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	<title>Arquivos william gillette -</title>
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		<title>William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 14:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tom de Castella, BBC News &#8211; Um filme mudo de 1916 com Sherlock Holmes – que há muito tempo</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/07/24/william-gillette-5-aspectos-que-transformaram-o-modo-como-sherlock-holmes-ve-e-fala/">William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bbc.com/news/magazine-30932322" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Por Tom de Castella, <em>BBC News</em></a> &#8211; Um filme mudo de 1916 com Sherlock Holmes – que há muito tempo presumia-se estar perdido – <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AklHzlu0KCc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">foi lançado em Paris</a>. É estrelado por um homem que mudou para sempre a forma como vemos o famoso detetive de Arthur Conan Doyle. Ele foi o primeiro intérprete de efeito de Sherlock Holmes, mas poucos devem ter ouvido falar do ator norte-americano William Gillette.</p>
<p>Acredita-se que ele tenha sido parente distante da família fundadora das lâminas de barbear Gillette, que tenha escrito peças de teatro sobre a guerra civil americana, patenteado um ruído que imitava o som de um cavalo a galope, e construído um castelo enorme em Connecticut. Mas as pessoas se fascinam mesmo quando seu é nome é associado ao de Sherlock Holmes. E até três meses atrás, parecia que ninguém jamais veria isso acontecer novamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8595080836&amp;asins=8595080836&amp;linkId=b464d4ed149b8fe63ba820b46d8199a1&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gillette adaptou Sherlock Holmes para os palcos em 1899, interpretando desde o detetive de Sir Arthur Conan Doyle mais de 1.000 vezes na carreira. Ele fez apenas um filme, a versão muda de 1916 intitulada &#8220;Sherlock Holmes&#8221;. Durante décadas, presumiu-se que estava perdido, um dos grandes elos perdidos dos estudos sherlockeanos. Então, em outubro de 2014, um arquivo de filme foi descoberto na Cinematheque Française em Paris.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;Finalmente, conseguiremos ver o ator que manteve a primeira geração de <em>Sherlockians</em> encantada&#8221;, disse o professor Russell Merritt, que vem pesquisando as origens do filme. &#8220;Em se tratando de Sherlock Holmes, não existe um ator vivo ou morto que não tenha consciente ou inconscientemente se inspirado em Gillette.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gillette não era apenas o Benedict Cumberbatch do seu tempo. Ele foi o ator que decidiu &#8211; talvez mais do que qualquer outro &#8211; como Holmes deveria olhar e falar, e cuja relação com Conan Doyle pode ter dado uma sobrevida à &#8220;franquia Sherlock Holmes&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.25em; color: #000000;">Confira cinco contribuições de Gillette para criar o Sherlock que conhecemos hoje</span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><img  title="" decoding="async" class="alignright wp-image-3674" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/01/pipe.jpg?w=293"  alt="pipe William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala"  width="212" height="217"><strong>1. Cachimbo arqueado</strong>: Dois adereços evocam Sherlock Holmes acima de todos os outros. O primeiro é o chapéu de caçador. As histórias de Conan Doyle nunca mencionaram o tipo de chapéu que ele usava – o modelo foi criado mesmo pelo ilustrador Sidney Paget, quando as histórias foram publicadas na Strand Magazine em 1891. O outro objeto crucial é o cachimbo. Não é um ornamento, mas uma parte do ritual dedutivo de Holmes.</p>
<p>Paget deu a Holmes um cachimbo de tubo reto, mas a peça de 1899 e o filme mudo de 1916 de William Gillette representaram uma mudança crucial. O eixo do cachimbo não estava mais em linha reta, mas sim curvado. &#8220;Assim, ele é capaz de dizer suas falas enquanto fuma o cachimbo. Se o cachimbo fosse mais tradicional, sua mão teria que ficar na frente da boca&#8221;, explica Alex Werner, curador do Museu de Londres que abriga a exposição <em>Sherlock Holmes: O homem que nunca viveu e nunca morrerá.</em> “O cachimbo arqueado ficou fixado ao imaginário popular e se tornou icônico&#8221;, diz Werner.</p>
<p><strong>2. “Elementar, meu caro Watson”</strong>: a frase mais sherlockeana de todas – &#8220;Elementar, meu caro Watson&#8221; – nunca foi dita nos livros. Gillette é, talvez, o homem que mais chegou perto de articular a frase, embora ele nunca a tenha dito exatamente dessa forma. Na peça, ele escreveu: &#8220;Elementar, meu caro.&#8221; Em situações posteriores, trocou “caro” por “companheiro&#8221; ou &#8220;Watson&#8221;. O escritor PG Wodehouse recebe o crédito frequentemente pela frase completa em seu romance &#8220;Psmith, Journalist&#8221; (1915). Mas o Dicionário Oxford de Inglês questiona o dado. Parece que o termo já era utilizado em jornais antes do romance de 1915 escrito por Wodehouse. Então, mantém-se a incerteza quanto ao autor da frase completa.</p>
<p>Conan Doyle incluiu o termo &#8220;elementar&#8221; no vernáculo dedutivo de Holmes. Ele também incluiu &#8220;meu caro Watson&#8221;. Mas nunca usou tudo na mesma frase. Parece que Gillette quase colocou tudo junto. E outros, mais tarde, terminaram o trabalho. A frase &#8220;Elementar, meu caro Watson&#8221; provavelmente ficou famosa com a chegada dos filmes sonoros – já que foi usado em &#8220;The Return of Sherlock Holmes&#8221;, de 1929, estrelado por Clive Brook.</p>
