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	<title>Arquivos jamais o inexistente sorriso -</title>
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	<title>Arquivos jamais o inexistente sorriso -</title>
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		<title>A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 13:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Josué de Oliveira &#8211; Nos últimos dez anos, a autora também lançou três romances e uma novela. Começou com</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-12724 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:35px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/05/maia.jpg"  alt="maia A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia"  width="639" height="401" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por Josué de Oliveira</strong> &#8211; Nos últimos dez anos, a autora também lançou três romances e uma novela. Começou com <a href="http://oliviamaia.net/livros/desumano_pdf/" target="_blank">Desumano</a>, pela editora Brasiliense, em 2006. Então veio <a href="http://oliviamaia.net/livros/operacao_p-2_segunda_edicao/" target="_blank">Operação P-2</a>, no ano seguinte, pelo selo independente Os Viralata, e posteriormente relançado em edição da própria autora. Em 2010 veio <a href="http://oliviamaia.net/livros/segunda_mao/" target="_blank">Segunda mão</a>, também independente, e <a href="http://oliviamaia.net/livros/a-ultima-expedicao/" target="_blank">A última expedição</a>, em 2013, pela Draco.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos estes trabalhos caminham no terreno da literatura policial, gênero do qual Olivia Maia é uma das boas (e, infelizmente, poucas) representantes brasileiras.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois contos supracitados já haviam sido lançados em edição própria e estavam esgotados, mas agora ganharam versões digitais pela Draco. São ambos boas portas de entrada para a literatura da autora: tramas policiais urbanas e duras com muito de trabalho policial propriamente dito.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><a href="http://editoradraco.com/2016/04/08/a-casa-no-morro-olivia-maia/" target="_blank">A casa no morro</a></h2>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" decoding="async" class="alignleft wp-image-12650 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/05/13139269_1088777344528824_8287803735114662799_n.jpg?w=200"  alt="13139269_1088777344528824_8287803735114662799_n A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia"  width="200" height="300" />Um assassinato na porta de um bar leva os investigadores Pedro e Iuri a uma casa abandonada em Caieras, onde deparam com uma história muito mal contada sobre uma pistola da 2ª guerra mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">O conto é narrado por Pedro, que também protagoniza Segunda mão. O investigador é um homem prático, sem muita paciência para conversa mole. Seu parceiro, Iuri, é mais circunspecto e só xinga em alemão. Os dois têm nas mãos um caso que parece simples &#8212; afinal, a identidade do culpado é praticamente certa &#8211;, mas se revela mais complexo do que imaginaram.</p>
<p style="text-align:justify;">Chamam a atenção a linguagem enxuta, seca com que a autora constrói a narrativa, bem como a boa ambientação &#8212; sobretudo nos momentos em que Pedro descreve a ruína que encontra em Caieiras (o silêncio, a poeira). Há uma boa dose de tensão à medida que a trama se expande e os investigadores começam a se perguntar se a coisa é tão simples como supunham. O desfecho, apesar de previsível, é satisfatório o suficiente para finalizar bem todo o desenvolvimento. Gostaria de mais um romance com Pedro.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><a href="http://editoradraco.com/2016/04/08/jamais-o-inexistente-sorriso-olivia-maia/" target="_blank">Jamais o inexistente sorriso</a></h2>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-12656" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/05/13151742_1088777347862157_835389291508895830_n.jpg?w=200"  alt="13151742_1088777347862157_835389291508895830_n A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia"  width="200" height="300" />A primeira investigação do delegado Daniel começa numa rua sem saída: uma moça sem nome e sem passado internada na ala psiquiátrica de um hospital. Intrigado, Daniel sente-se obrigado a buscar uma resposta nos submundos da cidade, sem se dar conta de que sua própria vida pode também estar em risco.</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel, protagonista-narrador deste conto, também aparece em Segunda mão. Apesar do pouco tempo no cargo &#8212; apenas seis meses &#8211;, o delegado já viu o suficiente para saber que precisará de estômago para prosseguir. Ao mesmo tempo, sente-se impotente por não poder fazer o bastante. A autora explora bem essa insatisfação de Daniel, de modo que suas motivações para investigar a identidade da misteriosa garota que surge drogada na delegacia &#8212; para em seguida desmaiar, balbuciando coisas incompreensíveis &#8212; jamais soa absurda. É a história de um homem contra o mundo, tentando obter a força algum tipo de justiça, ou o que mais se aproxime disso.</p>
<p style="text-align:justify;">O final é como tudo no conto: cru, pesado, reforçando a impressão de que o mundo contra o qual Daniel lutou é um adversário sujo e cruel.</p>
<p style="text-align:justify;">Ficam essas duas breves (e baratas: ambos custam apenas R$ 3,99) sugestões de uma autora nacional que vale a pena conhecer.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em>(Imagem: <a href="http://oliviamaia.net/fotos/pose-de-intelectual-discutindo-cultura/" target="_blank">site Oficial Olivia Maia</a>)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1576 size-full" style="margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/josue2.png"  alt="josue2 A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia" alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/05/16/a-casa-no-morro-e-jamais-o-inexistente-sorriso-sao-contos-policias-da-paulistana-olivia-maia/">A casa no morro e Jamais o inexistente sorriso, de Olivia Maia</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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