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	<title>Arquivos A série Kenzie/Gennaro -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos A série Kenzie/Gennaro -</title>
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		<title>Os filhos da noite, de Dennis Lehane</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 12:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[A série Kenzie/Gennaro]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Lehane]]></category>
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		<category><![CDATA[Paciente 67]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Meninos e Lobos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Josué de Oliveira &#8211; No parágrafo de abertura de Os filhos da noite (Companhia das Letras, 480 páginas, R$ 49,50), um homem espera pelo momento em que será lançado ao mar. Seus pés foram mergulhados numa banheira cheia de cimento. Este homem, às portas de uma morte terrível, é Joe Coughlin, protagonista deste nono romance...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Por Josué de Oliveira</em> &#8211; No parágrafo de abertura de Os filhos da noite (Companhia das Letras, 480 páginas, R$ 49,50), um homem espera pelo momento em que será lançado ao mar. Seus pés foram mergulhados numa banheira cheia de cimento. Este homem, às portas de uma morte terrível, é Joe Coughlin, protagonista deste nono romance de Dennis Lehane – e, se a perspectiva de um destino tão horrendo (imaginem: ser jogado no mar com os pés mergulhados numa BANHEIRA CHEIA DE CIMENTO) não é o suficiente para capturar a atenção do leitor, eu sinceramente não sei o que é.</p>
<p style="text-align: justify;">Lehane, autor da série Kenzie/Gennaro – histórias de detetive que dialogam com a tradição <em>hardboiled</em> dos mestres do romance policial norte-americano – e dos avulsos Sobre meninos e lobos e Paciente 67 – que ganharam elogiadas adaptações cinematográficas – entra dessa vez no mundo dos gangsters na era da Lei Seca. A trama segue Joe Coughlin, filho fora-da-lei de um proeminente capitão da polícia de Boston, em sua ascensão dentro do crime organizado, dos pequenos assaltos a bares clandestinos em sua cidade natal aos altos escalões da máfia em Tampa, na Flórida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os filhos da noite</em> é, antes de tudo e essencialmente, a história de Joe. É através dos olhos dele que vamos acompanhando o desenrolar dos acontecimentos – assaltos a banco, guerras entre chefões do crime, os meandros do tráfico de bebidas – e, pouco a pouco, tomando conhecimento desse mundo paralelo que se descortina bem longe das vistas dos homens de bem. Um mundo que pulsa sob o manto da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início da narrativa, Joe está acostumado com essa vida noturna (esse conceito está presente no título original da obra, <em>Live by night</em>). É a vida que ele sempre almejou para si: longe de preocupações mundanas com as contas do mês, a hipoteca, a escola das crianças, e cheia de experiências com as quais os não iniciados jamais sonhariam. Sua jornada é um mergulho na face mais sombria do sonho americano, onde categorias como bom e mau perdem o sentido; faz-se apenas o necessário para a obtenção dos melhores resultados. Trair, delatar, matar – o que for. A exploração da subjetividade de Joe, suas contradições e incertezas, bem como sua natureza astuta e confiante, e o modo peculiar como ele lê as situações e pessoas a sua volta, impulsionam a leitura de <em>Os filhos da noite</em>. Lehane é um daqueles escritores com a capacidade de tornar seus protagonistas vivos, dar-lhes uma voz muito particular, dissecá-lo para o leitor.</p><div id="liter-70945263" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align: justify;">A galeria de personagens secundários criada pelo autor não é menos interessante. Como em todo bom épico, temos uma nêmesis à altura do “herói”: o líder da máfia irlandesa Albert White, cara legal e simpático quando não está ordenando o assassinato de rivais e buscando obstinadamente a cabeça de Joe. Emma Gould, <em>femme fatale</em> com quem Joe se envolve no primeiro ato do livro, enigmática a cada aparição, fugindo de clichês sem deixar de flertar com eles. Graciela, cubana radicada na Flórida que atua no crime do lado americano sem perder de vista o ideal de derrubar o governo-fantoche instalado pelos imperialistas em seu país. Irving Figgis, comandante do Departamento de Polícia de Tampa que mergulha gradualmente numa espiral de loucura. Loretta, jovem pura que acredita ter sido incumbida por Deus da tarefa de pregar contra a corrupção dos costumes, ameaçando os interesses da operação de Joe em Tampa. Lehane dá uma voz a cada um deles; não soam como caricaturas nem se apresentam como meros joguetes narrativos. Os