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	<title>Arquivos Patricia Melo -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Patricia Melo -</title>
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		<title>Flipoços tem mesa sobre literatura noir com Patrícia Melo e Vera Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 18:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[festivais]]></category>
		<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), que acontece integralmente de forma virtual este ano, terá uma mesa literária com a escritora Patricia Melo.</p>
<p>A mesa “Literatura Noir – Mulheres Empilhadas”, que terá apresentação da escritora Vera Carvalho, vai abordar o livro mais recente de Patrícia publicado pela editora Leya. A obra trata da morte sistemática de mulheres no Brasil, crime que atinge todas as classes sociais.</p>
<p>Patrícia Melo é um dos grandes expoentes da literatura contemporânea nacional, com 11 livros publicados e um prêmio Jabuti, recebido em 2001 pelo livro Inferno. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2020/04/27/lancada-nova-edicao-de-paisagens-noturnas-com-o-detetive-alyrio-cobra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vera Carvalho é uma das principais autoras de literatura policial nacional</a></span>, criadora da série com o detetive Alyrio Cobra.</p>
<p>A mesa acontece dia 13 de novembro, sexta, das 15h30 às 16h30. Já a Flipoços acontece de 11 a 15 de novembro. Para acompanhar os debates, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://flipocos.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">é só inscrever-se gratuitamente no site</a></span>.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Ug31ia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Patrícia Melo</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/32tDXZO" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Vera Carvalho</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>DICA DE LEITURA</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/dp/B07YN5S8XS/ref=as_li_ss_il?_encoding=UTF8&amp;btkr=1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=eebe6b8d94d2364f2917760c3968ab3d&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B07YN5S8XS&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B07YN5S8XS" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Mulheres empilhadas<br />
<strong>Autora</strong>: Patrícia Melo<br />
<strong>Páginas</strong>: 222<br />
<strong>Editora</strong>: Leya<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3linIpJ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Com sua linguagem ao mesmo tempo dura e poética, Patrícia Melo está de volta com um romance urgente que aborda a temática da matança de mulheres no Brasil. Mulheres empilhadas é uma obra de ficção, mas todas as personagens desse livro existem de fato. As protagonistas dessa história são as mulheres. Todas elas: as já feitas e as meninas, as gordas e as magras, as negras e as pardas, as indígenas e as descendentes de imigrantes, as analfabetas e as com grau universitário. Nesse romance intenso, que se lê de um fôlego só e que acompanha a trajetória pessoal de uma advogada, Patrícia Melo fala sobre a matança sistemática de mulheres no Brasil, que atinge democraticamente todas as classes sociais.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/11/10/flipocos-tem-mesa-sobre-literatura-noir-com-patricia-melo-e-vera-carvalho/">Flipoços tem mesa sobre literatura noir com Patrícia Melo e Vera Carvalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>14 autoras nacionais de crime, suspense e mistério</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/06/15/video-14-autoras-nacionais-de-crime-suspense-e-misterio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 17:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MULHERES DO SUSPENSE &#8211; Neste vídeo, indico 14 autoras nacionais que abordam crime, suspense e mistério em seus livros. Na descrição do vídeo vocês vão encontrar links para várias resenhas que já publicamos no blog. É certo que não consegui reunir todas as escritoras em um só vídeo. Se vocês tiverem mais indicações para aumentar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>MULHERES DO SUSPENSE &#8211; Neste vídeo, indico 14 autoras nacionais que abordam crime, suspense e mistério em seus livros. Na descrição do vídeo vocês vão encontrar links para várias resenhas que já publicamos no blog.</p>
<p>É certo que não consegui reunir todas as escritoras em um só vídeo. Se vocês tiverem mais indicações para aumentar a nossa lista, postem nos comentários aqui e no Youtube!</p>
<h4>&nbsp;<br />
Assista ao vídeo aqui</h4>
<p style="text-align: left;">[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=oLfhjgMknbg[/embedyt]</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/15/video-14-autoras-nacionais-de-crime-suspense-e-misterio/">14 autoras nacionais de crime, suspense e mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>12 autoras nacionais de crime, mistério e terror</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 12:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Confira a nossa seleção de autoras nacionais de crime, terror e mistério! &#160; 1. Vera Carvalho Assumpção Compre os livros e e-books da autora Natural de São Paulo, Vera Carvalho Assumpção é criadora do detetive paulistano Alyrio Cobra, personagem de sua série policial. Recebeu prêmios por contos publicados como o &#8220;Gralha Azul&#8221; e o &#8220;Guimarães...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a nossa seleção de autoras nacionais de crime, terror e mistério!