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	<title>Arquivos l&#039;express -</title>
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		<title>Simenon entrevista Fellini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2015 15:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Georges Simenon nasceu em 13 de fevereiro de 1903 em Liège, na Bélgica. Considerado um dos autores mais influentes do</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/02/13/simenon-entrevista-fellini/">Simenon entrevista Fellini</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4124 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/simenonsimenonfellini2.jpg"  alt="simenonsimenonfellini2 Simenon entrevista Fellini"  width="400" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Georges Simenon nasceu em 13 de fevereiro de 1903 em Liège, na Bélgica. <strong>Considerado um dos autores mais influentes do século 20, ele se destacou pela obra policial</strong> e principalmente por ter criado um dos detetives mais populares da literatura, o comissário Jules Maigret.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Reza a lenda que Simenon influenciou o júri do Festival de Cannes a dar a Palma de Ouro a Federico Fellini por “La Dolce Vita” em 1960.</strong> Verdade ou não, o fato é que eles trocaram cartas amistosas por anos e chegaram a se encontrar algumas vezes. Numa delas, em fevereiro de 1977, o escritor entrevistou o cineasta. Foi um diálogo memorável, publicado na revista <em>L&#8217;Express</em>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O <a href="literaturapolicial.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">literaturapolicial.com</a> traduziu trechos desta entrevista histórica, inédita em português.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong><img  title="" decoding="async" class=" size-full wp-image-4067 alignnone" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/fellini.jpg"  alt="fellini Simenon entrevista Fellini"  width="201" height="300" /></strong></span></span><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Sabe de uma coisa? Nunca vou ao cinema&#8230;</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Nem eu.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Apesar disso, tenho que dizer que chorei vendo “Casanova”, e isso nunca tinha acontecido.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Muito obrigado.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Queria ver contigo o papel do jornalista, se não se importa. Você tem consciência de que “Casanova” é uma obra-prima?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> É difícil responder a essa pergunta. Assim que termino um filme, o abandono com verdadeiro frenesi. Quero me separar dele e não voltar a me relacionar com ele. Por isso me é tão difícil ter um senso crítico e objetivo dos meus filmes. Adoro o que </span></span><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;">você diz, mas não posso julgar meus filmes.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> O que sente depois de terminada uma obra tão monumental? Está cansado, animado? Se sente aliviado?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Na verdade, não consigo aproveitar o final de um filme por muito tempo. É que assim que começo, quero terminar, porque filmar é tremendamente duro e pesado. Assim que termino, não tenho tempo para descansar porque começo imediatamente outro. O vazio me produz um sentimento de total inutilidade. É um sentimento que você certamente conhece e já experimentou.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Com certeza. Depois de escrever uma novela, passo dois dias de euforia completa, com champagne incluído. Passados os dois dias, digo a mim mesmo: Tudo isso não vale nada.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:center;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;">(&#8230;)</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Quando realmente começa um filme para você?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Para mim, o filme começa no dia em que coloco anúncios nos jornais pedindo gente para trabalhar. Não atores, mas gente. Então, abro um escritório em algum lugar e espero. Logo chega uma procissão de loucos, loucas, rostos, corpos, narizes, uma gravata, um pé&#8230; Que exagere um pouco. Não acontece o mesmo com as suas novelas? Às vezes, tudo começa com um cheiro, uma direção, uma receita de cozinha.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Eu, quando começo uma história, nunca sei como vai terminar.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Nem eu sei com os meus filmes. Vejo as pessoas que cantam para mim, e dentro da minha cabeça, parece um tipo de canto da anunciação. Anoto muita coisa, muitas fotos e prometo a todos: “Estará no meu filme”. Por isso, me chamam de mentiroso, porque, evidentemente, não posso contratar todo o mundo. Esta fase é também o momento em que exerço mais sadicamente o meu poder. Por exemplo, peço mulheres gigantes. “Tragam-me todas as mulheres gigantes do país!” E elas chegam, fazem uma fila gigante de gigantas para falarem comigo. E eu, tão pequeno, atrás da minha pequena mesa, olho para a primeira e faço um gesto com a mão: “Não é giganta o bastante!” Depois dos anúncios e do casting, me ponho a desenhar e, aí, preciso começar. O filme não está completo. O roteiro não está terminado, não escolhi todos os atores, nem pensei todos os sets, </span></span><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;">mas tenho que começar. As duas primeiras semanas de filmagem são para mim uma viagem contraditória. Destino desconhecido. Depois, tenho a impressão de que não dirijo um filme, mas que ele me dirige e sabe perfeitamente para onde ir. Então, tento ficar disponível e aceitar as descobertas da viagem. Este precário equilíbrio entre aquilo que se queria fazer e o que realmente faz, esse desejo de fidelidade ao impulso inicial, é a única definição que sou capaz de dar ao meu trabalho. Quando leio as suas obras, aquelas que escreve como se tivesse falando, tenho a impressão de que estou escutando a mim mesmo. Me sinto absolutamente solidário com o que você diz sobre os problemas da criação artística.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> A única diferença é que estou sozinho e você, acompanhado de centenas de pessoas. É mais difícil pra você.</span></span></p>
