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	<title>Arquivos True Detective -</title>
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	<title>Arquivos True Detective -</title>
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	<item>
		<title>10 curiosidades sobre a série True Detective</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2024 19:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; True Detective é uma série de televisão de drama criminal e antologia, conhecida por sua narrativa densa e atmosfera</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>True Detective é uma série de televisão de drama criminal e antologia, conhecida por sua narrativa densa e atmosfera sombria.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2021/07/25/hbo-max-14-filmes-de-suspense-e-misterio-para-assistir/">HBO MAX | 20 filmes e séries de suspense e mistério para assistir</a></span><br />
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<p>Depois de três temporadas, a série continua a intrigar e cativar o público com suas histórias complexas, personagens fascinantes e reflexões profundas sobre a natureza humana.</p>
<p>A 4a temporada com Jodie Foster chega em 14 de janeiro na HBO. Desscubra 10 curiosidades sobre True Detective.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Estreou em 2014</h1>
<p><img  title=""  alt="98539251-40a2-40d2-ba5f-423095651ebd_true-detective-season-1-finale 10 curiosidades sobre a série True Detective" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/blog/98539251-40a2-40d2-ba5f-423095651ebd_true-detective-season-1-finale.jpg" width="620" height="400" /></p>
<p>True Detective é uma série de antologia de crime e drama que estreou em 2014 na HBO. Cada temporada conta uma história independente com diferentes personagens, elenco e trama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Criação de Pizzolatto</h1>
<p>A série foi criada e escrita por Nic Pizzolatto, um renomado escritor e roteirista americano. Pizzolatto ganhou reconhecimento por sua escrita complexa e atmosférica em True Detective.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Começou bem</h1>
<p><img  title=""  alt="true-detective-tit 10 curiosidades sobre a série True Detective" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://www.hellofriki.com/wp-content/uploads/2014/03/true-detective-tit.jpg" width="620" height="330" /></p>
<p>A primeira temporada de True Detective foi aclamada pela crítica e pelo público, sendo considerada uma das melhores séries de televisão dos últimos anos. Estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, a temporada explorou um caso de assassinato macabro no sul da Louisiana ao longo de várias décadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>2a temporada</h1>
<p>A segunda temporada de True Detective teve um estilo mais noir, caracterizado por seus visuais estilizados e personagens moralmente ambíguos. A temporada incorporou elementos da estética e narrativa do filme noir, criando uma atmosfera sombria e melancólica que lembra os filmes noir clássicos. A temporada dividiu opiniões, contando com Colin Farrell, Rachel McAdams e Vince Vaughn no elenco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Mahershala Ali</h1>
<p><img  title=""  alt="i423886 10 curiosidades sobre a série True Detective" decoding="async" class="alignnone " src="https://t.ctcdn.com.br/Qug88md5357KdvEe_wB4HG_rcbM=/101x42:2486x1385/1400x788/smart/i423886.jpeg" width="663" height="373" /></p>
<p>A terceira temporada de True Detective marcou o retorno da série ao sul dos Estados Unidos, desta vez na região noroeste do Arkansas. Mahershala Ali interpretou o detetive principal, investigando um crime que se desenrola ao longo de três linhas do tempo diferentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Marca</h1>
<p>A série é conhecida por sua cinematografia impressionante e atmosfera sombria. Os diretores de fotografia e os diretores de cada temporada contribuíram para criar uma estética visual única que se tornou uma marca registrada de True Detective.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Diálogos profundos</h1>
<p><img  title=""  alt="17557835 10 curiosidades sobre a série True Detective" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://www.rbsdirect.com.br/imagesrc/17557835.jpg?w=700" width="700" height="466" /></p>
<p>Os diálogos complexos e filosóficos são uma característica marcante da série. True Detective explora temas profundos, como a natureza da identidade, a existência do mal e a luta entre o bem e o mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Boa música</h1>
<p>A trilha sonora de True Detective também recebeu muitos elogios. Cada temporada apresenta uma seleção cuidadosa de músicas que complementam a narrativa e a atmosfera da série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Matthew McConaughey</h1>
<p><img  title=""  alt="20200129matthew_mcconaughey_1 10 curiosidades sobre a série True Detective" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://files.meiobit.com/wp-content/uploads/2020/01/20200129matthew_mcconaughey_1.jpg" width="640" height="480" /></p>
<p>A interpretação de Matthew McConaughey do detetive &#8220;filosófico&#8221; Rust Cohle na 1ª temporada foi aplaudida pela crítica. Ele passou por uma transformação física para o papel, perdendo peso e adotando a aparência para capturar a intensidade e a natureza complexa do personagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Natureza humana</h1>
<p>True Detective cativou os fãs ao longo das temporadas com suas histórias envolventes e personagens complexos. Apesar de cada temporada ter uma abordagem única, a série continua a explorar os aspectos mais sombrios e profundos da natureza humana, mantendo seu status como uma das séries mais intrigantes e cativantes da televisão.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 10 curiosidades sobre a série True Detective"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2024/01/14/10-curiosidades-sobre-a-serie-true-detective/">10 curiosidades sobre a série True Detective</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>True Detective vira dissertação e livro por editora universitária</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/09/20/true-detective-vira-dissertacao-e-livro-por-editora-universitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2019 22:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[felipe borges]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Nic Pizzolatto]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Selo Editorial PPGCOM, da Universidade Federal de Minas Gerais, acaba de publicar “Detetives de verdade? O rastro como dimensão</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/20/true-detective-vira-dissertacao-e-livro-por-editora-universitaria/">True Detective vira dissertação e livro por editora universitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Selo Editorial PPGCOM, da Universidade Federal de Minas Gerais, acaba de publicar “Detetives de verdade? O rastro como dimensão da incerteza em True Detective”, de Felipe Borges. A obra é a versão na forma de livro eletrônico da dissertação defendida em 2017 no programa de pós-graduação em comunicação.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=48b6aa8c61b132945602867321f9f168&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Com 243 páginas, o livro aborda a primeira temporada da série de TV criada por Nic Pizzolatto para a HBO, mas vai além da descrição de personagens e tramas. Felipe Borges, que continua a estudar telesséries no doutorado, investiga o próprio papel dos investigadores na engenharia narrativa, apontando as impossibilidades que o gênero e a linguagem impõem.</p>