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>1. Vera Carvalho Assumpção</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="http://www.digestivocultural.com/upload/luiseduardomatta/VeraCarvalho.jpg" width="217" height="300" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2ENogzF" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Natural de São Paulo, Vera Carvalho Assumpção é criadora do detetive paulistano Alyrio Cobra, personagem de sua série policial. Recebeu prêmios por contos publicados como o &#8220;Gralha Azul&#8221; e o &#8220;Guimarães Rosa&#8221;, participou da antologia &#8220;Contemporary Brazilian Literature&#8221;, da Universidade de Colorado e teve contos publicados na revista &#8220;Semente&#8221;, da Universidade de Évora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01LX8B373" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>2. Cláudia Lemes</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://www.negociosemfoco.com/assets/newsimg/dd961234-76ce-473d-abb1-4e863783c632.jpg" width="452" height="301" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2XKAvFZ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Cláudia Lemes começou a escrever aos 13 anos. Cresceu no Rio de Janeiro, na Califórnia e no Cairo. É autora de 10 romances, entre eles &#8220;Eu vejo Kate&#8221;, o romance noir &#8220;Um martíni com o diabo&#8221; e &#8220;Inferno no Ártico&#8221;. Também comanda o canal Escrita e Storytelling em 1 Minuto e o Serial Chicks, onde fala sobre os piores serial killers da história. Cláudia é a fundadora da Associação Brasileira de escritores de Romance Policial, Suspense e Terror, a ABERST.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>3. Paula Bajer Fernandes</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://cache.skoob.com.br/local/images//DLNUSJcB3X1L-9am6rs63Kg-hr4=/200x/center/top/smart/filters:format(jpeg)/https://skoob.s3.amazonaws.com/autores/12267/12267SK1537728409G.jpg" width="200" height="280" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2EGCYZo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Paula Bajer publicou os romances &#8220;Viagem sentimental ao Japão&#8221;, &#8220;Nove tiros em Chef Lidu&#8221; e &#8220;Asfalto&#8221;. É autora também de contos, livros e artigos na disciplina do direito.<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8564022591" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8564022591" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>4. Olivia Maia</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://eduardokasse.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/08/olivia_maia.jpg" width="300" height="282" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2VLTz54" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Olivia Maia escreve histórias que caminham no terreno da literatura policial. Publicou o primeiro livro, &#8220;Desumanos&#8221;, em 2006. O mais recente é &#8220;A Última Expedição&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01M28ML00" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>5. Andréa Nunes</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://comoeuescrevo.com/wp-content/uploads/2018/05/Andrea-Nunes.jpg" width="449" height="301" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2UsncIa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Andréa Nunes é promotora e escritora. Em 2014, publicou &#8220;A Corte Infiltrada&#8221;, romance policial que mescla suspense com fatos reais dos bastidores da Justiça brasileira. Em 2017 publicou A Corte Infiltrada, um dos melhores romances policiais do ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8593156096" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>6. Patricia Melo</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://cdn-istoe-ssl.akamaized.net/wp-content/uploads/sites/14/2016/01/mi_9152955542718096.jpg" width="483" height="303" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2EI20HE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Patrícia Melo trata de temas como a morte e a violência em suas histórias, e é um dos maiores nomes do gênero no país. Em 2001, ganhou o Prêmio Jabuti pelo romance &#8220;Inferno&#8221;. Em 2014, iniciou uma trilogia policial com a detetive Azucena, protagonista de &#8220;Fogo-Fátuo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8532529577" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>7. Patricia Baikal</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://2.bp.blogspot.com/-conf2GdwjOg/V2wq_O7oddI/AAAAAAAABw4/m7_F_sDrKOwAjfA_8x4JGXdgVepWiCF4QCLcB/s640/PatriciaBaikal.jpg" width="339" height="453" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2CejWZX" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Patrícia Baikal é graduada em Direito. Escreve crônicas e contos e, em 2014, publicou seu primeiro livro, o romance policial &#8220;Mariposa&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00S1ABW6M" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>8. Ilana Casoy</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://alansantiagoautor.files.wordpress.com/2017/11/ilana.jpg?w=299&amp;h=368" width="299" height="368" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2EMlKcW" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Ilana Casoy é criminóloga e escritora. Seus livros não são romances policiais, mas pesquisas sobre o perfil psicológico de criminosos, principalmente de assassinos em série. É uma das maiores especialistas da área no Brasil.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8594540388" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>9. Carina Luft</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="http://www.carinaluft.com.br/wp-content/uploads/2016/04/hhhhjjh.png" width="300" height="300" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2CbAdPn" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Carina Luft já participou de antologias de contos e escreveu para o teatro. Em 2010, lançou o primeiro romance policial, &#8220;Fetiche&#8221;, que foi finalista do Prêmio Açorianos. Em 2014 lançou &#8220;Verme&#8221;, seu segundo romance policial.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B014T3ZBCA" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>10. Vivianne Geber</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://pbs.twimg.com/profile_images/625346458032713728/YiU-CrNS_400x400.jpg" width="327" height="327" /></p>
<p><a style="font-size: 16px;" href="https://amzn.to/2NNYFec" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book da autora </a></p>
