Um dos assassinos em série mais conhecidos nos Estados Unidos, Ted Bundy sequestrou, estuprou e assassinou mulheres durante a década de 1970. Preso, seu destino foi a cadeira elétrica em 1989, quando morreu com 42 anos. Desde então, sua fama parece ter só aumentado com o tempo.
Não são poucas as biografias que definem Bundy como um homem charmoso e sedutor, que enganava as vítimas com a sua “boa aparência e grandes olhos azuis”. O novo documentário da Netflix parece explorar este lado para reconstituir os crimes cometidos por Bundy. “Conversando com um serial killer: Ted Bundy” traz uma compilação de entrevistas, imagens de arquivo e gravações de áudio feitas com o assassino no corredor da morte.
[su_quote]“Sente medo quando olha para ele?”, pergunta um dos repórteres para uma mulher, no trailer divulgado esta semana. “Ele não parece que mataria uma pessoa”, responde ela.[/su_quote]
Bundy matou pelo menos trinta mulheres antes de ser preso, mas nem a confissão de culpa parece ter diminuído a atração que pessoas comuns sentem pelo assassino. Especialistas em criminologia explicam esta atração de várias formas, desde o fascínio humano pelo incompreensível até uma forma de lidar com a própria agressividade.
O documentário estreia dia 24 de janeiro na Netflix.
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Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com
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