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	<title>Arquivos verde esmeralda -</title>
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		<title>Verde-Paris: o pigmento mortal da era vitoriana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2023 19:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Durante a era vitoriana, o papel de parede tornou-se muito popular na decoração de interiores, especialmente entre a classe</p>
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<p>Durante a era vitoriana, o papel de parede tornou-se muito popular na decoração de interiores, especialmente entre a classe média e alta.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
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<p>Era uma forma acessível de acrescentar cor e padrão aos interiores das casas, e sua popularidade cresceu com a melhoria da tecnologia de impressão.</p>
<p>Os padrões de papel de parede vitoriano variavam de simples a elaborados, com muitos trazendo motivos florais, geométricos ou cenas pintadas nas cores vermelho, azul, amarelo, marrom.</p>
<p>O verde também era muito usado, sendo que um dos pigmentos verdes mais comuns nessa época era o <em>verde Paris</em> ou verde-esmeralda, obtido a partir do cobre arsenical.</p>
<p>Esse pigmento era conhecido por ter uma cor vibrante e brilhante, o que o tornava uma escolha popular para o papel de parede. Ele era utilizado em tintas artísticas e decorativas para criar tons de verde.</p>
<p>No entanto, seu uso também tinha alguns efeitos colaterais preocupantes para a saúde, já que o arsênico, como todo bom leitor de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/43DcuCB" target="_blank" rel="noopener">Agatha Christie</a></span> sabe, é um veneno letal.</p>
<p>Na época vitoriana em que o composto era bastante utilizado na fabricação de papel de parede, as pessoas não tinham conhecimento dos riscos de exposição.</p>
<p>Com o tempo, foi-se constatando que muitas pessoas ficavam doentes ou até morriam por causa da exposição ao pigmento verde Paris.</p>
<p>O arsênico presente no composto era liberado na forma de gás, e as pessoas que viviam em casas com papel de parede contendo este pigmento ou que tinham algum contato com o corante eram expostas a altos níveis de arsênico, o que causava intoxicação e diversos sintomas como dores de cabeça, vômitos, diarreia e insônia.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title=""  alt="246-2464878_bitten-by-witch-fever-wallpaper-arsenic Verde-Paris: o pigmento mortal da era vitoriana" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://antiquatedantidotes.files.wordpress.com/2021/09/246-2464878_bitten-by-witch-fever-wallpaper-arsenic.jpg" width="1200" height="769" /></p>
<p>Na época vitoriana, houve vários casos de envenenamento associados ao pigmento verde Paris. Um dos mais conhecidos é o caso de Matilda Scheurer, uma jovem de 19 anos que morreu em 1874 em sua casa em Londres. A causa da morte foi atribuída à exposição a altos níveis de arsênico proveniente do pigmento verde.</p>
<p>Matilda era funcionária de uma oficina de fabricação de flores, e seu trabalho era espalhar o corante verde com as mãos em folhas falsas das coroas artificiais de flores. Descobriu-se mais tarde que cada coroa continha veneno suficiente para matar vinte pessoas.</p>
<p>Uma autópsia confirmou que o contato diário com arsênico fez com que o estômago, o fígado e os pulmões de Matilda fossem envenenados pelo pigmento verde de Paris.</p>
<p>Com o tempo, a comunidade científica começou a alertar sobre os perigos da utilização do verde Paris e outros pigmentos à base de arsênico, e seu uso começou a diminuir. Hoje em dia, existem leis rigorosas que garantem que os pigmentos utilizados na fabricação de materiais de decoração sejam seguros e não apresentem riscos para a saúde das pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>DICA DE LEITURA</h1>
<p><a href="https://amzn.to/45FLhSm" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="81ol2CaZ6fL._SY466_ Verde-Paris: o pigmento mortal da era vitoriana" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81ol2CaZ6fL._SY466_.jpg" width="305" height="466" /></a></p>
<p><strong>Título</strong>: Aqua Tofana<br />
<strong>Autora</strong>: Cathryn Kemp<br />
<strong>Páginas</strong>: 368<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
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<p>SINOPSE &#8211; Na Roma do século XVII, Giulia Tofana comanda um círculo secreto de envenenadoras, distribuindo uma poção fatal para libertar mulheres de maridos abusivos. Entre sombras e bruxaria, os corpos se acumulam, atraindo a fúria da Inquisição e de um novo Papa. Giulia precisará de ousadia para manter sua sororidade letal viva. Uma reimaginação histórica fascinante sobre vingança, poder e sobrevivência.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Verde-Paris: o pigmento mortal da era vitoriana"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2023/04/16/verde-paris-o-pigmento-mortal-da-era-vitoriana/">Verde-Paris: o pigmento mortal da era vitoriana</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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