<p>Vivianne Geber é militar, e presta assessoria jurídica à Marinha do Brasil. Em 2015, publicou &#8220;Missão Pré-Sal 2025&#8221;, romance de espionagem e investigação com o oficial da Marinha Rodolfo Ruppel.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01LXZI6FE" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>11. Clara Madrigano</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://pbs.twimg.com/profile_images/971419006505750528/rKF5CiNq_400x400.jpg" width="301" height="301" /></p>
<p><a href="https://amzn.to/2VIRZAT" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Clara Madrigano é escritora e co-fundadora da editora Dame Blanche. Finalista premiada pelo concurso de roteiros do produtor da BBC John Yorke, é autora do e-book &#8220;As boas damas: uma novela de Sherlock Holmes&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>12. Myriam Campello</h2>
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<p><a href="https://amzn.to/2SRYPlw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre os livros e e-books da autora</a></p>
<p>Myriam Campello é contista, romancista e tradutora. Recebeu o Prêmio Fernando Chinaglia II em 1972 pela publicação do romance &#8220;Cerimônia da Noite&#8221;, seu livro de estreia. Tradutora, entre outros, de Georges Simenon, Stephen King e Virginia Woolf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/01/10-autoras-nacionais-de-crime-e-misterio/">12 autoras nacionais de crime, mistério e terror</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O Matador, de Patricia Melo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 12:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[murilo reis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Murilo Reis &#8211; Há uma escola não oficial na Literatura Brasileira contemporânea cujos alunos são seguidores do método narrativo conciso de Rubem Fonseca. Nomes como Marçal Aquino, Jô Soares, Tony Belloto e Marcelo Rubens Paiva são exemplos. Compre o livro Porém, a escritora e roteirista Patrícia Melo talvez seja sua mais fiel seguidora, como...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Murilo Reis</em> &#8211; Há uma escola não oficial na Literatura Brasileira contemporânea cujos alunos são seguidores do método narrativo conciso de Rubem Fonseca. Nomes como Marçal Aquino, Jô Soares, Tony Belloto e Marcelo Rubens Paiva são exemplos.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/41CCe2L" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<p>Porém, a escritora e roteirista Patrícia Melo talvez seja sua mais fiel seguidora, como se pode ver no romance &#8220;O Matador&#8221;, lançado em 1995. No ano de 2003 ele foi roteirizado pelo próprio Rubem para o cinema e dirigido por João Henrique, filho do escritor, com o título &#8220;O Homem do Ano&#8221;.</p>
<p>Em estilo <em>hardboiled</em>, Patrícia conta a história de Máiquel, vendedor de carros usados e morador do subúrbio paulistano que passou a vida sendo bombardeado por propagandas de lojas de departamento. Notícias sobre uma economia desorganizada chegam aos seus ouvidos sem que saiba como aquilo poderia lhe afetar.</p>
<p>Ele vê sua vida mudar quando perde uma aposta envolvendo futebol. Para pagar a dívida, tem a obrigação de tingir os cabelos de amarelo. A partir daí, olha-se no espelho e vê um novo homem. Ao sentir-se insultado por Suel, um colega de boteco, propõe um duelo que resolve levar a sério ao decidir apertar o gatilho.</p>
<p>Depois do primeiro assassinato, torna-se procurado, mas não pela lei. São os poderosos que vão ao seu encontro, milionários que veem a oportunidade de ter seu assassino de aluguel particular, um tipo de vigilante permanente que elimine qualquer problema.</p>
<p>Máiquel passa a caçar indivíduos que praticam pequenos delitos para sobreviver a um sistema que os menospreza. Embalado por doses cavalares de uísque e cocaína, torna-se um homem venerado, protetor da comunidade. Em meio a tudo isso, há duas mulheres em sua vida, formando um conturbado triângulo amoroso. Érica e Cledir, pessoas completamente diferentes que não salvarão seu amado do destino que o aguarda. Ou será que, na verdade, elas é que não conseguirão se safar dele?</p>
<p>Não há tiras comandando uma investigação policial a ser desvendada. A narrativa apenas acompanha a mente de um criminoso em formação. A ultraviolência urbana representada possui o mesmo peso psicológico de &#8220;Laranja Mecânica&#8221;, de Anthony Burgess, ou da série televisiva &#8220;Breaking Bad&#8221;, de Vince Gilligan.</p>
<p>O mais atento e fiel leitor de Rubem Fonseca notará que a escritora se utiliza de um personagem do conto &#8220;O cobrador&#8221;, de 1979. Trata-se do dentista que leva um tiro na perna do enlouquecido justiceiro que protagoniza aquela história. Nas mãos de Patrícia Melo, tem-se certeza de que a verdadeira ameaça à sociedade não era o assassino impiedoso de Fonseca, mas sim o profissional encarregado de arrancar os dentes podres dos miseráveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>MURILO REIS</strong> é viciado em jornalismo. Escreve sobre literatura e histórias em quadrinhos, temas sobre os quais gosta de conversar em mesas de bar. Site: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://oparaleloblog.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">O Paralelo</a></span>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Sobre o livro</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81cfTOe9wsL._SY466_.jpg" width="310" height="466" /></p>
<p><strong>Título</strong>: O Matador<br />
<strong>Autora</strong>: Patricia Melo<br />
<strong>Páginas</strong>: 204<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/41CCe2L" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começa numa simples aposta de futebol. Máiquel, um jovem vendedor de carros usados na periferia de São Paulo, erra o palpite e precisa pagar a prenda: tingir o cabelo. Mas um desvio sutil no procedimento acaba por alterar todo o rumo de sua história. Em vez do castanho alourado prometido, o rapaz sai do salão completamente louro, “como esses cantores de rock da Inglaterra”. É este o improvável estopim para a escalada de eventos quase casuais — uma dor de dente, a admiração por uma loja de departamentos, um mal-entendido num bar — que leva Máiquel a se tornar “O matador da Zona Sul”.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/25/resenha-o-matador-de-patricia-melo-2/">O Matador, de Patricia Melo</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Para Patrícia Melo, literatura policial vive bom momento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 13:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[fogo-fátuo]]></category>
