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	<title>Arquivos Yasmin Lahm -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Yasmin Lahm -</title>
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		<title>Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Lahm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2017 16:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[celeste ng]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[tudo o que nunca contei]]></category>
		<category><![CDATA[Yasmin Lahm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Yasmin Lahm &#8211; Na célebre frase que abre o clássico Anna Karenina, Leon Tolstói declara que “todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma à sua maneira”. Esta máxima poderia servir como slogan de venda para o livro “Tudo o que nunca contei”, romance de estreia de Celeste Ng....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Yasmin Lahm</em> &#8211; Na célebre frase que abre o clássico Anna Karenina, Leon Tolstói declara que “todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma à sua maneira”. Esta máxima poderia servir como slogan de venda para o livro “Tudo o que nunca contei”, romance de estreia de Celeste Ng.</p>
<p>Celeste Ng é uma escritora norte-americana filha de chineses que imigraram para os Estados Unidos na década de 1960. Sua história pessoal e familiar enquanto filha de imigrantes é central para a compreensão da trama de sua primeira obra, que trata de temas delicados como a adaptação à vida em um país estrangeiro, o dilema de abandonar sua identidade em nome da aceitação pela sociedade e os preconceitos e microagressões sofridas pelos representantes de minorias.</p>
<p>Em “Tudo o que nunca contei”, adentramos o cotidiano pacato da família Lee, abruptamente interrompido pelo desaparecimento da filha do meio do casal, a adolescente Lydia. Certa manhã, ao chamar a filha para tomar o café da manhã, a matriarca Marilyn encontra sua cama intocada e o quarto sem sinal da filha, que não é vista desde o dia anterior.</p><div id="liter-573940069" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Segue-se a isso um período de apreensão em que a polícia é notificada de seu desaparecimento e se dá início a buscas pela jovem, que logo se mostram infrutíferas – o corpo de Lydia é encontrado no fundo do lago próximo à residência dos Lee, lago este em que a adolescente, ao contrário do restante da família, não tinha o costume de nadar, pois tinha medo da água. O que – ou quem – teria levado Lydia a se aproximar de suas águas e encontrar seu derradeiro destino?</p>
<p>Soma-se a essa situação as cobranças tipicamente enfrentadas por adolescentes, a competição natural entre irmãos e a já conhecida narrativa da família que exibe uma fachada de “comercial de margarina” mas que esconde muitas frustrações e ressentimentos.</p>
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<p>Em linhas gerais, é este o enredo do livro. Entretanto, em se tratando de “Tudo o que nunca contei”, é importante ressaltar o que não esperar da história. Não se trata de um romance policial clássico aos moldes do whodunnit – se você está em busca de um livro com desfecho ao estilo “foi o Coronel Mostarda, na biblioteca, com o candelabro”, melhor ler outro. Celeste Ng foca o drama de seu romance no aspecto pessoal dos personagens, não na busca por um culpado pelo crime. Pode-se identificar uma afinidade com a obra de Patricia Highsmith, em que a atmosfera psicológica domina a narrativa, e na contemporânea Gillian Flynn, que em “Lugares escuros” explora as fragilidades e segredos de uma família que, assim como os Lee, se conhece menos do que imaginava.</p>
<p>Nesses tempos sombrios em que vivemos, em que xenofobia e racismo estão presentes em toda parte, um livro como “Tudo o que nunca contei” faz um retrato sensível e realista da vida de uma família asiática no coração dos Estados Unidos, com todo o ônus que isso acarreta. Apesar da trama se passar na década de 1970, o tema permanece incomodamente atual e encontra na prosa de Ng um excelente veículo para ser divulgado e discutido.</p>
<p><em>* Livro enviado para o blog pela Editora Intrínseca.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="" width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-18453 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/05/contei.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" />Título</strong>: Tudo o que nunca contei<br />
<strong>Autora</strong>: Celeste Ng<br />
<strong>Tradução</strong>: Julia Sobral Campos<br />
