstein]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos produtores da série Elementary encomendou um piloto inspirado em Frankenstein, clássico da literatura escrito por Mary Shelley. &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos produtores da série Elementary encomendou um piloto inspirado em Frankenstein, clássico da literatura escrito por Mary Shelley.</p>
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<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594540183&amp;asins=8594540183&amp;linkId=22574368d3a711cf30bd13f5fb0df263&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://comicbook.com/horror/2019/02/01/frankenstein-pilot-ordered-by-cbs/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segundo o site Comic Book</a>, a trama vai focar em um detetive de homicídios de San Francisco que é trazido de volta à vida após ser morto no cumprimento do dever &#8211; mas enquanto retoma sua antiga vida, ele e sua esposa percebem que ele não é a mesma pessoa que costumava ser. Eles então se concentram no homem estranho por trás de sua ressurreição: o Dr. Victor Frankenstein.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]Frankenstein foi escrito por Mary Shelley quando ela tinha 19 anos. Lançado em 1818, é considerado a primeira obra de ficção científica da história.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O piloto foi encomendado para a rede CBS, mas ainda não há previsão de lançamento para a série.</p>
<p><em>(Fonte: Wikipedia)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 CBS encomenda piloto para série inspirada em Frankenstein"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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		<title>Revival, de Stephen King</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/02/03/revival-de-stephen-king/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 16:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[stephen king]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[editora suma]]></category>
		<category><![CDATA[frankenstein]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Ana Paula Laux &#8211; “Revival” foi lançado em 2015 pela Editora Suma, editora que tem publicado toda a</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/02/03/revival-de-stephen-king/">Revival, de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; “Revival” foi lançado em 2015 pela Editora Suma, editora que tem publicado toda a obra recente de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2019/02/11/um-cartao-em-um-livro-de-stephen-king-esta-deixando-as-pessoas-tristes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stephen King</a></span> no Brasil. A trama é um prato cheio para os curiosos e inquietos, um suspense mais sutil do que propriamente aterrorizante (o que é ótimo também). Uma das premissas flerta justamente com o sobrenatural, com a atividade &#8220;do outro lado da vida&#8221; e os perigos de se ultrapassar os limites do desconhecido.</p>
<p>Dois personagens norteiam a história. O narrador, Jamie Morton, menino que cresce para virar um músico problemático e itinerante, e Charles Jacobs, um carismático pastor obcecado pela eletricidade e por suas funções místicas. Seus caminhos se cruzam logo no primeiro capítulo, quando a sombra de Jacobs recai sobre o menino numa manhã de outubro de 1962. Ele é o novo ministro da cidade, e Jamie é uma criança observadora e curiosamente atraída pelo magnetismo daquele estranho, que se mostrará habilidoso em conversar com as crianças e adolescentes da pequena cidade de Harlow.</p>
<p>Uma fatalidade muda o destino do reverendo, levando-o a abandonar a Igreja Metodista, a cidade e a própria fé em Deus. Antes da primeira de muitas partidas, ele criará um forte laço com o menino Jamie, e os dois se encontrarão direta ou indiretamente durante vários momentos da vida de cada um. Com o passar dos anos, o ex-pastor se venderá como um fazedor de milagres, conduzindo experiências científicas como se fossem graças divinas que visam curar pessoas com doenças graves ou terminais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]&#8221;Qualquer dia pode ser o dia em que caímos,e nunca dá para saber&#8221;[/su_quote]</p>
<p>Após a intervenção, um dos problemas enfrentados por muitos fieis tratados são os efeitos colaterais que começam a se manifestar. As reações aparecem lenta e sorrateiramente, podendo suscitar tendências suicidas, manifestações de histeria e perda de memória. Seria esse o preço a pagar para quem tenta enganar a morte? Ou talvez exista uma realidade desconhecida após deixarmos esse planeta? Essa é a curiosidade maior em &#8220;Revival&#8221;, mistério apenas revelado nos momentos finais do livro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A eletricidade é a base de toda a vida?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tema da vida após a morte é um dos favoritos de Stephen King (1408, Cemitério Maldito, etc), até porque é também um dos maiores enigmas da humanidade. Seja através de manifestações como as EQM (experiências de quase-morte), onde a pessoa é &#8220;projetada&#8221; para fora do corpo após a morte e consegue &#8220;enxergar&#8221; o próprio corpo e descrever ações ao seu redor, seja pelas convicções pessoais de cada um, muitos acreditam que a nossa consciência tem uma natureza dualista, passando de um plano para outro quando morremos, um fenômeno não comprovado pela ciência.</p>
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</iframe></center>&nbsp;</p>
<p>Segundo o próprio Stephen King, uma das inspirações para &#8220;Revival&#8221; veio do clássico de 1818 de Mary Shelley, &#8220;Frankenstein&#8221;, que apresenta um dos personagens mais carismáticos da literatura de horror. Ele também dedica o livro a nomes como Bram Stoker e Peter Straub, mas é com uma frase de H.P. Lovecraft que abre o primeiro capítulo: &#8220;Não está morto o que pode em eterno jazer, Em estranhos éons, mesmo a morte pode morrer&#8221;.</p>
<p>Com referências a X-Files, rock n&#8217; roll e até Agatha Christie (O misterioso caso de Styles é um dos livros favoritos da irmã de Jamie), o clima de suspense de &#8220;Revival&#8221; cresce lentamente a cada capítulo, terminando com um final fantástico. Mais um bom livro do mestre do terror!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11318 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/parceria_suma.jpg"  alt="parceria_suma Revival, de Stephen King"  width="226" height="70" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png"  alt="star4 Revival, de Stephen King"  width="98" height="22" /></p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Revival-Stephen-King/dp/8581053106/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=revival&amp;qid=1558267705&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=f33499cb4c1f4276ae51d0da1ab99b14" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8581053106&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 Revival, de Stephen King" decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8581053106&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8581053106"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8581053106 Revival, de Stephen King"  width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: Revival<br />
<strong>Autor</strong>: Stephen King<br />
<strong>Tradução</strong>: Michel Teixeira<br />
<strong>Editora</strong>: Suma<br />
<strong>Páginas</strong>: 376<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2LX9opi" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Em uma cidadezinha na Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra recai sobre um menino que brinca com seus soldadinhos de plástico no quintal. Jamie Morton olha para o alto e vê a figura impressionante do novo pastor. O reverendo Charles Jacobs, junto com a bela esposa e o filho, chegam para reacender a fé local. Homens e meninos, mulheres e garotas, todos ficam encantados pela família perfeita e os sermões contagiantes. Jamie e o reverendo passam a compartilhar um elo ainda mais forte, baseado em uma obsessão secreta. Até que uma desgraça atinge Jacobs e o faz ser banido da cidade. Décadas depois, Jamie carrega seus próprios demônios. Integrante de uma banda que vive na estrada, ele leva uma vida nômade no mais puro estilo sexo, drogas e rock and roll, fugindo da própria tragédia familiar. Agora, com trinta e poucos anos, viciado em heroína, perdido, desesperado, Jamie reencontra o antigo pastor. O elo que os unia se transforma em um pacto que assustaria até o diabo, com sérias consequências para os dois, e Jamie percebe que “reviver” pode adquirir vários significados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Revival, de Stephen King"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/02/03/revival-de-stephen-king/">Revival, de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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