<p>A ficção de crimes é refém de “um eterno desejo de saber” e, como fãs, seguimos os detetives a farejar as pistas que podem ajudar a responder quem matou, como matou e porquê…</p>
<p style="padding-left: 40px;">[su_quote]“A ficção criminal existe sobre um desejo fortemente nostálgico: a volta ao passado serve à reorganização da nossa realidade, posta em xeque diante de um crime misterioso. Como se descobrir as respostas nos permitisse retornar ao estado anterior das coisas – um projeto fadado ao fracasso. True Detective evidencia que as resoluções nunca são suficientes, mas mero consolo”, escreve.[/su_quote]</p>
<p>Deu curiosidade? <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://seloppgcom.fafich.ufmg.br/novo/publicacao/detetives-de-verdade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Baixe o livro aqui</a></span> ou releia <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/?s=true+detective" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tudo</a></span> o que o Literatura Policial.com já publicou sobre esta empolgante série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagem: Divulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g True Detective vira dissertação e livro por editora universitária" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/20/true-detective-vira-dissertacao-e-livro-por-editora-universitaria/">True Detective vira dissertação e livro por editora universitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Polícia usa foto de ator de True Detective para capturar ladrão; veja a imagem</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/05/20/policia-usa-foto-de-ator-de-true-detective-para-capturar-ladrao-veja-a-imagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 21:51:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Via Fox News – A polícia de Nova York está em dívida com Woody Harrelson. Isso porque o ator</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/05/20/policia-usa-foto-de-ator-de-true-detective-para-capturar-ladrao-veja-a-imagem/">Polícia usa foto de ator de True Detective para capturar ladrão; veja a imagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.foxnews.com/us/woody-harrelson-lookalike-arrested-after-police-use-actors-photo-to-pin-suspect-report" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Via Fox News</a> – A polícia de Nova York está em dívida com Woody Harrelson. Isso porque o ator de True Detective &#8220;ajudou&#8221; a identificar um homem procurado pela justiça por roubo.</p>
<p>A história aconteceu em 28 de abril de 2017, quando um homem foi flagrado roubando em Manhattan, e sua imagem foi gravada por câmeras. O problema é que as imagens estavam muito pixeladas para identificá-lo. Percebeu-se apenas que ele tinha uma aparência física muito parecida com a de Harrelson.</p>
<p>Então a polícia usou uma foto em alta resolução do ator em um programa de reconhecimento facial. A pesquisa levou à identificação de um homem não registrado, que realmente tem muita semelhança com Woody. Veja na foto abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img  title=""  alt="nypd Polícia usa foto de ator de True Detective para capturar ladrão; veja a imagem" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://a57.foxnews.com/static.foxnews.com/foxnews.com/content/uploads/2019/05/1862/1048/nypd.jpg?ve=1&amp;tl=1" width="1862" height="1048" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O programa de reconhecimento facial a partir de fotos de celebridades tem sido usado com mais frequência em alguns casos. Segundo a polícia de Nova York (NYPD), “os resultados podem ser imprecisos e falíveis”. Mas às vezes funcionam, né?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagens: divulgação, NYPD)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Polícia usa foto de ator de True Detective para capturar ladrão; veja a imagem"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/05/20/policia-usa-foto-de-ator-de-true-detective-para-capturar-ladrao-veja-a-imagem/">Polícia usa foto de ator de True Detective para capturar ladrão; veja a imagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>True Detective 3 foi uma boa temporada mas errou no final (com spoilers)</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/02/27/true-detective-3-foi-uma-boa-temporada-mas-errou-no-final-com-spoilers/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2019/02/27/true-detective-3-foi-uma-boa-temporada-mas-errou-no-final-com-spoilers/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://literaturapolicial.com/?p=35345</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Ana Paula Laux &#8211; A terceira temporada de True Detective foi bem recebida, com a ótima atuação de</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/02/27/true-detective-3-foi-uma-boa-temporada-mas-errou-no-final-com-spoilers/">True Detective 3 foi uma boa temporada mas errou no final (com spoilers)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; A terceira temporada de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/12/27/o-que-sabemos-sobre-a-terceira-temporada-de-true-detective/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">True Detective</a></span> foi bem recebida, com a ótima atuação de Mahershala Ali como o detetive Wayne Hays e um resgate do clima sombrio que marcou a primeira temporada. O único problema foi mesmo o final.</p>
<p>A trama mostrou dois detetives investigando o assassinato de um menino e o desaparecimento de sua irmã numa pequena cidade dos Estados Unidos. O mistério foi bem elaborado, a trama ofereceu vários suspeitos e levou a teorias diferentes sobre o que poderia ter acontecido com a pequena Julie Purcell.</p>
<p>Mahershala Ali é realmente um grande ator e soube dar gravidade ao papel, fazendo até Stephen Dorff, um ator mediano que fez seu parceiro, se destacar na série. O problema é que o último episódio não correspondeu às expectativas e acabou deixando a desejar.</p>
<p>O roteirista <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nic Pizzolatto</a></span> alimentou algumas teorias, como a possibilidade do crime ter sido cometido por uma rede de tráfico de crianças ou uma rede de pedófilos. Lançou suspeita sobre pais, esposas e policiais da força tarefa que investigou o caso. No fim ele escolheu culpar Isabel Hoyt, filha do dono da empresa Hoyt Foods, pelo crime.</p>
