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	<title>Arquivos romance policial nacional -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos romance policial nacional -</title>
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		<title>RESENHA &#124; Primeira página &#8211; Conflito na Baiana, JM Costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 12:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[autor nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As grandes cidades brasileiras oferecem matéria-prima de sobra para a ficção policial. O contexto da violência urbana como dado onipresente nas vidas de milhões de pessoas é terreno fértil para a criação de histórias sobre crimes. Primeira página – Conflito na Bahiana (Edição do autor, 168 páginas) extrai dessa realidade tão corriqueira quanto terrível o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-19413 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/collagejm.jpg" alt="" width="639" height="320" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">As grandes cidades brasileiras oferecem matéria-prima de sobra para a ficção policial. O contexto da violência urbana como dado onipresente nas vidas de milhões de pessoas é terreno fértil para a criação de histórias sobre crimes. <strong>Primeira página – Conflito na Bahiana</strong> (Edição do autor, 168 páginas) extrai dessa realidade tão corriqueira quanto terrível o mote de sua trama.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Tudo começa quando uma menina de nove anos liga para a redação do jornal Diário Carioca e cai na linha da jovem repórter Clara Gabo. Apavorada, relata um crime que está testemunhando naquele momento pela janela de casa: a tortura de sua mãe por policiais militares. A repórter segue para a Bahiana, favela onde se desenrolou a cena, decidida a cobrir os fatos. Daí para frente, Clara precisará passar por cima de traficantes, policiais corruptos e seus próprios superiores para relatar a inconveniente verdade do que ocorreu no morro.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p><div id="liter-49500692" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><span style="font-size:1.45em;color:#808080;"><strong>Primeira página</strong> é um romance policial urbano onde não há um mistério a ser desvendado; o crime é cometido a céu aberto. A narrativa se concentra no que essa agressão desencadeia: uma frenética sucessão de acontecimentos que mantêm o leitor num constante estado de expectativa.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">O ritmo é veloz, com poucas pausas para respirar, e certas cenas parecem ter sido pensadas como parte de um filme de ação, com direito a sequestro, tiroteios e escutas ocultas. Ao mesmo tempo, a violência não é banalizada, e o autor J. M. Costa explora a turbulenta relação entre a polícia e a população das favelas cariocas para contar uma história sobre corrupção e a competição pela notícia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Outro ponto de destaque é que o autor usa de sua experiência como jornalista em vários veículos cariocas. Costa retrata de maneira verossímil o ambiente das redações e as regras da produção de notícias, apresentando todas as etapas da transformação de um fato em reportagem, bem como os bastidores das manchetes exibidas nas bancas – e consegue fazê-lo de modo útil à trama, sem que essas informações apareçam gratuitamente. O pano de fundo do jornalismo também é uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento da protagonista, Clara Gabo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Jovem e competente, Clara precisa lidar com diversos dilemas, sendo o principal deles a complexa relação entre o ideal de relatar a verdade, lançando luz sobre acontecimentos escusos e denunciando criminosos, e seguir o jogo da notícia: a constante alimentação da narrativa para manter o interesse dos leitores, a disputa para se manter à frente de outros repórteres em busca de seus próprios furos. Estes elementos enriquecem a personagem, inserindo mais variáveis em sua jornada, tornando-a mais instigante.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19414 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/primeirapagina2.jpg" alt="" width="360" height="508" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">As ressalvas acerca de <strong>Primeira página</strong> são mais de forma do que de conteúdo e, de maneira geral, se caracterizam por certa falta de sutileza ao longo de todo o livro. Há diálogos um tanto forçados, e o autor busca, em certos momentos, emular uma coloquialidade – na narração e nas falas – que não soa natural. Há momentos em que o palavreado utilizado pelos personagens os faz parecer mais jovens do que são, o que causa certa estranheza.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A linguagem utilizada em certas passagens mais reflexivas é muito carregada no drama, e o mesmo pode ser dito de alguns dos eventos no final do livro (como certo reencontro), que me fez lembrar de cenas de novelas, um efeito que não me parece combinar com a história contada. O autor também pesa a mão ao enfatizar a fibra moral de Clara, sempre encontrando maneiras de trazer isso à tona, mesmo quando o fato já está claro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Apesar desses pequenos problemas – que, a bem da verdade, podem não incomodar a todos –, <strong>Primeira página</strong> tem fôlego e personalidade, se destacando na produção brasileira atual de romances policiais e mostrando que o gênero dialoga com os problemas sociais contemporâneos.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="" width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-19410 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/08/primeira_pagina.jpg?w=199" alt="" width="199" height="300" />Título</strong>: Primeira página &#8211; Conflito na Baiana<br />
<strong>Autor</strong>: JM Costa<br />
<strong>Ano</strong>: 2017<br />
<strong>Editora</strong>: (independente)<br />
