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	<title>Arquivos idris elba -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos idris elba -</title>
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		<title>CRÍTICA &#124; A Torre Negra parece uma história contada em modo rápido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 12:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[stephen king]]></category>
		<category><![CDATA[a torre negra]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[idris elba]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew McConaughey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Torre Negra, o filme, é uma leitura (não uma adaptação) da prolífica série de Stephen King, considerada uma obra-prima</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre Negra, o filme, é uma leitura (não uma adaptação) da prolífica série de Stephen King, considerada uma obra-prima pelos fãs do autor (são 4.000 páginas de fábula).&nbsp;Para quem não leu todos os oito livros, o filme parece uma história contada no modo rápido, como se apertassem o <em>fast foward</em> do controle enquanto a trama se desenrola na tela.</p>
<p><em>Flashbacks</em> pipocam para contextualizar uma cena ou outra, enquanto outras cenas simplesmente acontecem rápido demais, como uma luta resolvida em segundos ou uma situação criada sem maiores explicações, para depois ser compreendida pelo próprio contexto em que se apresenta.&nbsp;A Torre Negra mesmo, aquela que deve ser protegida para que os mundos não desmoronem, não parece ser mais do que um peão nesse xadrez.</p>
<p>Os personagens também poderiam ter sido melhor desenvolvidos. Eles parecem ter mais história pra contar, das batalhas que travaram, das perdas pelas quais passaram e o quanto amadureceram com isso. O mundo alternativo de Roland Deschain, o último pistoleiro do Mundo Médio, apareceu em versão resumida (li que é um mundo bem interessante nos livros, com várias criaturas bizarras e fantásticas, mas que foram meramente aproveitadas aqui). O filme se resume mesmo no jogo de gato e rato entre Roland e o Homem de Preto, com efeitos especiais interessantes e algumas piadinhas sem graça aqui e ali. Fica a sensação de que há mais pra ser explorado na saga e nas notórias metáforas de King.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8581050212&amp;asins=8581050212&amp;linkId=e8356797fb6b71589ffb9498d39e624c&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dito isso, gostei do elenco principal. Não idealizei ninguém nos papeis, então o fato de terem escolhido Idris Elba para um papel que foi originalmente inspirado em Clint Eastwood não me incomodou nem um pouco. Idris convence como heroi, é lacônico porém carismático e tem uma boa química com Tom Taylor, intérprete do menino Jake Chambers que tem visões do Mundo Médio, da Torre Negra e das batalhas épicas entre o bem e o mal. É incrível ver Roland manuseando a arma agilmente, acertando o inimigo com apenas um tiro certeiro, enquanto tenta se convencer que ainda pode ser o Pistoleiro que &#8220;mira com o olho, atira com a mente e mata com o coração&#8221;. &nbsp;Taylor também tem uma atuação correta e consegue segurar o peso de contracenar com dois grandes nomes do cinema. Já Matthew McConaughey, que interpreta o Homem de Preto, opta por um vilão dramático e até meio teatral nos gestos e caretas, o que pode desagradar alguns. Mas é tão carismático e bom ator que não há como tirar os olhos dele.</p>
<p>Pelo que conheço da saga de King, acho compreensível a ira dos fãs pelas escolhas do diretor Nikolaj Arcel. Minha impressão é a de que o filme não transmitiu a essência dos livros, não teve o aprofundamento que merecia, e que foi resumido superficialmente para se encaixar num padrão de público de filme de ação. Diante de uma obra tão querida pelos leitores, o diretor poderia ter se esforçado mais.&nbsp;Não é um filme horrível como li por aí, mas também não é o clássico que poderia ser. Quem não sabe nada sobre a série vai ver nele mais um filme pra assistir comendo pipoca. Quem conhece, no entanto, deve se decepcionar.</p>
