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	<title>Arquivos literatura policial em porto alegre -</title>
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		<title>Porto Alegre Noir coloca o Brasil no mapa dos festivais policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 21:21:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Quantos eventos dedicados à literatura de crime existem no país? Quais os mais importantes? Até a</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Quantos eventos dedicados à literatura de crime existem no país? Quais os mais importantes? Até a semana passada, não havia respostas para essas perguntas, mas uma modesta e bem organizada iniciativa no sul trouxe um sinal claro de que o Brasil pode oferecer um ponto de encontro para os amantes desse gênero tão popular. O Porto Alegre Noir, que aconteceu na capital gaúcha de 13 a 15 de abril, mostrou que o país pode entrar na rota de festivais do tipo, como os que acontecem em <a href="http://lameva.barcelona.cat/bcnegra/ca" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Barcelona</a>, <a href="http://thrillerfest.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nova York</a>, na <a href="http://www.bloodyscotland.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Escócia</a> e na <a href="https://icelandnoir.weebly.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Islândia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="padding-left: 120px;">Reunindo um público aficcionado pelo tema, o PAN foi celebrado por muitos como o primeiro evento especializado em ficção noir do país.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>E pelo que se sabe não existe nada parecido mesmo na terra de Cabral. “Estive há alguns anos na Buenos Aires Negra, e foi um festival muito bem organizado. Mas aqui em Porto Alegre, não tivemos apenas literatura, mas cinema noir também, o que tem tudo a ver”, comentou a escritora Vera Carvalho Assumpção.</p>
<p>O evento aconteceu num dos espaços culturais mais charmosos e bem equipados da cidade: a Cinemateca Capitólio, um antigo prédio reformado por mais de uma década e que oferece sala de exibição, hall de exposição, ambientes para cursos, biblioteca do gênero e muita comodidade. Os debates aconteceram no próprio cinema, com luz reduzida no melhor estilo noir, aumentando o aconchego e reafirmando a atmosfera de mistério. “Num tempo difícil para a cultura, o PAN é uma forma de resistência”, definiu um dos organizadores César Alcázar. “Em novembro, ele teve a ideia e passamos a planejar tudo na sequência”, conta a produtora cultural Cristiane Marçal. “Quando vimos que a Cinemateca tinha agenda para este final de semana, começando numa sexta-feira 13, não tivemos dúvida”, diverte-se Alcázar, conhecido por seu engajamento em projetos culturais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Diversidade garantida</h3>
<p>Um dos pontos altos do PAN foi a programação inteligente e variada. Além das mesas que debateram a presença feminina na literatura de crimes e o gênero em séries de TV e no cinema, o festival discutiu a produção literária na América Latina, nos espaços do interior do país e nas fronteiras.</p>
<p>Foi nítida também a preocupação em escalar escritoras brasileiras que vêm se destacando no cenário, como Paula Bajer Fernandes, Andrea Nunes, Carol Bensimon e Carina Luft, garantindo um diálogo arejado e diverso. E os convidados não ficaram restritos ao cardápio portoalegrense, já que escritores e especialistas de São Paulo, Santos, Recife, Bagé e outras cidades marcaram presença. Jovens escritores tiveram espaço, assim como veteranos, como Tabajara Ruas e Tailor Diniz.</p>
<p>Além das mesas, o PAN projetou filmes do gênero, ofereceu cursos, sediou uma exposição de fotos retratando uma misteriosa Porto Alegre e juntou a tribo. Falha notada por alguns foi a ausência de café por perto, item de sobrevivência número 1 de escritores, o que pode ser resolvido nas próximas edições do evento.</p>
<p>Claudia Lemes, presidente da Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror (Aberst), apresentou a entidade, salientando a necessidade da profissionalização dos autores no Brasil. “Queremos fazer uma ponte entre as editoras e os pequenos escritores, aqueles que estão em busca de um bom contrato e que querem publicar seus livros”, disse.</p>
<p>Num clima amistoso de clube do livro, o PAN mostrou a grande capacidade de articulação de seus realizadores. Sem verbas públicas diretas, apenas com o patrocínio de uma editora com vasto catálogo no gênero (a L&amp;PM) e muita costura de apoios, o Porto Alegre Noir aconteceu. O Brasil já tem seu festival noir e começamos muito bem. Tinha que ser no Rio Grande do Sul, um estado com um mercado editorial consolidado e quase auto-suficiente, grandes editoras e notórios escritores, e eventos tradicionais como a <a href="http://www.feiradolivro-poa.com.br/a-feira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Feira do Livro</a> e a <a href="http://www.upf.br/16jornada" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornada de Passo Fundo</a>.</p>
<p>Mas o melhor de tudo está no fato de que festivais desse tipo e nessa escala podem acontecer em outras cidades porque são viáveis, possíveis e necessários. Já pensou numa São Paulo Negra ou num Rio de Suspense? De forma criativa e definitiva, o Porto Alegre Noir aconteceu e deixou um rastro de pistas no seu encalço, a exemplo dos grandes crimes.</p>
<p><em>[O literaturapolicial.com foi um dos apoiadores do evento. O Porto Alegre Noir foi uma realização da Fio Produtora, Cine Um Produtora e Cesar Alcázar, e teve como patrocinadores a editora L&amp;PM e a Versátil Home Video]</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Porto Alegre Noir coloca o Brasil no mapa dos festivais policiais" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/04/16/porto-alegre-noir-coloca-o-brasil-no-mapa-dos-festivais-policiais/">Porto Alegre Noir coloca o Brasil no mapa dos festivais policiais</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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