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	<title>Arquivos autora nacional -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos autora nacional -</title>
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		<title>Cláudia Lemes lança manual para quem quer escrever thrillers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 15:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>LANÇAMENTO &#8211; Autora de mais de dez romances, a escritora Cláudia Lemes lança este mês um guia para quem quer se dedicar a escrever thrillers. “Santa Adrenalina” está saindo pela Editora Lendari, e traz dicas diversas para autores iniciantes e também experientes sobre personagens, plot twists, como manter a tensão entre uma cena de ação,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-20574 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/collageclaudia.jpg?w=639" alt="" width="639" height="371" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><strong>LANÇAMENTO</strong> &#8211; Autora de mais de dez romances, a escritora Cláudia Lemes lança este mês um guia para quem quer se dedicar a escrever thrillers. “Santa Adrenalina” está saindo pela Editora Lendari, e traz dicas diversas para autores iniciantes e também experientes sobre personagens, plot twists, como manter a tensão entre uma cena de ação, obstáculos da narrativa, entre outros tópicos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Cláudia Lemes é autora de <em>Eu vejo Kate: o despertar de um serial killer</em> e <em>Um martíni com o diabo</em>, publicados pela Editora Empíreo, comanda o canal Escrita e Storytelling em 1 Minuto e o Serial Chicks e também é fundadora da <a href="https://www.facebook.com/Aberst-124655458190355/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Associação Brasileira de escritores de Romance Policial, Suspense e Terror</a>, a ABERST.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><a href="http://www.lendari.com.br/santa-adrenalina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Santa adrenalina</em> está disponível para venda no site da Editora Lendari</a></span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/24/claudia-lemes-lanca-manual-para-quem-quer-escrever-thrillers/">Cláudia Lemes lança manual para quem quer escrever thrillers</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Nathalia Alvitos lança segundo livro com tramas sobre crimes e disputa de poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2017 15:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[editora chiado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIVULGAÇÃO &#8211; Um jogo de poder que envolve políticos, traficantes, polícias e imprensa televisiva são alguns dos ingredientes que a jornalista e escritora Nathalia Alvitos se utiliza para apimentar a trama de seu segundo livro, o romance policial “Cidade Perdida”, que será lançado no final de novembro, pela editora portuguesa Chiado. A autora traz, mais...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-20484" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/capa-cidade_perdida2.jpg?w=300" alt="" width="700" height="471" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><strong>DIVULGAÇÃO</strong> &#8211; Um jogo de poder que envolve políticos, traficantes, polícias e imprensa televisiva são alguns dos ingredientes que a jornalista e escritora Nathalia Alvitos se utiliza para apimentar a trama de seu segundo livro, o romance policial “Cidade Perdida”, que será lançado no final de novembro, pela editora portuguesa Chiado. A autora traz, mais uma vez, uma mulher como personagem principal. Lana Garcia é uma inspetora da polícia civil capaz de desvendar todos os crimes que caem em suas mãos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Temida por todos que exercem o mínimo de poder, Garcia se alimenta de proteger a cidade à sua maneira e só confia em uma pessoa: o comissário Germano, a quem chama de mestre. Mas ao ser escalada para investigar um assassino em série, que tem como alvos homens poderosos de uma emissora nacional de TV, se vê em um mundo construído por segredos inesperados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Tudo acontece numa cidade onde a corrupção e a violência são os maiores inimigos, os políticos negociam cargos através de altas cifras, policiais fazem acordos com traficantes e a imprensa divulga a notícia para conquistar uma maior audiência. Apesar da estética realista que marca o romance, as tramas são pura ficção.</span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20485" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:40px;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/capa-cidade_perdida.jpg?w=186" alt="" width="350" height="566" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">A atual crise que abala o Rio de Janeiro somada à experiência como repórter policial foram as responsáveis pela mudança de estilo da escritora. “Tenho compromisso, acima de tudo, com o tempo e com a sociedade em que vivo, sendo assim, o romance policial nasceu naturalmente. Cidade Perdida é ficcional, porém o grau de violência é verdadeiro, o que deve chocar a maioria dos leitores. O meu objetivo é a reflexão, sempre.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Quando a sociedade se cala, consequentemente consente a desordem e nutre a ideia de que nem toda legalidade é justa e, por isso, toda justiça é válida. A autora conclui que, desta forma, “é fácil imaginar porque vivem na Cidade Perdida, difícil é continuar sobrevivendo”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Em “Lavínia: no Limite”, lançado em 2015, Nathalia fala sobre a solidão através de uma jovem de 25 anos, que apesar de atender os padrões de beleza e de ter sucesso no trabalho, é uma outsider por não compreender os valores da sociedade.</span></p>
