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	<title>Arquivos Michael Connelly -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Michael Connelly -</title>
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		<title>Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 17:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Via Huffingtonpost – O Huffingtonpost publicou uma lista de favoritos e nós escolhemos cinco livros, porém nenhum deles foi traduzido</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.huffingtonpost.com/entry/best-mysteries-and-thrillers-of-2017_us_5a0b28f2e4b0065239218425" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Via Huffingtonpost</a> – O Huffingtonpost publicou uma lista de favoritos e nós escolhemos cinco livros, porém nenhum deles foi traduzido para o português ainda.&nbsp;Se você gosta de ler em inglês e quer conhecer histórias ainda inéditas por aqui, esta é a sua lista. Clique no título para comprar via Amazon.&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.huffingtonpost.com/entry/best-mysteries-and-thrillers-of-2017_us_5a0b28f2e4b0065239218425" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui para ver a lista completa</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1.&nbsp;<a style="color: #0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01EG5HLR4/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01EG5HLR4&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=8f59a2afbeedc532ab2685b747e4b973" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Magpie Murders, Anthony Horowitz</a><img  title="" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01EG5HLR4"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01EG5HLR4 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="1" height="1" border="0"></h4>
<h4><img  title="" decoding="async" class="alignleft" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01EG5HLR4"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01EG5HLR4 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="1" height="1" border="0"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-22154 alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/magpie.jpg?w=639"  alt="magpie Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="190" height="288"></h4>
<p>A editora Susan Ryland trabalhou por anos com o autor de mistério Alan Conway. Os leitores adoram seu detetive, Atticus Pünd, um famoso investigador de crimes nas pacatas cidadezinhas inglesas da década de 1950. Mas a última história de Conway sobre um assassinato em Pye Hall não é exatamente o que parece.&nbsp;Sim, há cadáveres e uma série de suspeitos intrigantes, mas escondida nas páginas de um manuscrito há outra história: um conto escrito entre as próprias palavras na página, revelando histórias reais de ciúmes, ganância, ambição implacável e assassinato.&nbsp;Do criador de <em>Midsomer Murders,</em> um mistério diabólico e perfeito para fãs de Miss Marple e Hercule Poirot, de Agatha Christie.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. <a style="color: #0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01JZ72HVI/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01JZ72HVI&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=a8bef2452529c998e03f5c63b2862f3d" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Fifth Element, Jorgen Brekke</a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01JZ72HVI"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01JZ72HVI Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="1" height="1" border="0"></h4>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-22167" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/1972635641.jpg"  alt="1972635641 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="230" height="347"></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01JZ72HVI/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01JZ72HVI&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=a8bef2452529c998e03f5c63b2862f3d" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150"  alt="compre4 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="150" height="43"></a><br />
O inspetor de polícia Odd Singsaker foi capturado e preso em uma ilha na costa norte da Noruega. Ele acorda subitamente segurando uma espingarda, e ao seu lado está um cadáver. Que eventos o levaram a esse ponto? Como ele chegou aqui? Algumas semanas antes, Felicia, sua esposa, desapareceu. Embora ele não soubesse, ela estava tentando se encontrar com Odd para se reconciliar com ele, mas sumiu em meio a uma tempestade de neve. Um policial corrupto e sangue frio de Oslo é um dos possíveis envolvidos no desaparecimento, além de um estudante universitário desonesto que roubou uma grande quantidade de cocaína de traficantes de drogas e um matador contratado por traficantes que foi roubado. Todas essas vidas se cruzam com a de Odd enquanto ele procura por Felicia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. <a style="color: #0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/Keep-Her-Safe-Sophie-Hannah-ebook/dp/B01N5J5ALM/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1510849047&amp;sr=1-1&amp;keywords=Keep+her+safe%2C+Sophie+Hannah" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Keep her safe, Sophie Hannah</a><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-22171 " style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/sophie.jpg"  alt="sophie Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="259" height="390"></h4>
<p>Prestes a ter um colapso nervoso, Cara Burrows foge de casa e da família para um spa cinco estrelas que ela não pode pagar. Tarde da noite, exausta e desesperada, ela entra no seu quarto de hotel e fica chocada ao descobrir que o lugar já está ocupado &#8211; por um homem e uma adolescente. Deve ter sido um erro qualquer na recepção, pensa&#8230; mas logo Cara percebe que a garota que viu viva e bem no quarto do hotel é alguém que ela <em>não pode ter visto</em>: a vítima de assassinato mais famosa do país, Melody Chapa, cujos pais estão cumprindo pena perpétua por assassinato. Cara não sabe no que acreditar &#8211; tudo o que ela leu e ouviu sobre o caso, ou a evidência de seus próprios olhos? Ela realmente viu Melody? Ela está preparada para se fazer essa pergunta e respondê-la com honestidade se isso significar arriscar sua própria vida?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. <a style="color: #0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01MUX5Z88/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01MUX5Z88&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=12541697cc8abd3f8075219a81ce50c1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Late Show, Michael Connelly</a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01MUX5Z88"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01MUX5Z88 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="1" height="1" border="0"><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01MUX5Z88"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01MUX5Z88 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="1" height="1" border="0"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-22175" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/2140349839.jpg?w=639"  alt="2140349839 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="254" height="394"></h4>
