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	<title>Arquivos tradutora edgar allan poe -</title>
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		<title>ENTREVISTA &#124; Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Amaral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 13:03:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edgar Allan Poe voltou para as livrarias este ano&#160;numa nova edição da Darkside Books, parte da bela série Medo Clássico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Edgar Allan Poe voltou para as livrarias este ano&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/12/resenha-edgar-allan-poe-medo-classico/" target="_blank" rel="noopener">numa nova edição da Darkside Books</a>, parte da bela série Medo Clássico publicada pela editora. Poe abordou como ninguém o suspense e o mistério em suas histórias, e até hoje conquista leitores com sua obra universal.</p>
<p>Nosso colunista Alexandre Amaral conversou com Marcia Heloisa, a tradutora da edição da Darkside Books. Confira abaixo.<br />
&nbsp;</p>
<p><strong>1. Em uma breve pesquisa, percebemos que a sua pesquisa tem o horror como pauta recorrente. A tradução da obra de Edgar Allan Poe foi ocasional ou há ali uma convergência de interesses? Qual a sua relação com Poe?</strong></p>
<p>Como leitora e pesquisadora do horror, minha relação com Poe é antiga e visceral. Acho que os entusiastas do gênero cultivam um apreço pelos mestres que contribuíram para tornar o horror uma seara tão rica e Poe, sem dúvida, é um deles. No caso da tradução, deu-se o feliz casamento do desejo da editora em encontrar alguém que apreciasse e conhecesse bem o autor com minha ávida disposição para conduzir Poe a sua nova casa, a DarkSide.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Neste lançamento, a DarkSide Books preparou uma edição luxuosa e definitiva. Como essa parte do projeto influencia o seu trabalho?</strong></p>
<p>Sou fã da DarkSide desde o lançamento de estreia da editora e é uma honra poder colaborar com eles. O horror, embora popular e perene, tende a ser circunscrito à uma zona muitas vezes depreciativa, como se fosse um gênero “menor” ou pouco sério. Acho que a DarkSide faz um belíssimo trabalho de “reposicionamento” do horror no mercado, combatendo sua marginalização com edições impecáveis feitas por e para fãs. É o horror, como disse, encontrando um novo lar, sendo tratado com o respeito e o esmero que merece.</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-19255 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/07/allan-poe-darkside-banner-768x384.jpg"  alt="allan-poe-darkside-banner-768x384 ENTREVISTA | Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe"  width="639" height="320"></p>
<blockquote><p>&#8220;Meu conto favorito é A Queda da Casa de Usher, com sua atmosfera lúgubre e assombrada&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><strong>3. A nova edição dividiu-se em grupos temáticos, como: espectro da morte, narradores homicidas, Detetive Dupin, etc. Qual desses lhe agradou mais traduzir?</strong></p>
<p>Todos foram igualmente gratificantes e desafiadores, a sua medida. Alguns contos incluíam poemas, o que sempre requer um pouco mais do tradutor; uns, pediam a reconstrução de uma atmosfera claustrofóbica na qual as palavras deveriam pesar como tijolos; em outros, as frases deviam vir cuidadosas e discretas como passos misteriosos em um corredor escuro. O que mais me deu trabalho, sem dúvida, foi “O Escaravelho de Ouro” – embora as narrativas detetivescas do Dupin também tenham exigido a construção de uma prosa fluida em português, que não cansasse o leitor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Em sua opinião de leitora, qual parte da obra do Poe te agrada mais?</strong></p>
<p>Gosto muito dos narradores homicidas &#8211; sempre obsessivos e passionais. Mas o espectro da morte ainda é o que mais me fascina: meu conto favorito é “A Queda da Casa de Usher”, com sua atmosfera lúgubre e assombrada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594540248&amp;asins=8594540248&amp;linkId=4958773bc4474a853a3802e2f3b6d186&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no">&nbsp;</p>
<p></iframe></center>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Como leitora e pesquisadora da temática, quais obras de terror/horror (livros, filmes, peças, etc) você recomendaria aos interessados em ter para ter uma experiência genuína com esses gêneros?</strong></p>
<p>Na literatura sugiro um passeio pelo gótico, desde suas origens literárias até o revival vitoriano do século dezenove, período que nos deu obras que se tornaram clássicos arquetípicos do gênero como Frankenstein, Drácula, O Médico e o Monstro. Entre os autores norte-americanos, recomendo uma visita a Poe e Lovecraft. Para os amantes dos contos, sugiro Sheridan Le Fanu, Arthur Machen e Algernon Blackwood. Entre as mulheres, gosto de Shirley Jackson e Daphne du Maurier. No cinema, além dos filmes do meu diretor favorito, Alfred Hitchcock, recomendo o ciclo norte-americano de clássicos da Universal (anos 1930/1940), o horror italiano de Mario Bava e Dario Argento e obras de diretores inventivos como George Romero, Wes Craven e, mais recentemente, James Wan. Entre meus favoritos, destaco: Psicose (1960), Os inocentes (1961), Assombração na casa da colina (1963), O bebê de Rosemary (1968), A noite dos mortos-vivos (1968), O exorcista (1973), Inverno de sangue em Veneza (1973), O massacre da serra elétrica (1974), Carrie (1976) e Um lobisomem americano em Londres (1981).</p>
<p><em>[Imagens: Darkside Books, Marcia Heloísa]</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g ENTREVISTA | Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe" alt='Alexandre Amaral' src='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/780f1830f148a323a7631680cc6995396e15ce5a9e9b3a757d515ee420c32007?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/alexandre-amaral/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Alexandre Amaral</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Letras pela UERJ/FFP, é professor e pesquisador da literatura policial brasileira. Aprendeu a gostar de ler com Veríssimo, mas tem o hábito de dosar a leitura de Sherlock Holmes, com pena de que a obra acabe. Gosta de filosofia, história e futebol. De Niterói, RJ.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/07/25/entrevista-uma-conversa-com-a-tradutora-do-edgar-allan-poe/">ENTREVISTA | Uma conversa com a tradutora do Edgar Allan Poe</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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