<p>Isabel era uma mulher desequilibrada e dependente de remédios que teria se encantado por Julie Purcell, pois ela lembrava sua filha morta. Ela começa a se encontrar anonimamente com as crianças na floresta para passar mais tempo com Julie (ninguém via os três juntos, se isso é possível de acreditar). Seu &#8220;cuidador&#8221; é um homem negro cego de um olho, que misteriosamente ninguém lembra direito ou sabe o nome também, até os últimos episódios mostrarem quem ele realmente foi. Num dos encontros a vítima, o menino, escorregou e bateu a cabeça na floresta. E aí morreu. Nenhuma conspiração, nenhum grande culpado polêmico. Só uma mulher louca pra culpar.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=69c3e2a386d179f5b296391a7ce6f2ab&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Na concepção de Pizzolatto, as mulheres parecem ter sido as verdadeiras vilãs, os reais empecilhos dessa temporada. Isabel foi a responsável pela morte do menino e o sequestro da menina. Detalhe: com a conivência da mãe das crianças, outra mulher malvada que colocou a vida dos filhos em risco…</p>
<p>A professora Amelia Reardon, interpretada por Carmen Ejogo, é casada com o personagem de Mahershala. Na última fase da vida do detetive, ela aparece como uma consciência dele pois já está morta. No último episódio, essa “consciência” chega até a indicar ao marido uma pista que o leva a descobrir o paradeiro de Julie. Nada como uma mesa branca moderna para ajudar a resolver o mistério.</p>
<p>Na segunda fase, o casal quase se separa porque Hays sente-se usado pela professora e é &#8220;rebaixado&#8221; no departamento de polícia, tendo que trabalhar como escrivão ao lado de várias secretárias. Eventualmente eles reatam mas o reencontro do casal é vazio, a troca de palavras não indica nenhum tipo conexão, eles estão ali porque se encontraram no meio do caso e decidiram ficar juntos no fim das contas. Só isso.</p>
<p>Outra versão difícil de aceitar é a do destino de Julie, que depois de anos desaparecida é reconhecida por Mike, um antigo colega de escola que era apaixonado pela menina. Ela está vivendo em um convento, onde foi acolhida por freiras após escapar da casa dos Hoyt. Ocorre que o pai do menino prestava serviços para o convento, e aí Mike acaba reconhecendo Julie mesmo que ela tenha desaparecido ainda criança e agora seja uma adolescente. Mais uma bela coincidência&#8230;</p>
<p>Poderia ter sido perfeito, mas finais são geralmente difíceis de criar. De qualquer forma, foi uma boa temporada (melhor que a segunda, inferior à primeira). Talvez o toque mais interessante tenha sido a própria cena final, a provável morte de Hays expressa em seus olhos e a volta para um mundo onde ele ainda consegue lembrar das coisas. E nota 10 para a trilha sonora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagem: Divulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 True Detective 3 foi uma boa temporada mas errou no final (com spoilers)"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/02/27/true-detective-3-foi-uma-boa-temporada-mas-errou-no-final-com-spoilers/">True Detective 3 foi uma boa temporada mas errou no final (com spoilers)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>True Detective 3 vai fazer um crossover com a 1ª temporada?</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/02/05/true-detective-3-vai-fazer-um-crossover-com-a-1a-temporada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 15:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
		<category><![CDATA[true detective 3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Via Fansided &#8211; A terceira temporada de True Detective vem colecionando elogios do público e da crítica. Isso porque tem</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/02/05/true-detective-3-vai-fazer-um-crossover-com-a-1a-temporada/">True Detective 3 vai fazer um crossover com a 1ª temporada?</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://winteriscoming.net/2019/02/01/true-detective-crossover-season-1-season-3/?fbclid=IwAR3x__UYA3MzDKLMnOl8bNQa_oMByO8nceEMkBc2jO5ig-jAc8D2vJFFSFs" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Via Fansided</a> &#8211; A terceira temporada de <a href="https://literaturapolicial.com/2019/01/22/ja-viu-a-teoria-polemica-sobre-true-detective-leia-aqui-com-spoilers/">True Detective</a> vem colecionando elogios do público e da crítica. Isso porque tem lembrado o clima da primeira temporada, com um mistério envolto no clima sombrio do sul dos Estados Unidos.</p>
<p>Agora há outro motivo para enxergar a primeira temporada na terceira: pode rolar um crossover! Foi no quinto episódio da série da HBO que os fãs notaram um detalhe intrigante. Preste atenção no minuto 0:18:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/IlcMy2tkDn0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O então ex-detetive Wayne Hays (Mahershala Ali) está sendo entrevistado quando, na imagem do laptop da repórter, é possível ver um artigo de jornal com as fotos de Rust Cohle (Matthew McConaughey) e Marty Hart (Woody Harrelson), os detetives da primeira temporada:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt">
<p dir="ltr" lang="en"><a href="https://twitter.com/hashtag/TrueDetective?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#TrueDetective</a> has me hooked. <a href="https://t.co/5fVTTB45x3">pic.twitter.com/5fVTTB45x3</a></p>
<p>— Shane (@shanerp14) <a href="https://twitter.com/shanerp14/status/1089737070455803904?ref_src=twsrc%5Etfw">28 de janeiro de 2019</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto uma das fases da terceira temporada se passa em 2015, os eventos da 1ª temporada aconteceram por volta de 2012. Isso fez com que muita gente se perguntasse se a série está ocorrendo no mesmo universo compartilhado.</p>
<p>Será que vai rolar uma reunião para marcar o <em>grand finale</em> dessa temporada?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 True Detective 3 vai fazer um crossover com a 1ª temporada?"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/02/05/true-detective-3-vai-fazer-um-crossover-com-a-1a-temporada/">True Detective 3 vai fazer um crossover com a 1ª temporada?</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Já viu a teoria polêmica sobre True Detective? Leia aqui! (com spoilers)</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/01/22/ja-viu-a-teoria-polemica-sobre-true-detective-leia-aqui-com-spoilers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 16:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
		<category><![CDATA[true detective 3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atenção: texto com spoilers! &#160; A terceira temporada de True Detective mal estreou na HBO e já tem gente apontando</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atenção: texto com spoilers!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A terceira temporada de True Detective mal estreou na HBO e já tem gente apontando a solução do mistério. A trama se concentra no assassinato de Will Purcell e sequestro da irmã dele, Julie, que foi o grande caso da vida do detetive Wayne Hayes, vivido pelo ótimo Mahershala Ali.</p>