<p>Renee Ballard trabalha no turno da meia-noite em Hollywood, começando muitas investigações mas terminando apenas algumas, que ela entrega pela manhã para as unidades diurnas. É um trabalho frustrante para uma detetive, mas não é acidental. Ela recebeu essa tarefa como punição depois de apresentar uma queixa de assédio sexual contra um supervisor. Mas uma noite Ballard pega duas tarefas as quais ela não quer se desvencilhar. Primeiro, uma prostituta é brutalmente espancada e deixada morta em um estacionamento. Todos os sinais apontam para um crime premeditado e cruel. Então ela vê uma jovem garçonete morrer depois de ser atingida em um tiroteio numa boate. Apesar de ser uma vítima periférica, a garçonete faz com que Ballard fique determinada a continuar a investigação e não desistir pela manhã. Contra a vontade de seu colega de trabalho, ela trabalha em ambos os casos durante ao dia enquanto mantém seu turno da noite. À medida que as investigações se entrelaçam, Ballard é forçada a enfrentar seus próprios demônios e enfrentar um perigo que nunca poderia ter imaginado. Para encontrar justiça para essas vítimas que não podem falar por si mesmas, ela deve colocar não apenas a carreira, mas a vida dela em perigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>5. <a style="color: #0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01LZXBFG2/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01LZXBFG2&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=cce2f4458d2b3e8082cd3ca01807d7f2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Murder in Saint-Germain, Cara Black</a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01LZXBFG2"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01LZXBFG2 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="1" height="1" border="0"><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-22176" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/243421413.jpg?w=639"  alt="243421413 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  width="262" height="401"></h4>
<p>Paris, julho de 1999: A investigadora particular Aimée Leduc está caminhando por Saint-Germain quando é abordada por Suzanne Lesage, uma agente da Brigada Criminal em uma equipe anti-terrorismo de elite. Suzanne acaba de voltar da ex-Iugoslávia, onde procurava criminosos de guerra perigosos para Haia. De volta a Paris, Suzanne está convencida de que está sendo perseguida por um fantasma &#8211; um senhor da guerra sérvio que sua equipe capturou, porém sua chefe acha que ela está imaginando coisas. Ela pede a Aimée que investigue &#8211; é possível que Mirko Vladić possa estar vivo e em Paris, querendo se vingar? Aimée já está trabalhando em um caso difícil, e além disso ela tem um bebê de oito meses para cuidar, mas não pode dizer não a Suzanne, a quem ela deve um grande favor. Aimée persegue as poucas pistas que tem e todas as evidências confirmam que Mirko Vladić está morto. Parece que Suzanne é de fato paranoica e talvez esteja perdendo a cabeça &#8211; até que a equipe de Suzanne começa a morrer em uma série de estranhos e trágicos acidentes. São apenas coincidências? Ou as coisas não são o que parecem ser?</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/16/cinco-melhores-thrillers-de-suspense-que-ainda-nao-chegaram-ao-brasil/">Cinco melhores thrillers de suspense que ainda não chegaram ao Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>LANÇAMENTOS &#124; Os destaques de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2017 17:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os livros em destaque este mês. Para ver todos os lançamentos, clique aqui. x 1. Coração satânico, William Hortsberg (Darkside Books)</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/03/lancamentos-os-destaques-de-junho/">LANÇAMENTOS | Os destaques de junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-18764 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/collage_junholivros1.jpg"  alt="collage_junholivros1 LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="639" height="315" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Confira os livros em destaque este mês. Para ver todos os lançamentos, <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">clique aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>1. Coração satânico, William Hortsberg</strong></span></span><br />
(Darkside Books)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18738 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/satanico.jpg"  alt="satanico LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="200" height="290" /><span style="color:#000000;"><em>Coração Satânico</em> se passa em Nova York, em 1959. Harry Angel é um detetive particular contratado para encontrar Johnny Favorite, um músico famoso que desaparecera após a Segunda Guerra Mundial. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Psicologicamente transtornado com os campos de batalha, Johnny retornaria aos Estados Unidos em estado catatônico. Dias depois, ele some do hospital de veteranos, sem deixar rastros. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">O caso leva Harry Angel a se envolver com seguidores do vodu, assassinos e um cliente que não ousa perdoar velhas dívidas.</span><br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p><span style="font-size:1.75em;color:#000000;"><strong>2. O sorriso da hiena, Gustavo Ávila</strong></span><br />