<p><strong>3. Roupão</strong>: Conan Doyle descreve o roupão de Holmes diversas vezes como “azul, roxo ou cor de rato”, de acordo com Roger Johnson, editor do Sherlock Holmes Journal. No entanto, isso é tudo que é informado. Johnson diz que o roupão de Gillette mudou ligeiramente o visual de Holmes: &#8220;Gillette tinha um esplêndido roupão, e alguns atores posteriormente adotaram roupas semelhantes.&#8221;</p>
<p><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-3678" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/01/gillette31.jpg"  alt="gillette31 William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala"  width="237" height="357"><span style="color: #000000;"><strong>4. Ele moldou a forma de Sherlock para o público americano</strong>: Gillette foi o primeiro ator de teatro americano a assumir este papel profundamente inglês, dedicando-se ao sotaque com entonação superior. &#8220;Pode-se ouvir o mesmo tipo de sotaque quando Katharine Hepburn tenta falar de uma forma inglesa no filme &#8216;Uma Aventura na África&#8217;”, diz Johnson. O filme mudo de 1916 com Gillette, embora situado em Londres, foi produzido nos EUA. Ele também legou uma influência norte-americana para a aparência de Holmes. Em uma peça anterior, “Serviço Secreto”, havia algo do ídolo nele. Seu Holmes contrastava com o nariz proeminente e as maçãs do rosto de um Basil Rathbone, Douglas Wilmur ou Benedict Cumberbatch. Em comparação com o Holmes do seu tempo, o seu era &#8220;menos magro e adunco, com mais cabelo&#8221;, diz Johnson. &#8220;E mais bonito.&#8221;</span></p>
<p>No início do século 20, o ilustrador americano Frederic Dorr Steele desenhou Holmes para várias publicações norte-americanas. Seu modelo era Gillette. &#8220;Era assim que a maioria dos americanos achava que Holmes era. Considerando que, na Grã-Bretanha, a referência eram as ilustrações de [Sidney] Paget na revista Strand&#8221;, diz Johnson. E sua reputação continuou a crescer.</p>
<p>Calmo e carismático, é a forma como era descrito. Poucos viram o filme de 1916, mas até mesmo as fotos conseguem mostram a naturalidade que ele levou para o papel, diz Johnson. &#8220;Ele é maravilhoso. As pessoas dizem que ele é Sherlock Holmes&#8221;. Gillette era o rei da era do cinema mudo, mas quando o som chegou, foi a vez de um outro tipo de Holmes surgir. Para muitos fãs, hoje, é Rathbone quem se tornou e continua a ser o arquétipo do detetive.</p>
<p><strong>5. Ele ajudou a inspirar Arthur Conan Doyle a voltar a escrever sobre Holmes</strong>: Conan Doyle matou Holmes em uma versão impressa de 1893. Uma adaptação para o teatro escrita por ele falhou em atrair atenção e sucesso, o que pode explicar a permissão para Gillette escrever a sua própria versão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img  title="" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3682" style="border: 1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/01/doyle_antiga.jpg?w=300"  alt="doyle_antiga William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala"  width="385" height="262"></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 1.25em; color: #333333;">Quando o americano perguntou se no roteiro poderia fazer Holmes casar-se, Conan Doyle respondeu: &#8220;Você pode casá-lo, assassiná-lo, ou fazer o que quiser com ele&#8221;. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele parecia confiar implicitamente em Gillette, diz Werner. Eles se deram bem logo que se conheceram. De acordo com a biografia de Charles Higham, Gillette desceu de um trem vestido como Holmes antes de se aproximar da carruagem de Conan Doyle e examiná-lo através de uma lupa.</p>
<p>&#8220;Inquestionavelmente um autor&#8221;, ele anunciou, para a diversão de Conan Doyle. Mas havia um outro fator além da amizade &#8211; o dinheiro. &#8220;Acredito, porém, que há uma fortuna no outro &#8211; Sherlock Holmes,&#8221; Conan Doyle escreveu em uma carta datada de 18 de junho de 1899. &#8220;Gillette fez uma grande peça, e ele é um grande ator.&#8221;</p>
<p>Ele acreditava que estava destinado a ser um sucesso. Royalties teriam sido a principal motivação, mas havia também uma sensação de que poderia criar um novo interesse em ler os livros. &#8220;Tem uma propaganda inicial tão grande&#8221;, continuava a carta. &#8220;Eu não sou normalmente mais otimista, mas eu tenho grandes esperanças para isso. É o nosso trunfo&#8221;.</p>
<p>Conan Doyle começou a escrever &#8220;O Cão dos Baskervilles&#8221;, enquanto a peça estava em cartaz. Será que a peça sutilmente influenciou a forma como ele escreveu as histórias posteriores? Johnson acredita que não: &#8220;Algumas pessoas dizem que o personagem nas histórias posteriores não é o mesmo, mas eu não consigo identificar qualquer alteração.&#8221;</p>
<p>Qualquer que tenha sido o impacto estético, o sucesso da Gillette &#8211; este &#8220;trunfo&#8221; &#8211; teria tranquilizado Conan Doyle para o fato de que ainda havia um apetite do público por Holmes. Como ele escreveu quando leu primeira adaptação da peça: &#8220;É bom ver o meu velho amigo de volta.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Imagens: divulgação Cinematique Française, Henry Zecher)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/07/24/william-gillette-5-aspectos-que-transformaram-o-modo-como-sherlock-holmes-ve-e-fala/">William Gillette: 5 aspectos que transformaram o modo como Sherlock Holmes vê e fala</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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