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	<title>Arquivos Medeiros e Albuquerque -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Medeiros e Albuquerque -</title>
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		<title>O Mistério, primeiro romance policial brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2016 16:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Amaral &#8211;&#160;O romance &#8220;O Mistério&#8221; foi publicado primeiramente como folhetim, sendo lançado um capítulo diário&#160;do período de 20</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Amaral</em> &#8211;&nbsp;O romance &#8220;O Mistério&#8221; foi publicado primeiramente como folhetim, sendo lançado um capítulo diário&nbsp;do período de 20 de março até 20 de maio de 1920. Foi&nbsp;escrito por Afrânio Peixoto, Coelho Neto, Viriato Corrêa e Medeiros e Albuquerque, que na época era diretor do jornal A Folha. Em uma nota prévia, diz-se que Medeiros e Albuquerque, denominado “&amp;”, era o dono da ideia e que escreveu o primeiro capítulo apenas para “tirar a fieira”. Mas ao final do folhetim, Medeiros e Albuquerque havia escrito nove capítulos, cobrindo imprevistos durante a produção. Coelho Neto escrevera sete, Viriato Corrêa concluiu catorze e Afrânio Peixoto, dezessete.</p>
<p>A publicação de &#8220;O Mistério&#8221; foi, evidentemente, um sucesso, pois no mesmo ano em que saiu no jornal, chegou à segunda edição e pelo menos ao terceiro milheiro de vendas no período compreendido entre maio e dezembro de 1920. Ao fim de 1928, já na terceira edição, totalizava dez mil cópias produzidas. Mesmo após tamanho sucesso, Medeiros e Albuquerque foi o único que continuou a se aventurar pela literatura policial. Os outros três autores não voltaram a contribuir para o gênero até o fim de suas vidas. Apesar de todos serem membros da Academia Brasileira de Letras, a literatura policial, ou de detetives, nunca chegou a figurar como um gênero relevante e merecedor de estudos na visão dos acadêmicos, tendo perdurado seu estigma de subliteratura.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12148 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 40px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/03/medeiros.jpg"  alt="medeiros O Mistério, primeiro romance policial brasileiro"  width="217" height="300"><em>Medeiros e Albuquerque</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O folhetim, e por consequência o romance, conta a história de Pedro Albergaria, rapaz que vive na pobreza e com a sede de vingança ao banqueiro Sanchez Lobo. Tal vingança se dá por motivos passados, aos quais Albergaria se atém para concluir sua missão. Leitor ávido de romances policiais, Albergaria os utiliza como manual para a criação de um plano perfeito onde se vingaria sem ser descoberto. Mas como em todo folhetim, reviravoltas diversas colocam Pedro de encontro com Mello Bandeira, uma filha rejeitada por Sanchez Lobo, um aproveitador americano e diversas situações em que quase é descoberto. Detetive e amante da ciência como forma de elucidar mistérios, Major Mello Bandeira possui uma lanterna furta-fogo como equipamento e replica os métodos do detetive de Conan Doyle. Por tal modo peculiar de agir, é chamado de “O Sherlock da Cidade”.</p>
<p>Uma característica muito peculiar do que seria o primeiro romance policial brasileiro é que, apesar de começar&nbsp;com um crime e em seguida iniciar-se uma investigação que daria todo o aspecto policial do texto, o romance destoa do modelo canônico, mas não de forma a mudá-lo. Com o decorrer da história, ocorre uma leve transição à um modelo mais humorístico do que policial, ao serem ressaltados os infortúnios da polícia do Rio de Janeiro. Mesmo tendo o respeito de alguns colegas por suas técnicas e resultados, Mello Bandeira é tratado por outros como chacota por depositar crença na ciência. Essa transição pode ser corroborada por fatores diversos, mas entre eles a origem da investigação que, ao ser feita pela instituição policial, cai no descrédito da teoria do romance policial, que privilegia os detetives amadores. O outro fator seria o trato dos escritores com o próprio gênero que, ao nosso ver, era mais caro apenas ao dono da ideia geral.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" decoding="async" class="wp-image-6298 size-full aligncenter" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/04/primeiro2.jpg"  alt="primeiro2 O Mistério, primeiro romance policial brasileiro"  width="617" height="352"></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as diversas especulações em torno do romance, o que fica claro é que independente de como se deu sua formulação, e mesmo contando com a contribuição de autores que talvez não levassem tão a sério a literatura policial, &#8220;O Mistério&#8221; é, de todas as formas, o primeiro projeto literário policial a ser completado no Brasil. Talvez, por não termos iniciado o campo literário policial brasileiro com um modelo sólido e definidor da nossa vertente do gênero, reverbera-se uma literatura policial feita no Brasil, sem aspectos próprios, mas em condições totais de ser reconhecida pela qualidade, tanto das obras como dos autores nacionais que tomam a literatura policial como gênero de carreira ou a&nbsp;ela dedicam seus esforços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span><strong><br />
<img  title="" decoding="async" class="alignleft wp-image-12142 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/03/mysterio.jpg?w=100"  alt="mysterio O Mistério, primeiro romance policial brasileiro"  width="100" height="150">Título</strong>:&nbsp;O Mistério<br />