(Editora Verus)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18736 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/hiena.jpg?w=203"  alt="hiena LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="203" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem? Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no desenvolvimento delas. Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos? </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Em <em>O sorriso da hiena</em>, o leitor ficará fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>3. A grande ilusão, Harlan Coben</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18744 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/coben_ilusao.jpg?w=208"  alt="coben_ilusao LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="208" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Maya Stern é uma ex-piloto de operações especiais que voltou recentemente da guerra. Um dia, ela vê uma imagem impensável capturada pela câmera escondida em sua casa: a filha de 2 anos brincando com Joe, seu falecido marido, brutalmente assassinado duas semanas antes. Tentando manter a sanidade, Maya começa a investigar, mas todas as descobertas só levantam mais dúvidas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Conforme os dias passam, ela percebe que não sabe mais em quem confiar, até que se vê diante da mais importante pergunta: é possível acreditar em tudo o que vemos com os próprios olhos, mesmo quando é algo que desejamos desesperadamente? Para encontrar a resposta, Maya precisará lidar com os segredos profundos e as mentiras de seu passado antes de encarar a inacreditável verdade sobre seu marido – e sobre si mesma.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>4. Os deuses da culpa, Michael Connelly</strong></span></span><br />
(Suma de Letras)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18747 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/connelly_culpa.jpg?w=209"  alt="connelly_culpa LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="209" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Quando o advogado Mickey Haller recebe a mensagem “Me liga urgente — 187”, o código penal para assassinato logo chama sua atenção. Casos assim são sempre os mais complicados ― e os que pagam melhor ―, o que significa que ele não pode falhar.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Mas quando descobre que a vítima é uma ex-cliente, uma prostituta que ele ajudou a tirar das ruas, Mickey sente que sua reputação está em jogo. A vítima estava de volta a Los Angeles e de volta à prostituição ― mas por quê? De repente, Mickey percebe que, em vez de salvá-la, pode ter sido ele a colocá-la em perigo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">É hora de confrontar seu passado, e Haller precisará de todo seu talento e esperteza para cuidar de um caso que pode ser sua redenção ― ou a prova de toda a sua culpa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>5. Box Torre Negra, Stephen King</strong></span></span><br />
(Suma de Letras)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18749 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/box_torre.jpg?w=300"  alt="box_torre LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="300" height="300" /><span style="color:#000000;">A série A Torre Negra é considerada uma das mais importantes obras do cultuado escritor Stephen King. Inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien e no poema épico do século XIX &#8220;Childe Roland à Torre Negra Chegou&#8221; e repleta de referências à cultura pop, às lendas arturianas e ao faroeste, </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;"><em>A Torre Negra</em> mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea. Elaborados ao longo de mais de trinta anos, os oito volumes de A Torre Negra transportam o leitor para uma jornada épica que cultiva uma legião de fãs ao redor do mundo.</span> <a href="https://www.submarino.com.br/produto/132204646/caixa-livro-colecao-torre-negra?condition=NEW&amp;pfm_carac=132204646&amp;pfm_index=0&amp;pfm_page=search&amp;pfm_pos=grid&amp;pfm_type=search_page" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vendido exclusivamente pelo site Submarino</a>.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>6. Mestre das chamas, Joe Hill</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18752 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/joehill.jpg?w=206"  alt="joehill LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="206" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Ninguém sabe exatamente como nem onde começou. Uma pandemia global de combustão espontânea está se espalhando como rastilho de pólvora, e nenhuma pessoa está a salvo. Todos os infectados apresentam marcas pretas e douradas na pele e a qualquer momento podem irromper em chamas.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Nos Estados Unidos, uma cidade após outra cai em desgraça. O país está praticamente em ruínas, as autoridades parecem tão atônitas e confusas quanto a população e nada é capaz de controlar o surto. O caos leva ao surgimento dos impiedosos esquadrões de cremação, patrulhas autodesignadas que saem às ruas e florestas para exterminar qualquer um que acreditem ser portador do vírus.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Em meio a esse filme de terror, a enfermeira Harper Grayson é abandonada pelo marido quando começa a apresentar os sintomas da doença e precisa fazer de tudo para proteger a si mesma e ao filho que espera. Agora, a única pessoa que poderá salvá-la é o Bombeiro – um misterioso estranho capaz de controlar as chamas e que caminha pelas ruas de New Hampshire como um anjo da vingança. Do aclamado autor de <i>A estrada da noite </i>, este livro é um retrato indelével de um mundo em colapso, uma análise sobre o efeito imprevisível do medo e as escolhas desesperadas que somos capazes de fazer para sobreviver.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>7. Nada como ter amigos influentes, Donna Leon</strong></span></span><br />