		<category><![CDATA[jo nesbo]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Melo]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Quando Patrícia Melo surgiu em 1994, a literatura policial brasileira era território de um único dono, Rubem Fonseca. Não bastasse a raridade de autores, havia ainda uma resistência velada a escritoras. Besteira provinciana, já que no panteão noir reina uma fila que vai de Agatha Christie e Dorothy Sayers a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Quando Patrícia Melo surgiu em 1994, a literatura policial brasileira era território de um único dono, Rubem Fonseca. Não bastasse a raridade de autores, havia ainda uma resistência velada a escritoras. Besteira provinciana, já que no panteão noir reina uma fila que vai de Agatha Christie e Dorothy Sayers a Donna Leon e Fred Vargas.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8532529577&amp;asins=8532529577&amp;linkId=c61757a318b4a4c27b1d249c6dd252ff&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Vinte anos depois, reconhecida pela crítica e pelos leitores, com um Jabuti e outros prêmios na prateleira, Patrícia Melo segue seu caminho. Com firmeza e honestidade. Ao lado de outras duas Patrícias &#8211; a Highsmith e a Cornwell – compõe um curiosa trinca de xarás que se dedicam a crimes e às violências das nossas sociedades. Lançou o décimo livro, está em qualquer lista internacional de grandes escritores da literatura policial, mas não se deslumbra. Não cai nas armadilhas da vaidade que faz transbordar no recente “Fogo Fátuo” (Editora Rocco, 2014).</p>
<p>Pelo telefone, a escritora falou sobre o bom momento do noir nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Depois de dez livros e vinte anos de carreira, que Patricia Melo o leitor encontra em “Fogo Fátuo”?</strong><br />
É um livro diferente dos que escrevi até aqui. Ele é um romance com elementos do noir clássico, mas com algumas coisas que estão sempre na minha literatura: a temática urbana, uma preocupação com a linguagem enxuta&#8230; Nenhum livro é igual a outro, não é? São vinte anos de carreira, e a minha escrita vem mudando, vem amadurecendo. O leitor que acompanha o meu trabalho percebe isso, sobretudo nesse último romance.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estar de volta a São Paulo te motiva a escrever mais sobre violência urbana? Aliás, você escreveu “Fogo Fátuo” na Suíça?</strong></p>
<p>Escrevi na ponte aérea porque eu tenho passado mais tempo no Brasil, mas continuamos vivendo na Suíça. Agora, São Paulo sempre foi personagem dos meus livros. É uma cidade fascinante, que se coloca na sua vida de um jeito muito forte. É difícil viver aqui, né? Um trânsito absurdo, uma cidade violenta, mas ao mesmo tempo fascinante, com uma vida cultural riquíssima, uma cidade muito rica, com muitas opções. Ter usado São Paulo no meu último romance tem a ver com o fato de ter passado grande parte da minha vida aqui. É a cidade onde eu me sinto mais em casa.</p>
<p><strong>Você disse há pouco que “Fogo Fátuo” repete algumas características de outros livros seus. Mas percebo que desta vez você assumiu com mais veemência o gênero policial. Embora já te rotulassem como autora do tipo. Por que essa resistência anterior?</strong></p>
<p>A ideia de trabalhar com o formato do noir tem a ver com a ideia de eu ter sempre sido chamada de escritora de romance policial sem nunca ter sido. Os meus livros tratam da temática urbana, da violência, da minha obsessão de entender a morte, do medo, do desespero. Meus nove livros anteriores tratam de temas correlatos, mas eu nunca havia trabalhado exatamente com a estrutura do romance policial, usando mesmo os seus elementos de forma organizada: o mistério, um crime para ser desvendado&#8230; Meus livros trabalhavam esses temas de uma maneira muito mais livre. Então, eu quis escrever um romance noir dentro da escola tradicional americana, onde a gente tem um detetive com uma vida pessoal desestruturada e que a única coisa firme é o trabalho a que ele se dedica totalmente. Tem também um crime importante para revelar e o leitor pode descobrir. Esse crime acontece numa cidade onde a violência explode&#8230; Foi um desafio fazer isso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00A3D0X24&amp;asins=B00A3D0X24&amp;linkId=1ecd78c8774f3afc3408f4d0d301aa09&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Por quê?</strong></p>
<p>A polícia brasileira tem uma maneira muito peculiar de trabalhar, e isso demandou uma pesquisa bastante trabalhosa. Foi um desafio nesse sentido, mas sempre com o desejo de fazer um romance brasileiro, com uma realidade criminal brasileira.</p>
<p><strong>É um desafio que você pretende continuar. “Fogo Fátuo” é o primeiro livro de uma trilogia com a personagem Azucena&#8230;</strong></p>
<p>É, mas não vou fazer assim na sequência porque esse modelo exige muito. A investigação é toda pautada pela lógica, e é um quebra-cabeças, é muito trabalhoso. Exige sobretudo uma boa pesquisa, não dá pra fazer apenas com a sua imaginação. Tem que parecer verossímil, e fazer com que o leitor acredite. Acho que não consigo fazer outro na sequência, mas a Azucena vai ter mais dois livros.</p>
<p><strong>“O matador” e “Mundo perdido” também compõem uma trilogia, né?</strong></p>
<p>Sim, falta o último que ainda não fiz. A última saga do Máiquel&#8230;</p>
<p><strong>Você acabou frisando a necessidade de fazer muita pesquisa para um livro policial. Hoje, a gente percebe uma invasão de recursos tecnológicos e de personagens experts (são peritos em computadores, legistas, hackers). Isso não tem exigido uma especialização maior dos autores para escrever, desviando a atenção da construção das tramas e do polimento do texto?</strong></p>
