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	<title>Arquivos nimrud -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos nimrud -</title>
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		<title>Agatha Christie teve um papel pouco conhecido na antiga Nimrud</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2017 13:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
		<category><![CDATA[agatha christie]]></category>
		<category><![CDATA[Max Mallowan]]></category>
		<category><![CDATA[nimrud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicado pela Associated Press, Lori Hinnant (Tradução: Ana Paula Laux) &#160; CIDADE HISTÓRICA &#8211; Sua diligência e creme facial limparam o marfim mais famoso de Nimrud. Ela registrou a escavação arqueológica em filmes de celulóide e Kodak, revelando as impressões na água cuidadosamente filtrada do rio Tigre, nas proximidades. E todos os dias, depois de organizar os...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado pela <a href="http://bigstory.ap.org/article/27e13478042249e8b00d25a73ddee97e/agatha-christie-had-little-known-role-ancient-nimrud">Associated Press</a>, Lori Hinnant</em><br />
<em>(Tradução: Ana Paula Laux)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CIDADE HISTÓRICA</strong> &#8211; Sua diligência e creme facial limparam o marfim mais famoso de Nimrud. Ela registrou a escavação arqueológica em filmes de celulóide e Kodak, revelando as impressões na água cuidadosamente filtrada do rio Tigre, nas proximidades. E todos os dias, depois de organizar os livros e as refeições do dia seguinte, Agatha Christie sentava-se para escrever.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8546501157&amp;asins=8546501157&amp;linkId=a6bd19a76e99d8b890c0057c6ed85879&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O segundo marido da escritora de mistérios britânica, Max Mallowan, era um arqueólogo respeitado em seu campo, mas nada comparado ao renome de sua esposa mais velha. Christie deixou de lado sua carreira por meses a cada ano para acompanhar Mallowan nas expedições. O arqueólogo ganhou destaque pelas escavações na década de 1950 em Nimrud, a antiga cidade assíria que sobreviveu 3.000 anos apenas para ser reduzida a escombros pelo Estado Islâmico em 2015. E Christie, então com 60 anos, estava lá para documentar seu trabalho, em foto e filme.</p>
<p>Todo inverno, de acordo com seu neto Mathew Prichard, &#8220;eles desapareciam no Iraque ou na Síria e voltavam em maio ou junho. Para ela, era tão importante quanto escrever. Seu papel, e ela era bastante antiquada sobre isso&#8230; Seu papel na década de 1950 era acompanhar o marido nas escavações e ajudá-lo com a fotografia e assuntos relacionados à força de trabalho local &#8220;, disse ele.</p>
<p>Famosa por seus personagens detetivescos, como Miss Marple e Hercule Poirot, Christie tinha um fascínio por arqueologia que foi refletido em histórias ambientadas no Oriente Médio, incluindo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3g9Uzek" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Morte no Nilo</a></span> e <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2ZjWxmi" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Morte na Mesopotâmia</a></span>. O livro de não-ficção de Christie, &#8220;Come Tell Me How You Live&#8221;,  uma autobiografia e literatura de viagem, é sobre uma série de escavações na Síria na década de 1940, seu testemunho do amor por aventura, viagens e pelos antigos sítios da civilização.</p>
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<p>&#8220;Inshallah, irei lá novamente, e as coisas que eu amo não terão perecido desta terra&#8221;, ela escreveu em conclusão em 1944.</p>
<p>Mas sete décadas mais tarde, um de seus lugares favoritos &#8211; Nimrud &#8211; está em perigo como nunca esteve antes. Em 2014,<a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/12/agatha-christie-e-a-paixao-por-nimrud/"><span style="color: #0000ff;"> membros do grupo Estado Islâmico invadiram o local próximo de Mossul</span></a> e, em 2015, quebraram os touros alados que guardavam a entrada e explodiram o Palácio do Noroeste, onde Mallowan fez suas descobertas mais significativas. Embora o sítio arqueológico tenha sido libertado no mês passado dos extremistas, está reduzido a escombros, em grande parte desprotegido e vulnerável a saqueadores.</p>