<p>A série mostra tempos diferentes do caso, o da investigação inicial, o do casamento de Hayes com Amelia Reardon, a professora das crianças, e o de Hayes já idoso, com problemas de memória e tentando relembrar detalhes do caso em uma entrevista. Neste último, sua esposa já está morta.</p>
<p>Ainda não se sabe quem pode ter cometido os crimes, <a href="https://www.inverse.com/article/52624-true-detective-season-3-spoilers-amelia-did-the-murders-carmen-ejogo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">porém o site Inverse apontou uma teoria polêmica que surgiu no Reddit</a>: a culpada seria a professora Amelia Reardon, a esposa do detetive. Mas quais seriam os motivos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img  title=""  alt="true-detective-season-3-1539342880 Já viu a teoria polêmica sobre True Detective? Leia aqui! (com spoilers)" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://hips.hearstapps.com/hmg-prod.s3.amazonaws.com/images/true-detective-season-3-1539342880.jpg?crop=1xw:1xh;center,top&amp;resize=480:*" width="480" height="320" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amelia, como dito, é uma professora de escola no ano de 1980 que depois acaba se tornando escritora, seu grande sonho. Ela ajuda Wayne na investigação e depois casa-se com ele. Suas vidas estão completamente conectadas com o caso Purcell.</p>
<p>Segundo a teoria, Amelia consegue lançar sua carreira como escritora graças ao livro sobre o caso Purcell. “Há a possibilidade então de que ela tenha raptado as crianças para impulsionar sua carreira, ou que tenha escrito o livro para encobrir seus próprios crimes. Isso certamente explica como Amelia parece saber muito sobre o caso, como Wayne repetidamente observa durante suas entrevistas em 2015.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00Y8SU0SM&amp;asins=B00Y8SU0SM&amp;linkId=bbc1f87fe5cc4f9c1c5b3a88d139975e&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma segunda teoria defende que Amelia tentou proteger as crianças de sua família abusiva, porém não chegou a tempo de proteger o menino. Apenas Julie teria se salvado, como fica claro no segundo episódio da série.</p>
<p>A terceira temporada de True Detective tem sido elogiada pelos fãs da série, com indicações de que se parece muito com a primeira temporada do programa. Quem será o responsável dessa vez?</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Já viu a teoria polêmica sobre True Detective? Leia aqui! (com spoilers)"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/01/22/ja-viu-a-teoria-polemica-sobre-true-detective-leia-aqui-com-spoilers/">Já viu a teoria polêmica sobre True Detective? Leia aqui! (com spoilers)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/12/27/o-que-sabemos-sobre-a-terceira-temporada-de-true-detective/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 16:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[séries de TV]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Via Hipertextual &#8211; Após a confirmação da continuação da série True Detective por Casey Bloys, presidente de programação da HBO,</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/12/27/o-que-sabemos-sobre-a-terceira-temporada-de-true-detective/">O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://hipertextual.com/2017/12/true-detective-tercera-temporada" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Via Hipertextual</a> &#8211; Após a confirmação da continuação da série True Detective por Casey Bloys, presidente de programação da HBO, algumas informações sobre o programa foram liberadas no decorrer de 2017. A primeira temporada, que teve direção de Cary Fukunaga, fez muito sucesso com a dupla&nbsp;Matthew McConaughey e Woody Harrelson como os detetives Rust Cohle e Martin Hart. Na caça de um serial killer em Louisiana, o caso acontece entre 1995 e 2012.</p>
<p>A segunda temporada estreou em janeiro de 2014 e agradou menos fãs e críticos, trazendo Rachel McAdams, Colin Farrell e Vince Vaughn no elenco principal.&nbsp;Aqui está o que sabemos até agora sobre a esperada terceira temporada da série criada por Nic Pizzolatto:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>1. Nic Pizzolatto é o responsável pela 3ª temporada<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-23721 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/nic-pizzolatto-true-detective.jpg"  alt="nic-pizzolatto-true-detective O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective"  width="639" height="359"></h4>
<p><em>[CRÉDITOS: FREDERICK M. BROWN/GETTY IMAGES]</em><br />
O criador da série é o nome por trás do roteiro. Pizzolatto também contará com a ajuda de David Milch (Deadwood), que será o co-autor no 4º episódio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>2. Direção</h4>
<p>Para a terceira temporada participará, além do próprio Pizzolatto, Jeremy Saulnier (diretor do filme de terror &#8216;Green Room&#8217;).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>3. O protagonista<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-23725 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/mahershala-ali-tout.jpg?w=639"  alt="mahershala-ali-tout O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective"  width="639" height="359"></h4>
<p><em>[CRÉDITOS: 2014 MJ Kim/GQ]</em><br />
Em agosto de 2017, foi anunciado que o protagonista da terceira temporada será Mahershala Ali. O vencedor do Oscar por &#8220;Moonlight&#8221; foi confirmado no papel de Wayne Hays, um detetive do estados norte-americano do Arkansas. A única atriz confirmada até agora é Carmen Ejogo (Selma &#8211; Uma luta pela igualdade), que fará o papel de Amelia Reardon, uma professora ligada a duas crianças que desapareceram em 1980.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>4. A série se passa no Arkansas</h4>
<p>Para a terceira temporada, o cenário escolhido foi a região do Arkansas e a área de Ozarks, no Missouri. O estado do Arkansas fica na região sudeste dos Estados Unidos. Segundo a revista Variety, a trama vai envolver &#8220;um crime macabro cometido no coração dos Ozarks, um mistério de décadas e que se desenvolve em três eras diferentes&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>5. Elenco da 1ª temporada<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7086 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/true3.jpg"  alt="true3 O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective"  width="639" height="426"></h4>
<p>Woody Harrelson disse que não quer reviver seu papel em True Detective porque, segundo ele, &#8220;<em>a série&nbsp;deu muito certo a primeira vez e se nós voltarmos, vocês só vão ouvir &#8216;Não está tão bom quanto antes! Não mesmo. Vocês eram bons antes, mas agora…”, e eu não quero nunca ouvir isso.&#8221;</em>&nbsp;Já Matthew McConaughey, a outra estrela da primeira temporada, mostrou-se interessado em participar da nova temporada, mas apenas se seu personagem Rust Cohle &#8220;<em>voltasse no contexto certo</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>6. Sobre o andamento</h4>
