FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE – A convite da Editora Libretos, o literaturapolicial.com participou da mesa “Literatura policial: um gênero que se renova”, com os escritores Tailor Diniz e Antônio Cattani. Um dos temas tratados foi o porque de a literatura de suspense nacional não se tornar um gênero mais popular no país, já que é um dos gêneros favoritos pelos leitores no mundo.
Rogério Christofoletti, colunista do blog, falou sobre essa questão e sobre o mercado para os livros do gênero na 62ª Feira do Livro de Porto Alegre.
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Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx).
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"Mariposa", de Patricia Baikal e "Operação Arcádia", de Carol Bonacim mereciam ser lembrados, são excelentes romances policiais. Nacionais. Com orgulho!
RicardoFaria
Somos terceiro mundo. As elites e a classe média brasileira não têm biblioteca em casa, livro ocupa muito espaço. Não leem nada, nem catálogo telefônico. Preferem chocolate lindt. Tenho vários conhecidos que nunca leram um romance e os filhos seguem o mesmo caminho. Não passa pela cabeça desses senhores gastar na compra de livros. Restaurantes e vinhos são opções mais "inteligentes". Além disso, o brasileiro não acredita nas Instituições, base da ficção policial. Transmitir o hábito da leitura, transformá-la num ato lúdico, é a única forma que conheço para mudar os costumes de um povo. E essa dívida vem dos tempos do Cabral.
Olá, Ivan, sua consideração é revoltante, porém verdadeira. Como não concordar com suas palavras? Além disso, ter mencionado que há um problema na questão da credibilidade nas instituições e isso afetar o mercado da literatura policial no Brasil é uma visão bem cabível. Comecemos por nós a incentivar nossos filhos... o meu, de 4 anos, já tem uma mini-biblioteca bilíngue em sua estante. Fique bem, leia muito :). Abraço.