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	<title>Arquivos Meu Nome É Vermelho -</title>
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	<title>Arquivos Meu Nome É Vermelho -</title>
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		<title>Meu nome é Vermelho, de Orhan Pamuk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 13:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[Leila de Carvalho e Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Nome É Vermelho]]></category>
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		<category><![CDATA[prêmio nobel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A Academia Real Sueca concedeu o Nobel de literatura em 2006 para Orhan Pamuk, confirmando seu favoritismo apesar da extensa e disputada lista de concorrentes. Principal romancista turco da atualidade, seus livros encaminham o leitor através de um labirinto de histórias e crenças cujo cenário é sua cidade natal, Istambul, um símbolo do entrelaçamento...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A Academia Real Sueca concedeu o Nobel de literatura em 2006 para Orhan Pamuk, confirmando seu favoritismo apesar da extensa e disputada lista de concorrentes. Principal romancista turco da atualidade, seus livros encaminham o leitor através de um labirinto de histórias e crenças cujo cenário é sua cidade natal, Istambul, um símbolo do entrelaçamento e confronto entre Ocidente e Oriente, principal tema de seus livros.</p>
<p>Publicado em 1998, &#8220;Meu nome é Vermelho&#8221; foi recebido com rasgados elogios pela crítica, porém, sua consagração definitiva veio cinco anos depois, quando recebeu o prestigiado IMPAC Dublin Literary Award.</p>
<p>Sua história transcorre durante o final do século XVI, quando um miniaturista da corte aparece assassinado no fundo de um poço. O crime pode estar ligado a um livro secreto que a vítima estava ilustrando, encomendado pelo sultão para enaltecer a glória do Império Otomano. Trata-se de um presente para uma comitiva veneziana que virá visitá-lo nos próximos anos e suas iluminuras, ao invés de obedecerem as regras toscas e bidimensionais da arte islâmica, seguem o florescente estilo renascentista cuja pintura figurativa é considerada uma afronta ao Alcorão.</p><div id="liter-3108645689" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>Com quatro miniaturistas entre os principais suspeitos e uma única pista, um cavalo de estranhas narinas desenhado no corpo da vítima, Negro Effendi foi designado para assumir as investigações e conta com pouco tempo para apontar o assassino, dividido entre três hipóteses: rivalidade profissional, crime passional ou atentado terrorista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Se a imagem do ser amado fica viva no seu coração, o mundo inteiro é sua casa.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contudo, o que ele realmente deseja é despertar a atenção de Shekure, o grande amor de sua vida. Separados há doze anos, a jovem está presa a uma antiga tradição: só pode ser declarada viúva quando seu marido, desaparecido durante uma batalha, for declarado morto por uma testemunha. Em dúvida quanto a seus sentimentos e constantemente assediada pelo cunhado, ela é uma personagem intrigante que revela uma sociedade com baixa tolerância às necessidades e opiniões femininas.</p>
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<p>Sem um narrador onisciente, &#8220;Meu nome é Vermelho&#8221; apresenta 19 vozes e duas pertencem a uma mesma pessoa: o assassino. Em alguns capítulos, ele assume a autoria do crime, mas não revela quem é e, em outros, não admite a culpa sob a proteção de sua verdadeira identidade. Um enigma que desafia o leitor até o desfecho e garante algumas páginas absolutamente inusitadas, apresentadas por personagens pouco convencionais como um cachorro, uma árvore e até mesmo a cor vermelha.</p>
<p>Em síntese, denso de ideias, trata-se de uma proposta deslumbrante de leitura que reúne romance policial e histórico, ficção e realidade, filosofia e religião. Erudito, permite conhecer mais a fundo o Corão e a cultura islâmica e sua heterodoxa construção narrativa aponta para um novo caminho na literatura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Meu-nome-vermelho-Orhan-Pamuk/dp/8535922970/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1JWURI8W4C823&amp;keywords=meu+nome+%C3%A9+vermelho&amp;qid=1561211608&amp;s=gateway&amp;sprefix=meu+nome+%C3%A9,aps,223&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=13fcb12f4eb3ed95e0e571d90f5b208e" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8535922970&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535922970" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: Meu nome é vermelho<br />
<strong>Autor</strong>: Orhan Pamuk<br />
<strong>Páginas</strong>: 536<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
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<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Meu nome é Vermelho alia narrativa policial, uma história de amor proibido e reflexões sobre as culturas do Ocidente e do Oriente. A trama se passa em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da Hégira (a fuga de Maomé para Meca), o sultão encomenda um livro para demonstrar a riqueza do Império Otomano. Para provar a superioridade do mundo islâmico, porém, as imagens devem ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando uma onda de intrigas, e um dos artistas que trabalhava no livro é assasinado. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre o Negro, que voltara a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove narradores &#8211; entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/11/meu-nome-e-vermelho-de-orhan-pamuk/">Meu nome é Vermelho, de Orhan Pamuk</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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