<p><strong><span style="font-size:1.75em;color:#000000;">Sobre a autora<br />
</span></strong><strong style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.45em;color:#000000;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-20486 size-thumbnail" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/livro_cidade.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nathalia Alvitos, 33 anos, é jornalista formada pela PUC-Rio e se especializou em Segurança Pública com cursos em Israel e no Rio de Janeiro. Trabalhou na Marinha do Brasil, Rede Globo, Rede Bandeirantes e Rede Record, emissora em que se tornou repórter policial. Em 2015 iniciou sua carreira na literatura com o romance “Lavínia: no limite”. O sucesso foi tanto que a autora foi convidada a participar da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) no mesmo ano e para a Festa Literária de Nova Friburgo (FLINF) em 2016.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>(Imagens: Divulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/23/nathalia-alvitos-lanca-segundo-livro-com-tramas-sobre-crimes-e-disputa-de-poder/">Nathalia Alvitos lança segundo livro com tramas sobre crimes e disputa de poder</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>A Última Chave: Realidade em um Mundo Paralelo, de Camila Guerra</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/10/20/a-ultima-chave-realidade-em-um-mundo-paralelo-de-camila-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2017 21:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[A Última Chave: Realidade em um Mundo Paralelo]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[camila guerra]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradora]]></category>
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		<category><![CDATA[leila gonçalves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Soa absurdo para a ciência que uma pessoa possa se desprender do corpo durante o sono e deslocar-se através de paredes, transpor distâncias a velocidades impensáveis e interagir com alguém que está neste mesmo estado ou até morto. Tudo isto sem perder a consciência, o pensamento lógico e o comando sobre os movimentos. Enfim, corpo...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-20473 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/2133461247.jpg" alt="" width="639" height="387" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Soa absurdo para a ciência que uma pessoa possa se desprender do corpo durante o sono e deslocar-se através de paredes, transpor distâncias a velocidades impensáveis e interagir com alguém que está neste mesmo estado ou até morto. Tudo isto sem perder a consciência, o pensamento lógico e o comando sobre os movimentos. Enfim, corpo e essência são inextricáveis, esta sensação está ligada a problemas durante o sono e o responsável é o cérebro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Entretanto, algumas religiões e correntes filosóficas discordam desta ideia. Acreditam que seja possível realizar uma viagem extracorpórea e preferem dar outra explicação: há níveis de consciência e planos de realidade que a ciência ainda não consegue explicar.” Partindo desta premissa, a escritora Camila Guerra desenvolveu <em>A última chave</em>, onde ela exibe destreza para abordar este assunto pois, há anos, vem se dedicando ao seu estudo.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p style="text-align:justify;padding-left:120px;"><span style="font-size:1.35em;color:#808080;">Sua protagonista chama-se Sofia e é uma estudante de psicologia que também trabalha numa escola para crianças especiais. Vítima de pesadelos, ela decide fazer um curso sobre sonhos lúcidos e projeção astral. O que ela não imagina é a enrascada em que está se metendo. Ao invés de resolver seu problema, ela irá se envolver numa misteriosa missão, colocando em risco sua vida.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Com uma dose de romance na medida exata (Sofia vai se apaixonar para valer), a trama também destila terror e suspense, aliás, é impossível largar o livro conforme ele se aproxima do desfecho. Os sonhos lúcidos da jovem primam pelos detalhes e são absolutamente imprevisíveis, podendo levá-la para um belo jardim ou um lugar sombrio, de atmosfera pesada, ocupado por estranhos habitantes. Estas cenas lembram um filme de sucesso, &#8220;Muito Além da Vida&#8221;, estrelado por Robin Williams.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20472 size-full" style="margin-top:40px;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/giphy-11.gif" alt="" width="449" height="253" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Um único aspecto me incomodou, mas não chega a comprometer a leitura. A protagonista poderia ser um pouco menos idealizada. Bonita, inteligente e sem qualquer defeito, fica difícil se identificar com ela.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Finalmente, trata-se de uma autopublicação disponibilizada apenas no formato de ebook pela Amazon. Primando pela qualidade, merece destaque a foto escolhida para a capa, de Gustavo Thomé, e a correta revisão do texto a cargo de Marcos J. Pinto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Boa leitura!</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20469 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/10/chave.jpg" alt="" width="200" height="300" /><strong>Título</strong>: A última chave: realidade em um mundo paralelo<br />
<strong>Autora</strong>: Camila Guerra<br />
E-book Amazon<br />