<strong>Editora</strong>: Intrínseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2JMEzAW" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE </strong>– Na manhã de um dia de primavera de 1977, Lydia Lee não aparece para tomar café. Mais tarde, seu corpo é encontrado em um lago de uma cidade em que ela e sua família sino-americana nunca se adaptaram muito bem. Quem ou o que fez com que Lydia — uma estudante promissora de 16 anos, adorada pelos pais e que com frequência podia ser ouvida conversando alegremente ao telefone — fugisse de casa e se aventurasse em um bote tarde da noite, mesmo tendo pavor de água e sem saber nadar? À medida que a polícia tenta desvendar o caso do desaparecimento, os familiares de Lydia descobrem que mal a conheciam. E a resposta surpreendente também está muito abaixo da superfície.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Yasmin Lahm' src='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/yasmin-lahm/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Yasmin Lahm</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Mora em Porto Alegre. Leu seu primeiro livro da Agatha Christie aos 7 anos e, desde então, é apaixonada por literatura policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/05/26/resenha-tudo-o-que-nunca-contei-celeste-ng/">Em Tudo o que nunca contei, Celeste Ng foca no aspecto pessoal dos personagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Bom dia, Verônica, de Andrea Killmore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Lahm]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 13:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[andrea killmore]]></category>
		<category><![CDATA[bom dia veronica]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Yasmin Lahm &#8211; O romance policial vive um momento de efervescência ímpar no Brasil. Tony Belloto, Luiz Alfredo Garcia-Roza e Raphael Montes são apenas alguns dos autores que vêm se destacando recentemente no país, trazendo a literatura policial nacional para as listas dos livros mais vendidos e conquistando os fãs do gênero. Na expectativa...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Yasmin Lahm</em> &#8211; O romance policial vive um momento de efervescência ímpar no Brasil. Tony Belloto, Luiz Alfredo Garcia-Roza e Raphael Montes são apenas alguns dos autores que vêm se destacando recentemente no país, trazendo a literatura policial nacional para as listas dos livros mais vendidos e conquistando os fãs do gênero. Na expectativa de se juntar a esse time de autores sucesso de público e crítica, surge um novo nome, ou melhor, pseudônimo, na cena literária: Andrea Killmore e seu romance de estreia, “Bom Dia, Verônica”.</p>
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<p>O mistério começa com a autora – Killmore adotou um nome falso para preservar seu anonimato por questões de segurança. Antes de começar sua carreira literária, a escritora foi uma figura importante na polícia, mas após trabalhar infiltrada em um caso e sofrer uma perda pessoal ligada a ele, foi obrigada a deixar a corporação e assumir uma nova identidade.</p>
<p>O livro acompanha a história da personagem título Verônica, secretária do delegado do Departamento de Homicídios de São Paulo, que está entediada com a rotina burocrática de seu emprego.Com o intuito de quebrar a monotonia, ela decide assumir por conta própria, sem comunicar a seus superiores, duas ocorrências que chegam a suas mãos na delegacia – um caso de suicídio, em que a vítima se joga do prédio da delegacia após uma audiência infrutífera com o delegado, e um telefonema misterioso de uma mulher desconhecida alegando que seu marido é um assassino em série de mulheres. O que Verônica não podia prever era a dimensão que estes casos tomariam, e o quanto sua vida e seu trabalho seriam eclipsados por eles. Unindo elementos tão diversos (e atuais) como o universo dos relacionamentos online e a corrupção nos órgãos públicos, “Bom Dia, Verônica” reúne elementos eletrizantes que se entrelaçam de maneiras inesperadas e revelam um desfecho surpreendente.</p><div id="liter-573940069" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Narrada em primeira pessoa, a história nos permite mergulhar na mente de Verônica e acompanhar os conflitos e dúvidas que a acompanham, dando uma dimensão mais humana à personagem e a aproximando do leitor[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de se ver mergulhada em uma trama de assassinatos, estupros e chantagem, Verônica é uma mulher como todas as outras, com família, casa e emprego para administrar. O livro oferece ainda uma galeria de personagens coadjuvantes muito bem construídos, em que mesmo as vítimas dos crimes são descritas de modo que o leitor conheça suas particularidades e importância no enredo. Sobressai-se especialmente Janete, a esposa que denuncia o marido serialkiller, descrita de forma sensível e realista, compreendendo a relação de abuso e poder que caracteriza as vítimas de violência pelos companheiros.</p>
