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	<title>Arquivos amy adams -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos amy adams -</title>
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		<title>10 motivos matadores para ver Objetos Cortantes, a série</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/09/17/10-motivos-matadores-para-ver-objetos-cortantes-a-serie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 11:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[amy adams]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[garota exemplar]]></category>
		<category><![CDATA[Gillian Flynn]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Objetos cortantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Quem ficou arrebatado com “Garota Exemplar”, não deve esperar por menos de “Objetos Cortantes”. O primeiro foi parar no cinema em 2014 pelas mãos de David Fincher, o diretor de “Seven” e “Clube da Luta”, só pra citar os mais incisivos. O segundo chegou há pouco à TV e está arrancando...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Quem ficou arrebatado com “Garota Exemplar”, não deve esperar por menos de “Objetos Cortantes”. O primeiro foi parar no cinema em 2014 pelas mãos de David Fincher, o diretor de “Seven” e “Clube da Luta”, só pra citar os mais incisivos. O segundo chegou há pouco à TV e está arrancando elogios como quem extrai um pré-molar sem anestesia. Por trás das duas histórias está Gillian Flynn, que não só escreveu os thrillers em 2012 e 2006, mas também assinou o roteiro cinematográfico do primeiro e produziu e ajudou a criar o segundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=858057658X&amp;asins=858057658X&amp;linkId=ab231c725aba54645aea64f3f1c30d90&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Flynn é dessas autoras que socam a boca do estômago enquanto acariciam o nosso rosto. As mulheres de seus livros são complexas, multidimensionais, perturbadoras. As relações entre os personagens são encharcadas de ambiguidade e perversidade, e sempre sobra um generoso espaço para aquelas verdades que magoam. Suas histórias desnorteiam, os crimes são cruéis e nos deixam em pedaços. Ao final, percebemos que fomos arrastados para lugares que não frequentaríamos se tivéssemos escolha. Por isso, selecionamos dez razões para você conferir “Objetos Cortantes”, a minissérie da HBO que não vai te deixar dormir depois de acabar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Complicada e perfeitinha</h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://media.giphy.com/media/XKwOEaONCiuhbx8X3M/giphy.gif" width="400" height="225"></p>
<p>A jornalista Camille Preaker volta a sua cidade natal para reportar uma série de assassinatos de garotas adolescentes. Ela bebe demais, tem tendências suicidas e é constantemente assombrada pelo passado e pela mãe manipuladora. Camille é instável emocionalmente e se flagela, cortando a própria pele com objetos afiados. Seu corpo é um inventário de pensamentos doentios, frustrações e pedidos de socorro. Ao mesmo tempo, Camille Preaker é determinada e corajosa. Sim, sofremos com ela, mas também torcemos por ela.</p><div id="liter-3353852711" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Que elenco, amigos!</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://media.giphy.com/media/Zczl0L8Xi1J8sQ8kqH/giphy.gif" width="400" height="225"></p>
<p>Se não conseguimos desgrudar da protagonista vivida por Amy Adams, outros atores também oferecem atuações marcantes. Patricia Clarkson encarna a mãe cheia de mistérios, e Eliza Scanlen, a atrevida meia-irmã. Chris Messina é o detetive bonitão-forasteiro em disputa com o antiquado chefe da polícia local, interpretado por Matt Craven. Henry Czerny desenha um padrasto intrigante, e Elizabeth Perkins, uma ricaça venenosa. Para completar, Sophia Lillis – que você deve reconhecer por seu papel em IT – está muito bem escalada na pele da protagonista em sua adolescência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Ninguém presta, e isso é ótimo</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://media.giphy.com/media/553ZGtjlzf5D7F2Fss/giphy.gif" width="400" height="225"></p>
<p>Não se engane com a boa estampa, pois nessa história todos mantêm esqueletos no armário. Pouca gente se salva e eu não vou contar quem. Apenas saiba que Wind Gap, a cidadezinha onde os crimes acontecem, parece bonitinha e organizada, mas no fundo, não passa de um ninho de cobras. Seus habitantes têm vidas tediosas e miseráveis, e até os porcos que engordam para serem abatidos, são mais felizes. Vale a máxima: Pequenas cidades guardam grandes segredos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580572908&amp;asins=8580572908&amp;linkId=03d91fad956180a4a159a5f1378d3e6f&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h3>&nbsp;</h3>