Páginas: 174<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/a-ultima-chave-432948ed490508.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p>SINOPSE – Sofia mantém sua vida nas rédeas e está muito feliz sozinha. Até o dia em que encontra um livro intrigante que muda completamente a sua vida, envolvendo-a em uma série de sonhos estranhos. Sem querer, ela passa a viver experiências muito intensas fora do corpo. Essas experiências trazem para sua vida um tufão que bagunça seu auto-controle e, de quebra, traz-lhe uma indesejada e arrebatadora paixão e uma batalha incansável contra um inimigo feroz. Sonho ou realidade? A realidade nos sonhos pode ser implacável e verdadeira…</p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<strong>LEILA DE CARVALHO E GONÇALVES</strong> &#8211; <em>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</em></p>
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</div>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/10/20/a-ultima-chave-realidade-em-um-mundo-paralelo-de-camila-guerra/">A Última Chave: Realidade em um Mundo Paralelo, de Camila Guerra</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>14 autoras nacionais de crime, suspense e mistério</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/06/15/video-14-autoras-nacionais-de-crime-suspense-e-misterio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 17:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Patricia Melo]]></category>
		<category><![CDATA[vera carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MULHERES DO SUSPENSE &#8211; Neste vídeo, indico 14 autoras nacionais que abordam crime, suspense e mistério em seus livros. Na descrição do vídeo vocês vão encontrar links para várias resenhas que já publicamos no blog. É certo que não consegui reunir todas as escritoras em um só vídeo. Se vocês tiverem mais indicações para aumentar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>MULHERES DO SUSPENSE &#8211; Neste vídeo, indico 14 autoras nacionais que abordam crime, suspense e mistério em seus livros. Na descrição do vídeo vocês vão encontrar links para várias resenhas que já publicamos no blog.</p>
<p>É certo que não consegui reunir todas as escritoras em um só vídeo. Se vocês tiverem mais indicações para aumentar a nossa lista, postem nos comentários aqui e no Youtube!</p>
<h4>&nbsp;<br />
Assista ao vídeo aqui</h4>
<p style="text-align: left;">[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=oLfhjgMknbg[/embedyt]</p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/15/video-14-autoras-nacionais-de-crime-suspense-e-misterio/">14 autoras nacionais de crime, suspense e mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Verme, de Carina Luft</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2016 16:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[dublinense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>POR ANA PAULA LAUX &#8211; Lançado em 2014, “Verme” (Dublinense) é o segundo livro da escritora gaúcha Carina Luft e também o segundo com o delegado Fernão Weber, seu personagem &#8220;nem totalmente bom, nem totalmente mau, apenas humano&#8221;, como a autora mesmo o define em alusão ao francês Honoré de Balzac. O livro não é...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-15509 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/img_1291a.jpg" alt="img_1291a" width="639" height="383" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>POR ANA PAULA LAUX</strong> &#8211; Lançado em 2014, “Verme” (Dublinense) é o segundo livro da escritora gaúcha Carina Luft e também o segundo com o delegado Fernão Weber, seu personagem &#8220;nem totalmente bom, nem totalmente mau, apenas humano&#8221;, como a autora mesmo o define em alusão ao francês Honoré de Balzac.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O livro não é propriamente um romance policial mas um romance <em>sobre</em> um policial, sobre o seu passado e como ele se tornou alguém que não almejava ser. Numa viagem pelas memórias do delegado Weber, ele revive os crimes de corrupção que praticou enquanto policial, crimes que considerava levemente transgressores mas que se tornaram frequentes e irreversíveis com o tempo. </span><span style="font-size:1.15em;">Seduzido pelo desejo de prosperar, a ganância e as benesses da profissão falaram mais alto, e essas escolhas comprometeram sua vida profissional e pessoal. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align:center;">&#8220;Eu não deveria ter congelado meus princípios<br />
e minha ideologia, mas fiz isso.&#8221;</h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Weber sofre de uma doença degenerativa, então passa os últimos dias debilitado e praticamente sozinho. É nesse contexto que confessa seus pecados para o investigador Nestor, personagem que aparece no primeiro romance policial de Carina, &#8220;Fetiche&#8221;. Como já é tarde para recomeçar, só resta ao ex-delegado imaginar o que teria sido do futuro se o idealismo juvenil tivesse falado mais alto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15502 size-large" style="margin-top:30px;margin-bottom:0;border:1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/img_1299.jpg?w=639" alt="img_1299" width="639" height="479" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15504 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/img_1289.jpg" alt="img_1289" width="639" height="501" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15523 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/img_1306.jpg" alt="img_1306" width="639" height="479" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A trama é alternada entre situações do passado e do presente do protagonista. As referências situadas no passado acontecem numa época após o golpe militar de 1964, então há várias histórias sobre atos criminosos de militares e como a impunidade, desde então, já se configurava num dos maiores obstáculos morais do país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">&#8220;Verme&#8221; é um livro de leitura rápida, e me levou a pensar na insistente fragilidade moral das pessoas, naquelas cujo caráter é acessório e nas que não se rendem aos desvios de conduta. Como escrevi no início, Carina Luft é gaúcha e natural de Montenegro, cidade na região metropolitana de Porto Alegre. Ela lançou o primeiro romance policial em 2010, também publicado pela Editora Dublinense. </span></p>