eventuais conflitos nunca emergem como formas artificiais de tornar a história mais emocionante, mas como desdobramentos lógicos da personalidade das pessoas envolvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A ambientação merece destaque. As cidades são sempre alvo de grande atenção por parte de Lehane, que aqui demonstra duplamente seu talento para torná-las verdadeiros personagens: além da Boston de todos os seus romances anteriores, temos aqui Tampa, com sua população miscigenada, fábricas de charutos se multiplicando pelas esquinas, jacarés arrastando-se pelos pântanos, litros e litros de rum consumidos como água. O autor encaixa habilmente seus trechos descritivos – por vezes longos – em meio à narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O ritmo pode se mostrar lento no início, mas o ótimo desenvolvimento de personagens, o constante clima de ameaça e as cenas de ação que pipocam de tempos em tempos – não é uma história de máfia sem alguns tiroteios – recompensarão os que avançarem na leitura. Aqueles que já são leitores de Lehane certamente não se sentiram incomodados e contarão o romance como um de seus melhores. <em>Os filhos da noite</em> tem um desenvolvimento satisfatório e um final que ecoa na cabeça muito tempo após a última página, obrigando o leitor a refletir sobre a crueldade dos homens e o ciclo infindável da violência. Os que vivem à noite são perpetuamente visitados por seus pecados, e nem sempre sobrevivem para ver o nascer do sol.</p>
<p style="text-align: justify;">Obs. <em>Os filhos da noite</em> compartilha personagens com &#8220;Naquele dia&#8221;, sétimo livro do autor, embora ambos possam ser lidos separadamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<img decoding="async" class="alignnone wp-image-10249 size-full" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png" alt="star5" width="106" height="22" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8393 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/13427_gg.jpg?w=93" alt="13427_gg" width="93" height="150" /><strong>Título</strong>: Os filhos da noite<br />
<strong>Autor</strong>: Dennis Lehane<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<strong>Páginas</strong>: 480<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/os-filhos-da-noite-live-by-night-355123ed398825.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; A Lei Seca fez brotar do chão uma vasta rede de destilarias subterrâneas, bares clandestinos, gângsteres e policiais corruptos. Há muito que Joe Coughlin, o filho mais novo de um proeminente capitão da polícia de Boston, deu as costas à sua criação rígida e severa. Dos pequenos delitos cometidos na infância, Joe agora desfruta com gosto de uma carreira no crime construída a soldo de um dos mais temidos mafiosos da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/22/resenha-os-filhos-da-noite-de-dennis-lehane/">Os filhos da noite, de Dennis Lehane</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Dennis Lehane e a reinvenção do noir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2014 21:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[A série Kenzie/Gennaro]]></category>
		<category><![CDATA[Apelo às Trevas]]></category>
		<category><![CDATA[coronado]]></category>
		<category><![CDATA[Dança da Chuva]]></category>
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		<category><![CDATA[Sobre Meninos e Lobos]]></category>
		<category><![CDATA[Um Drink Antes da Guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Mateus Baldi &#8211; Quando Um Drink Antes da Guerra saiu nos Estados Unidos, há mais de 20 anos, Dennis Lehane ainda era um nome desconhecido. Nos meses seguintes, contudo, o descendente de irlandeses abocanhou o Shamus Award e uma resenha do New York Times onde os protagonistas – Patrick Kenzie e Angie Gennaro...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Mateus Baldi</em> &#8211; Quando Um Drink Antes da Guerra saiu nos Estados Unidos, há mais de 20 anos, Dennis Lehane ainda era um nome desconhecido. Nos meses seguintes, contudo, o descendente de irlandeses abocanhou o Shamus Award e uma resenha do New York Times onde os protagonistas – Patrick Kenzie e Angie Gennaro – são descritos como irreverentes e contrastantes com a seriedade do tema racial da obra.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535923446&amp;asins=8535923446&amp;linkId=1375afd86b260467ca3546b7fc416890&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Envolvido pelo sucesso do primeiro livro, Lehane começou a trabalhar na sequência que viria a ser conhecida pelos fãs como o verdadeiro início da série Kenzie &amp; Gennaro. Retratando em suas páginas um casal de amigos – ao melhor estilo Nick &amp; Nora Charles, do mestre Dashiell Hammett –, Dennis conseguiu unir o espírito libertário dos anos 1990 com a violência impregnada nas páginas do já citado Hammett e de seus contemporâneos James M. Cain e Raymond Chandler. Assim, Apelo às Trevas, segundo título da série, determinou a consagração de Lehane.</p>