<h3>4. Crime, suspense e algum terror</h3>
<p>Desaparecimentos e mortes violentas de meninas recém-chegadas à puberdade não são nada agradáveis. A jornada não é só para descobrir o assassino em série, mas também discernir o que são memórias tristes, revelações aterradoras, alucinações alcoólicas e fantasmas de verdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Prepare-se para ficar perdido</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://media.giphy.com/media/QNinYlHGRS2k2rCgHl/giphy.gif" width="400" height="225"></p>
<p>Além das cenas que nos desnorteiam sobre se realmente aconteceram, somos chacoalhados com a alternância de tempos sem qualquer aviso. O diretor Jean-Marc Vallée, de “Clube de Compras Dallas”, esbarra de propósito nas balizas que costumam nos deixar acomodados numa trama quadradinha. O resultado é uma experiência sombria e tão angustiante quanto a vida de Camille Preaker. Ter aquela vertigem de não estar entendendo muita coisa é um sintomia natural por aqui. Cortes secos e ritmo oscilante são recursos adicionais que afastam “Objetos Cortantes” do entretenimento didático tão comum no cinema americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. É curta, mas dura</h3>
<p>A minissérie tem oito episódios de mais ou menos uma hora cada, mas a intensidade da trama pode te fazer desistir de maratonar. Não tenha pressa. Cada capítulo merece ser degustado com a calma dos mais pérfidos assassinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Tem Led na trilha</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://media.giphy.com/media/3ojuirUAG4qET4pXAb/giphy.gif" width="400" height="225"></p>
<p>Camille Preaker não persegue apenas o assassino das garotas da sua cidade. Ela está atrás de si mesma também e dos espectros que atormentam a mulher que se tornou após uma adolescência de abusos e abandonos. Seus momentos mais calmos parecem ser quando ela dirige o velho carro pelas desoladas ruas de Wind Gap sob os berros de Robert Plant e seu Led Zepellin. São como facadas no ouvido!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Abertura inteligente</h3>
<p>Um cacoete de quem costuma devorar séries é pular a abertura dos episódios, afinal, eles funcionam como intervalos indesejáveis no fio narrativo. Os realizadores de “Objetos Cortantes” lançaram mão de um recurso interessante: a abertura é sempre a mesma, mas a trilha sonora que a acompanha se modifica a cada capítulo. Isso não serve apenas para mostrar novas musiquinhas. Na verdade, isso nos faz assistir a abertura de novo e de novo, e dá a oportunidade de buscarmos pistas nas cenas caoticamente costuradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. Ela é para fortes; seja também</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://media.giphy.com/media/8P7mKHxxP7F66eJelU/giphy.gif" width="400" height="225"></p>
<p>“Objetos Cortantes” não é passatempo nem matinê. É um enredo sombrio, com uma carga dramática quase insuportável em alguns momentos. Cenas banais funcionam como gatilhos emocionais para a protagonista, e isso também pode acontecer com espectadores mais sensíveis. A série fala de tragédias familiares, de profanação de corpos, estupro e relacionamentos abusivos. Trata também de deterioração mental, culpa, punição, sexismo, manipulação e chantagem emocional. Acompanhar Camille é descer alguns círculos do inferno de Dante&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>10. Veja até o final mesmo</h3>
<p>O bom encadeamento dos oito capítulos permite que as peças se encaixem pra valer no último episódio. Como um bom thriller, detalhes muito importantes são revelados nos instantes finais. Então, assim que as verdades começarem a surgir e seu queixo cair, apanhe-o de volta e fique com os olhos grudados na tela: em meio aos créditos, algumas cenas ajudarão a completar o horror da descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/09/17/10-motivos-matadores-para-ver-objetos-cortantes-a-serie/">10 motivos matadores para ver Objetos Cortantes, a série</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em entrevista, Gillian Flynn fala sobre a adaptação de Objetos Cortantes</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/07/02/em-entrevista-gillian-flynn-fala-sobre-a-adaptacao-de-objetos-cortantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jul 2018 18:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[amy adams]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[garota exemplar]]></category>