<h4 style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Mais uma autora nacional que vale a pena conhecer!</span></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15432 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/verme.jpg?w=205" alt="verme" width="205" height="300" />Título</strong>: Verme<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8583180407/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8583180407&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=SLDKJAFEWOUW2R7C" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-thumbnail wp-image-14711" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/maxresdefault.jpg?w=150" alt="maxresdefault" width="150" height="71" /></a></p>
<p><strong>Autora</strong>: Carina Luft<br />
<strong>Editora</strong>: Dublinense<br />
<strong>Páginas</strong>: 144<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/verme-419274ed476217.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE –</strong> Policiais, bicheiros, militares, políticos, prostitutas e até o reitor da universidade. Todos eles fazem parte do jogo de poder e corrupção que o delegado Fernão Weber enfrentou durante anos, dividido entre a justiça e o dinheiro fácil. Ele então resolve vomitar os podres e as angústias que o acompanharam nessa trajetória crua, passando pelo desmanche de carros e chegando a uma trama que envolve chantagem e assassinato entre banqueiros do jogo do bicho e seus comparsas.</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top:50px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="ana2" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/11/13/verme-de-carina-luft/">Verme, de Carina Luft</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Cabo de Guerra invoca fantasmas do passado militar brasileiro</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/06/06/cabo-de-guerra-invoca-fantasmas-do-passado-militar-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 13:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[boitempo editorial]]></category>
		<category><![CDATA[cabo de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[ivone benedetti]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Boitempo Editorial lança em junho o segundo romance de Ivone Benedetti, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em &#8220;Cabo de Guerra&#8221;, a autora invoca fantasmas do passado militar brasileiro pela perspectiva incômoda de um homem sem convicções transformado em agente infiltrado. O lançamento oficial acontece dia 15 de junho, em São Paulo. Confira a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12905 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/06/13391052_1684712251789176_956363190_n.jpg" alt="13391052_1684712251789176_956363190_n" width="639" height="639" /></p>
<p style="text-align:justify;">A Boitempo Editorial lança em junho o segundo romance de Ivone Benedetti, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em &#8220;Cabo de Guerra&#8221;, a autora invoca fantasmas do passado militar brasileiro pela perspectiva incômoda de um homem sem convicções transformado em agente infiltrado. <a href="http://www.boitempoeditorial.com.br/v3/Eventos/visualizar/noite-de-autografos-cabo-de-guerra">O lançamento oficial acontece dia 15 de junho, em São Paulo</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Confira a sinopse do livro, que você verá em breve aqui, no literaturapolicial.com.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><strong>CABO DE GUERRA, de Ivone Benedetti</strong><br />
(Boitempo Editorial)</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-12904" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/06/cover.jpg" alt="cover" width="203" height="271" />Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010, Ivone Benedetti lança pela Boitempo seu segundo romance, o arrebatador <em>Cabo de guerra,</em> que invoca fantasmas do passado militar brasileiro pela perspectiva incômoda de um homem sem convicções transformado em agente infiltrado.</p>
<p style="text-align:justify;">No final da década de 1960, um rapaz deixa o aconchego da casa materna na Bahia para tentar a sorte em São Paulo. Em meio à efervescência política da época, que não fazia parte de seus planos, ele flerta com a militância de esquerda, vai parar nos porões da ditadura e muda radicalmente de rumo, selando não apenas seu destino, mas o de muitos de seus ex-companheiros.</p>
<p style="text-align:justify;">Quarenta anos depois, ainda é difícil o balanço: como decidir entre dois lados, dois polos, duas pontas do cabo de guerra que lhe ofertaram? E, entre as visões fantasmagóricas que o assaltam desde criança e a realidade que ele acredita enxergar, esse protagonista com vocação para coadjuvante se entrega durante três dias a um estranho acerto de contas com a própria existência. Assistido por uma irmã devota e rodeado por uma série de personagens emersos de páginas infelizes, ele chafurda numa ferida eternamente aberta na história do país.</p>