<p>Nic Pizzolatto disse que já escreveu 5 episódios até agora. A expectativa é que ele entregue o roteiro com 8 episódios para a nova temporada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>7. Estreia<br />
<img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-23750 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/12/691a04c6-e990-41cb-b386-cdcf3b2c182a-large16x9_truedetective.jpg"  alt="691a04c6-e990-41cb-b386-cdcf3b2c182a-large16x9_truedetective O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective"  width="639" height="360"></h4>
<p>Ainda não se sabe a data de estreia de True Detective, mas espera-se que seja lançado no segundo semestre de 2018. As filmagens começam no início de 2018, no noroeste do Arkansas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=f91e2579faa5f8965aa4b7da37770b36&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/12/27/o-que-sabemos-sobre-a-terceira-temporada-de-true-detective/">O que sabemos sobre a terceira temporada de True Detective</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novidades para a 3ª temporada de True Detective</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/04/26/novidades-para-a-3a-temporada-de-true-detective/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 12:54:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[séries de TV]]></category>
		<category><![CDATA[terceira temporada]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TRUE DETECTIVE &#8211; Faz quase um ano desde que os fãs assistiram a série &#8220;True Detective&#8221; na televisão. Ainda que o</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/26/novidades-para-a-3a-temporada-de-true-detective/">Novidades para a 3ª temporada de True Detective</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12364 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/04/idris.jpg"  alt="idris Novidades para a 3ª temporada de True Detective"  width="616" height="350" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>TRUE DETECTIVE</strong> &#8211; Faz quase um ano desde que os fãs assistiram a série &#8220;True Detective&#8221; na televisão. Ainda que o presidente da HBO, Michael Lombardo, tenha sugerido que Nic Pizzolatto possa ser o diretor da terceira temporada, o canal não divulgou mais detalhes sobre a sequência.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Não se pode negar que críticos e fãs acharam a primeira temporada de &#8220;True Detective&#8221; bem melhor do que a segunda. A primeira temporada foi dirigida por Cary Fukunaga, enquanto que a seguinte teve o comando de Nic Pizzolato. Apesar das críticas negativas, Lombardo ainda está disposto a entregar a direção à Pizzolatto para uma sequência. <a href="http://www.cinemablend.com/television/True-Detective-Return-Season-3-Here-What-HBO-Says-75327.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segundo o site CinemaBlend</a>, o presidente da HBO até ligou para Pizzolatto e disse que, se ele quiser dirigir mais uma temporada , os dois podem conversar sobre isto.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Diante da possibilidade, fãs da série estão torcendo por uma terceira temporada em breve. Eles também esperam que Pizzolatto consiga se redimir numa sequência , já que  o contrato do diretor com a HBO foi estendido até 2018, segundo o site Variety.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Sabendo que um elenco renovado tem sido a marca da novas temporadas de &#8220;True Detective&#8221;, há uma boa chance de Idris Elba participar. Há rumores sobre uma participação do ator em uma terceira temporada, mas até o momento a HBO preferiu fazer mistério e não liberou mais nenhuma novidade sobre o assunto.</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Fonte: <a href="http://en.yibada.com/articles/117655/20160420/true-detective-season-3.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Yibada</a>)</p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png"  alt="ana2 Novidades para a 3ª temporada de True Detective"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Novidades para a 3ª temporada de True Detective"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/26/novidades-para-a-3a-temporada-de-true-detective/">Novidades para a 3ª temporada de True Detective</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Pizzolatto não poupa o público em Galveston</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 14:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
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		<category><![CDATA[Nic Pizzolatto]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Romances policiais não são os melhores lugares para se buscar esperança. Por lá, as pessoas são</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/">Pizzolatto não poupa o público em Galveston</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Romances policiais não são os melhores lugares para se buscar esperança. Por lá, as pessoas são mortas, traídas, barbarizadas, e o crime parece ser o grande motor que faz o mundo girar. Bem, talvez na vida aconteça o mesmo, mas ancoramos nossas esperanças na certeza de que o mal que enxergamos nos romances policiais fique exilado naquele terreno baldio da literatura. Isso nos dá algum alento e seguimos vivendo.</p>
<p>Mas por que essa ladainha pseudo-filosófica no início desta resenha? Afinal, Galveston não é nenhum tratado sobre a moralidade humana e talvez até se possa duvidar de sua condição como romance policial. Bem, a natureza da minha preocupação está no fato de que, com Galveston, Nic Pizzolatto (Editora Intrínseca) nos oferece uma chance preciosa para pensarmos o bem e o mal numa perspectiva bastante crua. Não se trata de realismo, mas talvez de um certo derrotismo. O que pode nos levar a um cinismo perigoso, quase niilismo, aquela tentação de não acreditar em nada, e com isso, permitir que tudo se faça.&nbsp;Mas vamos com calma.</p>
<p>Pra começo de conversa, estamos tratando de um elogiado e premiado livro de estreia deste que vem sendo aclamado por público e pela crítica como um nome promissor da narrativa policial. Se você não ligou o nome à pessoa, <a href="https://literaturapolicial.com/2017/12/27/o-que-sabemos-sobre-a-terceira-temporada-de-true-detective/" target="_blank" rel="noopener">Nic Pizzolatto é o criador e roteirista da série True Detective, da HBO</a>. Em suas primeiras duas temporadas, a atração chamou a atenção ao apresentar duplas de investigadores desajustados, perversidade nas cenas dos crimes, crueza nos diálogos e nenhuma falsa esperança. Pizzolatto não poupa o público e não doura pílulas. Se for para levar um soco na boca do estômago, que assim seja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=88936cd17a767c964abe1baea3200678&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
