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Hoje vamos homenagear 7 autores nacionais que marcaram a literatura através de seus livros policiais e de suspense. Confira a lista abaixo!
Você sabia que Marcos Rey foi um pseudônimo? O verdadeiro nome deste autor paulistano era Edmundo Donato, e ele é lembrado até hoje principalmente pelos livros de suspense para o público infanto-juvenil, muitos deles publicados pela Coleção Vagalume. Gerações de crianças tornaram-se leitoras a partir de clássicos como O Mistério do Cinco Estrelas, Enigma na Televisão, Um Cadáver Ouve Rádio e O Rapto do Garoto de Ouro.
Nascido em 1908 em São Paulo, o jornalista Jerônymo Monteiro foi um dos primeiros autores a publicar ficção científica no país, e ainda escreveu histórias de ficção policial sob o pseudônimo Ronnie Wells. É dele a série com o detetive Dick Peter, transmitida pela Rádio Tupi a partir de 1938 e depois lançada em uma série de quinze livros e até álbum de figurinhas. Uma curiosidade: Jerônymo Monteiro foi o primeiro editor da revista O Pato Donald no Brasil.
Outro paulistano na lista é Luiz Lopes Coelho, considerado pela crítica o primeiro autor a criar uma literatura policial verdadeiramente nacional, incorporando aspectos como a atmosfera de São Paulo em suas histórias. Escritor e advogado, Coelho foi o criador do personagem Doutor Leite, detetive que aparece nos livros A morte no envelope (1957), O homem que matava quadros (1961) e A ideia de matar Belina (1968). Para conhecer os contos publicados pela editora Sesi-SP, clique aqui.
Nascida em 1910 em Minas Gerais, Lucia Machado de Almeida é a autora de O Escaravelho do Diabo, um dos grandes clássicos da Coleção Vagalume e que foi publicado em folhetim na revista O Cruzeiro, em 1956. Sua carreira foi marcada principalmente pelos livros direcionados ao público infantojuvenil, como O Caso da Borboleta Atíria e As Aventuras de Xisto. Curiosidade: Lucia era irmã do escritor Aníbal Machado e tia da dramaturga Maria Clara Machado.
Foram muitos livros de suspense e mistério dedicados aos leitores adolescentes. Stella Carr começou a escrever para esse público em 1969, e quase dez anos depois publicava livros como O caso da estranha fotografia (1977), O enigma do autódromo de Interlagos (1977) e Eu, detetive: o caso do sumiço. Nascida em 1932, ela era natural do Rio de Janeiro.
Criou o primeiro detetive rural em um romance, o Tonico Arzão, protagonista do livro Quem Matou Pacífico?. Maria Alice Barroso era natural de Minas Gerais, foi diretora do Instituto Nacional do Livro, da Biblioteca Nacional e do Arquivo Nacional.
Sua série O Gênio do Crime, com o primeiro livro publicado em 1969, foi um grande sucesso entre os leitores. A partir daí, apareceriam outros livros com o grupo de heróis das aventuras da Turma do Gordo. Em 1973, O Gênio do Crime também foi parar no cinema no filme “O Detetive Bolacha contra o Gênio do Crime”.
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Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com
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