<p style="text-align:justify;">Narradora talentosa, Ivone Benedetti tem pleno domínio da construção do romance. Num texto em que nenhum elemento aparece por acaso e no qual, a cada leitura, uma nova referência se revela, o leitor se vê completamente envolvido pela história de um protagonista desprovido de paixões, dono de uma biografia banal e indiferente à polarização política que tanto marcou a década de 1970 no Brasil. Essa figura anônima será, nessa ficção histórica, peça fundamental no desfecho de um trágico enredo.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste <em>Cabo de guerra</em>, são inúmeras e incômodas as pontes lançadas entre passado e presente, entre realidade e invenção. Para mencionar apenas uma, a abordagem do ato de delação política não poderia ser mais instigante para a reflexão sobre o Brasil contemporâneo.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/06/06/cabo-de-guerra-invoca-fantasmas-do-passado-militar-brasileiro/">Cabo de Guerra invoca fantasmas do passado militar brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Editora lança primeiro e-book de coleção policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/03/25/editora-lanca-primeiro-e-book-de-colecao-policial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2016 21:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[alyrio cobra]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dragonfly Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[literatura policial]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Carvalho Assumpção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>LANÇAMENTO &#8211; A Dragonfly Editorial lançou o primeiro volume da Coleção Criminal, uma coletânea de histórias policiais escritas apenas por autores nacionais. &#8220;Desafios&#8221;, de Vera Carvalho Assumpção, tem como protagonista o detetive Alyrio Cobra, que já aparece em outros livros da autora. Na trama, uma ex-namorada do detetive se envolve com um homem misterioso e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12098 size-medium alignnone" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/03/desafios.png?w=210" alt="desafios" width="210" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>LANÇAMENTO</strong> &#8211; A Dragonfly Editorial lançou o primeiro volume da Coleção Criminal, uma coletânea de histórias policiais escritas apenas por autores nacionais. &#8220;Desafios&#8221;, de <a href="http://www.veracarvalhoassumpcao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vera Carvalho Assumpção</a>, tem como protagonista o detetive Alyrio Cobra, que já aparece em outros livros da autora. Na trama, uma ex-namorada do detetive se envolve com um homem misterioso e descobre que ele é um perigoso assassino.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O e-book vem no formato Kindle e pode ser comprado via Amazon. O segundo volume da coleção, &#8220;Escultor de Ossos&#8221;, de Danny Marks, sai em abril. Para mais informações, <a href="http://www.dragonflyeditorial.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse o site da editora</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="ana2" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/03/25/editora-lanca-primeiro-e-book-de-colecao-policial/">Editora lança primeiro e-book de coleção policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Nove tiros&#8230; e o Chef Lidu morreu!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel de Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 11:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora circuito]]></category>
		<category><![CDATA[Nove tiros em Chef Lidu]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Bajer Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel de Mattos]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Raquel de Mattos &#8211; Se o leitor abre este livro esperando uma trama internacional cheia de reviravoltas, personagens mil e todo o tipo de parafernália tecnológica a favor da polícia, então não o abra! Este é um romance policial para distrair! O caso aqui é bem simples: se passa em uma precária delegacia...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/lidu2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9402 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/lidu2.jpg" alt="lidu2" width="650" height="586" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>Por Raquel de Mattos</strong> &#8211; Se o leitor abre este livro esperando uma trama internacional cheia de reviravoltas, personagens mil e todo o tipo de parafernália tecnológica a favor da polícia, então não o abra! Este é um romance policial para distrair!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O caso aqui é bem simples: se passa em uma precária delegacia de polícia de São Paulo, com poucos funcionários e estes tendo que fazer o papel de vários. Mas isso não tira em nada o mérito do livro, pois o nosso narrador-personagem Elvis, o escrivão-novato, cheio de ideias na cabeça, não fará com que ninguém se sinta desanimado por aqui. Com seu jeito idealista vai conseguindo tudo o que quer (e às vezes algumas broncas do seu chefe pelo caminho) e fazendo a história acontecer. O Dr. Magreza recebe um telefonema dizendo que o Chef Lidu havia sido assassinado. E aí começa a história. Nenhuma grande novidade ou surpresa na trama, mas creio que por isso mesmo é que Elvis e Dr. Magreza tenham me conquistado!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">E por falar em chefe, o Dr. Magreza, delegado de polícia quase aposentado (que tem esse apelido por causa da semelhança com o Comissário Maigret, de Georges Simenon) – aí, abrasileirando ele, Dr. Pedro Júlio ganhou o apelido de Dr. Magreza, vai se mostrar uma pessoa cheia de histórias, de passado conflituoso&#8230; Mas tem que ler para saber!</span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/11/lidu.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7838 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/11/lidu.jpg" alt="lidu" width="350" height="495" /></a></strong>“O coração, o órgão mais importante do corpo (eu acho), estourado, parou. E aí, meu amigo, quando isso acontece, já era. A pessoa acaba. Morre. Passa dessa para melhor.<br />