Em Galveston, reconhecemos essa mesma disposição, o que me parece uma tremenda demonstração de respeito com o leitor. A ideia é simples. Roy Cady é um capanga que escapa de uma emboscada armada pelo próprio chefe. Daquele banho de sangue, arrasta consigo uma jovem prostituta, e juntos, fogem de New Orleans para Galveston, no litoral do Texas. Passam por bares imundos, hotéis decadentes, estradas cheias de sujeira e perigo. Encontram escroques de todo tipo e se metem em encrencas, enquanto tentam fugir de uma certeza: virão atrás de Roy para terminar o serviço.</p>
<p>As páginas avançam e o leitor percebe que ali ninguém presta mesmo. Ninguém. As vidas são cheias de fracassos, abandonos, perdas e danos. Todos carregam seus cadáveres, e todos querem sobreviver, mesmo que seja à base de cotoveladas. Isso cria um clima permanente de tensão, que o autor alimenta na medida certa. Para isso, a narrativa oscila entre o presente e vinte anos atrás, com maestria, sem tropeços. Como isso se dá de forma alternada nas seções do livro, o leitor vai se preparando para retornar ou avançar no tempo, o que lhe garante uma falsa sensação de controle da situação. Nada. Em qualquer um deles emergem das páginas as facetas carcomidas de uma realidade que não deveria se sustentar, não se tivesse um pinguinho de dignidade. Nada ali dura muito. Os personagens parecem não ter medo de perder o que têm, talvez porque sequer percebam o que trazem consigo e que poderiam considerar conquistas.</p>
<p>Roy é um tipo estranho, pouco confiável. É alto, cabelos compridos, chapelão e botas de caubói. Os caras do bando até o apelidaram de Big Country por causa desse jeitão caipira. É durão, castigado pela vida e que não espera ir muito longe. Seus pulmões estão sendo devorados por um câncer e o mundo não é nem um pouco gentil com ele. Apesar disso, tem lá no fundo, no fundo mesmo, seus valores. O leitor fica ao seu lado o tempo todo, mesmo quando ele pratica os atos mais desprezíveis e injustificados. Mesmo quando marcha decidido para o abismo. Mas que raio de herói é este?</p>
<p>Os puristas poderão contra-argumentar: se em Galveston todos ou quase todos são bandidos, se não temos um detetive clássico tentando fazer justiça, e se Roy foge da verdade sobre os motivos da sua armadilha quase mortal, não temos aqui um romance policial. Cadê a investigação?</p>
<p>Mas Nic Pizzolatto alcança seus resultados tomando caminhos insondáveis. Coloca uma fauna abjeta num habitat insalubre, cercada de condições de disputa pela sobrevivência. O oposição ancestral está lá. Mas o bem e o mal se apresentam igualmente lambuzados de graxa. Aos poucos, as atitudes dos personagens é que vão desmanchando essa opacidade. É assim que entrevemos um fiapo de esperança, que não chega a ser uma capacidade de redenção, mas já é alguma coisa.</p>
<p>Reviravoltas na trama, violência, um homem enfrentando seus demônios internos, um final eletrizante. Sim, temos uma trama policial em mãos, do tipo brutal, crua, hardboiled. Há muita testosterona no ar. A poeira cobre os móveis. O uísque desce rascante na garganta. O cigarro amarela os dentes e os nós dos dedos. O cinismo dá as cartas, e o niilismo tenta espiar quem está com as mãos mais cheias. Descansar em paz é apenas para quem abotoa o paletó? Olha, você sabe desde as primeiras páginas que “Galveston” não vai terminar bem. Mas talvez o furacão que se aproxima da cidade sopre frescor em nosso rosto, afastando para longe essas eternas certezas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 Pizzolatto não poupa o público em Galveston"  width="75" height="22"></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B00Y8SU0SM/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B00Y8SU0SM&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=c4929086bc522ce938d852f0182b0e25" target="_blank" rel="noopener">COMPRE O E-BOOK &#8211; Galveston</a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00Y8SU0SM"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00Y8SU0SM Pizzolatto não poupa o público em Galveston"  width="1" height="1" border="0"></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B00Y8SU0SM/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B00Y8SU0SM&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=e863c612c00dba799755aab13d84b4e3" target="_blank" rel="noopener"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B00Y8SU0SM&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20"  alt="q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B00Y8SU0SM&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20 Pizzolatto não poupa o público em Galveston"  width="174" height="250" border="0"></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00Y8SU0SM"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B00Y8SU0SM Pizzolatto não poupa o público em Galveston"  width="1" height="1" border="0"><strong>Título</strong>: Galveston<br />
<strong>Autor</strong>: Nic Pizzolatto<br />
<strong>Editora</strong>: Intrínseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 240<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/galveston-451665ed511657.html" target="_blank" rel="noopener"> Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211;&nbsp;No mesmo dia em que é diagnosticado com uma doença terminal, Roy Cady pressente que o chefe, um agiota e dono de bar que é o mandachuva em Nova Orleans, quer vê-lo morto. Conhecido entre os membros da gangue pelo nada afetuoso apelido de Big Country, por causa do cabelo comprido e das botas de caubói, Roy desconfia de que o serviço de rotina para o qual foi enviado possa ser uma emboscada. E de fato é. Mas consegue inverter os papéis e, após um banho de sangue, escapa ileso.&nbsp;Além de Roy, só há mais uma pessoa viva no local, uma mulher, e num ato impensado ele aponta uma arma para a cabeça dela e a leva consigo na fuga em direção à cidade de Galveston – uma decisão imprudente e sem volta. A mulher, uma prostituta de 18 anos chamada Rocky, é jovem demais, durona demais, sexy demais – e certamente trará para Roy problemas demais.&nbsp;Alternando passado e presente com fluidez e inteligência,&nbsp;<i>Galveston&nbsp;</i>é um romance brutal e envolvente. Uma narrativa ágil, permeada de diálogos marcantes e construída com o máximo de tensão, prova do inegável talento literário de Nic Pizzolatto.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Pizzolatto não poupa o público em Galveston" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/">Pizzolatto não poupa o público em Galveston</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O Brasil no precipício literário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2015 20:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os livros ao redor do mundo ou qual o problema com as editoras brasileiras? &#160; I. Frangalhos literários Desembarquei em</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/09/o-brasil-no-precipicio-literario/">O Brasil no precipício literário</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7627 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/mateus_italia1.jpg?w=750"  alt="mateus_italia1 O Brasil no precipício literário"  width="750" height="422" /><br />