<p>Eu acho que escrever é uma maneira de você pensar, filosofar profundamente sobre algo. Eu tinha um professor de lógica que falava assim: “Toda vez que eu quero aprender sobre um assunto, eu dou um curso sobre ele. Me obriga a mergulhar no assunto, a estudá-lo”. Quando eu começo um livro, sempre tenho esse desafio, sabe? Estou sempre querendo aprender alguma coisa, e isso me leva a dar um mergulho grande naquela temática. Isso é fundamental para qualquer autor. Não é só compor os personagens ou a história. Você está dizendo alguma coisa. Qual a profundidade disso? Então, se você não está preparado, não tem essa bagagem, isso é facilmente visível na sua literatura. Acho importante essa fase do preparo, e a minha forma de estudar ou me preparar para um livro não é nada acadêmica, vai de acordo com os meus interesses atuais, minhas angústias e anseios. Tudo isso acaba desaguando num livro.</p>
<figure id="attachment_5038" aria-describedby="caption-attachment-5038" style="width: 214px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5038 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/patricia-melo-por-claudio-di-lucia.jpg?w=214" alt="Patricia Melo por Claudio di Lucia" width="214" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-5038" class="wp-caption-text">&#8220;&#8230;a nossa literatura policial é um pouco tardia. Mas ela está absolutamente produtiva no momento.&#8221; (Foto: Claudio di Lucia)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Você tem método de escrita?</strong></p>
<p>Eu não tenho método, tenho rotina. Gosto de ter uma vida um pouco regrada, sobretudo uma vida literária regrada. Então, eu trabalho todo dia. Todo dia, eu leio ou algo técnico ou ficção. Escrevo todo dia. As leituras são sempre relacionadas com o que estou escrevendo. Sou muito aplicada na minha rotina. Mas método mesmo, não tenho.</p>
<p><strong>Há pouco, você citou um professor seu. Um professor de lógica. Mas quem são seus mestres na literatura?</strong></p>
<p>Eles vão mudando com o tempo. Nenhum mestre deixa de ser mestre, mas outros vão surgindo. Todo grande autor tem o que ensinar a um escritor. Sempre leio percebendo a beleza daquela construção, como o escritor apresenta o personagem, como ele maneja as palavras, o vocabulário que usa. Um grande autor é sempre um mestre para quem está querendo aprender. Eu tenho uma postura de estar sempre querendo aprender, então, tenho muitos mestres. Ler um grande livro me desperta o desejo de melhorar a minha técnica, de ser uma escritora melhor. Dostoievski é meu mestre! Camus é meu mestre! Thomas Bernhard é meu mestre! Embora a minha literatura seja muito distante da que eles produziram. Machado de Assis! Guimarães Rosa! Todos os grandes autores da minha biblioteca são meus mestres&#8230;</p>
<p><strong>Como você avalia o momento atual da produção nacional? Consegue enxergar uma literatura policial brasileira?</strong></p>
<p>Ah, sem dúvida! Esta é uma questão interessante! É um pouco tardia a nossa literatura policial. Talvez porque a nossa urbanização se deu também muito recentemente. Só a partir da década de 60 que surgiu uma cultura urbana real mesmo. Uma cultura urbana capaz de ser personagem dos romances policiais. E eles precisam de uma vida urbana, de uma realidade desse tipo. Então, a nossa literatura urbana demorou para acontecer e, em função disso, a nossa literatura policial é um pouco tardia. Mas ela está absolutamente produtiva no momento, com muitos autores, as editoras mais abertas para jovens escritores&#8230; então, ela vive um bom momento.</p>
<p><strong>O que está escrevendo agora?</strong></p>
<p>Estou começando um novo romance, mas é muito cedo pra falar dele. Estou começando a organizar.</p>
<p><strong>Você tem se dedicado ultimamente à pintura também, como um hobby. Isso te ajuda a escrever?</strong></p>
<p>É sem compromisso, uma brincadeira. Nunca tive uma outra atividade e só muito recentemente comecei a desenhar. Mas é uma coisa pra espairecer, relaxar. Existem algumas atividades que ajudam a organizar a minha escrita. Por exemplo: correr. Não estou mais correndo porque machuquei o quadril, mas estou fazendo bike. Pintar também. Eu fico ali, mas a cabeça continua no livro, pensando, vendo o que eu vou fazer. Ajuda neste sentido: me dá paz pra estruturar o trabalho.</p>
<p><strong>Nosso site motiva os escritores a indicar outros autores policiais. Quem a Patrícia Melo recomendaria para leitura?</strong></p>
<p>Tem o Jo Nesbo, que acho um personagem interessantíssimo e que faz um romance policial clássico bem repaginado. Falando dos brasileiros, eu gosto do Raphael Montes, do Tony Bellotto, do Garcia-Roza&#8230; Sou completamente apaixonada pelo Raymond Chandler e pelo Dashiel Hammett! Ah, são tantos! Patrícia Highsmith! Eu acho ela uma mestra!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2nFrXDk" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Encontre livros e e-books de Patricia Melo</a></span></p>
<p><em>[Imagens: Julia Moraes, Claudio di Lucia, Wikipedia, divulgação]</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/09/para-patricia-melo-literatura-policial-vive-bom-momento/">Para Patrícia Melo, literatura policial vive bom momento</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O romance policial é um paciente com câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 14:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Cornell Woolrich]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Lehane]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando de Abreu Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[mateus baldi]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Highsmith]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano passado, pouco antes de uma mesa-redonda com o filho do Simenon, Tony Bellotto e Raphael Montes, li um artigo que declarava a morte da literatura policial. Aquelas páginas vermelhas que, desde o século XIX, tinham matado tanta gente estavam definitivamente sepultadas. E sem direito a velório. Na tal mesa-redonda, levantei a questão e quase...