<p>A trama vai agradar em cheio aos fãs de Lisbeth Salander e seus métodos pouco convencionais de ação retratados na trilogia Millenium. Assim como a hacker sueca, Verônica demonstra certa descrença nas instituições (apesar de fazer parte da Polícia Civil) e prefere conduzir suas investigações à margem da lei. As semelhanças entre as personagens não param por aí: ambas sofreram problemas familiares devido ao seu envolvimento com as autoridades (o que justifica a desconfiança em relação a elas), e têm relacionamentos pessoais conturbados, que não raro se confundem com o caso com o qual estão envolvidas. <span style="color: #000000;">Entretanto, uma diferença fundamental que as separa são as motivações para desvendar os crimes: enquanto Lisbeth tem interesse pessoal nos crimes que investiga, Verônica é impelida, sobretudo, por sua inquietação e por um senso de justiça que deseja dar às vítimas dos crimes.</span></p>
<p>Vale também destacar o trabalho realizado pela Darkside Books na edição do livro, que conta com um projeto gráfico primoroso, característico dos livros da editora. As ilustrações que acompanham a obra dão a atmosfera de suspense febril do livro e agregam na construção do cenário da trama.</p>
<p>“Bom Dia, Verônica” é um romance de estreia de fôlego, que anuncia um futuro promissor para Andrea Killmore e sua protagonista Verônica. O detetive Bellini e o investigador Espinosa a aguardam no hall dos grandes personagens do romance policial brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Imagens: Yasmin Lahm<br />
* Livro cedido em parceria com a Darkside Books</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Bom-dia-Ver%C3%B4nica-Andrea-Killmore/dp/8594540884/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=bom+dia+ver%C3%B4nica&amp;qid=1569407129&amp;s=gateway&amp;sr=8-2&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=22fb7283190011a12f295698194fbec3" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594540884&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540884" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540175" alt="" width="1" height="1" border="0" />Título</strong>: Bom dia, Verônica<br />
<strong>Autora</strong>: Andrea Killmore<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<strong>Páginas</strong>: 256<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2zCGbXF" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE </strong>– Em &#8220;Bom dia, Verônica&#8221;, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Yasmin Lahm' src='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/yasmin-lahm/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Yasmin Lahm</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Mora em Porto Alegre. Leu seu primeiro livro da Agatha Christie aos 7 anos e, desde então, é apaixonada por literatura policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/03/06/bom-dia-veronica-de-andrea-killmore/">Bom dia, Verônica, de Andrea Killmore</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Objetos Cortantes, de Gillian Flynn, é um livro que explora a crueldade humana</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/12/01/objetos-cortantes-de-gillian-flynn/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Yasmin Lahm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 12:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradora]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[Gillian Flynn]]></category>
		<category><![CDATA[Objetos cortantes]]></category>
		<category><![CDATA[Yasmin Lahm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Yasmin Lahm &#8211; A literatura policial, como a maioria das áreas do conhecimento, sempre foi dominada pela presença masculina. Teria Sherlock Holmes feito tanto sucesso e ditado os cânones do romance policial moderno fosse ele uma mulher? E Hercule Poirot, teria se tornado icônico e adorado por tantos se fosse uma personagem feminina?...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Yasmin Lahm</em> &#8211; A literatura policial, como a maioria das áreas do conhecimento, sempre foi dominada pela presença masculina. Teria Sherlock Holmes feito tanto sucesso e ditado os cânones do romance policial moderno fosse ele uma mulher? E Hercule Poirot, teria se tornado icônico e adorado por tantos se fosse uma personagem feminina? É na direção contrária dessa estatística que figura a obra da escritora Gillian Flynn, e não poderia deixar de ser diferente em “Objetos Cortantes”, que coloca mulheres no centro de uma investigação criminal.