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	<title>Arquivos Itália -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Itália -</title>
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		<title>VÍDEO &#124; Mestres da ficção: Andrea Camilleri</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/04/27/video-mestres-da-ficcao-andrea-camilleri/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2017 12:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[youtube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na série Mestres da Ficção no nosso canal no Youtube, tem vídeo sobre Andrea Camilleri, romancista policial italiano que criou as histórias do detetive Salvo Montalbano. No Brasil, os livros são publicados pela Editora Record. x Assista ao vídeo [youtube=https://youtu.be/w7Q1pN-GRbE] Ana Paula LauxJornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-18135 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/screenhunter_1586-apr-26-12-30.jpg" alt="" width="639" height="359" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Na série <strong>Mestres da Ficção</strong> no nosso canal no Youtube, tem vídeo sobre <strong>Andrea Camilleri</strong>, romancista policial italiano que criou as histórias do detetive Salvo Montalbano. No Brasil, os livros são publicados pela Editora Record.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h1><span style="color:#000000;">Assista ao vídeo</span></h1>
<p style="text-align:left;">[youtube=https://youtu.be/w7Q1pN-GRbE]</p><div id="liter-351555458" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/27/video-mestres-da-ficcao-andrea-camilleri/">VÍDEO | Mestres da ficção: Andrea Camilleri</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>RESENHA &#124; Enquanto eles dormiam, de Donna Leon</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/04/03/critica-enquanto-eles-dormiam-de-donna-leon/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 13:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Josué de Oliveira &#8211; Aos 17 anos, quando comecei a me interessar de verdade por literatura policial, descobri a coleção da Companhia das Letras dedicada ao gênero, com suas simpáticas lombadas coloridas. Na época, uma das coisas que mais me interessou foi a possibilidade de conhecer autores fora do eixo Inglaterra-EUA: brasileiros, franceses, escoceses,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Josué de Oliveira</em> &#8211; Aos 17 anos, quando comecei a me interessar de verdade por literatura policial, descobri a coleção da Companhia das Letras dedicada ao gênero, com suas simpáticas lombadas coloridas. Na época, uma das coisas que mais me interessou foi a possibilidade de conhecer autores fora do eixo Inglaterra-EUA: brasileiros, franceses, escoceses, suecos, italianos, entre outros países representados na coleção. Apesar de Donna Leon ser americana, sempre enquadrei suas obras nessa última nacionalidade, uma vez que a autora vive na Itália desde 1981, é lá que ela ambienta a longa série protagonizada por Guido Brunetti, comissário da polícia de Veneza.</p>
<p>Da autora, já tinha lido o ótimo Morte no Teatro La Fenice e o fraco Vestido para Morrer. Minha terceira visita à obra de Leon foi este Enquanto Eles Dormiam (Companhia das Letras, 288 páginas). Na trama, Brunetti é procurado por Maria Testa, ex-freira de uma ordem conhecida por oferecer assistência a idosos doentes. Maria, que trabalhou na casa de repouso onde a mãe de Brunetti vive, suspeita que a morte de um grupo de idosos não se deu pelas causas naturais que os relatórios oficiais sugerem, e pede a ele que averigue quem teria se beneficiado por esses óbitos. Maria não dispõe de nada além da intuição, de modo que é impossível para Brunetti abrir um inquérito oficial. Mas isso não impede o comissário, que, aos poucos, vai se convencendo de que há algo de sinistro por trás das mortes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: 1.35em; color: #808080;">Sexto livro da americana, Enquanto eles dormiam tem muitas qualidades. A escrita de Donna Leon é uma delas. Desde a ironia com que pontua os diálogos até as ótimas descrições da cidade, que trazem para perto a distante Veneza, a autora mostra segurança e habilidade no uso das palavras. A prosa soa sempre elegante e é agradável de se ler, um talento que autores de mistério, talvez na ânsia de fisgar pela trama, tendem a não cultivar. Aqui temos uma feliz exceção.</span></p><div id="liter-351555458" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;<br />
Outro ponto positivo tem a ver com algo muito próprio das extensas séries com um mesmo personagem, tão características da literatura policial: a mistura entre velho e novo, conhecido e inédito que faz parte da lógica destes livros. Seguindo a cartilha, a autora presenteia seus leitores com os elementos já familiares de sua obra – a rotina de Guido Brunetti na delegacia, sua vida familiar, a dinâmica com os coadjuvantes recorrentes, os comentários sobre a sociedade veneziana –, ao mesmo tempo que introduz novos contextos em que estes ingredientes se encaixam. Assim, além de um novo mistério a ser desvendado, há novos temas em questão e novos dilemas nos quais personagens já conhecidos se envolvem.</p>