<p><strong>Nota 6</strong></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 CRÍTICA | A Torre Negra parece uma história contada em modo rápido"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/08/25/critica-a-torre-negra-parece-uma-historia-contada-em-modo-rapido/">CRÍTICA | A Torre Negra parece uma história contada em modo rápido</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Luther: A série policial para quem já perdeu a fé em séries policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 17:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[idris elba]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[luther]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
		<category><![CDATA[série policial]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Há algumas edições do Globo de Ouro eu já estava de olho em Idris Elba</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Há algumas edições do Globo de Ouro eu já estava de olho em Idris Elba e na série Luther, que recebeu algumas indicações e até mesmo o prêmio de Melhor Ator. Em meio a um turbilhão de séries é difícil se empolgar por algo que já está em andamento e que nenhum dos seus amigos acompanha. Até hoje nunca consegui desenvolver muito o assunto de Luther numa roda de amigos, mas ainda bem que eu tenho vocês aqui &lt;3</p>
<p>Pra começo de conversa, eu tenho uma notícia ótima: você não vai precisar dedicar muitas horas para estar em dia com Luther. Na verdade, trata-se de uma minissérie da BBC: algumas temporadas têm apenas quatro episódios, o que ajuda bastante na correria em que todo mundo vive. Pra continuar a conversa: você vai se ver tão envolvido com tudo, que temporadas tão curtas talvez pareçam pouco pra você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="padding-left: 120px;">O foco da história é o policial John Luther (Idris Elba – que logo estará nas telonas em uma saga de Stephen King!). Apesar de ser um investigador brilhante, Luther tem seus próprios demônios para acalmar e um grave problema de temperamento.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não, não é um novo Dexter. Mas pra quem é fã de Dexter, é como se a série fosse sobre o Doakes. Um Doakes mais inteligente, interessante e com sotaque britânico, é claro.</p>
<p>Mas não pense que você vai estar do lado dele o tempo inteiro. A imprevisibilidade do personagem talvez seja um dos pontos altos da série: você nunca tem certeza de que ele vai fazer a coisa certa. E nem sempre ele vai. Isso se repete com todos os personagens. Não dá pra dizer que existem vilões e mocinhos bem definidos (ok, alguns assassinos são vilões do início ao fim), mas não se surpreenda se você sentir simpatia por uma psicopata e raiva de um policial. É assim mesmo, nenhum personagem é tão raso e linear do início ao fim.</p>
<p>Por falar em fim, Luther é daquelas séries em que você não deveria se apegar a ninguém. Mais ou menos como em Game of Thrones. Isso porque aqui não existe personagem importante demais pra não morrer. Tá todo mundo na roda e você só não sabe quando e nem onde. Mesmo com isso em mente, já passei muitos apertos em finais de temporada (de ficar sem respirar mesmo) e já me emocionei de verdade com morte de personagem.</p>
<p>Outra coisa legal é que você nunca sabe o quanto um vilão vai render. Não é daquelas séries de um mistério por episódio (vide Elementary) ou um assassino por temporada (no estilo de Dexter). Alguns têm histórias tão densas e complexas que rendem vários episódios, mesmo em paralelo com outros problemas enfrentados por Luther, como a sua conduta de policial que é investigada desde o início.</p>
<p>Para quem costuma torcer o nariz para a insipidez de boa parte das produções britânicas, Luther é uma verdadeira quebra de paradigma. Mesmo com uma trama mais pesada e diálogos densos, o ritmo é bem rápido e exige a sua atenção a todo instante. Àqueles que, como eu, já estão cansados de histórias rasas, personagens descartáveis e tramas fantasiosas demais para o segmento policial, tem tudo para ser uma das melhores séries de investigação dos últimos tempos.</p>
<p><em>[Imagem: Divulgação]</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Luther: A série policial para quem já perdeu a fé em séries policiais" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/05/23/luther-a-serie-policial-para-quem-ja-perdeu-a-fe-em-series-policiais/">Luther: A série policial para quem já perdeu a fé em séries policiais</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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