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4004 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/screenhunter_286-feb-08-23-31.jpg" alt="ScreenHunter_286 Feb. 08 23.31" width="636" height="398" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ano passado, pouco antes de uma mesa-redonda com o filho do Simenon, Tony Bellotto e Raphael Montes, li um artigo que declarava a morte da literatura policial. Aquelas páginas vermelhas que, desde o século XIX, tinham matado tanta gente estavam definitivamente sepultadas. E sem direito a velório.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na tal mesa-redonda, levantei a questão e quase fui apedrejado. O romance policial era Jesus Cristo e, na minha frente, havia ressuscitado. Estava ali em todo o seu esplendor. Hoje, quase um ano depois, me peguei refletindo sobre os acontecimentos e cheguei à seguinte conclusão: o romance policial é um paciente com câncer em estágio avançadíssimo, quase terminal. Sua salvação seria um milagre. Mas há médicos tentando manter o paciente longe das garras da morte. Há médicos que pensam em tirar aquela alimentação ruim, à base de qualquer-nutriente-tá-bom. Há gente que deseja trazer à vida plena o gênero literário mais cultuado de todos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A alimentação ruim, obviamente, são os leitores. Nos últimos anos qualquer coisa vai bem para eles. Qualquer número #1 do NYT vai bem. Dane-se o protagonista ser um agente esportivo, dane-se o vilão do livro que o Scorsese vai filmar ser um camarada que deixa as pessoas enforcadas em cima de bonecos de neve que vão derretendo. Dane-se tudo isso. Fuck the logic. O importante é o page-turning frenético. Dane-se que no final a filha da puta volta para o cara que tanto a fez sofrer – e bolar um plano intrincadíssimo. A gente quer o NYT. A gente quer tudo que foi tocado por esse raio tenebroso que transformou a literatura policial numa coisa artificial, tão viva quanto alguém que está há anos em coma, respirando com aparelhos e almoçando papinha via sonda.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Faz muito tempo que eu não leio um romance policial DECENTE. Um romance policial atual, nada de Highsmith, Chandler, Hammett ou Christie. Estou falando de romance policial BOM. Daqueles que você, numa inconsequência estúpida, quer vivenciar o que os protagonistas – coitados! – vivenciam. Houve um tempo em que eu queria ter sido todos que tentaram parar o assassino do motel Bates. Houve um tempo que eu queria dar porrada, tomar uísque, levar porrada, comer meia dúzia de putas e chorar porque botei uma loirinha linda atrás das grades. No passado eu era Paulo Mendes e ziguezagueava com meu charuto pelos becos de Copacabana enquanto tentava livrar putas e travestis da cadeia. Hoje em dia eu só quero manter distância desses agentes secretos, desses assassinos nórdicos que matam de formas estapafúrdias e “desafiadoras”. Quero manter distância do policial bêbado que tem trinta romances e não é desenvolvido em nenhum deles, só resolve crimes como se fosse um episódio de CSI.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Eu quero a minha literatura policial de volta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">E vou até o fim para tê-la.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Um conselho: procurem Rubem Fonseca, Patrícia Melo, Raphael Montes, Fernando de Abreu Barreto, Flavio Carneiro. Todos esses são autores policiais. Nenhum deles se rendeu ao clichê. Seus personagens poderiam existir em qualquer cidade. São tão palpáveis que você se pergunta se são conhecidos dos autores. Ficou incomodado (a) porque só citei brasileiros? Vamos lá: Dennis Lehane, Cornell Woolrich, Patricia Highsmith.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Agora silêncio. Estamos no corredor de hospital. Aqui. Esse quarto. Vejamos o que há na cama. Um corpo respirando com aparelhos. Vê? Os médicos retiraram a sedação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ouve-se um rugido ao longe e no gelo do lençol, a figura abre os olhos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ainda que mal, ela está viva.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em>(Imagem: <a href="https://www.flickr.com/photos/fms-sabine/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">freemysoul</a>)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1093" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/mateus11.png" alt="mateus1" width="600" height="133" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/02/09/o-romance-policial-e-um-paciente-com-cancer/">O romance policial é um paciente com câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Fogo-fátuo e o Pauli-Crime de Patricia Melo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2014 13:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[fogo-fátuo]]></category>
		<category><![CDATA[mateus baldi]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Melo]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Mateus Baldi&#160;&#8211; São 02:15 do segundo dia de dezembro de 2014. Fechei há uma hora Fogo-Fátuo, livro novo de Patricia Melo, primeira-dama do policial nacional. Se no início a trama me deixava perdido, no final proporcionou um gosto de quero-mais na ponta da língua. Antecipo desde já o veredito desse texto: o scandi-crime chegou...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Mateus Baldi</em>&nbsp;&#8211; São 02:15 do segundo dia de dezembro de 2014. Fechei há uma hora Fogo-Fátuo, livro novo de Patricia Melo, primeira-dama do policial nacional. Se no início a trama me deixava perdido, no final proporcionou um gosto de quero-mais na ponta da língua. Antecipo desde já o veredito desse texto: o scandi-crime chegou ao Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante notar que Patricia já tem outros livros policiais, mas sempre rejeitou o rótulo de “autora policial”. E eu concordo. Mas agora, nesse novo romance, a coisa muda de figura. Numa estratégia ousada, a Rocco, lar onde PM impera, publica um autêntico scandi-crime tupiniquim com detetive, assassinato, autor descoberto no final e uma dose quase letal de violência e crítica social, além dos infinitos plot-twists característicos do gênero nórdico.