<p>Parece o básico de toda série, mas pense em quão trabalhoso é construir esse básico: o equilíbrio entre agradar os leitores fiéis sem alienar os novos; escrever para os que são fãs de um modo que consiga atrair os que não são. Enquanto Eles Dormiam é o perfeito exemplar desse tipo de narrativa seriada que remete a Conan Doyle e Agatha Christie, onde todos os livros são uma porta de entrada para um universo de códigos e características próprias. O tipo de leitura leve, despretensiosa e acolhedora da qual todos precisamos vez por outra.</p>
<p>A construção temática da história também merece destaque. Leon está escrevendo sobre religião; esse é o tópico central do livro. Desde a identidade da pessoa que põe a trama em movimento – uma ex-freira – aos problemas enfrentados pela filha de Brunetti na escola – um padre professor de catequismo com o qual ela não se dá –, o assunto está diluído em diferentes dosagens ao longo de toda a narrativa. É o choque entre a visão religiosa do mundo, e dos muitos males cometidos em nome da religião, e o materialismo por vezes agressivo de Brunetti que conduz os acontecimentos da trama.</p>
<p>Mas vale uma ressalva importante, pelo menos para mim. Em muitos momentos, a discussão sobre religião que a autora coloca na boca dos personagens carece de profundidade, recorrendo e se apoiando fortemente nos estereótipos. Não há religiosos razoáveis no romance, nem mesmo um; todos são no mínimo pouco confiáveis, suspeitos, quando não estúpidos ou maus. Em Enquanto Eles Dormiam, crer – ser católico, mais especificamente – é um estado muito próximo da corrupção. Mas a generalização nas discussões de Brunetti e demais personagens não é de estranhar considerando o entendimento equivocado destes sobre o cristianismo. Um exemplo é a cena em que Brunetti, com ares de entendido, pergunta ao colega Vianelo se o cristianismo não é, afinal de contas, sobre a bondade humana. Qualquer um que saiba o mínimo de teologia cristã dará uma gargalhada diante de tal ideia.</p>
<p>A trama em si demora a engrenar, o que faz sentido, já que Brunetti não faz ideia se de fato algo fora do normal está acontecendo, e precisa primeiro entender onde está pisando. Isto certamente incomodará quem tem preferência por histórias mais ágeis. Leon leva o tempo que julga necessário preparando o cenário e apresentando os personagens do drama, e entrega um final sólido, mas que talvez perca alguns leitores pouco afeitos a seu estilo mais vagaroso pelo caminho.</p>
<p>Os que restarem, como eu, devem ficar satisfeitos, embora não impressionados. Enquanto Eles Dormiam não é brilhante, mas competente, e cumpre seu papel como um legítimo livro policial de série: nos guiar por um universo familiar de personagens e suas aventuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="" width="98" height="22"></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17820 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/12956_gg.jpg?w=186" alt="" width="186" height="300">Título</strong>: Enquanto eles dormiam<br />
<strong>Autora</strong>:&nbsp;Donna Leon<br />
<strong>Tradução</strong>: Carlos Alberto Bárbaro<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Companhia das Letras<br />
<strong>Ano</strong>: 2010<br />
<strong>Páginas</strong>: 288<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/enquanto-eles-dormiam-141697ed157589.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – É início de primavera em Veneza. Com as temperaturas amenas, as hordas de turistas e as verduras e frutas no mercado de Rialto, parece chegar também uma onda de calma ao já não muito agitado submundo do crime da Sereníssima. Tomado pelo tédio, o <em>commissario</em> Guido Brunetti já perdia as esperanças de qualquer ação, até que recebe uma estranha visita. Mais uma vez retratando as peripécias desse atípico detetive &#8211; amante da boa mesa e da literatura e casado com uma intelectual filha de um conde veneziano &#8211; em meio a canais, praças e vielas que ele conhece como ninguém, Donna Leon nos conduz agora aos subterrâneos de uma misteriosa organização religiosa, protegida por figurões da cidade. Nesta trama cheia de intimidação e <em>dolce vitta</em>, Brunetti precisará de muita cautela e astúcia para aplacar a influência dos poderosos, inclusive de seu chefe, e proteger uma boa alma.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/03/critica-enquanto-eles-dormiam-de-donna-leon/">RESENHA | Enquanto eles dormiam, de Donna Leon</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>A livraria Acqua Alta é uma joia de Veneza</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/02/07/a-livraria-acqua-alta-e-uma-joia-de-veneza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2017 11:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; Perdida pelas esquinas labirínticas de Veneza, na Itália, está uma livraria especial e única. Apontada como uma das mais bonitas do mundo, a Acqua Alta é uma mistura de sebo e livraria situada a alguns minutos da Praça de São Marcos. O nome é uma referência ao fenômeno de maré...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Perdida pelas esquinas labirínticas de Veneza, na Itália, está uma livraria especial e única. Apontada como uma das mais bonitas do mundo, a Acqua Alta é uma mistura de sebo e livraria situada a alguns minutos da Praça de São Marcos. O nome é uma referência ao fenômeno de maré alta que ocorre&nbsp;em Veneza durante o outono e inverno, inundando ruas da cidade por algumas horas. O dono da livraria, o senhor Luigi Frizzo, teve a ideia de usar gôndolas e barcos para manter seus preciosos livros longe da água nesses períodos, e posteriormente decorou o lugar inteiro desta forma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;Veneza é como comer uma caixa inteira de bombons de chocolate com licor de uma só vez.&#8221;<br />