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=858057658X&amp;asins=858057658X&amp;linkId=bc33fc358681cd3b901cca270a1496c7&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Gillian Flynn se tornou best-seller e conhecida do grande público com sua terceira obra publicada, “Garota Exemplar”, que deu origem ao filme de mesmo nome, adaptado para o cinema pela própria autora e que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Roteiro. No entanto, já em <a href="https://literaturapolicial.com/2018/09/17/10-motivos-matadores-para-ver-objetos-cortantes-a-serie/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Objetos Cortantes</a>, seu romance de estreia, ficam claros os traços que norteariam sua carreira literária. Personagens femininas complexas e perturbadas dão o tom da narrativa e conduzem o leitor na trama de intriga em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">[su_quote]O livro conta a história de Camille Preaker, repórter de um jornal pouco conhecido de Chicago, que recebe de seu editor a missão de voltar à sua cidade natal em busca de uma matéria impactante.[/su_quote]</p><div id="liter-573940069" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua pauta é cobrir o assassinato violento de duas garotinhas, acontecido com um intervalo de um ano, mas que apresentam as mesmas características e apontam para um único culpado, de quem a Polícia ainda não tem nenhuma pista. Ao chegar ao seu destino, Camille conclui que a cidade continua a mesma, porém ela havia mudado muito no tempo em que esteve afastada. É com esse olhar forasteiro que a jornalista se impele em busca da sua reportagem e, consequentemente, da solução dos crimes.</p>
<p>Como é de praxe nessas histórias, a personagem precisa lidar não só com o mistério a ser desvendado, mas também com seus próprios fantasmas. À medida que a personagem se embrenha na investigação e retoma contato com os moradores da cidade, ela revive conflitos internos e se recorda de momentos difíceis de sua vida. Por diversos momentos, a investigação criminal fica em segundo plano em relação à vida pessoal de Camille, e conforme o livro avança, fica claro para o leitor que é impossível separar a vida particular da personagem dos crimes, e que ambos estão intimamente ligados. Para solucionar o mistério, será preciso também fazer as pazes com seu passado e revirar os segredos de sua família.</p>
<p>O enredo se desenrola principalmente no núcleo familiar de Camille, colocando a jornalista, sua mãe e sua meia-irmã no centro da investigação. A autora nos conduz através da busca pelo assassino entrelaçando a história da família com a da própria cidade, nos levando a crer de que sabemos de antemão quem será o culpado; entretanto, e este é o grande trunfo de Flynn, ao fim do livro a verdade se revela de forma surpreendente, contradizendo as suspeitas da própria personagem.</p>
<p>Objetos Cortantes é um livro que explora a crueldade humana na sua essência mais primitiva, com uma atmosfera de tensão característica do suspense psicológico, que deixa o leitor constantemente preocupado com a segurança da protagonista. É uma obra para quem se interessa não só pela atividade detetivesca dos romances policiais, mas também pelo aspecto humano do crime, na melhor tradição de escritoras como Patricia Highsmith e Mary Higgins Clark. Ainda em seu primeiro livro, Gillian Flynn mostra que veio para dar continuidade a este legado e escrever mais do que histórias de detetives, mas histórias de conflitos humanos.</p>
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<h4 style="text-align: justify;">SOBRE O LIVRO</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.amazon.com.br/Sharp-Objects-cortantes-Gillian-Flynn/dp/858057658X/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1FBWN26H85KYW&amp;keywords=objetos+cortantes&amp;qid=1569407268&amp;s=gateway&amp;sprefix=objetos,aps,328&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=7b7eb7c1b4b40b479a8fd556b645ee95" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=858057658X&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=858057658X" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título</strong>: Objetos Cortantes<br />
<strong>Autora</strong>: Gillian Flynn<br />
<strong>Tradução</strong>: Alexandre Martins<br />
<strong>Editora</strong>: Intrínseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 256<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2najNSL" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida. Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Yasmin Lahm' src='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/022d3c42c49930b2557e9bad3a6ed1b6d925337cc7030d5a628f3c4300c968da?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/yasmin-lahm/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Yasmin Lahm</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Mora em Porto Alegre. Leu seu primeiro livro da Agatha Christie aos 7 anos e, desde então, é apaixonada por literatura policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/01/objetos-cortantes-de-gillian-flynn/">Objetos Cortantes, de Gillian Flynn, é um livro que explora a crueldade humana</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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