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	<title>Arquivos que fim levou juliana klein -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos que fim levou juliana klein -</title>
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		<title>TOP 10 – Dez romances policiais de 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 13:46:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>RETROSPECTIVA &#8211; A safra de 2015 não foi tão farta, mas teve frutos memoráveis. Houve boas estreias, grandes retornos e</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/28/top-10-dez-romances-policiais-de-2015/">TOP 10 – Dez romances policiais de 2015</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>RETROSPECTIVA</em> &#8211; A safra de 2015 não foi tão farta, mas teve frutos memoráveis. Houve boas estreias, grandes retornos e a certeza de que histórias de crime e suspense resistem a dificuldades econômicas, terremotos políticos e baixo astral. <a href="http://www.vortexcultural.com.br/literatura/2015-foi-um-ano-dificil-para-a-literatura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Foi um ano difícil</a> para o mercado editorial e para a literatura de uma forma geral. Mas como dizia o tenaz Nietzsche, aquilo que não nos mata, nos torna mais fortes. Sigamos firmes para 2016!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>NACIONAIS</strong></h2>
<h4>Pssica, por Edyr Augusto<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B017EWED4A&amp;asins=B017EWED4A&amp;linkId=b4f7f96f2a4d4bb95947f4633d373e46&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></h4>
<p style="text-align: justify;">É um erro&nbsp;pensar que a literatura policial brasileira está toda concentrada no centro-sul do país. Livros e autores surgem em todas as regiões, e &#8220;Pssica&#8221; é o exemplo mais bem acabado do ano. &nbsp;Vem do Pará, de um autor mais celebrado na França que em terras nacionais e sequer tem 100 páginas! Deixe tudo isso de lado e mergulhe no universo insalubre, perverso e vertiginoso que Edyr Augusto nos apresenta. Tráfico de mulheres brancas, pedofilia, pirataria em rios, tiros, mutilações, drogas e a realidade gritante que insistimos em ignorar. Destaque para o estilo telegráfico e contundente desse escritor maduro e consolidado.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/09/21/pssica-de-edyr-augusto-quando-bye-bye-brasil-encontra-com-cidade-de-deus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Que fim levou Juliana Klein, por Marcos Peres<br />
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</iframe></h4>
<p>Marcos Peres chamou a atenção dos leitores e da crítica logo com o primeiro livro. &#8220;O evangelho segundo Hitler&#8221; ganhou o Prêmio SESC de Literatura de 2012/2013 e o Prêmio São Paulo de Literatura em 2014, e logo veio o segundo livro, um romance policial nada convencional ambientado em Curitiba. Em &#8220;Que fim levou Juliana Klein&#8221;, Peres&nbsp;mescla diálogos bem elaborados, trama requintada e um mistério nebuloso conectando duas famílias acadêmicas rivais. O detetive da vez é o delegado Irineu de Freitas.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/08/19/que-fim-levou-juliana-klein-romance-policial-de-marcos-peres/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Colega de quarto, por Victor Bonini</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8562409502&amp;asins=8562409502&amp;linkId=b0ae9fbd9e53a51778db209c9a165627&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Romance policial de estreia do jornalista Victor Bonini, &#8220;Colega de Quarto&#8221; nos apresenta o advogado-detetive&nbsp;Conrado Bardelli, um homem&nbsp;farto das causas de divórcio e que encara a inusitada investigação de um colega de quarto invisível. Na teia de possibilidades apresentadas, Bonini trabalha com uma cadeia de personagens levemente ambíguos e dá especial atenção aos detalhes, uma dica que fará diferença para os leitores mais atentos. <a href="https://literaturapolicial.com/2015/09/18/colega-de-quarto-e-a-estreia-de-victor-bonini-no-genero-policial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>A pedido do embaixador, por Fernando Perdigão</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B012BLZUNW&amp;asins=B012BLZUNW&amp;linkId=de73e0e2e7d7eec09a1689dd25cfee92&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Existem personagens que amamos odiar. É o caso do detetive Andrade, apresentado nesse romance de estreia de Fernando Perdigão. Sujeito truculento, racista, homofóbico e preconceituoso, ele desfila olimpicamente pelas ruas do Rio de Janeiro com a comissária Lurdes a tiracolo. Quer limpar a cidade da escória, e o assassinato de um empresário do turismo gay que se envolveu com um embaixador também gay é uma ótima oportunidade. Destaque para os diálogos muitíssimo bem escritos e pelo humor que nos faz rir envergonhadamente.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/12/14/10547/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia&nbsp;a resenha</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Missão Pré-Sal 2025, por Vivianne Geber</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B011J7YY8Q&amp;asins=B011J7YY8Q&amp;linkId=91c32b46e9246f9bf873e418aff876fe&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Um thriller&nbsp;de espionagem bem construído e com diálogos dinâmicos&nbsp;é o livro de estreia de&nbsp;Vivianne Geber.&nbsp;Em &#8220;Missão Pré-Sal 2025&#8221;, o&nbsp;protagonista é o oficial Rodrigo Ruppel, um comandante da Marinha escolhido para viajar até Londres e recuperar um importante projeto roubado das forças armadas. Vivianne&nbsp;tem autoridade para escrever sobre o tema que escolheu, já que é militar há 17 anos e presta assessoria jurídica para a Marinha do Brasil.&nbsp;<a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/08/um-romance-de-espionagem-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia&nbsp;a resenha</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>&nbsp;</h2>