<strong>Autores</strong>: Coelho Neto, Afrânio Peixoto, Medeiros e Albuquerque e Viriato Corrêa<br />
<strong>Ano</strong>: 1920<br />
<strong>Páginas</strong>:&nbsp;263<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Companhia Editora Nacional<br />
<a href="https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&amp;id=129180" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia em PDF</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE –</strong>&nbsp;O major Mello Bandeira é encarregado de investigar um caso de assassinato. Descrito como &#8220;o Sherlock da cidade&#8221;, ele aplica métodos científicos-tecnológicos de investigação e nem sempre é levado a sério.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g O Mistério, primeiro romance policial brasileiro" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/01/o-misterio-primeiro-romance-policial-brasileiro/">O Mistério, primeiro romance policial brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Conheça o primeiro romance policial brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2015 20:33:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Afrânio Peixoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Você sabe em qual ano foi publicado o primeiro romance policial brasileiro? E sabe quem escreveu? O romance considerado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Você sabe em qual ano foi publicado o primeiro romance policial brasileiro? E sabe quem escreveu?</p>
<p>O romance considerado o primeiro da ficção policial nacional atende pelo nome de &#8220;O Mysterio&#8221;. O livro foi escrito por quatro pessoas: Viriato Corrêa, Medeiros e Albuquerque, Afrânio Peixoto e Coelho Neto. Publicada primeiro em capítulos, a história saiu mesmo na íntegra em 1920.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Mas do que trata a trama?</strong></h4>
<p>O mistério do título é um assassinato, um caso para o detetive Major Mello Bandeira resolver. Mais conhecido pelo apelido de &#8220;Sherlock da Cidade&#8221;, Bandeira é uma versão cômica de Sherlock Holmes, já que acaba se confundindo e metendo os pés pelas mãos ao tentar usar métodos científicos pra descobrir o assassino.</p>
<p>Ficou curioso? <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&amp;id=129180" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Então leia na íntegra &#8220;O Mysterio&#8221;, o primeiro romance policial brasileiro, disponível em PDF.</a></span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Conheça o primeiro romance policial brasileiro"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/04/21/conheca-o-primeiro-romance-policial-brasileiro/">Conheça o primeiro romance policial brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>10 detetives brasileiros da ficção</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 14:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A literatura policial brasileira nasceu pelas mãos de autores clássicos. Em &#8220;Crime feito em casa — contos policiais brasileiros&#8221;</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/">10 detetives brasileiros da ficção</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A literatura policial brasileira nasceu pelas mãos de autores clássicos. Em &#8220;Crime feito em casa — contos policiais brasileiros&#8221; (2005), Flávio Moreira da Costa afirma que foram contos com uma “levada” policial de Olavo Bilac, Lima Barreto, João do Rio e Machado de Assis que abriram as portas para o gênero por aqui. Era o início do século 20, quando até mesmo o maior de nossos escritores era admirador confesso de Edgar Allan Poe.</p>
<p>Historicamente, a ficção policial nasceu no Brasil na forma de folhetim, assim como aconteceu com os contos de Sherlock Holmes na Inglaterra. Intitulada &#8220;O Mistério&#8221;, a primeira aventura brasileira condensou 47 capítulos e foi escrita a oito mãos por quatro acadêmicos da ABL: Afranio Peixoto, Viriato Correia, Medeiros e Albuquerque, e Coelho Neto. Era 1920, ano da estreia do detetive Hercule Poirot na literatura.</p>
<p>De lá para cá, surgiram diversos personagens: tradicionais, mesclados à ficção científica, voltados ao mais jovens e até detetives para os populares programas radiofônicos da metade do século passado. De Dick Peter a Espinosa, confira uma seleção com dez personagens marcantes da literatura policial brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>1. MELLO BANDEIRA<br />
<strong><span style="font-size: large;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1810 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/misterio.jpg"  alt="misterio 10 detetives brasileiros da ficção"  width="187" height="281" /></span></strong></h1>
<p>Protagonista de &#8220;O Mistério&#8221;, romance pioneiro do gênero no país. A história começou a ser publicada em 20 de março de 1920 e tratava de um crime perfeito que acontecia em uma casa, na praia de Botafogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>2. DICK PETER</h1>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1828 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/dick2.jpg"  alt="dick2 10 detetives brasileiros da ficção"  width="200" height="283" /><br />
Criado por Ronnie Wells, pseudônimo do jornalista Jerônimo Monteiro. Apresentado em uma série da Rádio Difusora, suas aventuras migraram para a literatura explorando narrativas de mistério e ficção científica, gênero que destacou o autor. &#8220;As Aventuras de Dick Peter&#8221; passou a ser publicado em 1938.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>3. ROBERTO RICARDO</h1>