(Companhia das Letras)</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18753 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/915rwjsykol.jpg?w=186"  alt="915rwjsykol LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="186" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Quando o comissário Guido Brunetti recebe a visita de um jovem burocrata designado para investigar uma irregularidade na construção de seu apartamento, realizada anos atrás, sua primeira reação é pensar em quem ele conhece no departamento do governo local a fim de contornar a situação. Quando, porém, o funcionário é encontrado morto, fica claro que há algo a mais em jogo do que apenas o destino do apartamento de Guido. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">As investigações de Brunetti o levam a aspectos pouco familiares da vida veneziana, envolvendo o abuso do consumo de drogas e a agiotagem, enquanto a morte de dois jovens viciados e a prisão de um homem suspeito de traficar drogas revelam, mais uma vez, o quanto é importante contar, nesta cidade, com a ajuda de amigos influentes.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>8. O exorcista, William Peter Blaty</strong></span></span><br />
(Darkside Books)</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18759 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/exorcista.jpg?w=245"  alt="exorcista LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="245" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;"><strong>Legião</strong> é a verdadeira continuação de <em>O Exorcista</em>. Personagens e acontecimentos importantes do primeiro livro encarnam novamente nas páginas deste romance que Blatty publicou em 1983 e que finalmente sai no Brasil com seu título original. Alguns segredos da história de 1971 são revelados aqui, então é aconselhável ler O Exorcista antes de encarar Legião.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A história começa dez anos depois do exorcismo de Regan MacNeil, a jovem menina endiabrada que Linda Blair incorporou no cinema. Só que agora o sobrenatural ganha também uma pegada de romance policial. O detetive (e cinéfilo nas horas vagas) William F. Kinderman volta à cena, investigando uma série de assassinatos brutais — entre eles, a crucificação de um garoto de apenas doze anos. O modus operandi dos crimes parece indicar a assinatura mórbida do assassino em série Geminiano. Mas como solucionar um caso em que o principal suspeito está morto há mais de uma década?<span style="color:#000000;font-size:1.15em;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>9. Eu sei onde você está, Claire Kendal</strong></span></span><br />
(Intrínseca)</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18758 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/eusei.jpg?w=209"  alt="eusei LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  width="209" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Rafe está em todos os lugares. E Clarissa vai encontrá-lo, mesmo sendo a última coisa que gostaria que acontecesse. Vai encontrá-lo na universidade onde ambos trabalham, na estação de trem, no portão do prédio onde mora. As mensagens do homem lotam a secretária eletrônica de Clarissa, os presentes dele abarrotam sua caixa de correio. Desde a noite traumática que passaram juntos alguns meses antes, ela se vê em uma armadilha da qual não consegue escapar. E ele se recusa a aceitar um não como resposta.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A única saída de Clarissa para esse pesadelo angustiante são as sete semanas que passará em um tribunal, onde foi escalada para compor um júri popular. A vítima em questão viveu experiências que revelam uma similaridade macabra com a vida da jurada. Conforme o julgamento se desenrola, Clarissa percebe que, para sobreviver às investidas obcecadas de Rafe, será necessário se arriscar. Começa então a reunir evidências da insanidade do perseguidor para usá-las contra ele e relata todo o terror psicológico e físico a que é submetida, o que a obriga a reviver cada momento doloroso que vem tentando desesperadamente esquecer.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;font-size:1.15em;">.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 LANÇAMENTOS | Os destaques de junho"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/03/lancamentos-os-destaques-de-junho/">LANÇAMENTOS | Os destaques de junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Nossos detetives, parte 3: O policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 15:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até agora em nosso trajeto, nos debruçamos sobre o poder de dedução fora do comum do detetive amador e sobre</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/">Nossos detetives, parte 3: O policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8497 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/police.jpg?w=750"  alt="police Nossos detetives, parte 3: O policial"  width="750" height="500" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Até agora em nosso trajeto, nos debruçamos sobre o poder de dedução fora do comum do detetive amador e sobre os empoeirados escritórios do detetive particular. O primeiro investiga por hobby, o segundo, pelo pão de cada dia. E durante décadas esses dois, que tanto se contrastam, foram as figuras mais representativas da literatura policial.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Mas, se estamos falando de literatura policial, onde é que está o policial?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">É um fato curioso, mas o policial (e a Polícia), cujo trabalho é lidar com crimes, foi relegado a um segundo plano em boa parte da Era de Ouro e nas histórias de detetive hardboiled. No primeiro caso, o papel do homem da lei, de modo geral, era destacar a inteligência dos detetives amadores. Pense no Inspetor Lestrade. O policial, presente em diversos contos de Arthur Conan Doyle, estava constantemente pedindo ajuda ao amigo Sherlock Holmes, o que, mesmo Holmes jamais o considerando pouco inteligente, demonstrava sua incapacidade. E o mesmo acontecia com diversos inspetores da Scotland Yard que Hercule Poirot deixava no chinelo usando suas pequenas células cinzentas. No segundo caso, a Polícia por vezes era uma ameaça ao detetive particular, que a via com desconfiança. Para entender, basta observar a cautela com que Philip Marlowe lidava com os tiras. Há muito de malandragem e corrupção na Polícia nessas histórias.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Hoje percebemos um cenário bem diferente. Uma busca mesmo que superficial em sites dedicados ao gênero retorna séries e mais séries em que o policial tem o protagonismo e os estereótipos mencionados acima não se manifestam (ao menos não de modo generalizado e redutivista). Vamos analisar algumas características do detetive policial.