A série Mindhunter, sucesso na plataforma da Netflix e que caminha para a segunda temporada, foi inspirada no trabalho do ex-agente do FBI, John Douglas.
Foi na década de 1970 que ele começou a entrevistar serial killers em penitenciárias norte-americanas, coletando dados para criar perfis criminais. A prática ajudaria a identificar métodos e desenvolver uma investigação mais eficiente nos casos de assassinato.
Em entrevista à rede de TV Fox News, Douglas comentou sobre os muitos assassinos que entrevistou na carreira. Ele ressaltou um em especial que, segundo lembra, “o persegue até hoje”.
[su_quote]“Era Gary Heidnik, da Filadélfia… Ele era ainda pior do que o tal Buffalo Bill do filme O Silêncio dos Inocentes. Heidnik enchia uma cova com água e não afogava [suas vítimas], mas colocava-as na água até o pescoço e depois pegava um fio elétrico e as torturava enquanto elas estavam na água. Para piorar, depois que matava suas vítimas ele as colocava em um moedor de carne para alimentar as próximas vítimas.”[/su_quote]
Entre 1986 e 1987, Gary Michael Heidnik manteve seis mulheres acorrentadas e seminuas em seu porão. Ele torturou e estuprou todas elas, matando e desmembrando duas. Foi executado por injeção letal em 1999, aos 55 anos.
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Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com
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