Em inglês: he passed away.”</h2>
<p style="text-align:center;"><em>O Chef Lidu levou nove tiros, assim como o rapper 50 Cent. Só que 50 Cent viveu&#8230;</em></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O livro tem uma atmosfera tranquila, engraçada, mesmo com um assassinato no meio. Elvis faz com que tudo pareça meio infantil, ou, para seguir a linha francesa, meio naïf (ingênuo, em francês). Elvis se diz um jornalista frustrado, por isso escreve. Escreve em primeira pessoa e de repente, muda para terceira pessoa. A autora, iniciante no romance policial, tem muita destreza em fazer essas idas e vindas. Na pele de Elvis, ela faz com que tenhamos interesse pela culinária francesa – comida é sempre bem-vinda! Ele se questiona o tempo todo por que o assassino leva o filet mignon e não leva as trufas negras, que combinariam tão bem! Faz com que associemos o sangue do Chef Lidu (que tinha origem italiana, não francesa) com a calda de groselha que ele tem usado em seus pratos atualmente. E habilmente, Elvis faz com que gostemos ou não de um personagem, de acordo com o que ele pensa a respeito desta ou daquela pessoa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O Elvis é um cara como se costumava chamar “boa-praça”. É educado, divertido, meio bobo, meio desengonçado, meio filhinho-de-mamãe, mas agradável no geral. Fica tenso quando pensa que um dia pode ser o novo delegado, viaja para Paris só para conversar com o Dr. Magreza (depois que ele se aposenta), é um eterno apaixonado, apesar de ter a Rafaela, sua namorada. Enfim, é um encanto!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Eu confesso que em alguns momentos fiquei um tanto confusa com algumas coisas: uma delas foi com a identidade da Vassoura Assassina (perfil fake do Facebook que ameaça Elvis e Dr. Magreza); e no final, custei um pouco a entender quem tinha sido o assassino. Só bem no finzinho mesmo é que consegui compreender quem foi e por que.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Talvez minha única crítica de verdade fique com a revisão do texto. Pequenas coisas que distraem. Uma pontuação aqui e ali, palavras que a autora deixou e na revisão não cortaram, pontos e vírgulas lado a lado e assim vai. Penso que em uma outra edição estes detalhes sejam resolvidos.</span></p>
<p><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top:20px;margin-bottom:20px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22" /></em><strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/11/lidu.jpg"><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7838 size-thumbnail" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/11/lidu.jpg?w=106" alt="lidu" width="106" height="150" /></a>Título</strong>: Nove tiros em Chef Lidu<br />
<strong>Autora</strong>: Paula Bajer Fernandes<br />
<strong>Editora</strong>: Circuito<br />
<strong>Páginas</strong>: 224<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/livro/434165ED491902" target="_blank"> Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE</strong>: O dono da Brasserie Lidu é assassinado e o doutor Magreza se põe a investigar. Narrada pelo escrivão Elvis Prado Lopes, a história ironiza e homenageia o gênero policial.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/09/raquel_banner1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8978 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/09/raquel_banner1.png" alt="raquel_banner" width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Raquel de Mattos' src='https://secure.gravatar.com/avatar/405630512f63943477772444aac37f2562019c056b6498b2af5e288ef0b1deb5?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/405630512f63943477772444aac37f2562019c056b6498b2af5e288ef0b1deb5?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/kelmatts/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Raquel de Mattos</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Carioca aquariana da gema, museóloga em Barretos (SP). Fã de Agatha Christie, descobriu diversos autores fantásticos ao longo da estrada da literatura policial. Ama café, livros e chocolate e é fácil de ser agradada!</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/16/nove-tiros-e-o-chef-lidu-morreu/">Nove tiros&#8230; e o Chef Lidu morreu!</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Jogo de damas, de Myriam Campello</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/07/27/myriam-campello-jogo-de-damas-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 13:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[jogo de damas]]></category>