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Para começar, temos as motivações. Nesse quesito, o policial se aproxima do detetive particular, uma vez que a resolução de crimes é, para ambos, um trabalho. É a natureza desse trabalho que os separa. O policial é um empregado do Estado. Ele representa a Lei de modo oficial. Na vida real, é à polícia que se recorre quando um crime acontece, ao aparato de vigilância do Estado. O detetive policial da ficção, como parte dessa instituição, não tem (teoricamente) a mesma liberdade dos detetives particular e amador, uma vez que um conjunto de regras oficiais e inerentes a sua posição marcam aquilo que ele pode e não pode fazer. Seu trabalho segue um protocolo, cuja quebra é sempre muito clara. Ao mesmo tempo que impõe limites, esse fato também lhe confere certos privilégios, como acesso a recursos do Estado para realização de seu trabalho e uma rede de informações (bancos de dados, antecedentes criminais, arquivos de impressões digitais etc.) que os outros dois detetives não têm. Além disso, estar empregado a uma instituição pública sugere que não é apenas a indivíduos que este detetive responde: é, de certa forma, a toda a sociedade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Podemos esperar que as particularidades da função figurem e tenham importância nas histórias protagonizadas por policiais: a perícia trabalhando na cena do crime, a autópsia examinando o cadáver, a burocracia que envolve pedir um mandado judicial, os constantes riscos da violência urbana, a corrupção que bate à porta. Também vemos, com certa frequência, as consequências das pressões do trabalho dificultando a vida privada do detetive policial. Consumo exagerado de álcool e cigarros, casamentos desfeitos, dificuldade no relacionamento com os filhos são apenas algumas delas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Nem sempre vemos um único detetive policial como protagonista. Há autores que optam por um protagonismo compartilhado, em que uma equipe de investigadores, trabalhando em conjunto, desvenda crimes. Essa configuração busca uma aproximação maior com a realidade, uma vez que, numa divisão policial de verdade, o trabalho é distribuído e ninguém avança sozinho.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O método do detetive policial pode variar. Normalmente, ele consegue resultados pelo esforço: coleta de pistas, tocaia a suspeitos, interrogatórios etc. Nada impede, no entanto, que um detetive policial tenha inteligência e o poder dedutivo fora do comum, característica mais própria do detetive amador, embora casos assim sejam mais raros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.45em;">Exemplos</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A lista é longa. <strong>Jules Maigret</strong>, criação do belga Georges Simenon, talvez seja o primeiro nome a vir à mente. Não, ele não foi o primeiro personagem policial a protagonizar histórias de mistério, mas foi o primeiro cujo fato de ser policial fazia alguma diferença. Comissário da Polícia Judiciária, homem inteligente, pacato, íntegro e sempre com um cachimbo a mão, Maigret nasceu na ficção em 1929. Se há um traço marcante que podemos destacar no personagem é sua curiosidade pelo que leva uma pessoa ao crime. Em mais de 70 livros, suas investigações o levaram a todos os cantos de Paris e mais outros tantos da França, além dos EUA. (Se você quiser saber mais sobre Maigret, há uma série no site toda dedicada a ele. <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/03/meu-nome-e-maigret-jules-maigret-parte-1/" target="_blank">Confira aqui a primeira parte</a>.)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6115 aligncenter" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/04/maigret2.jpeg"  alt="maigret2 Nossos detetives, parte 3: O policial"  width="550" height="348" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Nos EUA, não podemos deixar de citar Ed McBain, criador da popular série do 87º Distrito Policial. Com mais de cinquenta romances, publicados entre 1956 e 2005 (ano da morte do autor), ela se destaca por retratar não apenas o trabalho policial com minúcias, mas por mergulhar nos dramas pessoais de seus &#8212; diversos &#8212; protagonistas, pessoas comuns com um trabalho a cumprir. Esse é um dos casos em que o todo importa mais que as partes: McBain faz desfilar um grande número de personagens nas páginas da série, embora mantenha um núcleo mais ou menos fechado de investigadores que desenvolve mais detidamente. Há policiais dedicados e íntegros, como o ítalo-americano Steve Carella, e outros desprezíveis e corruptos, como o Gordo Ollie Weeks. Um elenco multifacetado, como uma força policial de verdade certamente seria.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Harry Bosch, apresentado ao público no ano de 1992 em The Black Echo, é a criação mais popular do também americano Michael Connelly. O apelo do personagem é tanto que atualmente há uma série com seu nome, veiculada pela Amazon. Bosch já apareceu em 22 livros de Connelly, um dos grandes nomes da literatura policial contemporânea.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8458 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/wahloo1.jpg"  alt="wahloo1 Nossos detetives, parte 3: O policial"  width="683" height="430" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Pioneiros da literatura policial sueca, uma das mais populares do mundo, o casal <strong>Maj Sjöwall e Per Wahlöö</strong> escreveu 10 romances protagonizados pelo inspetor Martin Beck. Apresentado em <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/18/resenha-roseanna-de-maj-sjowall-e-per-wahloo/" target="_blank">Roseanna</a>, Beck é um homem introspectivo, devotado ao trabalho e um tanto infeliz na vida pessoal, muito pela própria personalidade. Entre os suecos há ainda o também inspetor Kurt Wallander, lançado pelo escritor e dramaturgo Henning Mankell e dono da própria série de TV pela BBC. Pulando para os noruegueses, impossível não citar Harry Hole, protagonista de uma série de sucesso escrita pelo norueguês Jo Nesbø; Hanne Wilhelmsen, detetive da polícia de Oslo criada por Anne Holt; e o alto e sério Konrad Sejer, da poeta e romancista Karim Fossum.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na Europa, há ainda muitos outros representantes da classe. Pela Inglaterra, temos Adam Dalgliesh, personagem fixo P.D. James desde 1962, e o inspetor Alan Banks, presença quase certa nos livros de Peter Robinson; Na França, destaque para o distraído, cômico e inexplicavelmente brilhante Jean-Baptiste Adamsberg, genial criação da francesa Fred Vargas, e, mais recentemente, para o Comandante Camille Verhoeven, protagonista de uma elogiada trilogia de Pierre Lemaitre; na Itália, o comissário Guido Brunetti, criação de Donna Leon; na Escócia, o popularíssimo John Rebus, de Ian Ranin.