<p>Aliando uma ótima trama de character background com serial killer e doses cavalares de adrenalina, Dennis conseguiu alçar seus personagens ao limite entre o best-seller puxado por Michael Connelly e o policial-padrão de Hammett e companhia.</p><div id="liter-70945263" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Sagrado, terceiro volume e ponto alto da série, apresenta ao leitor as consequências do final bombástico e estarrecedor de Apelo. Separados por questões de ordem suprema, Patrick Kenzie e Angela Gennaro são sequestrados por um bilionário à beira da morte. Para serem libertados, precisam descobrir onde se meteu a filha dele, uma linda mulher que parece ter atraído para a morte o primeiro responsável pelo caso, um cara chamado Jay Becker – mentor de Kenzie, o que só atiça mais a fogueira. Sagrado é uma sucessão de plot twists inteligentes e coesos que transforma a narrativa num barril de pólvora pronto para ser detonado.</p>
<p>Completamente fatigado pelo enredo anterior, Lehane soltou aquele que é considerado o melhor romance dos detetives: Gone, Baby, Gone.</p>
<p>Finalmente tocando a agência de investigações, Pat e Angie são catapultados para algo inimaginável: uma menininha foi sequestrada. O caso virou notícia nos principais jornais; a polícia não sabe o que fazer. Resta à família da pequena Amanda recorrer aos detetives. Uma trama intrincada se desenvolve. Lehane balança em alguns momentos, mas entrega um final satisfatório e cheio de interrogações para o futuro.</p>
<p>Quando o século 21 começou a se assomar no horizonte, Lehane pôs um ponto final naquela coisa toda de Nick &amp; Nora encapsulados com Kurt Cobain. Dança da Chuva, último romance da chamada fase um, trata da indústria do cinema, o stalk e vira uma saraivada de intimismo e vingança. Karen Nichols procurou a ajuda de Patrick: estava sendo assediada na academia. Caso resolvido, tudo indo muito bem, quando&#8230; meses depois, Karen é encontrada morta e sua vida é muito diferente daquela que Kenzie conhecera. Arrasado pela descoberta, ele parte à procura de Angie – sim, estão brigados de novo – para resolver o caso. Um final digno de anos 90 para os grandes detetives dos anos 90.</p>
<p>Lehane passou a se dedicar a outros projetos. Escreveu o badalado Sobre Meninos e Lobos, o livro de contos Coronado, o cultuado Ilha do Medo e retornou às sagas com uma pegada histórica que nenhum fã poderia imaginar. Naquele Dia, um retrato épico do pós-WW1, nos mostra a família Coughlin e todas as desventuras que Boston passava depois de 1918. Lehane curtiu a brincadeira e resolveu lançar uma sequência, Os Filhos da Noite. Antes, porém, diante da chiadeira geral dos fãs saudosos de Kenzie &amp; Gennaro, o americano soltou o mediano Estrada Escura.</p>
<p>Anos depois, a agora adolescente Amanda – sim, aquela que sumiu em Gone, Baby, Gone – volta a desaparecer. Em seu rastro, máfias da Europa oriental, um artefato hammettiano à la Falcão Maltês e mais doses cavalares de violência. Apesar da trama fraca, não teve má repercussão graças ao bom plot dos protagonistas – casados, formados na faculdade e pais de Gabriella, Patrick e Angela levam uma vida encapsulada pelo frenesi do século 21. Não há mais rock ‘n roll. Não há mais violência. A Crise de 2008 bateu à porta e todos estão desempregados, fazendo bicos.</p>
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<p>Lehane sabe como acertar mesmo errando (feio). Tem o dom para isso. A série ainda conta com o ótimo Bubba Rogowski, um obeso que sofre de síndrome do pânico e fornece os armamentos necessários para as empreitadas dos protagonistas – sim, até mesmo Lehane cai no clichê do amigo-do-detetive, mas, de novo, acerta na mosca do erro, tornando-o extremamente divertido.</p>
<p>Lehane, em resumo, não é prolífico como Michael Connelly ou Patricia Cornwell. Não escreve um livro por ano e tampouco sente vontade de fazê-lo. Cada obra é uma obra, única, universal, própria daquele momento. Sem hesitar: vale a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>PS: para uma antologia chamada FaceOff, lançada em junho de 2014, Lehane e Connelly escreveram juntos uma história que une Kenzie e Harry Bosch. Disponível na Amazon para encomenda.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2lFQoiT" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Encontre livros e e-books de Dennis Lehane</a></span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/08/13/dennis-lehane-e-a-reinvencao-do-noir/">Dennis Lehane e a reinvenção do noir</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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