<p>Entre os achados de Mallowan estava uma série de marfins, incluindo um rosto de uma mulher apelidada de Mona Lisa de Nimrud, que foi extraído com grande dificuldade de um poço enlameado.</p>
<p>&#8220;Ela (Agatha Christie) passou horas secando-a e limpando-a, usando seu creme facial&#8221;, disse Georgina Herrmann, uma arqueóloga britânica que trabalhou no local com Mallowan. Outros marfins foram descobertos quebrados, e Christie adorava ajudar a montá-los, disse Herrmann.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]&#8221;Agatha foi uma apaixonada solucionadora de quebra-cabeças e palavras cruzadas. Ela reunia todas essas peças &#8211; deve ter havido centenas delas &#8211; e as juntava novamente&#8221;.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Christie e Mallowan ficariam decepcionados se soubessem o que acabou acontecendo com o sítio, de acordo com Prichard, que lembrou que seu avô lhe ensinou os conceitos básicos da escrita cuneiforme quando criança. &#8220;Dizer que eles pensariam que é uma tragédia é um eufemismo&#8221;, disse ele. &#8220;Se meus avós pudessem de alguma forma viver novamente e vissem os jornais durante uma semana, eles não reconheceriam os lugares onde viveram e trabalharam.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/36gtn97" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Agatha Christie</a></span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/02/agatha-christie-teve-um-papel-pouco-conhecido-na-antiga-nimrud/">Agatha Christie teve um papel pouco conhecido na antiga Nimrud</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Agatha Christie e a paixão por Nimrud</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 19:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[encontro com a morte]]></category>
		<category><![CDATA[Max Mallowan]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O sítio arqueológico de Nimrud fica ao norte do Iraque, e tem sido uma área de escavações desde meados do século 19. Fundada há mais de 3 mil anos, seu nome vem do rei bíblico Nimrod, mas a cidade atingiu prosperidade durante o reinado de D. Ashurnasirpal II (883-859 AC), época em que se tornou capital do Império Assírio. Fica a 30 quilômetros a sudeste de Mossul, terceira maior cidade do Iraque e a capital da Província de Ninawa.</p>
<figure id="attachment_5166" aria-describedby="caption-attachment-5166" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5166 size-medium" style="border: 1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/nimrud2.jpg?w=300" alt="nimrud2" width="300" height="193" /><figcaption id="caption-attachment-5166" class="wp-caption-text"><em>Guardiões de uma das entradas do palácio em Nimrud. (Foto: Wikipedia)</em></figcaption></figure>
<p>Nimrud ganhou as manchetes do mundo não pela considerável referência histórica, mas por uma onda de vandalismo que vem assolando aquela região. Em março, membros do Estado Islâmico chocaram o mundo após promoverem a destruição de estátuas milenares dentro do museu de Mossul e divulgarem um vídeo pela internet. Segundo o Ministério de Turismo e Antiguidades do Iraque, a cidade de Nimrud também foi atacada pelos terroristas, que usaram escavadoras e tratores para destruí-la.</p>
<p>As ruínas de Nimrud preservam uma ligação afetiva com Agatha Christie, que foi casada com o arqueólogo Max Mallowan por mais de 40 anos. Na década de 1930, ele apresentou a região à esposa, que virou <em>habitué</em> nas expedições arqueológicas do marido. As primeiras impressões de Agatha sobre Nimrud foram registradas dessa forma:</p>
<h4 style="padding-left: 40px;">[su_quote]“é um belo local&#8230; o Tigre estava a apenas 1 milha de distância, e na grande elevação da Acrópole, enormes cabeças de pedra assírias emergiam do solo&#8230; Era um trecho espetacular do país – calmo, romântico e impregnado pelo passado.”[/su_quote]</h4>
<figure id="attachment_5167" aria-describedby="caption-attachment-5167" style="width: 196px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5167" style="border: 1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/monalisa.jpg?w=235" alt="monalisa" width="196" height="250" /><figcaption id="caption-attachment-5167" class="wp-caption-text"><em>A Mona Lisa de Nimrud</em></figcaption></figure>