<h2><strong>ESTRANGEIROS</strong></h2>
<h4>A garota no trem, por Paula Hawkins</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501104655&amp;asins=8501104655&amp;linkId=b214afe86bf15fdd0293eb6bcb487c38&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Viciante é um bom adjetivo para “A Garota no Trem”, o thriller de suspense mega comentado de Paula Hawkins e lançado no Brasil pela Editora Record.&nbsp;A trama tem um verniz hitchcockiano e é narrada por três mulheres em tempos distintos.&nbsp;O modo como Paula Hawkins conecta os capítulos e literalmente sequestra o leitor é o ponto forte do livro. Com uma premissa aparentemente simples e nem tão original, ela criou um véu de suspense e imprimiu um ritmo progressivo e alucinante à leitura, deixando qualquer um ansioso pra chegar no final.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/19/a-janela-indiscreta-de-paula-hawkins/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Zulu, por Caryl Férey</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B0161X2BMO&amp;asins=B0161X2BMO&amp;linkId=debc0ad4b6373eda5580d550cf8ad01c&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Quantos romances policiais você já leu sobre a África ou tendo aquele continente como cenário? Não precisa responder. Você precisa é conhecer a África do Sul&nbsp;ao lado dos detetives Ali Neuman e Brian Epkeen, que investigam uma série de assassinatos de mulheres brancas em meio à chegada ao mercado de uma nova droga sintética. Junte a isso disputas tribais inacabadas, feridas não cicatrizadas da segregação racial e um país que quer provar ao mundo que pode sediar o maior evento esportivo do planeta, a Copa do Mundo de Futebol.&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/31/resenha-zulu-de-caryl-ferey/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Galveston, por Nic Pizzolatto</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=67be7098c72b15bd371f768d4b4c727b&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Quando anunciaram que o criador da série televisiva True Detective publicaria seu romance de estreia, houve grande expectativa. E ela não foi frustrada. Nic Pizzolatto nos dá uma carona ao lado de um personagem talhado a se ferrar. Diagnosticado com câncer terminal, marcado para morrer por gângsteres e tendo &#8220;roubado&#8221; uma testemunha-chave de outros crimes, ele não se dá por vencido. É um típico noir, com brutalidade e rispidez. Seguimos com Roy Cady&nbsp;até o litoral do Texas e ninguém perde a viagem&#8230;&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Hereges, por Leonardo Padura</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8575594478&amp;asins=8575594478&amp;linkId=0ff5e36ebfb8bf8e09278819b2015ace&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Mario Conde está de volta, mas como já nos confidenciou seu criador, não se trata de mais uma aventura de Mario Conde, mas COM Mario Conde. Neste monumental trabalho, Leonardo Padura oferece ao leitor novela&nbsp;policial, romance histórico e crítica social. Faz com que sigamos as pistas de um quadro de Rembrandt de 350 anos e desaparecido em Cuba para encontrarmos sentidos para a palavra liberdade. Não é qualquer coisa&#8230; Para mentes curiosas e corações abertos.&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>A garota na teia de aranha, por David Lagercrantz</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535926100&amp;asins=8535926100&amp;linkId=2d6bb898c3c8d3bc4791c335eae39e4d&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Certamente o lançamento mais comentado do ano, &#8220;A garota na teia de aranha&#8221; é a sequência da popularíssima série Millennium. Criada pelo sueco Stieg Larsson, morto&nbsp;em 2004 antes de ver o primeiro livro lançado, o volume 4 foi igualmente escrito por um jornalista sueco, dessa vez David Lagercrantz. Com a retomada da série, antigos admiradores puderam reencontrar o &#8220;universo Millennium&#8221; e novos leitores foram apresentados ao mundo de&nbsp;Lisbeth Salander, uma das heroínas mais amadas&nbsp;da literatura.&nbsp;Leia as resenhas que publicamos para este livro: <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/20/a-garota-na-teia-de-aranha-de-david-lagercrantz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">1</a> e <a href="https://literaturapolicial.com/2015/09/02/resenha-a-garota-na-teia-de-aranha-de-david-lagercrantz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">2</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3382" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/chrislauxx.png"  alt="chrislauxx TOP 10 – Dez romances policiais de 2015"  width="600" height="133"></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 TOP 10 – Dez romances policiais de 2015"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/28/top-10-dez-romances-policiais-de-2015/">TOP 10 – Dez romances policiais de 2015</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/19/que-fim-levou-juliana-klein-romance-policial-de-marcos-peres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 16:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; Diálogos bem elaborados, trama requintada e um mistério nebuloso conectando duas famílias acadêmicas. Eu me</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/19/que-fim-levou-juliana-klein-romance-policial-de-marcos-peres/">Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Diálogos bem elaborados, trama requintada e um mistério nebuloso conectando duas famílias acadêmicas. Eu me refiro a “Que fim levou Juliana Klein?”, romance policial do paranaense Marcos Peres, lançado no final de julho pela Editora Record.</p>