(Truman Capote)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Logo na entrada somos acolhidos por cartões postais, imãs de geladeira, guias, calendários e pilhas de livros organizados em pequenos caixotes azuis e pretos, protegidos por uma árvore um tanto fantasmagórica nessa época do ano. Acima da porta, lê-se o cartaz de boas vindas com a frase “Libreria Acqua Alta – Book Shop / Free Entrance”. Ainda no acesso, já é possível ver&nbsp;os livros empilhados em estantes e gôndolas, o charme do lugar. Há gêneros variados, mas os mais encontrados são os livros&nbsp;de arte, turismo, culinária, thrillers, gibis e poesia. A maioria é&nbsp;em italiano, porém&nbsp;há uma seção em inglês também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16797 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/entrada.jpg" alt="entrada" width="639" height="1136"></p>
<p>Além de ficarem organizados nas estantes e gôndolas, os&nbsp;livros também são acomodados dentro de malas e entre peças de decoração como anjinhos de porcelana, máscaras venezianas de carnaval e pôsteres da cidade. Fico imaginando a dor de cabeça que é para o livreiro encontrar um título específico, pois tudo parece meio fora de ordem e aleatório. Deve ser bem complicado se situar por aqui!</p><div id="liter-351555458" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16788 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/mala.jpg" alt="mala" width="639" height="544"></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16805 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/anjao.jpg" alt="anjao" width="639" height="520"></p>
<p>Depois de explorar um pouco o lugar, é claro que procuramos&nbsp;pela seção de romances policiais, que encontramos num amontoado na parte direita da livraria. Ao lado do cartaz “Thriller, Noir, Spy Story, Gialli, Suspense” havia muitos livros de Patricia Cornwell (notei que os italianos adoram a autora, pois vi vários livros dela nas outras livrarias que visitei pela Itália), mas também nomes como John Le Carré, PD James, James Patterson, além dos italianos Massimo Carlotto, Andrea Camilleri e outros nomes&nbsp;italianos ainda desconhecidos para mim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16790 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/policial1.jpg" alt="policial1" width="639" height="522"></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16803 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/policial2.jpg" alt="policial2" width="639" height="360"></p>
<p>Nos fundos da livraria, há uma varandinha onde ficam os livros que foram danificados em outras estações da “acqua alta”. O proprietário resolveu dispô-los &#8211;&nbsp;muitos deles são enciclopédias &#8211; lembrando degraus encostados no muro, tornando o lugar um ponto único para registrar a visita com uma foto.&nbsp;Outro&nbsp;ponto incrível para registrar numa bela fotografia fica em uma das janelas ao lado do&nbsp;canal, onde foi colocada uma cadeira encostada à porta verde com o nome da livraria em amarelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16817 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/livros.jpg" alt="livros" width="639" height="1083"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A livraria também é conhecida pelos gatos. Quando entramos, vimos junto ao caixa uma mocinha comportada e bem gordinha observando atentamente os turistas com seu olhar silencioso. Perguntei à livreira como ela se chamava, e foi dessa forma que conheci Tigra, uma fofura que até posou para mim durante a conversa. Segundo a livreira, deveria ter mais dois gatos perdidos pela livraria, mas no horário que eu fui eles não estavam por lá. Talvez estivessem almoçando pelas redondezas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16815 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/02/tigra.jpg" alt="tigra" width="639" height="721"></p>
<p>&nbsp;<br />
A Acqua Alta foi inaugurada em 2004, e já se tornou um dos pontos turísticos mais procurados por quem visita Veneza e é fã de livros. Pode ser um pouco difícil encontrá-la, já que os becos tendem a confundir quem não está acostumado a andar pela cidade sinuosa, mas ligue o GPS e não desista de encontrá-la. Você não irá conhecer nada igual no mundo!</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/02/07/a-livraria-acqua-alta-e-uma-joia-de-veneza/">A livraria Acqua Alta é uma joia de Veneza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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