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Patricia Melo é Patricia Melo. Patricia Melo foi tutorada por ninguém menos que José Rubem Fonseca. Patricia Melo não é um Jo Nesbo da vida que mescla uma penca de plot twists e fica por isso mesmo. Os personagens do livro são rasos? Sim. São confusos. Só a protagonista, Azucena, se salva. Bonita, ma non troppo, recém-divorciada (uma subtrama tão deliciosa de se acompanhar quanto o assassinato central), mãe de duas garotas e filha de um viciado em ópera, a perita da Central de homicídios paulista, ela precisa descobrir quem matou o ator Fábbio Cássio, cuja fama nunca esteve equiparada às críticas desfavoráveis que recebia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8532529577&amp;asins=8532529577&amp;linkId=a80bd8e6affba11ec539cdd51bc9d9a3&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A história parece simples, mas não é. As reviravoltas surgem no momento oportuno, em diálogos afiados e constatações sempre bem-vindas. Patricia Melo sabe escrever bem. Mas é mais do mesmo, eu diria. Está tudo lá: os nomes esquisitos, os fodidos, os ricos fodidos, os pobres nobres. PM virou o nosso Dennis Lehane. Sua nova obra é uma repetição das anteriores, mas isso não a torna ruim, é só&#8230; normal. Um bom divertimento para um sábado entediante – ou segunda-feira, no meu caso, o que foi ainda mais saboroso.</p>
<p style="text-align: justify;">Fogo-Fátuo é bom por mostrar que há sim literatura policial de qualidade no Brasil. Sendo bem feita. E no fim das contas, é isso que importa, não? Deixo aqui minha sugestão: unamos Máiquel e Azucena no mesmo romance e PUF, temos o livro policial brasileiro por excelência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Mateus Baldi nasceu no Rio de Janeiro em 1994. Escritor e roteirista, acredita em James Joyce, Rubem Fonseca, Philip Roth e Roberto Bolaño como salvadores da Terra.</em>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-3121 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/fatuo.jpg?w=100" alt="fatuo" width="100" height="150">Título</strong>: Fogo-Fátuo<br />
<strong>Autora</strong>: Patrícia Melo<br />
<strong>Editora</strong>: Rocco<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<strong>Ano</strong>: 2014<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/livro/197465ED476227" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE &#8211;</strong>&nbsp;O superficial mundo da fama e a pesada rotina do submundo policial são os fios narrativos do novo romance de Patrícia Melo, um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea. Com uma trama ágil, de imagens fortes e estilo mordaz, ambientada numa São Paulo degradada, Fogo-Fátuo apresenta a primeira detetive da carreira da autora, a perita Azucena. É ela quem conduz a investigação da morte do ator Fábbio Cássio, em pleno palco, e revela a cortina de intrigas e mentiras que envolve o caso. Fugaz e misterioso como a chama que o nomeia, Fogo-Fátuo prende a atenção do leitor, ao mesmo tempo que o leva a reflexões sobre a decrepitude dos relacionamentos contemporâneos e as várias faces da violência.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/12/08/patricia-melo-e-o-pauli-crime/">Fogo-fátuo e o Pauli-Crime de Patricia Melo</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sob o signo do crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 23:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando. Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1290 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/zodiaco1.jpg?w=300" alt="zodiaco1" width="300" height="225" /><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar listas de detetives fumantes, de mulheres que investigam, de serial-killers com traumas de infância, de mortes esquisitas e de vítimas excêntricas?</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Como a literatura policial é dessas artes que permitem extrapolações, vou propor uma nova classificação, a zodiacal. Isto é, vou listar autores de mistério, suspense e crime segundo seus signos! Você não acredita em astrologia? Nem precisa, pois independente de quando e onde nasceram, os sujeitos a seguir estão fadados a contar histórias policiais&#8230;</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1299 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png" alt="aries" width="73" height="30" /></a><br />
</strong> <em>(21 de março &#8211; 20 de abril)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os nativos deste signo são batalhadores, enérgicos e valentes. Muito autoconfiantes, não suportam fracassar e, por isso, vão à luta. É o caso do norueguês <strong>Jo Nesbo</strong> (de 29/03/1960), e dos norte-americanos <strong>James Patterson</strong> (22/03/1947) e <strong>Scott Turow</strong> (12/04/1949). <strong>Tom Clancy</strong> (12/04/1947) e <strong>Edgar Wallace</strong> (01/04/1875), que já estão em outra galáxia, também eram arianos.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1301 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png" alt="touro" width="80" height="24" /></a><br />
<em>(21 de abril &#8211; 20 de maio)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Taurinos são determinados, buscam a estabilidade e são muito, muito organizados. Chega a dar raiva. Podem parecer rudes e raivosos, mas, no fundo, são carinhosos e afáveis. São nativos deste signo a britânica <strong>Syella Rimington</strong> (13/05/1935), o brasileiro <strong>Rubem Fonseca</strong> (11/05/1925) e a neozelandeza <strong>Ngaio Marsh</strong> (23/04/1895).<br />
</span><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1319" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png?w=137" alt="patricia2" width="137" height="300" /></a></span><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1302 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png" alt="gemeos" width="110" height="26" /></a><br />
<em>(21 de maio &#8211; 21 de junho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;">Este é o signo dos inteligentes, perspicazes, imaginativos e comunicativos. Mas também dos apressados, estressados e ansiosos, embora sejam todos espetacularmente maravilhosos e muito modestos (como o autor dessas maltraçadas linhas). A lista começa com <strong>Arthur Conan Doyle</strong> (22/05/1859) e <strong>Dashiell Hammett</strong> (27/05/1894), passa por <strong>Dorothy Sayers</strong> (13/06/1893) e <strong>G.K. Chesterton</strong> (29/05/1874) e chega a <strong>Ian Fleming</strong> (28/05/1908), <strong>Manuel Vázquez Montalbán</strong> (14/06/1939), <strong>Fred Vargas</strong> (07/06/1957) e <strong>Patricia Cornwell</strong> (09/06/1956).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1303 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png" alt="cancer" width="96" height="26" /></a><br />