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-256 aligncenter" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/06/roza_livrosp2.jpg"  alt="roza_livrosp2 Nossos detetives, parte 3: O policial"  width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">No Brasil, o representante mais famoso é certamente o delegado Espinosa, que figura em dez dos onze livros do carioca <strong>Luiz Alfredo Garcia-Roza</strong> e <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/17/serie-espinosa-tem-duas-novidades-no-elenco/" target="_blank">em breve chegará à TV</a>. Também não podemos esquecer do investigador Venício (não Vinícius, cuidado porque ele se irrita quando confundem!), protagonista dos romances Informações Sobre a Vítima e Vida Pregressa, do ex-delegado paulista Joaquim Nogueira. Presente também em dois livros – Réquiem Para um Assassino e Morte na Flip –, o delegado Dornelas, criação de Paulo Levy.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Como é possível perceber, há muitos exemplos dessa categoria de detetive, e certamente a lista apresentada deixou de fora nomes importantes. Não deixe de lembrá-los nos comentários!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Chegamos ao fim de nossa série sobre detetives. Obrigado a todos por acompanharem. Aproveito para dar um spoiler da minha próxima série por aqui: será sobre os subgêneros da literatura policial. Até a próxima!</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Imagens: divulgação, <a href="http://a.scpr.org/i/d9f6e4adfecd0e00df39fe58fe32063a/100162-full.jpg" target="_blank">scpr.org</a>)</p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1576" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/josue2.png"  alt="josue2 Nossos detetives, parte 3: O policial"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Nossos detetives, parte 3: O policial" alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/">Nossos detetives, parte 3: O policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/02/26/em-entrevista-michael-connelly-fala-sobre-a-serie-bosch/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2015 18:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Connelly]]></category>
		<category><![CDATA[suma de letras]]></category>
		<category><![CDATA[Titus Welliver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista recente à revista Newsweek, Michael Connelly disse que Harry Bosch, detetive presente em dezessete de seus romances policiais,</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/02/26/em-entrevista-michael-connelly-fala-sobre-a-serie-bosch/">Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4589" aria-describedby="caption-attachment-4589" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4589" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/connelly.jpg?w=750"  alt="connelly Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch"  width="650" height="380" /><figcaption id="caption-attachment-4589" class="wp-caption-text">Michael Connelly sobre Harry Bosch: &#8220;Este personagem foi muito importante para mim&#8221;. (Imagem: Alberto E. Rodriguez/Getty)</figcaption></figure>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Em entrevista recente à revista Newsweek, Michael Connelly disse que Harry Bosch, detetive presente em dezessete de seus romances policiais, é um personagem essencial para a sua carreira. A série de livros foi adaptada para a TV, levando o escritor a envolver-se diretamente no projeto ao lado de <span lang="pt-PT">Eric Overmyer (Treme, The Wire). &#8220;Bosh&#8221; </span>está sendo transmitida integralmente desde fevereiro pela Amazon Prime para alguns países (o piloto já tinha sido divulgado em fevereiro do ano passado, mas agora é possível assistir todos os 10 capítulos).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O detetive Harry Bosh apareceu em 1992, no livro <em>The Black Echo</em> (inédito no Brasil), e desde então suas histórias tornaram-se best-sellers. Ele é um policial da divisão de homicídios de Los Angeles e, na série, é vivido pelo ator Titus Welliver (o Homem de Preto do seriado Lost). No Brasil, os livros do detetive Harry Bosch foram publicados pelas editoras Record e, mais recentemente, Suma de Letras/Objetiva.</span></p>
<p><span style="font-size:1.25em;">Leia trechos da entrevista de Michael Connelly para a revista Newsweek, traduzidos pelo <strong>literaturapolicial.com</strong></span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span lang="pt-PT">Você está escrevendo seu 18o romance de Harry Bosch. Por que fazer uma série agora?</span></b><br />
<span lang="pt-PT">Em 1995, eu vendi os direitos de Harry Bosch para a Paramount. Eles tinham vários roteiros escritos, mas o filme nunca aconteceu. Harry Bosch foi para a gaveta e eu tive que esperar 15 anos para trazê-lo de volta. Quando os direitos voltaram para mim eu tinha um monte de material, e eu percebi que estava nessa &#8216;era de ouro da televisão de série&#8217; e é isso que eu quero perseguir.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span lang="pt-PT">A abertura do piloto da série &#8211; Bosch disparando em alguém e depois esperando pelo julgamento &#8211; vem de Concrete Blonde (&#8220;A loira de concreto&#8221;, Best Seller/Record), embora os detalhes sejam totalmente diferentes. Com dezoito livros para escolher, como você optou pela história a contar?</span></b><br />
<span lang="pt-PT">Bosch é um personagem muito introspectivo, que não quer revelar para ninguém o que pensa ou onde vai. Tivemos que mostrar essa informação na tela. Eric disse: &#8220;Nós temos que começar com Concrete Blonde&#8221;.</span></p>
<h3 style="text-align:center;"><span lang="pt-PT"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4603 size-medium" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/connelly2.jpg?w=241"  alt="connelly2 Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch"  width="241" height="300" /><br />
&#8220;Toda a minha carreira escrevendo romances está envolvida com Harry Bosch. Este personagem foi muito importante para mim&#8221;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></h3>
