<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos tom hanks -</title>
	<atom:link href="https://literaturapolicial.com/tag/tom-hanks/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://literaturapolicial.com/tag/tom-hanks/</link>
	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Dec 2018 17:01:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-33333782_2030838226987324_246982996299612160_n-2-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos tom hanks -</title>
	<link>https://literaturapolicial.com/tag/tom-hanks/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Professor Langdon passa o diabo em Inferno, adaptação de Dan Brown</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/10/15/critica-professor-langdon-passa-o-diabo/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/10/15/critica-professor-langdon-passa-o-diabo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2016 13:07:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Brown]]></category>
		<category><![CDATA[inferno]]></category>
		<category><![CDATA[robert langdon]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[tom hanks]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=14956</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; O Robert Langdon do cinema está envelhecendo. Já não traz as fartas madeixas de “O Código</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/15/critica-professor-langdon-passa-o-diabo/">Professor Langdon passa o diabo em Inferno, adaptação de Dan Brown</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; O Robert Langdon do cinema está envelhecendo. Já não traz as fartas madeixas de “O Código Da Vinci” (2006) nem a vitalidade exibida em “Anjos e Demônios” (2009). Também! Já se passaram dez anos desde que Ron Howard passou a transpor para a grande tela os romances de Dan Brown em que o acadêmico de Cambridge cruza o mundo revelando mistérios aterradores e livrando a humanidade de destinos terríveis.</p>
<p align="justify">Mas o recém-lançado “Inferno” &#8211; dirigido pelo mesmo Ron Howard – nos mostra que a idade está chegando para o personagem: as rugas se espalham pelo rosto em super closes, a testa está mais pronunciada que nunca, e o tronco e braços, mais flácidos.</p>
<p align="justify">
<p style="text-align: center;" align="justify"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580411521&amp;asins=8580411521&amp;linkId=e32dc2963dcc858aa9196f04fe81c001&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p align="justify">
<p align="justify">Sim, o homem acabou de sair de uma cama de hospital e ainda está grogue com os medicamentos, mas o cansaço e o abatimento não vão abandoná-lo ao longo das quase duas horas de filme. E talvez esteja aí um sinal do andamento das coisas. Langdon está exausto e a experiência de seguirmos com ele em suas aventuras também esteja próxima do esgotamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Se comparado às produções anteriores, “Inferno” é mais sério, soturno e perturbador</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify">Na trama, o professor acorda num hospital com um ferimento na cabeça e sem se lembrar do que viveu nas últimas horas. Pensa em estar nos Estados Unidos, após um compromisso profissional e ter passado mal. Percebe, confuso, que está a milhares de quilômetros de lá, na italiana Florença, e que levou um tiro de raspão na cabeça. Mal se recobra do susto, e uma policial invade o hospital atirando em tudo o que vê pela frente.</p>
<p align="justify">Langdon foge desesperado com uma médica local e descobre um dispositivo que liga os círculos do inferno de Dante Alighieri a uma teoria maluca do cientista Bertrand Zobrist para resolver os problemas de superpopulação no planeta.</p>
<p align="justify">Colocadas as cartas na mesa e se você já leu Dan Brown ou conferiu alguma das adaptações para o cinema, já sabe mais ou menos o que vem pela frente: conspirações e segredos mortais, reviravoltas e traições, paisagens alucinantes em diversos países, perseguições e muita correria. “Inferno” não renega esse modelo &#8211; que para o escritor funciona como fórmula de sucesso -, mas a aventura fica bem aquém das anteriores.</p>
<p align="justify">A ameaça enfrentada é global e pode levar a um desastre sem precedentes na história da humanidade. E embora maluca, a ideia do cientista atrai adeptos fanáticos que acreditam no apocalipse do desordenado crescimento populacional, coisa pensada no século 18 por Thomas Malthus. O inferno não é um deserto, é o contrário. É gente demais, espalhando doenças demais, destruindo o planeta de forma acelerada, com comida, ar puro e água de menos. Este é o inferno de Zobrist.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;" align="justify">Para o erudito Langdon, o inferno tem a cara que Botticelli deu a partir de Dante, e que muitos de nós ainda cultiva no inconsciente</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify">Por isso, as alucinações do professor são horríveis e apavorantes. As cenas nos deixam muito mais perto da leva de filmes sobre apocalipses zumbis que das gincanas de história da arte a que estávamos acostumados com Langdon.</p>
<p align="justify">Nosso herói está mais velho, parece mais cansado e suas esperanças se desvaneceram. Ele quer salvar o mundo de novo. Mas sua motivação parece estar mais no resgate de um amor do passado que não se realizou do que no bom-mocismo e na preocupação de preservar riquezas artísticas.</p>
<p align="justify">Por falar nisso, “Inferno” oferece raríssimas ocasiões em que o intelecto privilegiado de Langdon se sobressai ou mesmo cenas em que somos brindados com pequenas aulas de história medieval, simbologia e refinamentos artísticos. Os adaptadores passaram a faca nesse aspecto, e algumas cenas da história foram resolvidas de forma tão apressada que ficaram bem desfiguradas. Note, por exemplo, o que ficou de Veneza no filme. Aquela paragem parece gratuita e descartável. No livro, nem tanto… Temos menos arte, menos correria e menos charme em “Inferno”. Por outro lado, as locações são muito bem escolhidas e os efeitos visuais são de cair o queixo. Tom Hanks despeja uma carga dramática não exagerada, como em outros momentos da carreira, e Langdon se mostra para além do terno de tweed e da falação característica de professor.</p>
<p align="justify">Para o filme, falta um bom tema musical, que poderia ajudar na costura de partes esgarçadas no roteiro, esse sim, com oscilações de ritmo. “Inferno” se afasta bastante das aventuras que o precederam, mas ainda diverte. Mas por uma questão de justiça, e após Langdon ter passado o diabo, talvez seja a hora de o herói descansar&#8230;</p>
<p align="justify">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Professor Langdon passa o diabo em Inferno, adaptação de Dan Brown" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/15/critica-professor-langdon-passa-o-diabo/">Professor Langdon passa o diabo em Inferno, adaptação de Dan Brown</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/10/15/critica-professor-langdon-passa-o-diabo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