<em>(22 de junho &#8211; 21 de julho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Geralmente, os de Câncer são muito emotivos, cautelosos e calculistas. Têm uma intuição poderosa, o que ajuda muito a dar sequência às tramas detetivescas. É o caso de <strong>Dan Brown</strong> (22/06/1964), <strong>Lawrence Block</strong> (24/06/1938), do brasileiro <strong>Tony Bellotto</strong> (30/06/1960) e da sueca <strong>Åsa Larsson</strong> (28/06/1966).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1304 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png" alt="leao" width="63" height="24" /></a><br />
(22 de julho &#8211; 22 de agosto)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Dominadores, cativantes e criativos, os leoninos tendem a se tornar o centro das atenções onde estão. São fortes, independentes e ambiciosos. Minha lista de autores policiais deste signo é composta por <strong>P.D. James</strong> (03/08/1920), <strong>Dennis Lehane</strong> (04/08/1965), <strong>Stieg Larsson</strong> (15/08/1954), <strong>Michael Connelly</strong> (21/07/1956), <strong>David Baldacci</strong> (05/08/1960), <strong>Jonathan Kellerman</strong> (09/08/1949) e <strong>Raymond Chandler</strong> (23/07/1888).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1306 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png" alt="virgem" width="103" height="32" /></a><br />
<em>(23 de agosto &#8211; 22 de setembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Práticos, detalhistas e meticulosos, os escritores policiais de Virgem são perfeccionistas e muito analíticos. Duvida? Veja três exemplos: <strong>Agatha Christie</strong> (15/09/1890), <strong>Andrea Camilleri</strong> (06/09/1925) e <strong>Camilla Läckberg</strong> (30/08/1974). Nada mal, hein?<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1307 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png" alt="libra" width="72" height="25" /></a><br />
(23 de setembro &#8211; 22 de outubro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Nem é preciso dizer que librianos são sujeitos equilibrados. Para além disso, são sociáveis, idealistas e elegantes. Quatro nomes me vêm à mente: <strong>Donna Leon</strong> (29/09/1942), <strong>John le Carré</strong> (19/10/1931), <strong>Elmore Leonard</strong> (11/10/1925) e <strong>Patricia Melo</strong> (02/10/1962).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1308 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png" alt="escorpio" width="131" height="32" /></a><br />
<em>(23 de outubro &#8211; 21 de novembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"><strong> Maurice Leblanc</strong> (11/11/1864), o pai de Arséne Lupin, foi escorpiano, geralmente pessoas muito magnéticos e interessantes, dadas as suas paixões e compulsões. Entretanto, nossos modernos computadores não encontraram muitos escritores policiais deste signo. Se o leitor souber de mais alguém, favor deixar nos comentários&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-1321" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg" alt="rex" width="117" height="183" /></a><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1309 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png" alt="sagi" width="121" height="33" /></a><br />
<em>(22 de novembro &#8211; 21 de dezembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Intelectual, sincero e otimista é o sagitariano, um dos sujeitos mais positivos do zodíaco. Talvez por essa razão, poucos tenham se dedicado a escrever sobre mistérios catacúmbicos e crimes hediondos. <strong>Rex Stout</strong> (01/12/1886) foi um deles. Se souber de mais alguém, já sabe&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1310 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png" alt="capri" width="163" height="33" /></a><em><br />
(22 de dezembro &#8211; 20 de janeiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Imagine alguém que é disciplinado, prático e prudente; paciente, profissional e objetivo. É o nativo de Capricórnio, e vários são os exemplos de autores: <strong>John Dunning</strong> (09/01/1942), <strong>Patricia Highsmit</strong>h (19/01/1921), <strong>Harlan Coben</strong> (04/01/1962), <strong>Walter Mosley</strong> (12/01/1952), <strong>Jô Soares</strong> (16/01/1938) e o astro <strong>Edgar Allan Poe</strong> (19/01/1809).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1311 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png" alt="aqua" width="114" height="33" /></a><br />
<em>(21 de janeiro &#8211; 19 de fevereiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os aquarianos <strong>Henning Mankell</strong> (03/02/1948) e <strong>Arnaldur Indriðason</strong> (28/01/1961) são bons exemplos de aquarianos: originais, brilhantes, fantasiosos e sonhadores. São também imprevisíveis, o que neste métier não é nenhum defeito.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1312 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png" alt="peixes" width="88" height="25" /></a><br />
<em>(20 de fevereiro &#8211; 20 de março)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Com um fraco por mistérios e por enigmas, os piscianos são ainda intuitivos e imaginativos. É o caso de <strong>Philip Kerr</strong> (22/02/1956), de<strong> James Ellroy</strong> (04/03/1948) e de <strong>Georges Simenon</strong> (13/02/1903).<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<h6><em>(Imagens: <a href="http://fineartamerica.com/featured/2-rex-stout-1886-1975-granger.html" target="_blank">Fineart</a>, <a href="http://wmmorrow.hc.com/pcornwell" target="_blank">WMMorrow</a>)</em></h6>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/">Sob o signo do crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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