<p style="text-align:justify;"><b><span lang="pt-PT">Como Bosch parecia fisicamente para você? Ele se assemelha a Titus Welliver, o ator que o interpreta na série?</span></b><br />
<span lang="pt-PT">Eu não o descrevo com muita frequência. Em dezoito livros, talvez descreva quatro páginas. Titus não corresponde à imagem na minha cabeça, mas eu não acho que isso importa muito. A única característica que eu descrevo muitas vezes nos livros são os olhos penetrantes e marrom-escuros de Bosch. Titus tem olhos muito claros. Mas não se trata dos olhos, trata-se do que está por trás dos olhos e isso é o que eu vi em Titus. Eu sabia que ele sofreu uma verdadeira tragédia na vida e é possível ver isso no seu rosto (vários irmãos do ator morreram jovens, assim como sua terceira esposa). Isso é mais importante do que se ele tem um bigode ou olhos castanhos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><b><span lang="pt-PT"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-4599" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/bosch.jpg?w=300"  alt="bosch Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch"  width="300" height="187" /></span></b><b><span lang="pt-PT">Você filmou o piloto antes de tudo o que aconteceu no ano passado com Michael Brown, Eric Garner e a polícia de Albuquerque. Com o desdobramento dos acontecimentos, pensou em alterar o programa, seja no tom ou conteúdo?</span></b><br />
<span lang="pt-PT">O piloto é baseado em um livro que escrevi em 1994, à sombra de Rodney King. As pessoas pensam que se trata de uma enxurrada de tiroteios policiais, mas eu acho que isso sempre aconteceu. É apenas uma coincidência estranha. Mas a situação em Ferguson estava acontecendo enquanto filmávamos. Acabamos por mencionar Ferguson no oitavo episódio. Se é uma série que acontece em tempo real em Los Angeles, como não mencionaríamos?</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="http://www.newsweek.com/michael-connelly-bringing-harry-bosch-small-screen-309429?piano_t=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:1.25em;">Leia a entrevista completa aqui</span></a></span> (em inglês)<br />
<em>Com informações da revista <a href="http://www.newsweek.com/michael-connelly-bringing-harry-bosch-small-screen-309429?piano_t=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Newsweek</a>.</em><br />
<em>Imagens: Newsweek, <a href="http://www.hitfix.com/whats-alan-watching/with-the-after-bosch-and-more-amazon-crowdsources-its-pilots-again" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hitfix</a>, wikipedia.</em><br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3871" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png"  alt="ana2 Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/02/26/em-entrevista-michael-connelly-fala-sobre-a-serie-bosch/">Em entrevista, Michael Connelly fala sobre a série Bosch</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sob o signo do crime</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 23:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/">Sob o signo do crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1290 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/zodiaco1.jpg?w=300"  alt="zodiaco1 Sob o signo do crime"  width="300" height="225" /><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar listas de detetives fumantes, de mulheres que investigam, de serial-killers com traumas de infância, de mortes esquisitas e de vítimas excêntricas?</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Como a literatura policial é dessas artes que permitem extrapolações, vou propor uma nova classificação, a zodiacal. Isto é, vou listar autores de mistério, suspense e crime segundo seus signos! Você não acredita em astrologia? Nem precisa, pois independente de quando e onde nasceram, os sujeitos a seguir estão fadados a contar histórias policiais&#8230;</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1299 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png"  alt="aries Sob o signo do crime"  width="73" height="30" /></a><br />
</strong> <em>(21 de março &#8211; 20 de abril)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os nativos deste signo são batalhadores, enérgicos e valentes. Muito autoconfiantes, não suportam fracassar e, por isso, vão à luta. É o caso do norueguês <strong>Jo Nesbo</strong> (de 29/03/1960), e dos norte-americanos <strong>James Patterson</strong> (22/03/1947) e <strong>Scott Turow</strong> (12/04/1949). <strong>Tom Clancy</strong> (12/04/1947) e <strong>Edgar Wallace</strong> (01/04/1875), que já estão em outra galáxia, também eram arianos.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1301 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png"  alt="touro Sob o signo do crime"  width="80" height="24" /></a><br />
<em>(21 de abril &#8211; 20 de maio)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Taurinos são determinados, buscam a estabilidade e são muito, muito organizados. Chega a dar raiva. Podem parecer rudes e raivosos, mas, no fundo, são carinhosos e afáveis. São nativos deste signo a britânica <strong>Syella Rimington</strong> (13/05/1935), o brasileiro <strong>Rubem Fonseca</strong> (11/05/1925) e a neozelandeza <strong>Ngaio Marsh</strong> (23/04/1895).<br />
</span><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1319" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png?w=137"  alt="patricia2 Sob o signo do crime"  width="137" height="300" /></a></span><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1302 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png"  alt="gemeos Sob o signo do crime"  width="110" height="26" /></a><br />
<em>(21 de maio &#8211; 21 de junho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;">Este é o signo dos inteligentes, perspicazes, imaginativos e comunicativos. Mas também dos apressados, estressados e ansiosos, embora sejam todos espetacularmente maravilhosos e muito modestos (como o autor dessas maltraçadas linhas). A lista começa com <strong>Arthur Conan Doyle</strong> (22/05/1859) e <strong>Dashiell Hammett</strong> (27/05/1894), passa por <strong>Dorothy Sayers</strong> (13/06/1893) e <strong>G.K. Chesterton</strong> (29/05/1874) e chega a <strong>Ian Fleming</strong> (28/05/1908), <strong>Manuel Vázquez Montalbán</strong> (14/06/1939), <strong>Fred Vargas</strong> (07/06/1957) e <strong>Patricia Cornwell</strong> (09/06/1956).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1303 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png"  alt="cancer Sob o signo do crime"  width="96" height="26" /></a><br />