<p style="text-align:center;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;">(…)</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon</strong>: Sabe o que me disse o Charlie Chaplin um dia?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Sim, eu li em uma das suas obras. Chaplin disse: “Nem você nem eu somos pessoas neuróticas porque, quando estamos muito angustiados, você escreve um livro e eu faço um filme”.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Posso dizer o que penso do seu “Casanova”? Você conseguiu, com esse afresco, um dos mais belos filmes da história do cinema, uma verdadeira psicanálise da humanidade. Você é um “poeta maldito”, como V<span style="color:#000000;">illon, Baudelaire, Van Gogh </span><span style="color:#000000;">ou</span><span style="color:#000000;"> Edgar </span><span style="color:#000000;">Allan </span><span style="color:#000000;">Poe. </span><span style="color:#000000;">Chamo “poeta maldito” a todos os artistas que trabalham muito mais com seu subconsciente que com a razão. São aqueles que, mesmo querendo, não poderiam fazer diferente do que fazem. São aqueles que, às vezes, criam monstros, mas são monstros universais. </span>Seu filme me faz pensar em <span style="color:#000000;">Goya, </span><span style="color:#000000;">outro “poeta maldito” que, apesar disso, era um pintor da Corte. E ela gostava da sua obra, apesar de ser uma obra puramente trágica. Você também mostrou a Corte: Veneza, as festas, as comidas, os bailes&#8230; Contudo, tanto na sua obra quanto na de Goya, por trás de todos os risos, passeia a morte. Seu afresco é também uma forma de </span><span style="color:#000000;">mergulhar nas profundidades humanas.</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#000000;">Fellini:</span></strong><span style="color:#000000;"> Você também fez um afresco.</span> <span style="color:#000000;">Sua obra inteira é um autêntico afresco.</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#000000;">Simenon: </span></strong><span style="color:#000000;">Não. Eu nunca consegui. Só consegui fazer um mosaico: pequenas peças, só pequenas peças, uma ao lado das outras.</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Contudo, nas suas obras, você se ocupa das desgraças daqueles que chama de “homens pequenos”. Eu, ao contrário, tenho o sentimento de não ter me interessado nada além de mim mesmo.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Pode ficar tranquilo porque o mesmo acontece comigo. Me atormento sobre isso de uma forma incrível. Por isso, quando me aposentei e senti que já não sobravam forças para criar personagens, decidi não usar mais intermediários entre o público e eu. Desde então, dito essa espécie de Diário. E quanto mais dito, mais me dou conta de que não criei nada de nada. A única coisa que fiz foi exteriorizar a mim mesmo. Nisso, somos irmãos. Talvez pela capacidade de partir do particular para o geral.</span></span></p>
<p style="text-align:center;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><span style="color:#000000;">(…)</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#000000;">Simenon: </span></strong><span style="color:#000000;">Sabe de uma coisa? Acho que fui mais Casanova que você. Tive 10 mil mulheres desde os 13 anos. E não se trata de nenhum vício. Não tenho nenhum. Trata-se simplesmente da necessidade de me comunicar. Incluo aí as 8 mil prostitutas entre as 10 mil mulheres e fêmeas em geral. Quisera conhecer todas as fêmeas. Desgraçadamente, por causa dos meus casamentos, tive que abrir mão de muitas aventuras. Incrível as vezes em que poderia ter feito amor! De todas as formas, por mais que se busque o contato humano, nem sempre se encontra. O que se encontra é o vazio, ou não?</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><span style="color:#000000;"><strong>Fellini:</strong> </span><span style="color:#000000;">O que quer se faça, não se encontra a paz.</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Mas a paz não existe. É algo que inventamos. É o que mantém o Papa no lugar, porque ele promete a paz da alma e do coração. “Agora sois desgraçados, mas no céu cantareis Hosanna com os anjos”. A paz foi o principal engano das religiões. Nada pode nos determinar. Somos um ínfimo momento da evolução do homem, um que ser que está evoluindo há 20 milhões de anos e, desde então, passou de ostra ao que é hoje. Como vamos ter paz?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> É evidente que não podemos ser otimistas.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Como ser otimistas se temos raízes neste mundo?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> Você não tem o sentimento de ter feito algo?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Simenon:</strong> Não. Meu sonho era ter uma pequena casa numa rua tranquila, cheia de comércios, e escrever para sobreviver. Era ver passar a vida sob a minha janela. Nunca fui ambicioso.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:medium;"><strong>Fellini:</strong> No final, tanto você quanto eu, só contamos fracassos. Todas as novelas de Simenon são a história de um fracasso. E os filmes de Fellini? Que são, senão histórias de fracassos? Contudo, quando se termina um de seus livros, que quase sempre terminam mal, você tira dele uma nova energia. Creio que isso é a arte: a possibilidade de transformar o fracasso em vitória, a tristeza em felicidade. A arte é um milagre.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;">Esta entrevista e cartas trocadas entre os artistas durante anos foram reunidas em &#8220;Carissimo Simenon: Mon Cher Fellini&#8221;. <a href="http://www.amazon.com/Carissimo-Simenon-Mon-cher-Fellini/dp/2866422309/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1423612752&amp;sr=8-1&amp;keywords=Carissimo+Simenon" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre pela Amazon</a></p>
<h5>* Com colaboração de Mario Prata.</h5>
<h5><em>(Fontes: <a href="https://books.google.com.br/books?id=QUeCBwbVMfsC&amp;pg=PA412&amp;lpg=PA412&amp;dq=georges+simenon%2BFellini%2Binterview&amp;source=bl&amp;ots=KY2W3gQobN&amp;sig=YAdSmA-GHYB0wfurJDiPdugx3-s&amp;hl=pt-PT&amp;sa=X&amp;ei=lpTaVOmDLcyzggT64IOoDg&amp;ved=0CD0Q6AEwBQ#v=onepage&amp;q=georges%20simenon%2BFellini%2Binterview&amp;f=false">Fellini: His life and work</a>)<br />
(Imagem: <a href="http://autographe.com/autographes/simenon-souhaite-un-joyeux-noel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">autograph.com</a>)<br />
</em></h5>
<p><img  title="" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"  alt="roger11 Simenon entrevista Fellini"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Simenon entrevista Fellini"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/02/13/simenon-entrevista-fellini/">Simenon entrevista Fellini</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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