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	<title>Arquivos sam bourne -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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		<title>Matem o Presidente é tudo o que se quer!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 11:27:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; O presidente dos Estados Unidos é intempestivo, politicamente incorreto, fanfarrão e não tem nenhum respeito pelo cargo que ocupa. Publicamente, anda trocando insultos com a Coréia do Norte, espeta as pessoas pelo Twitter e não se importa em ofender imigrantes e minorias. É uma figura polêmica, que coleciona escândalos, e parece...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; O presidente dos Estados Unidos é intempestivo, politicamente incorreto, fanfarrão e não tem nenhum respeito pelo cargo que ocupa. Publicamente, anda trocando insultos com a Coréia do Norte, espeta as pessoas pelo Twitter e não se importa em ofender imigrantes e minorias. É uma figura polêmica, que coleciona escândalos, e parece ter um prazer especial em ser desagradável. Não, não estou falando do homem eleito há um ano, para pavor do resto do planeta. A descrição acima está em <em>Matem o presidente</em>, thriller quentíssimo que acaba de chegar às livrarias brasileiras e que fecha o ano com tudo.</p>
<p>Assinado por Sam Bourne, <em>Matem o presidente</em> poderia ser mais uma história de conspiração típica do cinema e de best-sellers de aeroporto, mas a proximidade vertiginosa com a realidade atual e um corajoso ceticismo estrangeiro salvam a missão. Eu explico.</p>
<p><center><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501112267&amp;asins=8501112267&amp;linkId=294cc60c5a0633e135a5a817497779eb&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></center>&nbsp;</p>
<p>No romance, o irascível presidente dos Estados Unidos cai numa provocação dos norte-coreanos e decide iniciar um ataque nuclear. Perto do fim do mundo, o que se quer é parar o homem, mas quem pode fazê-lo? Ele parece incontrolável, parece o foguete que escapa de sua rota e tem tudo para atingir o que vem pela frente. Quando manobras políticas fracassam e quando as soluções constitucionais parecem distantes, resta apenas uma saída: acabar com ele, de uma vez por todas. Confesse: você já pensou nessa solução após ver os tuítes mais desnecessários e idiotas disparados pelo inquilino da Casa Branca.</p><div id="liter-3650267252" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>É esse jogo de espelhamento com a realidade que torna <em>Matem o presidente</em> uma experiência eletrizante. A todo momento, reconhecemos parte do noticiário cotidiano e nos escandalizamos com as atitudes de personagens reais que teriam tudo para ser fictícios. A todo momento, revisitamos sentimentos de repulsa e indignação, revolta e ódio. Sim, é fácil detestar racistas, xenófobos e machistas. É fácil torcer para que eles se dêem mal e que provem do próprio veneno. Ansiamos para chegar rápido a um final feliz porque desejamos virar essa página de ignomínia internacional. Somos invariavelmente atraídos para uma zona cinzenta cujas fronteiras entre ficção e realidade já se perderam. Então, de forma habilidosa, Sam Bourne alimenta nossa fúria leitora para que cheguemos enfim a um momento de purgação do mal… Com um detalhe: diferente das patriotadas estadunidenses a que estamos acostumados, o autor adota uma postura menos ingênua e adesista. Isso porque Sam Bourne, na verdade, é Jonathan Freedland, premiado e experiente jornalista inglês que já cobriu Washington, mas não precisa jurar pela bandeira norte-americana. Autor de outros cinco romances, Bourne opera numa margem menos rígida, livre do civismo quase religioso pós-11 de setembro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-23683 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/25552934_1926585790935153_93670387_o.jpg" alt="" width="639" height="479"></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-23684 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/25577133_1926584134268652_290442315_o.jpg" alt="" width="639" height="852"></p>
<p>&nbsp;<br />
A Casa Branca esculpida por Bourne exibe um orgulho obsceno de ser intolerante e imperialista, mas ela ainda abriga ocupantes da gestão anterior, que hoje estão na oposição. A rigorosa funcionária do departamento jurídico Maggie Costello é o melhor exemplo desses infiltrados, e é justamente ela quem descobrirá que existe um plano para matar o comandante-em-chefe da maior máquina de guerra do planeta. A força do romance de Bourne está justamente na insistência de invocar um dilema moral: Maggie deve evitar o assassinato e deixar o mundo à mercê de um fanático ou deve ignorar seus princípios e se omitir? Tal dilema não fica restrito à protagonista, e é muito possível que o leitor se sinta confuso ao perceber que está torcendo para que o execrável presidente seja poupado e nossa heroína salve o dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 210px;"><span style="font-size: 1.35em; color: #808080;">De complô em complô, desfilam sorrateiros pelos corredores da Ala Oeste todos os tipos de personagens: ambíguos e salientes, desvairados e controlados. Não importa quem são. Estamos em Washington, a capital federal, a cidade onde o oxigênio do poder é rarefeito e há muitas narinas querendo aspirá-lo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em matéria de suspense, o livro reserva bons momentos graças à costura caprichosa de um enredo que não se rende a invencionices apressadas e ridículas teorias conspiratórias. Duelos com diálogos cortantes, capítulos curtos e muita malícia política fazem de <em>Matem o presidente</em> uma leitura viciante. Assim, as mais de quatrocentas páginas são devoradas em um ou dois dias. Anunciado no exterior como “o thriller mais explosivo do ano”, o livro chega ao Brasil apenas seis meses depois de ser lançado nos Estados Unidos, e sua edição nacional tem um minúsculo pecado: na página 296, trocaram o nome de um personagem. Um deslize tão insignificante que não valeria nem um tuíte, mesmo para quem tem dedos nervosos e muito topete…</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11309 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg" alt="" width="226" height="70"></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10249" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png" alt="" width="106" height="22"><br />
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<strong>Título: Matem o Presidente</strong><br />
<strong>Autor</strong>: Sam Bourne<br />
<strong>Tradução</strong>: Clóvis Marques<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<strong>Páginas</strong>: 406<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.skoob.com.br/matem-o-presidente-722574ed724501.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></span></p>
<p>SINOPSE – Um plano para matar o presidente e um dilema moral unidos em um thriller explosivo. Aquilo que ninguém acreditava aconteceu&#8230; Os Estados Unidos elegeram como presidente um homem instável, machista e demagogo, apoiado por seu implacável estrategista, Crawford McNamara. Quando uma guerra de insultos com o regime da Coreia do Norte foge do controle e leva o presidente a ordenar o lançamento de um ataque nuclear, o que coloca em risco o mundo inteiro, fica claro que alguém precisa agir antes que a humanidade seja reduzida a cinzas. Assim, quando Maggie Costello, uma experiente funcionária de Washington e fiel aos seus princípios — completamente opostos aos do atual presidente —, descobre um plano dentro da própria Casa Branca para matar o presidente dos Estados Unidos, ela se depara com um grande dilema moral: ela deve salvá-lo, deixando o mundo à mercê de um tirano desequilibrado, ou trair seu comandante em chefe e arriscar lançar o país em uma guerra civil?</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/12/19/matem-o-presidente-e-tudo-o-que-se-quer/">Matem o Presidente é tudo o que se quer!</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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