<em>(22 de junho &#8211; 21 de julho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Geralmente, os de Câncer são muito emotivos, cautelosos e calculistas. Têm uma intuição poderosa, o que ajuda muito a dar sequência às tramas detetivescas. É o caso de <strong>Dan Brown</strong> (22/06/1964), <strong>Lawrence Block</strong> (24/06/1938), do brasileiro <strong>Tony Bellotto</strong> (30/06/1960) e da sueca <strong>Åsa Larsson</strong> (28/06/1966).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1304 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png"  alt="leao Sob o signo do crime"  width="63" height="24" /></a><br />
(22 de julho &#8211; 22 de agosto)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Dominadores, cativantes e criativos, os leoninos tendem a se tornar o centro das atenções onde estão. São fortes, independentes e ambiciosos. Minha lista de autores policiais deste signo é composta por <strong>P.D. James</strong> (03/08/1920), <strong>Dennis Lehane</strong> (04/08/1965), <strong>Stieg Larsson</strong> (15/08/1954), <strong>Michael Connelly</strong> (21/07/1956), <strong>David Baldacci</strong> (05/08/1960), <strong>Jonathan Kellerman</strong> (09/08/1949) e <strong>Raymond Chandler</strong> (23/07/1888).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1306 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png"  alt="virgem Sob o signo do crime"  width="103" height="32" /></a><br />
<em>(23 de agosto &#8211; 22 de setembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Práticos, detalhistas e meticulosos, os escritores policiais de Virgem são perfeccionistas e muito analíticos. Duvida? Veja três exemplos: <strong>Agatha Christie</strong> (15/09/1890), <strong>Andrea Camilleri</strong> (06/09/1925) e <strong>Camilla Läckberg</strong> (30/08/1974). Nada mal, hein?<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1307 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png"  alt="libra Sob o signo do crime"  width="72" height="25" /></a><br />
(23 de setembro &#8211; 22 de outubro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Nem é preciso dizer que librianos são sujeitos equilibrados. Para além disso, são sociáveis, idealistas e elegantes. Quatro nomes me vêm à mente: <strong>Donna Leon</strong> (29/09/1942), <strong>John le Carré</strong> (19/10/1931), <strong>Elmore Leonard</strong> (11/10/1925) e <strong>Patricia Melo</strong> (02/10/1962).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1308 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png"  alt="escorpio Sob o signo do crime"  width="131" height="32" /></a><br />
<em>(23 de outubro &#8211; 21 de novembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"><strong> Maurice Leblanc</strong> (11/11/1864), o pai de Arséne Lupin, foi escorpiano, geralmente pessoas muito magnéticos e interessantes, dadas as suas paixões e compulsões. Entretanto, nossos modernos computadores não encontraram muitos escritores policiais deste signo. Se o leitor souber de mais alguém, favor deixar nos comentários&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-1321" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg"  alt="rex Sob o signo do crime"  width="117" height="183" /></a><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1309 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png"  alt="sagi Sob o signo do crime"  width="121" height="33" /></a><br />
<em>(22 de novembro &#8211; 21 de dezembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Intelectual, sincero e otimista é o sagitariano, um dos sujeitos mais positivos do zodíaco. Talvez por essa razão, poucos tenham se dedicado a escrever sobre mistérios catacúmbicos e crimes hediondos. <strong>Rex Stout</strong> (01/12/1886) foi um deles. Se souber de mais alguém, já sabe&#8230;<br />
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<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1310 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png"  alt="capri Sob o signo do crime"  width="163" height="33" /></a><em><br />
(22 de dezembro &#8211; 20 de janeiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Imagine alguém que é disciplinado, prático e prudente; paciente, profissional e objetivo. É o nativo de Capricórnio, e vários são os exemplos de autores: <strong>John Dunning</strong> (09/01/1942), <strong>Patricia Highsmit</strong>h (19/01/1921), <strong>Harlan Coben</strong> (04/01/1962), <strong>Walter Mosley</strong> (12/01/1952), <strong>Jô Soares</strong> (16/01/1938) e o astro <strong>Edgar Allan Poe</strong> (19/01/1809).<br />
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<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1311 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png"  alt="aqua Sob o signo do crime"  width="114" height="33" /></a><br />
<em>(21 de janeiro &#8211; 19 de fevereiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os aquarianos <strong>Henning Mankell</strong> (03/02/1948) e <strong>Arnaldur Indriðason</strong> (28/01/1961) são bons exemplos de aquarianos: originais, brilhantes, fantasiosos e sonhadores. São também imprevisíveis, o que neste métier não é nenhum defeito.<br />
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<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1312 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png"  alt="peixes Sob o signo do crime"  width="88" height="25" /></a><br />
<em>(20 de fevereiro &#8211; 20 de março)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Com um fraco por mistérios e por enigmas, os piscianos são ainda intuitivos e imaginativos. É o caso de <strong>Philip Kerr</strong> (22/02/1956), de<strong> James Ellroy</strong> (04/03/1948) e de <strong>Georges Simenon</strong> (13/02/1903).<br />
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<h6><em>(Imagens: <a href="http://fineartamerica.com/featured/2-rex-stout-1886-1975-granger.html" target="_blank">Fineart</a>, <a href="http://wmmorrow.hc.com/pcornwell" target="_blank">WMMorrow</a>)</em></h6>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"  alt="roger11 Sob o signo do crime"  width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Sob o signo do crime" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/">Sob o signo do crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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