<strong>Páginas</strong>: 168<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/primeira-pagina-681367ed683715.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – O telefone toca na mesa de uma repórter do Diário Carioca. Do outro lado, desespero. Uma garotinha de 9 anos narra, ao vivo, o crime brutal que vê pela janela de casa. A vítima é sua mãe. O diálogo tenso, a partir de então, dita o tom acelerado que acompanha o leitor do primeiro ao último capítulo de “PRIMEIRA PÁGINA – Conflito na Baiana”. Clara Gabo, repórter carioca em início de carreira, não mede esforços para atender ao pedido de ajuda da menina que lhe procurou por telefone. Mesmo que isso signifique contrariar orientações de sua chefia e colocar a própria vida em risco. À medida que avança na reportagem e publica seus desdobramentos na primeira página do jornal, Clara descortina uma série de fatos que podem comprometer a cúpula da segurança no Estado e até mesmo a sua carreira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1576" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/josue2.png" alt="" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/08/10/primeira-pagina-conflito-na-baiana-jm-costa/">RESENHA | Primeira página &#8211; Conflito na Baiana, JM Costa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 16:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; Diálogos bem elaborados, trama requintada e um mistério nebuloso conectando duas famílias acadêmicas. Eu me refiro a “Que fim levou Juliana Klein?”, romance policial do paranaense Marcos Peres, lançado no final de julho pela Editora Record. Com quase 350 páginas, a narrativa revela os segredos dos Klein e Koch, famílias...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Diálogos bem elaborados, trama requintada e um mistério nebuloso conectando duas famílias acadêmicas. Eu me refiro a “Que fim levou Juliana Klein?”, romance policial do paranaense Marcos Peres, lançado no final de julho pela Editora Record.</p>
<p>Com quase 350 páginas, a narrativa revela os segredos dos Klein e Koch, famílias de linhagem alemã que imigraram para o Brasil perpetuando um ódio de gerações. Os grupos fincaram suas bandeiras nas principais universidades do Paraná &#8211; os Klein na Universidade Federal e os Koch na PUC &#8211; e são conhecidos por defenderem ideias antagônicas em qualquer circunstância pessoal ou profissional. O livro é recheado de citações filosóficas, com textos de Platão, Nietzsche, Sartre e Santo Agostinho, e diálogos reverberados pelos protagonistas para legitimar ações e reações adversas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8211 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/peres_livro.jpg" alt="peres_livro" width="500" height="500"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mistério fundamental é descobrir o que aconteceu com Juliana Klein, professora de filosofia da UFPR que desaparece deixando poucas pistas e uma filha adolescente e problemática para trás. Além do sumiço, há uma série de mortes violentas envolvendo as famílias, crimes investigados pelo delegado Irineu de Freitas. Policial pragmático, ele se esforça para interpretar as pistas do caso, em meio à briga de egos e academicismos dos professores filósofos.&nbsp;</p><div id="liter-49500692" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Um dos suspeitos do desaparecimento de Juliana é Franz Koch, coordenador do curso de filosofia da PUC-PR e viúvo da também professora Tereza, assassinada pelo marido de Juliana. A primeira tentação é pensar que haja uma desforra, uma vingança em jogo&#8230; É nesse ritmo &#8220;ameno&#8221; que a rixa das famílias vai sendo esmiuçada, expondo rancores, arrependimentos e amarguras. O tema das famílias adversárias é atualizado pelo autor. Se já tínhamos visto dois clãs se digladiando em Romeu e Julieta (Shakespeare) e Abril Despedaçado (Ismail Kadaré), por exemplo, agora essa guerra entre parentes assume outras características. São acadêmicos, que poderiam parecer insuspeitos, e são filósofos, muito distantes de criminosos comuns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501104299&amp;asins=8501104299&amp;linkId=f0e032a84cd1788b77ebd7604a845743&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 1.65em;">“Só nos damos conta de que existe o paraíso<br />
quando somos expulsos dele”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcos Peres usa o tempo como recurso narrativo, mesclando diálogos entre os anos de 2005, 2008 e 2011 (o que me lembrou &#8220;O Hipnotista&#8221;, de Lars Kepler). O livro também exalta algumas paisagens de Curitiba, como as próprias universidades, o Teatro Guaíra e o Barigui, o “rio dos mosquitos-pólvora” que corta a capital paranaense. Chama também a atenção a estrutura do desfecho da trama e o mergulho nas relações no interior das famílias.</p>
<p>Vencedor dos prêmios Sesc e São Paulo com o livro “O Evangelho Segundo Hitler”, Marcos Peres faz uma boa estreia no gênero policial. “Que fim levou Juliana Klein?” é para quem procura uma leitura desafiadora.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11309 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg" alt="parceria_record" width="226" height="70"></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22"></em></span></p>
<p><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8295 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/klein_capa.jpg?w=97" alt="klein_capa" width="97" height="150"></em></p>
<p><strong>Título</strong>: Que fim levou Juliana Klein?<br />
<strong>Autor</strong>: Marcos Peres<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<strong>Páginas</strong>: 352<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/que-fim-levou-juliana-klein-513677ed520227.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: A morte de uma professora de filosofia revela a rivalidade – a princípio, filosófica – entre duas famílias proeminentes nas duas principais universidades do Paraná. Seria possível que o assassinato tivesse como causa desavenças acadêmicas entre os Koch e os Klein, ambos clãs que migraram da Alemanha para o Sul do Brasil? Ou teria algo a ver com um segredo enterrado no passado?</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/19/que-fim-levou-juliana-klein-romance-policial-de-marcos-peres/">Que fim levou Juliana Klein?, de Marcos Peres</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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