<p>Detetive de Anibal Costa criado em 1940, e que apareceu com o (não tão original) &#8220;As Aventuras de Roberto Ricardo&#8221;. Outro que também foi apresentado em programas de rádio, interpretado pelo jornalista e radialista Alziro Zarur.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>4. DOUTOR LEITE<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1827 " style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/lopes.jpg"  alt="lopes 10 detetives brasileiros da ficção"  width="185" height="246" /></h1>
<p>O detetive do paulistano Luiz Lopes Coelho (foto) era, na verdade um delegado, que estreou na literatura em 1957. &#8220;A Morte no Envelope&#8221; trazia contos com nomes tão sugestivos quanto <em>Correu sangue na estreia de Volpone</em> e <em>Um candelabro apaga uma vida</em>. Doutor. Leite é considerado um ícone do gênero no Brasil, por ser um dos primeiros autores genuinamente nacionais que escreveu histórias no estilo “quem fez” (whodunnit).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>5. TONICO ARZÃO<br />
<a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/tonico.jpg"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1834 " style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/tonico.jpg"  alt="tonico 10 detetives brasileiros da ficção"  width="171" height="270" /></a></h1>
<p>Foi o primeiro detetive rural do Brasil, criado pela carioca Maria Alice Barroso. Apareceu em apenas uma aventura,  &#8220;Quem matou Pacífico?&#8221;, de 1969, que virou filme com Jece Valadão, Jofre Soares e Ruth de Souza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>6. MANDRAKE</h1>
<p><img  title=""  alt="19153670 10 detetives brasileiros da ficção" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="http://br.web.img3.acsta.net/c_216_288/medias/nmedia/18/72/11/73/19153670.jpg" width="195" height="260" /><br />
Advogado-criminalista criado por Rubem Fonseca, em 1967. Apareceu pela primeira vez no livro &#8220;Lúcia McCartney&#8221;. Mulherengo, fã de charutos e de mulheres, é tão carismático que já virou até série de TV.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>7. ED MORT<br />
<span style="font-size: large;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1824 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/ed.jpg"  alt="ed 10 detetives brasileiros da ficção"  width="100" height="172" /></span></h1>
<p>Mais desastrado, impossível! Mistura de Philip Marlowe e do Inspetor Clouseau, é uma paródia de uma porção de detetives clássicos. Ed apareceu em 1979 pelas mãos de Luis Fernando Veríssimo, exibindo costeletas alongadas e <em>démodé</em>, dividindo seu escritório com 17 baratas e um rato albino. Inicialmente apareceu em tirinhas de jornal, mas fez tanto sucesso que também foi parar no cinema, televisão, teatro e quadrinhos.<img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8539003082"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8539003082 10 detetives brasileiros da ficção"  width="1" height="1" border="0" /><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8539003082"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8539003082 10 detetives brasileiros da ficção"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<h1>8. DELEGADO ESPINOSA</h1>
<p>Personagem marcante da literatura policial no país, o delegado Espinosa surgiu em 1996 no premiado &#8220;O Silêncio da Chuva&#8221;. O autor é Luiz Alfredo Garcia-Roza, professor universitário que se tornou romancista policial e já escreveu uma série com o personagem. Espinosa é um investigador em Copacabana, apaixonado pelo Rio de Janeiro e por livros. Suas histórias já foram adaptadas para a TV em forma de série.</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929983"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929983 10 detetives brasileiros da ficção"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<h1>9. REMO BELLINI<br />
<a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/07/bellini2.jpg"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-305 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/07/bellini2.jpg"  alt="bellini2 10 detetives brasileiros da ficção"  width="456" height="354" /></a></h1>
<p>Que tal um detetive que transita por inferninhos, becos, boates e arranha-céus paulistanos? Ex-advogado atormentado por um passado sombrio, Remo Bellini virou investigador particular enfrentando perigos das grandes cidades, casos intrincados e mulheres tentadoras. Seu criador é o roqueiro Tony Bellotto, da banda Titãs.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535928960"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535928960 10 detetives brasileiros da ficção"  width="1" height="1" border="0" /><br />
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<h1>10. UGO FIORAVANTI</h1>
<p>O detetive Fioravanti é um bem humorado ex-policial federal que mora em Florianópolis, em uma casa de frente para o mar. Investiga os casos mais bizarros na capital catarinense, sempre lançando tiradas espirituosas pelo caminho. Obra de Mario Prata, que escreveu dois romances policiais com o detetive até 2014.<em></p>
<p></em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 10 detetives brasileiros da ficção"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/">10 detetives brasileiros da ficção</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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