		<category><![CDATA[Gillian Flynn]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Objetos Cortantes é o primeiro livro de Gillian Flynn, mesma autora de Garota Exemplar. A história foi adaptada para a TV e estreia dia 8 de julho na HBO. A série é protagonizada por Amy Adams, tem oito episódios e direção Jean-Marc Vallée (Big Little Lies). &#160; &#160; O livro narra o retorno da repórter...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Objetos Cortantes é o primeiro livro de Gillian Flynn, mesma autora de Garota Exemplar. A história foi adaptada para a TV e estreia dia 8 de julho na HBO. A série é protagonizada por Amy Adams, tem oito episódios e direção Jean-Marc Vallée (Big Little Lies).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=858057658X&amp;asins=858057658X&amp;linkId=a4695538d0c960a7ec87c6135519de97&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O livro narra o retorno da repórter Camille Preaker, recém-saída de um hospital psiquiátrico, à sua cidade natal para investigar o brutal assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra. À medida que as investigações para elaborar sua matéria avançam, Camille passa a desvendar segredos perturbadores, tão macabros quanto os problemas que ela própria enfrenta (<a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/02/resenha-objetos-cortantes-de-gillian-flynn/">confira a resenha aqui</a>).</p>
<p><a href="https://www.thetimes.co.uk/article/gillian-flynn-interview-the-author-of-gone-girl-on-her-new-tv-series-sharp-objects-which-stars-amy-adams-zk97z35cs" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Em entrevista ao jornal The Times</a>, a autora falou mais sobre a adaptação e seus livros, sempre presentes na lista de mais vendidos.</p><div id="liter-3353852711" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 548px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.hbo.com/content/dam/hbodata/series/sharp-objects/home/171206-sharp-objects-firstlook-B-1920.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.web.1200.675.jpeg" width="548" height="308"><figcaption class="wp-caption-text">Imagem: HBO</figcaption></figure>
<h4>Sobre o mercado literário</h4>
<p>&#8220;O que eu lia de sobra eram livros sobre homens, sua raiva, autoflagelação e violência, e com o que essa violência parecia de geração para geração&#8230; O que sentia era uma completa ausência de qualquer algo que examinasse como as mulheres processam a raiva.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Sobre Garota Exemplar</h4>
<p>“Com Garota Exemplar, eu definitivamente senti que eles estavam pensando: &#8216;Vamos deixar você escrever este primeiro rascunho, e então você provavelmente vai embora&#8217;&#8230; Mas David Fincher gostou do primeiro rascunho então eu estava a bordo.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Sobre Objetos Cortantes</h4>
<p>“Foi o meu primeiro livro e tive uma comunhão particular com ele&#8230; Francamente, foi também o que eu senti que poderia ter ido mais longe. Tem aquela pitada de gótico, e nas mãos erradas pode acabar de forma exagerada.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Queria ser uma repórter de crime</h4>
<p>&#8220;Sempre fui fascinada pela violência e pelo motivo das coisas darem errado, principalmente para pessoas as quais as coisas não deveriam dar errado&#8230; Acho que ou as pessoas querem olhar embaixo da rocha ou não. Eu sempre fui do tipo &#8220;O que há sob essa pedra?&#8221; Sempre&#8221;.</p>
<p>&#8220;Acontece que eu não consigo suportar a realidade, não consigo ter essas histórias verdadeiras na minha cabeça&#8230; eu não faço pesquisa, mas posso imaginar coisas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580572908&amp;asins=8580572908&amp;linkId=66d06bb4bbecf36f531567bf2cb705c5&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Sobre Objetos Cortantes ser autobiográfico</h4>
<p>“Eu estava vivendo um tipo de vida bêbado, não necessariamente saudável, tipo a Camille&#8230; Eu não me agredia ou me machucava mas às vezes eu entrava em depressão, e eu sempre tive um senso de autodestruição afiado. Acho que muitas pessoas têm, especialmente mulheres.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Influência de Dennis Lehane</h4>
<p>&#8220;Por muito tempo, Objetos Cortantes era apenas mulheres em uma série de salas, falando sobre violência e raiva&#8221;, continua ela. Após ler Sobre Meninos e Lobos, livro de Dennis Lehane sobre três homens irrevogavelmente ligados por um incidente violento de seu passado. &#8220;De repente eu entendi&#8230; Eu poderia anexar um mistério ao livro, e era isso que me daria o motor da história. Eu aprendi que mistérios são uma maneira de eu falar sobre todas as coisas que eu quero falar.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>[Imagens: Divulgação, Variety]</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/07/02/em-entrevista-gillian-flynn-fala-sobre-a-adaptacao-de-objetos-cortantes/">Em entrevista, Gillian Flynn fala sobre a adaptação de Objetos Cortantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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