Arsène Lupin não pertence ao sindicato dos detetives, mas entrou para a história dos policiais como um dos personagens mais ilustres. Ele é um charmoso ladrão com alma justiceira, que intriga a polícia pela inteligência e ousadia.
Criado por Maurice Leblanc em 1905, tem como marca roubar apenas dos ricos e burgueses, daqueles que acumulam fortuna de maneira suspeita. As aventuras de Arsène Lupin se apoiam na lógica, raciocínio e dedução, elementos-chave das clássicas narrativas policiais. Descubra seis curiosidades sobre Lupin.
A primeira história de Lupin apareceu no número 6 da revista Je Sais Tout, publicada no dia 15 de julho de 1905.
Sherlock Holmes foi citado em várias histórias de Leblanc. Nelas, o ladrão é desafiado por um tal Herlock Sholmes, citado como o melhor detetive de todos os tempos mas frequentemente derrotado pela astúcia de Lupin. Leblanc chegou a usar o nome do detetive londrino em alguns contos, mas Arthur Conan Doyle não achou graça nenhuma e o francês decidiu embaralhar as letras.
A casa de campo de Maurice Leblanc, em Étretat, é hoje o museu Le Clos Arsène Lupin.
Lupin está sempre mudando de aparência, mas é geralmente associado a três peças de vestuário: cartola, monóculo e capa.
O ladrão usava truques para se disfarçar como injeções de parafina para inchar a pele e suco de quelidônio para provocar o efeito de dermatose. Efeitos especiais do arco da velha.
Originalmente, o sobrenome de Arsène era “Lopin”, mas teve que ser trocado após um político parisiense que era xará reclamar da estranha “coincidência”.
(Fonte: Os maiores detetives do mundo, Chris Lauxx)
Título: Arsene Lupin contra Herlock Sholmes
Autor: Maurice Leblanc
Páginas: 312
Editora: Zahar
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SINOPSE – Arsène Lupin é o ladrão de casaca mais famoso e admirado que o mundo já conheceu. Genial e sedutor, ele age de acordo com suas próprias leis, mas sempre obedecendo a um código de honra cavalheiresco. Nesse volume, o segundo da série, Lupin trava um inesquecível duelo com seu arquirrival, o detetive inglês Herlock Sholmes, em duas histórias mirabolantes e muito divertidas: “A Mulher Loura” e “A lâmpada judaica”. Levará a melhor quem for mais rápido – no poder de raciocínio e dedução ou, se necessário, com os punhos.
Essa aventura de um dos personagens mais clássicos da literatura policial traz o texto integral em primorosa tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda – vencedores do Prêmio Jabuti -, apresentação e cronologia de vida e obra do autor. A versão impressa apresenta ainda capa dura e acabamento de luxo.
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Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com
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