Quem nunca esqueceu de devolver um livro para a biblioteca? Há casos, no entanto, que o atraso vira notícia. E rende algumas risadas.
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Em Ohio (EUA), um ex-aluno da Universidade de Dayton emprestou em 1967 o livro A História das Cruzadas. Ele só lembrou de devolver o exemplar para a biblioteca em 2016, com 49 anos de atraso. A multa, que totalizava 350 dólares, foi perdoada.
O ano era 1992, quando uma leitora do Kansas retirou o livro O Grão Versátil e o Feijão Elegante. O livro de culinária ficou em posse dela por 21 anos, até ser devolvido para a A Biblioteca Pública de Lawrence em 2014.
41 anos. Esse foi o tempo que um leitor anônimo levou para devolver “O livro real sobre cobras” para uma biblioteca de Urbana, em Ohio. O livro voltou com um bilhetinho: “Desculpe por ter mantido este livro por tanto tempo, mas sou um leitor muito lento! Eu incluí minha multa de $ 299,30 (41 anos, 2 centavos por dia). Mais uma vez, minhas desculpas!”.
4.500 libras foi o preço da multa que um ex-aluno da Universidade de Liverpool acumulou por esquecer de retornar um livro sobre Estrutura e Função na Sociedade Primitiva. O exemplar foi retirado em 1953 e devolvido em 2014, 61 anos depois. A biblioteca também dispensou a cobrança da multa e todo mundo ficou feliz.
Em Nova York, um leitor levou 55 anos para devolver um exemplar de O Fogo de Francis Xavier, de Arthur R. McGratty. O livro foi enviado pelo correio para a Biblioteca Pública de Nova York.
A Biblioteca Pública de Chicago levou 78 anos para recuperar um exemplar de O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Uma mulher encontrou a rara edição do livro entre os pertences de sua falecida mãe e resolveu retornar o exemplar. Ao perguntar se poderia ser presa, ela recebeu a seguinte resposta da biblioteca: ‘Não, estamos tão felizes que você o trouxe de volta’”.
Um livro sobre assuntos internacionais que o primeiro presidente dos Estados Unidos emprestou em 1789 foi finalmente devolvido para a biblioteca de Nova York. Em 5 de outubro de 1789, George Washington retirou um exemplar de A Lei das Nações da biblioteca e jamais devolveu o livro. A edição foi encontrada apenas em 2010, na biblioteca do ex-presidente. Se tivesse que pagar a multa pelo atraso, teria que desembolsar em torno de 300 mil dólares.
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Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com
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