<p>A colaboração de Agatha nas escavações era variada: ela fotografava, datilografava o catálogo de descobertas e também ajudava a limpar artefatos encontrados pela equipe. Dedicada, chegava a usar creme facial e uma agulha de tricô laranja finíssima para remover as sujeiras nas peças delicadas. Uma das mais famosas foi a conhecida como “Mona Lisa de Nimrud”, uma cabeça feita em marfim de uma simpática mulher com cabelos e olhos pintados de uma cor escura, tranças ornando a face e um sorriso tão real quanto o de uma menina arteira. Encontrada pela equipe de Mallowan em um poço nos arredores do palácio de Nimrud em abril de 1952, a peça datava do final do século VIII a.c.</p>
<p>Além de colaborar com a pesquisa arqueológica do marido, Agatha também temperava suas tramas policiais com especiarias de civilizações antigas. Ávida pelo conhecimento e fã de cenários ancestrais, ela ambientou vários livros aproveitando o tema, como Morte na Mesopotâmia (1936), Morte no Nilo (1937) e Encontro com a Morte (1938).</p>
<figure id="attachment_5168" aria-describedby="caption-attachment-5168" style="width: 190px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5168" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/agatha_fotografa.jpg" alt="agatha_fotografa" width="190" height="282" /><figcaption id="caption-attachment-5168" class="wp-caption-text"><em>Agatha Christie no Iraque, em 1950. (Foto: Mystery Scene Magazine)</em></figcaption></figure>
<p>Em uma escavação marcante em Nimrud liderada pelo marido, em 1949, ela tinha um quarto adicional junto às instalações da equipe para poder escrever com mais tranquilidade. O episódio está descrito na autobiografia da autora, onde ela explica que o lugar era “<em>uma pequena sala, de tijolos de barro&#8230; com uma janela, uma mesa, uma cadeira na posição vertical e os restos desmoronados de uma poltrona tão decrépita que era difícil para se sentar, mas ainda confortável&#8230;</em>”. Havia também uma placa feita por um dos epigrafistas, que foi fixada na porta de entrada com a frase “Beit Agatha” (Casa de Agatha) em cuneiforme, uma delicadeza que mostrava o carinho para com a romancista.</p>
<p>Os saques e ataques dos membros do EI, que têm vitimado várias pessoas e o patrimônio histórico do Iraque em nome da “aniquilação de estátuas que sirvam de objeto de adoração e idolatria”, dominam a pauta dos principais veículos de mídia no mundo. Se viva, o que diria Agatha Christie sobre o desaparecimento da região que ela descreveu com tanta afeição no passado?</p>
<ul>
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</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>DICA DE LEITURA</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Morte-na-Mesopot%C3%A2mia-Agatha-Christie/dp/8525421618?_encoding=UTF8&amp;qid=1624555642&amp;sr=8-48&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=a6cd4b4972ad160eaa189774f3787997&amp;language=pt_BR&amp;ref_=as_li_ss_il" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8525421618&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8525421618" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Morte na Mesopotâmia<br />
<strong>Autora</strong>: Agatha Christie<br />
<strong>Páginas</strong>: 272<br />
<strong>Editora</strong>: L&amp;PM<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3xN0bDa">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; No sítio arqueológico de Tell Yarimjah, às margens do rio Tigre, a enfermeira Amy Leatheran recebe a missão de cuidar da frágil e enigmática Louise Leidner, esposa do arqueólogo-chefe. Em meio à sinistra atmosfera e ao bizarro comportamento dos membros da expedição, a tarefa aparentemente simples é interrompida por um intrigante assassinato. Quando tudo indica que o crime permanecerá impune, a polícia local solicita a colaboração de Hercule Poirot, de passagem em terras iraquianas. Posto à prova no exótico cenário, o detetive belga enfrenta o desafio de desvendar um de seus casos mais insólitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagens: <a href="http://www.theage.com.au/entertainment/mystery-of-the-missing-riches-20120427-1xphv.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The age</a>, Wikipedia, <a href="http://mysteryscenemag.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1819:agatha-and-iraq&amp;catid=20:articles&amp;Itemid=191" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mystery Scene Magazine</a>)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/12/agatha-christie-e-a-paixao-por-nimrud/">Agatha Christie e a paixão por Nimrud</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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