		<category><![CDATA[Myriam Campello]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; O que você faria se um pit-bull estraçalhasse sua filha de quatro anos numa pracinha da cidade? A promotora Júlia, mãe da garotinha em questão, tem a resposta na ponta da língua. “Não vai ficar assim”. O leitor também. Não fica do mesmo jeito, após consumir as 240 páginas de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7909 " style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/img_20150727_103045.jpg" alt="IMG_20150727_103045" width="640" height="360" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Por Rogério Christofoletti</strong> &#8211; O que você faria se um pit-bull estraçalhasse sua filha de quatro anos numa pracinha da cidade? A promotora Júlia, mãe da garotinha em questão, tem a resposta na ponta da língua. “Não vai ficar assim”. O leitor também. Não fica do mesmo jeito, após consumir as 240 páginas de &#8220;Jogo de Damas&#8221;, excelente romance de Myriam Campello.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O livro me chegou tardiamente, já que foi lançado há cinco anos pela Língua Geral. De imediato, me apaixonei pelo volume, quase um pocket book, caprichosamente editado: tipologia elegante, papel nobre, capa instigante. Fosse apenas pelo acabamento artístico já teria valido a árvore que custou. Mas não. A exemplo do que encontramos nas suas páginas, o que interessa é o que se passa dentro, no abismo interior dos personagens.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Uma tragédia banal dos nossos dias – alguém se descuida e uma fera urbana ataca um indefeso – serve à autora para fazer um inventário do nosso sentimento mais atroz: o ódio. Sim, Jogo de Damas é um livro de crime, um suspense com busca e reviravolta no final, mas sobretudo uma história de ódio, muito ódio. De forma irônica, é justamente quem deve promover a justiça que se vê ansiando por fazer justiça com as próprias mãos. “Seis meses depois da morte de Ana eu continuava um vago conjunto de partes desunidas”, ressente-se a personagem que nos conduz por um labirinto quase infinito de feridas abertas pelo que podemos chamar de “a maior dor”. A de perder um filho.</span></p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Estamos ao lado da mãe devastada pela perda, experimentando um luto que é atacado pelo ódio, como a ferrugem que corrói o portão. Ninguém sabe quem é o dono do cão que barbarizou a pequena Ana, e isso faz com que Júlia não tenha um alvo definido, mas uma ideia bem nítida de vingança. Não importam mais os princípios, “é preciso revidar”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Mas não se joga damas sozinho. É preciso um parceiro, um oponente ou cúmplice. Daí que Myriam Campello coloca em cena a misteriosa Helena, psicóloga que viveu num orfanato e que depois foi criada pela prima rica de sua mãe. Como rezam as regras, é um movimento por jogador. Assim, os focos narrativos se alternam e flashbacks ajudam a recompor os passados das personagens e daqueles que os cercam: o policial aposentado que deixou a bebida, a tutora amante das artes que está próxima da cegueira, os casamentos desfeitos, as mágoas tatuadas, e os cadáveres que cada um traz consigo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">De forma precisa, a tensão permanece ao longo de toda a história, com poucos momentos de descompressão. O suspense respira na nuca do leitor, frente a uma prosa de forte expressão e uma narrativa polida, com alta octanagem literária. O gosto amargo do início permanece e azeda a boca, ao final.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Não se trata de uma vingancinha à toa. Mulher vivida, Myriam Campello gira cuidadosamente a tramela da porta que prende os sentimentos mais recônditos de Júlia. Pela fresta, nos deparamos com a terra arrasada e o solo calcinado. Myriam conhece os sentimentos humanos, Júlia se assombra com os seus próprios, e o leitor não para de virar as páginas. Econômica, a autora parece vir da mesma tradição de Graciliano Ramos, com a escrita sem gorduras, a aridez com que esculpe seus personagens e a crueza com que os expõe. Crueza ou crueldade?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Myriam Campello está longe de ser uma iniciante. Começou há mais de quarenta anos, e Cerimônia da Noite deu a ela uma estreia premiada. Tradutora de autores como Virginia Woolf, Stephen King, Georges Simenon e Marguerite Yourcenar, tem absoluto domínio das palavras e de seu peso. Parecem ser escolhidas com base em dois critérios: métrica e sentido lírico. Na condição de escritora, deita sobre as páginas um texto inteligente, com frases curtas e bem cortadas. Algumas trazem verdades incômodas, como: “Acertar contas é o que nos sobrou, esse pequeno orifício da alma por onde respirar” e “A perfeita dor é igual à perfeita bala”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Cada um de nós pode atestar que Júlia tem motivos para odiar, que na situação dela, é fácil destilar o fel. Pode ser. O ódio momentâneo é até contagioso. Perigo é quando ele martela o coração por mais tempo. Se você já odiou assim, sabe do que estou dizendo. Se não, leia Jogo de Damas para visitar esse porão escuro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="star4" width="98" height="22" /></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7844 size-thumbnail" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/11/damas.jpg?w=108" alt="damas" width="108" height="150" /></span></em><strong>Título</strong>: Jogo de Damas<br />
<strong>Autora</strong>: Myriam Campello<br />
<strong>Páginas</strong>: 240<br />
<strong>Editora</strong>: Língua Geral<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/jogo-de-damas-113130ed125648.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE</strong>: Ana, filha de Julia, com 4 anos é estraçalhada por um pit bull numa pracinha. Em função desse ataque, Ana morre. É assim que começa o romance de Myriam Campello, Jogo de damas: impactante, traumático e violento. Aos poucos, da própria dor da personagem Julia, que perdeu a sua filha, vai nascendo o desejo de vingança pelas próprias mãos. “Não vai ficar assim”, é a resposta de Julia às armadilhas da vida. Trata-se aqui da antiga lei dente por dente, olho por olho, ou de uma tentativa de redenção por meio da vingança?<em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/27/myriam-campello-jogo-de-damas-2/">Jogo de damas, de Myriam Campello</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Matador, de Patricia Melo</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/03/25/resenha-o-matador-de-patricia-melo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 12:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[autora nacional]]></category>