<em><span style="font-size:1.25em;">Os livros ao redor do mundo ou qual o problema com as editoras brasileiras?</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>I. Frangalhos literários</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Desembarquei em Roma no final de junho para rever meu pai e irmãos após um hiato de oito anos. Além desse detalhe familiar no retorno ao Velho Continente, algo sacolejava dentro de mim: <strong>uma vontade enorme de conhecer as livrarias europeias e a oferta literária no berço da civilização</strong>; conhecer in loco o que os europeus leem e emplacam nas listas dos mais vendidas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A primeira parada foi em Portugal, onde uma espera de duas horas pela conexão no aeroporto de Lisboa me permitiu fazer um pit-stop estratégico na Fnac. Comprei &#8216;O amor é fodido&#8217;, de Miguel Esteves Cardoso, basicamente pelo título irresistível. O livro estava em destaque logo na entrada do estabelecimento, o que me garantiu boas risadas ao imaginar como o Brasil reagiria se alguém como o Gregório Duvivier fizesse um livro com esse título.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Escondidos num fiapo de prateleira nos fundos da lojinha-aperitivo, os romances policiais espantavam pela diversidade: basicamente todos os autores americanos contemporâneos tinham seu espaço.</strong> Os clássicos, porém, pareciam sequer um dia ter existido. Pensei que fosse algo pontual.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ledo engano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Já em Roma, tirei dois dias para visitar livrarias que me foram recomendadas por uma colega ítalo-húngara. Nas duas livrarias que visitei em Trastevere, espécie de reduto boêmio às margens do rio Tibre, os <em>gialli</em> (amarelos em italiano, como são conhecidos os romances policiais na terra do espaguete – a partir de 1929 a literatura pulp passou a ser publicada por lá com capa nessa cor) tinham uma prateleira só para si. <strong>Autores como Stephen King, Patricia Cornwell, John Grisham e os europeus Lars Kepler, Camilla Lackberg e Arnaldur Indradsson tinham suas obras completas traduzidas para o idioma de Alighieri</strong>. Dois livros recentes de King – Revival e Mr. Mercedes – e o último volume da série Scarpetta de Cornwell – Flesh and Blood – estavam estrategicamente posicionados com edições capa dura no meio dos últimos lançamentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Aquilo mexeu comigo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O idioma italiano, menos ainda que o português, só serve para um público específico. <strong>Como era possível que eles já tivessem à disposição todo esse material?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Decidi consultar meu pai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8211; Aqui ninguém lê – ele disse. – Se você diz que lê as pessoas te olham torto, não entendem como é possível ficar com a cara grudada num livro durante horas e horas. Eu, por exemplo, leio um livro por mês e já estou muito acima da média do país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Uma das hipóteses, pensei num arroubo de philipmarlowismo, já está descartada: os italianos não justificam a oferta. Não valeria a pena, portanto, colocar imediatamente nas prateleiras material que sai primeiro lá fora. O mesmo não pode ser dito, por exemplo, da Argentina. Henning Mankell tem toda sua obra disponível numa livraria furreca no centro de Bariloche. A justificativa é simples: o idioma espanhol é enorme, o que se traduz para a Espanha pode ser comercializado na Argentina e por aí vai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A dúvida, portanto, persistia em mim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Resolvi tentar sair dos <em>gialli</em> e partir para outros autores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Literatura brasileira? Em todas as livrarias a resposta foi parecidíssima: ou Jorge Amado ou Paulo Coelho, se bem que esse último não é propriamente uma literatura brasileira. Encontrei volumes de Luiz Ruffato e Vanessa Barbara, e só. Nem Daniel Galera, o mais incensado da nova geração, aparecia nas prateleiras. Os livreiros também pareciam desconhecer seu nome.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A crise se agravava dentro de mim. <strong>Como um país que tem Machado de Assis, Graciliano Ramos, Sérgio Porto, Rubem Fonseca, Millôr Fernandes e Jorge Amado é tão vazio no comércio literário europeu?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Arrisquei dois dos meus autores preferidos: Roberto Bolaño e Philip Roth. O primeiro, morto em 2003 e maior autor latino das últimas décadas, não foi fácil de encontrar, mas quando a busca se revelou frutífera, escondido num estabelecimento em Trastevere, tive uma surpresa daquelas que gelou a espinha: 2666, Amuleto, Putas Assassinas e Estrela Distante já haviam sido traduzidos para o italiano. &#8216;Una novellita lumpen&#8217;, último romance publicado em vida, inédito no Brasil, também estava lá.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Com Philip Roth não foi diferente. Toda a obra do maior autor americano vivo, repito, toda a obra, estava disponível em italiano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Tal qual Bartleby, eu preferia não (acreditar).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O tiro de misericórdia foi lembrar, segurando o pesado volume de 2666, melhor livro que já li em toda a minha vida, que em Portugal Roberto Bolaño também foi traduzido. Li &#8216;La Literatura Nazi en Americas&#8217; em inglês, mas dois meses depois, perambulando pela Livraria da Travessa de Botafogo, encontrei um exemplar em português. Levei para casa e dei para minha avó ler.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Naquela época eu não sabia, mas meus questionamentos já faziam parte de um cenário muito maior.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>II. Bartleby à deriva</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-7628" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/mateus_italia2.jpg"  alt="mateus_italia2 O Brasil no precipício literário"  width="342" height="543" /><strong>Nas últimas semanas o Facebook foi tomado por uma enxurrada de posts indignados sobre diversos assuntos</strong> – cantor sertanejo morto e a cobertura sensacionalista da mídia; Zeca Camargo comparando a sociedade aos livros de colorir; divulgação de dados mostrando que o brasileiro lê 1,7 livro por ano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Em meio ao que alguns definiram (sabiamente) como pororoca de chorume, o cenário me pareceu bastante claro: é óbvio que não se pode esperar muita leitura de uma sociedade fragmentada cultural e politicamente, uma sociedade em que livros de colorir são o principal faturamento do mercado editorial no primeiro semestre. Alguns defensores da nova “terapia” dizem que os livretos ajudam pacientes com Alzheimer e que não se pode cobrar erudição o tempo todo, mas o que se tem observado sequer passa de requerimento de erudição. Trata-se de um sintoma que invariavelmente chega ao dilema Tostines: o mercado editorial nacional é ruim porque a oferta é ruim ou porque o público é ruim e não tem o menor interesse?