<p>Com quase 350 páginas, a narrativa revela os segredos dos Klein e Koch, famílias de linhagem alemã que imigraram para o Brasil perpetuando um ódio de gerações. Os grupos fincaram suas bandeiras nas principais universidades do Paraná &#8211; os Klein na Universidade Federal e os Koch na PUC &#8211; e são conhecidos por defenderem ideias antagônicas em qualquer circunstância pessoal ou profissional. O livro é recheado de citações filosóficas, com textos de Platão, Nietzsche, Sartre e Santo Agostinho, e diálogos reverberados pelos protagonistas para legitimar ações e reações adversas.</p>
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<p style="text-align: justify;"><img  title="" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8211 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/peres_livro.jpg"  alt="peres_livro Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres"  width="500" height="500"></p>
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<p>O mistério fundamental é descobrir o que aconteceu com Juliana Klein, professora de filosofia da UFPR que desaparece deixando poucas pistas e uma filha adolescente e problemática para trás. Além do sumiço, há uma série de mortes violentas envolvendo as famílias, crimes investigados pelo delegado Irineu de Freitas. Policial pragmático, ele se esforça para interpretar as pistas do caso, em meio à briga de egos e academicismos dos professores filósofos.&nbsp;</p>
<p>Um dos suspeitos do desaparecimento de Juliana é Franz Koch, coordenador do curso de filosofia da PUC-PR e viúvo da também professora Tereza, assassinada pelo marido de Juliana. A primeira tentação é pensar que haja uma desforra, uma vingança em jogo&#8230; É nesse ritmo &#8220;ameno&#8221; que a rixa das famílias vai sendo esmiuçada, expondo rancores, arrependimentos e amarguras. O tema das famílias adversárias é atualizado pelo autor. Se já tínhamos visto dois clãs se digladiando em Romeu e Julieta (Shakespeare) e Abril Despedaçado (Ismail Kadaré), por exemplo, agora essa guerra entre parentes assume outras características. São acadêmicos, que poderiam parecer insuspeitos, e são filósofos, muito distantes de criminosos comuns.</p>
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<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501104299&amp;asins=8501104299&amp;linkId=f0e032a84cd1788b77ebd7604a845743&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
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<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 1.65em;">“Só nos damos conta de que existe o paraíso<br />
quando somos expulsos dele”</span></p>
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<p>Marcos Peres usa o tempo como recurso narrativo, mesclando diálogos entre os anos de 2005, 2008 e 2011 (o que me lembrou &#8220;O Hipnotista&#8221;, de Lars Kepler). O livro também exalta algumas paisagens de Curitiba, como as próprias universidades, o Teatro Guaíra e o Barigui, o “rio dos mosquitos-pólvora” que corta a capital paranaense. Chama também a atenção a estrutura do desfecho da trama e o mergulho nas relações no interior das famílias.</p>
<p>Vencedor dos prêmios Sesc e São Paulo com o livro “O Evangelho Segundo Hitler”, Marcos Peres faz uma boa estreia no gênero policial. “Que fim levou Juliana Klein?” é para quem procura uma leitura desafiadora.<br />
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<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11309 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg"  alt="parceria_record Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres"  width="226" height="70"></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><em><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres"  width="75" height="22"></em></span></p>
<p><em><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8295 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/klein_capa.jpg?w=97"  alt="klein_capa Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres"  width="97" height="150"></em></p>
<p><strong>Título</strong>: Que fim levou Juliana Klein?<br />
<strong>Autor</strong>: Marcos Peres<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<strong>Páginas</strong>: 352<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/que-fim-levou-juliana-klein-513677ed520227.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: A morte de uma professora de filosofia revela a rivalidade – a princípio, filosófica – entre duas famílias proeminentes nas duas principais universidades do Paraná. Seria possível que o assassinato tivesse como causa desavenças acadêmicas entre os Koch e os Klein, ambos clãs que migraram da Alemanha para o Sul do Brasil? Ou teria algo a ver com um segredo enterrado no passado?</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/19/que-fim-levou-juliana-klein-romance-policial-de-marcos-peres/">Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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