		<category><![CDATA[colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[murilo reis]]></category>
		<category><![CDATA[o matador]]></category>
		<category><![CDATA[o paralelo]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Melo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Murilo Reis &#8211; Há uma escola não oficial na Literatura Brasileira contemporânea cujos alunos são seguidores do método narrativo conciso de Rubem Fonseca. Nomes como Marçal Aquino, Jô Soares, Tony Belloto e Marcelo Rubens Paiva são exemplos. Compre o livro Porém, a escritora e roteirista Patrícia Melo talvez seja sua mais fiel seguidora, como...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Murilo Reis</em> &#8211; Há uma escola não oficial na Literatura Brasileira contemporânea cujos alunos são seguidores do método narrativo conciso de Rubem Fonseca. Nomes como Marçal Aquino, Jô Soares, Tony Belloto e Marcelo Rubens Paiva são exemplos.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/41CCe2L" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<p>Porém, a escritora e roteirista Patrícia Melo talvez seja sua mais fiel seguidora, como se pode ver no romance &#8220;O Matador&#8221;, lançado em 1995. No ano de 2003 ele foi roteirizado pelo próprio Rubem para o cinema e dirigido por João Henrique, filho do escritor, com o título &#8220;O Homem do Ano&#8221;.</p><div id="liter-450495388" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>Em estilo <em>hardboiled</em>, Patrícia conta a história de Máiquel, vendedor de carros usados e morador do subúrbio paulistano que passou a vida sendo bombardeado por propagandas de lojas de departamento. Notícias sobre uma economia desorganizada chegam aos seus ouvidos sem que saiba como aquilo poderia lhe afetar.</p>
<p>Ele vê sua vida mudar quando perde uma aposta envolvendo futebol. Para pagar a dívida, tem a obrigação de tingir os cabelos de amarelo. A partir daí, olha-se no espelho e vê um novo homem. Ao sentir-se insultado por Suel, um colega de boteco, propõe um duelo que resolve levar a sério ao decidir apertar o gatilho.</p>
<p>Depois do primeiro assassinato, torna-se procurado, mas não pela lei. São os poderosos que vão ao seu encontro, milionários que veem a oportunidade de ter seu assassino de aluguel particular, um tipo de vigilante permanente que elimine qualquer problema.</p>
<p>Máiquel passa a caçar indivíduos que praticam pequenos delitos para sobreviver a um sistema que os menospreza. Embalado por doses cavalares de uísque e cocaína, torna-se um homem venerado, protetor da comunidade. Em meio a tudo isso, há duas mulheres em sua vida, formando um conturbado triângulo amoroso. Érica e Cledir, pessoas completamente diferentes que não salvarão seu amado do destino que o aguarda. Ou será que, na verdade, elas é que não conseguirão se safar dele?</p>
<p>Não há tiras comandando uma investigação policial a ser desvendada. A narrativa apenas acompanha a mente de um criminoso em formação. A ultraviolência urbana representada possui o mesmo peso psicológico de &#8220;Laranja Mecânica&#8221;, de Anthony Burgess, ou da série televisiva &#8220;Breaking Bad&#8221;, de Vince Gilligan.</p>
<p>O mais atento e fiel leitor de Rubem Fonseca notará que a escritora se utiliza de um personagem do conto &#8220;O cobrador&#8221;, de 1979. Trata-se do dentista que leva um tiro na perna do enlouquecido justiceiro que protagoniza aquela história. Nas mãos de Patrícia Melo, tem-se certeza de que a verdadeira ameaça à sociedade não era o assassino impiedoso de Fonseca, mas sim o profissional encarregado de arrancar os dentes podres dos miseráveis.</p>
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<p><em><strong>MURILO REIS</strong> é viciado em jornalismo. Escreve sobre literatura e histórias em quadrinhos, temas sobre os quais gosta de conversar em mesas de bar. Site: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://oparaleloblog.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">O Paralelo</a></span>.</em></p>
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<h1>Sobre o livro</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81cfTOe9wsL._SY466_.jpg" width="310" height="466" /></p>
<p><strong>Título</strong>: O Matador<br />
<strong>Autora</strong>: Patricia Melo<br />
<strong>Páginas</strong>: 204<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/41CCe2L" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começa numa simples aposta de futebol. Máiquel, um jovem vendedor de carros usados na periferia de São Paulo, erra o palpite e precisa pagar a prenda: tingir o cabelo. Mas um desvio sutil no procedimento acaba por alterar todo o rumo de sua história. Em vez do castanho alourado prometido, o rapaz sai do salão completamente louro, “como esses cantores de rock da Inglaterra”. É este o improvável estopim para a escalada de eventos quase casuais — uma dor de dente, a admiração por uma loja de departamentos, um mal-entendido num bar — que leva Máiquel a se tornar “O matador da Zona Sul”.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/03/25/resenha-o-matador-de-patricia-melo-2/">O Matador, de Patricia Melo</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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