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Obviamente, é uma discussão ampla demais para um único artigo, mas potencialmente forte para que se apresente uma subdivisão do dilema Tostines: <strong>as editoras abandonam os autores por falta de interesse do público ou o público que abandonou os autores?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A Companhia das Letras, detentora dos direitos de Philip Roth e Bolaño, por exemplo, nunca deu mostras de publicar os volumes restantes desses autores – no caso de Roth, edições dos anos 70 chegam a valer mais de trezentos (!) reais no site Estante Virtual. Patricia Cornwell e Henning Mankell, publicados pela mesma casa, estão à deriva há um bom tempo – o último livro do sueco lançado por aqui foi A Quinta Mulher, em 2014, publicado lá fora em 2000(!). A defasagem, contudo, não é exclusividade da casa paulista, apontada por muitos como a melhor editora do país. A carioca Record não soltou todos os livros do rei do scandi-crime, Jo Nesbo, e, caso não fosse anunciada a sequência 50 anos depois, continuaria a deixar seu braço José Olympio sem abastecer as livrarias com O Sol é Para Todos, que vende 1 milhão de exemplares anualmente em língua inglesa. <strong>Um milhão de exemplares anuais é bastante coisa. Os brasileiros não tem o mesmo direito dos anglófonos?</strong> Tem. Tanto tem que a reedição veio com destaque e vendas expressivas segundo me contaram livreiros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Há quem argumente que faltem tradutores. Ou que o Brasil só publica material com tratamento artístico impecável, diferentemente dos <em>paperbacks</em> estrangeiros, o que inviabiliza uma produção em larga escala (verdade, nunca vi publicarem livros tão bonitos como os brasileiros, mas será que precisamos de livros bonitos? Será que uma simples obra do Stephen King, ou até mesmo dos prolíficos best-sellers James Patterson e Harlan Coben, não pode ser comercializada num formato mais barato, tipo <em>paperback</em>? Não faz sentido tanto atraso, tanta sonolência. Quer dizer, só se publica algo com eficiência e rapidez quando se trata de 50 Tons de Cinza ou As Crônicas de Gelo e Fogo? Complexo de vira-latas na literatura? Jura?)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Quando levantei no Facebook a polêmica dos livros de colorir, fui tido como conservador, elitista, academicista, etc., me disseram que o mercado seria fomentado – e muito – com a venda desse tipo de “obra”. Pois bem, agora que os balanços foram divulgados e o mercado faturou horrores, cadê o investimento?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Pior que a falta de publicações é o silêncio. Tentei contato diversas vezes com as editoras. Não há uma resposta padrão. Não há calendário de lançamentos. O Brasil parece estar atrasado até na diversão mais simples, botar-os-olhos-no-papel-e-vivenciar-uma-história, como se não fosse digno de acompanhar o ritmo de países que só tem status histórico mas são igualmente pobres em consumo literário.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>III. A imutabilidade da pátria</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O cenário é de caos. <strong>Vivemos num circo sem pão, enclausurados numa névoa que teima em se dissipar. Nossa maior conversa literária da atualidade é saber se Mário de Andrade gostava de homens ou não. A que ponto chegamos.</strong> Resta alternativa senão seguirmos sendo Bartleby e abraçando nós mesmos?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Somos os únicos capazes de permanecer agarrados a um fiapo de esperança e idealismo, seja ele qual for, mas se depender de editoras como a 34 e a Cosac Naify, o público brasileiro terá acesso à mais alta literatura. A primeira vem publicando obras da literatura russa com posfácios e traduções atualizadas, o que é uma bênção. A outra, tradicionalmente tida como editora de conteúdo majoritariamente artístico, aposta no público que não tem problema em consumir coisas densas, caprichando nas edições e arriscando reedições da obra de Faulkner.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Os maiores destaques, porém, são as pequenas/médias Iluminuras, Rádio Londres e DarkSide. Enquanto a primeira traz pérolas de James Joyce – correspondências, poemas e dezenas de páginas com ensaios acadêmicos sobre o autor de Ulysses –, as duas últimas são novatas no mercado editorial, mas isso não significa que a qualidade seja pouca, au contraire. Surpreendendo ao publicar Stoner, romance de John Williams publicado em 1965 e idolatrado por gente como Ian McEwan e Tom Hanks, a Rádio Londres trouxe aos brasileiros a oportunidade de conhecer Andrés Caicedo e Abasse Ndione. Ambiciosa, a editora carioca publicará ainda em 2015 o vencedor do PEN/Faulkner, Preparation For The Next Life, de Atticus Lish.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na outra ponta, a DarkSide apostou nos jovens e editou Psicose, Os Goonies, Tubarão, O Demonologista e a dramatização da trilogia Star Wars, garantindo uma fatia do mercado que não hesita em ler páginas obscuras, porém frescas e acessíveis, na contrapartida dos açucarados romances de Nicholas Sparks publicados pela Novo Conceito e Arqueiro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A já consagrada Intrínseca se mantém como uma das lideranças sendo versátil: se por um lado publica os best-sellers de Gillian Flynn e Joel Dicker, por outro imprime vencedores do Pulitzer – como é o caso de Anthony Doerr e Jennifer Egan – e o boom recente Nic Pizzolato, criador da série True Detective.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Fica a questão, portanto: se o mercado editorial nacional é tão rico e ao mesmo tempo tão escasso, publicando coisas pinçadas ao invés de toda a bibliografia de um autor consagrado, por que lemos 1,7 livro por ano?</strong> Por que nomes como Paul Auster, Thomas Pynchon e William Faulkner não têm toda sua obra publicada no Brasil? Por que Cormac McCarthy e James Ellroy ainda não mancharam nossas bibliotecas com o sangue que escorre das páginas? Cadê nossos autores latinos sendo publicados por aqui também? Só a Rocco e a série Otra Lingua são capazes de nos ajudar a compreender o panorama sul-americano?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Estaria James Joyce certo, portanto? <em>We can’t change the country, so let’s change de subject</em>. É isso? Ok.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Changemos o subject, pois.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1093" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/mateus11.png"  alt="mateus11 O Brasil no precipício literário"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g O Brasil no precipício literário" alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/09/o-brasil-no-precipicio-literario/">O Brasil no precipício literário</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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